Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro disse Dom Pedro II
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sexta-feira, 23 de março de 2012

CAÇADOR DE EMOÇÕES - Thor Batista já havia atropelado outro ciciista em 2011

Deu no Ancelmo

Perigo no volante
O ciclista na Rodovia BR-040 não foi a primeira pessoa que Thor Batista atropelou.
No dia 27 de maio de 2011, o filho de Eike e Luma, a bordo do Audi placa EBX 0001, atropelou um senhorzinho de 86 anos, também numa bicicleta, na Av. Sernambetiba, na Barra. Uma ambulância do Samu levou o idoso para o Hospital Lourenço Jorge, ali perto. Depois, foi transferido para o Copa D’Or.
Segue...
Thor prestou socorro ao senhorzinho e pagou todas as despesas médicas. Segundo um filho da vítima, que prefere não aparecer, a família não registrou queixa e não pediu indenização:
— Estávamos preocupados em salvar nosso pai, que também não queria confusão.
Aliás...
O senhorzinho, hoje recuperado, fraturou o acetábulo (parte da bacia onde a cabeça do fêmur se encaixa).
Pôs duas placas e cinco parafusos, fez fisioterapia, hidroterapia e teve sessões com psicólogo para se livrar do trauma
   

quinta-feira, 22 de março de 2012

MÁFIA DA PROPINA NO RIO II - Dono da Locanty é figura fácil no camarote da Grande Rio

Dono da Locanty: com os pés na empresa e no samba
Empresário mora na Barra, mas mantém ligações com Caxias
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Diego Barreto
Rafael Galdo
Selma Schmidt
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Barreto e a bandeira da Grande Rio no quiosque
Felipe Hanower/13-2-2011 / O Globo.
RIO - Nascido e criado em Duque de Caxias, o empresário João Alberto Felippo Barreto, de 54 anos, sócio majoritário da Locanty Comércio e Serviços, mudou radicalmente de vida. Parceiro de políticos e com forte ligações com o samba, hoje ele mora num condomínio de classe média alta na orla da Barra da Tijuca e tem um apartamento na Avenida Vieira Souto, em Ipanema. Sem falar que a Locanty é dona de um jatinho, avaliado em R$ 30 milhões, como informou Ancelmo Gois na quarta-feira em sua coluna no GLOBO.


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Mas João Barreto continua tendo relações estreitas com a cidade da Baixada. É lá que funciona a sede da sua principal empresa. Em Caxias, o empresário mantém ainda antigos contratos com a prefeitura. Também no município fica uma de suas paixões: a escola de samba Acadêmicos do Grande Rio.

De tão apaixonado pela Grande Rio, João Barreto costuma exibir a bandeira da verde, vermelho e branco em seu quiosque na orla da Barra — o Escritório da Praia, na altura do número 5.000 da Avenida Lúcio Costa. Num outro mastro, tremula a bandeira do Flamengo, time de coração do empresário.

João Barreto é figura fácil no camarote da Grande Rio durante os desfiles do carnaval. A Locanty já foi uma das patrocinadoras da escola — um apoio que, segundo a assessoria da agremiação, terminou no ano passado. No entanto, a logomarca da Locanty aparece no site da Grande Rio, como colaboradora. A marca foi ainda estampada em camisas da escola e está numa placa na quadra da Grande Rio.

Na lista de patrocínios estão também equipes de futebol soçaite ligadas a José Moraes, vice-presidente do Tribunal de Contas de Município. Em nota, o órgão alega que é natural empresas privadas patrocinarem times.

Além da Locanty Comércio e Serviços, o empresário é sócio de três empresas menores: a Locanty Service, a Spasso Além Paraíba e a Bioab Biotécnica Ambiental do Brasil. Procurado, João Barreto não quis se pronunciar.

Na lista de serviços prestados pela principal empresa do grupo a órgãos públicos e firmas privadas, há de tudo. Na Receita Federal, por exemplo, a atividade principal em que a Locanty está inscrita é a de aluguel de máquinas e equipamentos para escritórios. Aparecem, porém, como atividades secundárias, locação de mão de obra temporária, limpeza em prédios e domicílios, serviços de engenharia, coleta de resíduos não perigosos e perigosos, transporte rodoviário de carga, entre outras. A Locanty contrata até radialistas. No ano passado, fez um contrato emergencial com a TV Câmara, de R$ 1,3 milhão, para pagar 22 radialistas, segundo a vereadora Teresa Bergher (PSDB).

