Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro disse Dom Pedro II
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sábado, 21 de janeiro de 2012

VENDA DE EMENDAS - Ministério Público diz que foram usados laranjas

Ex-vereador Fabrício Marcolino foi apontado pelas apurações como pivô da fraude denunciada pelo deputado Roque Barbieri na Assembleia Legislativa de São Paulo
Chico Siqueira, especial para O Estado de S.Paulo
ARAÇATUBA - Apontado como operador de um suposto esquema de vendas de emendas na Assembleia Legislativa de São Paulo, o ex-vereador de Nhandeara e ex-presidente do PTN de São José do Rio Preto, Fabrício Menezes Marcolino, usou três empresas para fraudar licitações e receber verbas provenientes de indicações parlamentares, concluiu o Ministério Público Estadual. Marcolino foi acusado de atuar como lobista de emendas entre o ex-deputado José Antônio Bruno (DEM), o Zé Bruno, e prefeitos do interior.
Promotoria investigou fraudes em emendas do ex-deputado José Bruno - Divulgação
Divulgação
Promotoria investigou fraudes em emendas do ex-deputado José Bruno
Segundo as investigações, pelo menos três obras - nos municípios de Floreal, Nhandeara e Nova Aliança -, realizadas nos anos de 2009 e 2010 por empresas ligadas ao ex-vereador, foram bancadas com recursos de emendas parlamentares.
Em Floreal e Nhandeara, o MP constatou a existência de fraudes. Em depoimento, diretores da ONG Sociedade de Proteção da Criança e do Adolescente (Soprocan) disseram que Marcolino se ofereceu para conseguir a liberação de verbas para obras de um ginásio construído em Nhandeara.
"A reforma do piso foi feita pela empresa Mário Morales Navarro Construtora, por R$ 100 mil; e a cobertura, pela FMM Construtora, também por R$ 100 mil", disse o promotor Evandro Ornelas Leal.
De acordo com o MP, a FMM está em nome de um filho de Marcolino, de apenas dois anos de idade, e tem como endereço a residência do engenheiro José Luís Andreossi, sócio do ex-vereador na Andreossi Construções e Empreendimentos Ltda.
Segundo as investigações do Minístério Público, outra construtora foi registrada no nome de um funcionário de Andreossi, o lavrador Mário Morales Navarro. A obra da FMM foi bancada por recursos de emenda apresentada por Zé Bruno em 2010. A outra, por verbas repassadas diretamente pelo governo do Estado de São Paulo.
Em 2009, a Navarro Construtora foi responsável pela obra de construção de um galpão em Nova Aliança, que também foi realizada com recursos de uma emenda de Zé Bruno, essa no valor de R$ 140 mil. 


        

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

VENDA DE EMPREGOS NO DF: venda de vagas em órgãos federais segue a todo vapor

Duas semanas após o site de VEJA revelar o esquema, outros dois vigilantes confirmam: compraram um emprego em órgãos do governo


Gabriel Castro




Edivandro Rodrigues: compra de vaga se transformou em dívida de 8 000 reais (Gabriel Castro)


Há duas semanas, o site de VEJA revelou o funcionamento de um esquema de venda de vagas de vigilantes em órgãos públicos federais. A ilegalidade é operada dentro da Patrimonial, empresa que oferece mão de obra para ministérios, estatais e para a Universidade de Brasília. Agora, surgem mais duas pessoas que admitem ter alimentado o esquema. A história relatada é idêntica: intermediários, que também trabalham para a Patrimonial, são encarregados de recolher os recursos - o preço, que era de 4 000 reais, chega atualmente a 5 000. O pagamento é feito em dinheiro vivo e a contratação se dá dias depois. O atravessador fica com uma pequena parte do dinheiro. O restante é repassado a dois diretores da empresa: Pedro dos Santos Lira, que comanda a área operacional, e Wander Silvano de Queiroz, responsável pelos contratos de vigilância.