A lista de órgãos públicos que fizeram pagamentos à Locanty em 2011 também é extensa. Do estado, a empresa recebeu R$ 62,5 milhões por serviços prestados à Defensoria Pública, à Faetec, ao Inea, ao Tribunal de Contas, à Polícia Militar e às secretarias de Saúde, Cultura, Segurança e Administração Penitenciária, entre outros. Já os clientes da União — Polícia Rodoviária Federal, Ancine, UFF, UFRJ, Agência Nacional do Petróleo e os comandos do Exército e da Marinha, entre outros — desembolsaram R$ 39,4 milhões no ano passado

Fonte O Globo Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/dono-da-locanty-com-os-pes-na-empresa-no-samba-4379859#ixzz1pq5byt2M

terça-feira, 13 de março de 2012

RENUNCIOU - Ricardo Teixeira renuncia à presidência da CBF e do COL

José Maria Marin leu a carta de renúncia do dirigente, que ficou no cargo por 23 anos

Por Maurício Fonseca


Ricardo Teixeira deixa o comando da CBF após 23 anos e dois mesesArquivo


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 RIO - Ricardo Teixeira não é mais presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) nem do Comitê Organizador Local (COL) da Copa do Mundo de 2014. A carta de renúncia dos dois cargos foi lida nesta segunda-feira pelo presidente em exercício da CBF, José Maria Marin, que vai assumir as duas funções. A notícia surpreendeu porque quatro dias atrás Teixeira tinha pedido licença da CBF por 60 dias, alegando problemas de saúde. Teixeira ocupou a presidência da CBF por 23 anos e dois meses, desde janeiro de 1989. Nesses anos a seleção brasileira conquistou as Copas do Mundo de 1994 e 2002 e o Brasil ganhou o direito de sediar a Copa de 2014, mas o presidente foi alvo de suspeitas de corrupção e de contrabando (no episódio conhecido como “voo da muamba”, quando a seleção regressou dos Estados Unidos, em 1994, com o tetracampeonato mundial). Durante os seus anos de mandato, o Brasil ainda conquistou as Copas das Confederações de 1997, 2005 e 2009 e as Copas Américas de 1989, 1997, 1999, 2004 e 2007.

Durante o anúncio da renúncia, na sede da CBF, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, estavam presentes quase todos os presidentes das federações. "Deixo definitivamente a presidência da CBF com a sensação de dever cumprido", diz um trecho da carta de despedida de Teixeira. "Presidir paixões não é uma tarefa fácil. Futebol em nosso país é associado a duas imagens: talento e desorganização. Quando ganhamos, exaltam o talento. Quando perdemos, a desorganização. Fiz o que estava ao meu alcance. Renunciei à saúde. Fui criticado nas derrotas e subvalorizado nas vitórias", prossegue o texto.

Os únicos dirigentes que não estiveram presentes na CBF foram os presidentes das federações gaúcha, Francisco Noveleto, baiana, Edinaldo Rodrigues, e fluminense, Rubens Lopes, que, no entanto, enviou um representante. Os três lideravam um movimento contrário a entrada de Marin no lugar de Teixeira, mas o diretor jurídico da entidade, Carlos Eugênio Lopes, disse que foi cumprido o estatuto, que determina que o vice-presidente da CBF mais velho assuma no lugar do presidente.

Após a renúncia de Teixeira, todos os diretores da CBF, entre eles o ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, colocaram seus cargos à disposição e foram imediatamente reconduzidos por Marin. O mandato do dirigente vai até o fim da Copa de 2014 e, conforme Marin disse na coletiva, será de continuidade.

- É uma continuidade ao estupendo trabalho que Ricardo Teixeira realizou na CBF - afirmou.

Durante a coletiva, Marin foi questionado sobre o episódio em que pegou uma medalha durante a premiação do Corinthians campeão da Copa São Paulo de Juniores em janeiro e se irritou.

- Acho ridícula essa história. Sou um homem público há anos. Fui vereador, senador, governador, presidente da Federação Paulista, vasculharam a minha vida e nunca encontraram nada de erraado na minha vida - disse Marin, que confundiu o nome dos craques ao falar sobre o trabalho no COL.