 Uma das pessoas ouvidas pelo site de VEJA ainda trabalha na Patrimonial e prefere manter a identidade sob sigilo. A outra decidiu mostrar o rosto: é Edivandro Rodrigues. Ele comprou uma vaga por 5 000 reais. Recebeu a garantia de que iria trabalhar no horário noturno. Mas o acerto não durou muito tempo. O vigilante ficou um mês no Ministério da Justiça e outro na Infraero. No terceiro mês, teve o horário alterado: a nova escala se chocava com o outro emprego de Edivandro. A intenção era forçar a saída do funcionário para liberar a vaga e vendê-la de novo. Os apelos a Wander não funcionavam. Edivandro teve de deixar o cargo.

O vigilante havia feito um empréstimo para conseguir entrar no esquema: "Paguei 5 000 e estou devendo é 8 000. Essa máfia existe e todo dia coloca gente na Patrimonial. A jogada é colocar as pessoas e mandam embora meses depois", descreve Edivandro. Quando comprou a vaga, Edivandro entregou o dinheiro a Wilson Arruda, vigilante do Ministério da Justiça. Depois do acerto, o intermediário parou de atender aos telefonemas. Ficaram o prejuízo e o arrependimento.

Aviso prévio - Outro personagem ouvido por VEJA diz que prefere não se identificar. Ele está no cargo desde abril de 2010. Mas já recebeu o aviso prévio e deve ser demitido em breve. Na época, o vigilante diz ter pago 4 000 reais pela vaga. "Eles pedem para entregar o dinheiro junto com o curículo. O pessoal do RH não sabe do esquema", conta. O agente de segurança faz uma estimativa que coincide com a avaliação feita por um personagem da primeira reportagem do site de VEJA sobre o caso: "De cada dez vigilantes que eles precisam, pelo menos cinco ou seis entram por esse esquema".




Reprodução

Pedro dos Santos Lira: apontado como operador do esquema 
Se as contas estiverem certas, o esquema se transformou numa máquina milionária: a Patrimonial tem cerca de 2 000 funcionários, a maior parte deles na área de vigilância. A companhia também fornece mão de obra na área administrativa. E mantém contratos com órgãos importantes do governo federal: além da Infraero e do Ministério da Justiça, a empresa cede trabalhadores para órgãos como a Caixa Econômica Federal, a Polícia Rodoviária Federal, a Universidade de Brasília e o Senado Federal.

O Ministério Público do Trabalho já investiga o caso. O Sindicato dos Vigilantes também tomou conhecimento de casos semelhantes. Moisés da Consolação, um dos diretores da entidade no Distrito Federal, diz que há relatos de irregularidades semelhantes também em outras empresas: "Isso chegou até nós e estamos apurando", diz ele.

 Silêncio - Os apontados como responsáveis pelo esquema ilegal optam pelo silêncio. A Patrimonial não se pronuncia. Talvez porque Pedro dos Santos Lira, que gosta de se exibir em lanchas no Lago Paranoá, é o número 2 da companhia, abaixo apenas do proprietário. Wander Silvano de Queiroz mantém contato direto com os vigilantes e é responsável por desocupar as vagas para manter o processo de venda. Um método que, até agora, não dá sinais de que que vai ter fim

 Fonte veja http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/mais-vigilantes-admitem-compra-de-vagas-em-orgaos-publicos

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

VENDA DE EMENDAS : Sob pressão, @Alckmin diz que vai abrir mais dados de emendas

Encurralado pelo próprio PSDB, governo promete divulgar lotes de 2007 a 2009
11 de outubro de 2011 | 21h 34

Fabio Serapião, do Jornal da Tarde, e Fernando Gallo, de O Estado de S.Paulo
 

Veja também:
Em carta, Bruno Covas diz que ‘narrou exemplos como fatos’
Em 2010, Bruno conseguiu R$ 8,2 em emendas
Bruno Covas diz que caso está esclarecido
Ouça trecho em que Bruno relata a oferta
Tucanos vão cobrar do Governo lista de emendas


Encurralado até pela bancada do PSDB na Assembleia Legislativa, que enviou nesta terça-feira, 11, um ofício exigindo que o Palácio dos Bandeirantes torne públicas todas as emendas parlamentares feitas por seus deputados, o governo de São Paulo manifestou pela primeira vez a intenção de divulgar a lista de adendos ao Orçamento feitos desde 2007 no Estado.

"A Casa Civil reitera seu compromisso com a transparência e informa que já está preparando o levantamento de todos os convênios originários de indicações de parlamentares desde 2007", afirmou por meio de nota.

Desde a revelação pelo jornal O Estado de S. Paulo das acusações feitas pelo deputado Roque Barbiere (PTB), de que parlamentares negociam suas emendas com prefeitos e até com empreiteiras, o governo vem sendo pressionado pela oposição. Nesta terça, o Palácio dos Bandeirantes também passou a ser cobrado pela própria bancada do partido do governador Geraldo Alckmin (PSDB). "Em virtude dos acontecimentos noticiados pela imprensa nos últimos dias, a bancada do PSDB vem a público demonstrar sua indignação e ao mesmo tempo exigir a apuração rigorosa dos fatos", diz a nota, antes de pedir que todas as emendas sejam divulgadas.

"Quem não deve não teme. Nossa bancada não conspira e não tem plena convicção de que nunca usou métodos ilegais", afirmou o deputado Orlando Morando, líder da sigla na Casa.

O governo divulgou até agora apenas os dados a 2011 e aos restos a pagar de 2010. Para Morando, o pedido não acarretará em desgaste com o Executivo, uma vez que o próprio governador foi o primeiro a se colocar a favor da divulgação. Quem defendeu a mesma tese foi o presidente estadual do PSDB, deputado Pedro Tobias. "Não irá causar constrangimento, isso é bom para não deixar todos os deputados como suspeitos", ponderou

Fonte Estadao http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,sob-pressao-alckmin-diz-que-vai-abrir-mais-dados-de-emendas,784186,0.htm

terça-feira, 4 de outubro de 2011

VENDA DE EMENDAS EM SP : Ex-deputado estadual vendia emendas, diz testemunha à Corregedoria de SP

Segundo depoimento, José Antonio Bruno (DEM) recebeu, em 2009, maços com notas de R$ 100 por ter intermediado liberação de verbas; acusado nega 

Fausto Macedo / SÃO PAULO - O Estado de S.Paulo

Veja também:
Ex-deputado estadual acusado de vender emendas em SP repele acusação
Deputado diz que confirmará denúncias ao MP
Alckmin diz esperar ‘caso concreto’ para investigar emendas
Sob pressão, governo divulga lista de emendas
Entenda o trâmite das emendas parlamentares


“Vi Fabrício entregar nas mãos do deputado José Antonio Bruno (DEM) um maço de notas de R$ 100”, afirmou a testemunha C.A.A.V., em depoimento na Corregedoria-Geral da Administração (CGA). As notas de R$ 100 teriam origem em suposto esquema de venda de emendas parlamentares na Assembleia Legislativa de São Paulo, denunciado pelo deputado Roque Barbiere (PTB).

A cena relatada ocorreu em agosto de 2009, enfatiza o depoente, que se identifica como “pastor evangélico autônomo”. O depoimento reforça ainda mais a denúncia de Barbiere, segundo quem deputados estaduais paulistas negociam sua cota de verbas no Orçamento do Executivo, por meio das emendas, com prefeitos e empreiteiras.

Ainda conforme o depoente, um homem identificado apenas como “Fabrício” frequentava o gabinete do parlamentar, mas não era funcionário: “Houve uma oportunidade em que Fabrício chegou muito eufórico na sede do gabinete, cumprimentou a todos e entrou direto na sala do deputado”, relata.

A porta da sala de Bruno ficou entreaberta. “Então, eu ouvi ele (Fabrício) dizer ao deputado José Antonio Bruno: ‘Deputado, tá aqui a emenda’. Ato contínuo eu vi Fabrício entregar nas mãos do deputado um maço...”

Zé Bruno, como é conhecido, exerceu mandato no período 2007-2010. Deixou o Legislativo estadual em março passado e hoje se dedica à Resgate, sua banda musical. Ele é guitarrista e vocalista.

O ex-deputado nega ter recebido valores em troca de emendas (leia texto abaixo). “Não faço isso”, afirmou. Porém, ele próprio disse suspeitar que um ex-assessor seu, que identifica apenas como “Cremonesi”, participasse de negociações para a venda de emendas


Fonte Estadao http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,ex-deputado-estadual-vendia-emendas-diz-testemunha-a-corregedoria-de-sp,780828,0.htm

sábado, 24 de setembro de 2011

VENDA DE EMENDAS EM SP :MP apurará venda de emendas

O Ministério Público de São Paulo abrirá inquérito para investigar a denúncia do deputado estadual Roque Barbiere (PTB), da Assembleia Legislativa de São Paulo, de que haveria venda de emendas parlamentares por deputados. Ele afirmou, em entrevista a um jornal local, que colegas enriqueceram vendendo emendas parlamentares e fazendo lobby para empresas. Barbiere afirmou que "25% a 30%" dos 94 deputados estaduais ganham dinheiro vendendo emendas, mas disse não citar nomes por não ser "dedo-duro". Na investigação, o MP irá rastrear todas as emendas parlamentares na Assembleia Legislativa de São Paulo que foram efetivamente executadas.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

CONSUMIDOR - Procon proíbe a venda do Corolla, da Toyota, em MG


na folha

PAULO PEIXOTO
da Agência Folha, em Belo Horizonte

A Toyota não poderá vender a partir de hoje o modelo Corolla em todo o território de Minas Gerais. A proibição é uma decisão administrativa do Procon estadual, vinculado ao Ministério Público de Minas.
A medida tem relação com os casos de consumidores de Belo Horizonte que tiveram problemas de aceleração repentina e involuntária do Corolla automático. Nos acidentes registrados, em um deles houve perda total do veículo e a condutora sofreu ferimentos leves.
Os problemas em Minas teriam relação com o tapete solto do veículo, que deslizou e travou o acelerador. No recall de 8,5 milhões de veículos nos EUA, na Europa, no Canadá e na China, a Toyota apontou problemas no acelerador (travamento do pedal ou problemas com o tapete) ou no freio.
De acordo com a investigação instaurada pelo Procon Estadual, baseada também nas audiências públicas realizadas pela área de Defesa do Consumidor do Assembleia Legislativa de Minas, os próprios representantes da Toyota alegaram, em audiência, que o problema estaria no tapete.
Concessionárias Toyota também apontaram o tapete como causa, segundo o processo: "O tapete estava solto, sem as presilhas de fábrica necessárias à sua fixação no assoalho, deslizando até o pedal do acelerador e, assim, comprometendo o seu funcionamento".
Segundo o Procon estadual, a informação sobre isso consta no manual do veículo, na seção "Dispositivos internos". O órgão, porém, não considera suficiente essa citação sem que ela esteja em uma seção específica do índice, para alertar sobre os riscos a que os motoristas estão sujeitos e os cuidados que devem ser tomados.
Diz o processo, conduzido pelo promotor Amauri Artimos da Matta, que os prepostos da Toyota disseram em audiência que o recall feito nos EUA não é necessário no Brasil porque os tapetes e os pedais do acelerador dos veículos americanos são diferentes dos daqui.
A suspensão da venda é até que a Toyota adote medidas de substituição dos tapetes dos veículos Corolla novos e usados, independentemente do ano, "por produtos seguros e com recurso que impossibilite a utilização, no veículo, de tapetes não originais, sem as especificações do fabricante".
A reportagem ligou ontem para a assessoria de imprensa da Toyota e deixou recado, mas não houve resposta.
A autoridade administrativa do Procon estadual é conferida pelas Constituições federal e estadual, quando trata dos sistemas de defesa do consumidor. Em São Paulo, esse sistema é gerido pela Fundação Procon. Em Minas, pelo Procon Estadual, vinculado ao MPE.



 


 

sábado, 3 de abril de 2010

FERIADÃO DE SEMANA SANTA - Lojas e supermercados ficam lotados na véspera do domingo de Páscoa em SP


Expectativa dos comerciantes é vender 10% a mais que em 2009.
Loja em Pinheiros tinha fila para entrar desde o início da manhã.

Do G1, com informações do SPTV
Lojas e supermercados de São Paulo ficaram lotados na manhã deste sábado (2), véspera do domingo de Páscoa, com centenas de pessoas buscando as últimas ofertas para comprar os ovos de chocolate. A expectativa dos comerciantes é vender 10% a mais do que no ano passado.

Veja o site do SPTV

Em um mercado de Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo, centenas de consumidores se aglomeravam para fazer suas compras. O local abriu às 8h30, e já tinha fila de carros no estacionamento e de pessoas na porta para entrar.

O movimento não parou durante a manhã. As filas só devem acabar com o fechamento da loja ou o fim dos estoques.

Além daquelas pessoas que deixam para fazer suas compras na última hora, o movimento neste sábado também é composto daqueles que buscam as promoções. Na loja de Pinheiros, os preços estão de 30 a 40% mais baratos.

Em uma fábrica em Perdizes, foram produzidas 150 toneladas de ovos e bombons - 15% a mais que no ano passado. Na quarta-feira (31), a venda já tinha superado a páscoa de 2009. Por isso, quem deixou as compras para este sábado não pode ser muito exigente. Alguns itens não estão mais disponíveis

Para fazer economia, os consumidores também precisam ficar atentos. Uma pesquisa feita pela Fundação Procon na semana passada que apontou uma variação de até 90% nos preços de um mesmo ovo em lojas diferentes. Nas caixas de bombom, a variação é de 80%, e nos bolos de Páscoa, chega a 68%. Também é preciso ficar atento à data de validade do ovo.

 


 

domingo, 28 de março de 2010

ECONOMIA/NEGÓCIOS - Ford anuncia venda da Volvo para o grupo chinês Geely por US$ 1,8 bilhão


Valor da venda é só um terço em relação ao da compra realizada em 1999.
Acordo entre as duas empresas já havia sido acertado desde dezembro.
Da France Presse
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O fabricante sueco de automóveis Volvo Cars, que pertencia à montadora norte-americana Ford, foi vendido para o grupo chinês Geely por US$ 1,8 bilhão. O anúncio foi feito neste domingo (28) pelo diretor financeiro da gigante americana, Lewis Booth.

“Já podemos confirmar que um acordo de venda entre Volvo e Geely foi firmado por volta das 14h40 (10h40 no horário de Brasília)", declarou à France Presse Aake Froeberg, porta-voz da Volvo Cars, pouco antes de participar da coletiva de imprensa em que o anúncio seria feito oficialmente.

A informação também foi anunciada em Pequim pela agência de notícias estatal Nova China.

O acordo foi firmado na sede da Volvo, em Gotemburgo, leste da Suécia, por Lewis Booth e pelo presidente da Geely, Li Shufu, acescentou Froeberg.
Booth confirmou o valor de venda de U$ 1,8 bilhão, o que representa menos de um terço do valor de US$ 6,4 bilhões pelo qual a Ford pagou em 1999 para adquirir a Volvo Cars.

A Ford anunciou em dezembro que havia chegado a um acordo sobre os termos gerais da venta de sua deficitária filial sueca a Geely, um dos maiores fabricantes de automóveis na China.