- Vou continuar trabalhando com o nosso Fenômeno Romário, Ronaldo Nazário, aliás.

Na quinta-feira passada Teixeira tinha pedido licença da presidência da CBF e deixado Marín, o mais velho (79 anos) de seus cinco vice-presidentes, interinamente no cargo. Pouco antes do carnaval, período em que a CBF esteve de recesso, ele viajou para Miami, no Sul dos Estados Unidos, onde tem casa. Enquanto esteve fora cresciam rumores de que ele se afastaria da presidência da CBF. Os boatos foram motivados por novas denúncias de corrupção contra o dirigente, por conta de investigações sobre superfaturamento no amistoso entre as seleções de Brasil e Portugal em Brasília, em 2008. Teriam surgido indícios de que a empresa envolvida na promoção do amistoso, a Ailanto, da qual o presidente do Barcelona, Sandro Rossel, é sócio, passara cheques para Ricardo Teixeira, assinados por Vanessa Precht, uma das sócias da companhia. Em março de 2009, segundo denúncia do jornal "Folha de São Paulo", Vanessa firmou contrato para arrendar a fazenda de Teixeira em Piraí, município do interior fluminense, em nome de uma empresa subsidiária da Ailanto. A descoberta dos cheques nominais levou a polícia a concluir que existe um vínculo entre Teixeira e a Ailanto, acrescentou o jornal. O amistoso em Brasília custou R$ 8,5 milhões aos cofres públicos.

Em resposta a essas e outras denúncias de corrupção, a CBF, em comunicado oficial, afirmou: "O presidente da CBF, Ricardo Teixeira, bem como todos os membros de sua família, tem sua situação tributário-fiscal devidamente regularizada, nada devendo ao fisco federal, estadual e municipal, sendo certo que todos os seus bens e propriedades estão devidamente declarados perante as repartições competentes". Na mesma ocasião, também por nota, a entidade rebatia as suspeitas de que Teixeira não voltaria de Miami. "O presidente Ricardo Teixeira retomará as atividades que constam da sua agenda de trabalho na CBF após o carnaval", garantia a CBF.

Boatos e costuras políticas

No final de fevereiro, de volta às suas atividades no comando do futebol brasileiro, Teixeira convocou os presidentes de federações por email para uma assembleia geral extraordinária na mesma data e hora de uma reunião previamente marcada por opositores para discutir a sucessão na presidência da CBF. Teixeira agiu rapidamente para abafar um movimento que era capitaneado pelos presidentes das federações do Rio, Rubens Lopes, Bahia, Ednaldo Rodrigues, e Rio Grande do Sul, Francisco Novelletto, que contavam com a renúncia dele e já articulavam para indicar seu sucessor. Os três tentavam evitar que, com a possível renúncia, José Maria Marín, ligado à Federação Paulista, assumisse.

A pauta do encontro marcado por Teixeira não foi divulgada. Apenas foi informado que trataria de "assuntos de interesse da entidade e suas filiadas". Durante quase cinco horas, no centro empresarial Rio Office Park, na Barra da Tijuca, onde fica a sede da CBF, 27 presidentes de federação ficaram reunidos. E quem apostava que o dirigente se afastaria naquele dia acabou se decepcionando.

— O presidente Ricardo Teixeira recebeu apoio total e irrestrito das 27 federações para continuar seu mandato. Em nenhum momento a saída dele da presidência da CBF foi sequer cogitada — disse Rubens Lopes, o Rubinho, presidente da Federação do Rio, espantosamente “situacionista” após o encontro.

Rubinho, que era um dos que contestavam o estatuto no ítem que diz respeito à sucessão em caso de renúncia do presidente, presidiu a assembléia e foi escolhido como porta-voz das federações. Na reunião, ficou decido que o estatuto seria cumprido e que, em caso de ausência do presidente, assumiria o vice indicado por Teixeira. No caso, Marin, exatamente o que o grupo que contestava o estatuto queria impedir.

— O estatuto será cumprido. Havia algumas dúvidas que foram esclarecidas — disse o dirigente carioca na ocasião, em 1º de março.

Sobrevida política

A reunião começou às 15 horas e terminou depois das 18h. Por volta das 16h, quatro garotos, integrantes da Frente Nacional dos Torcedores, fizeram um protesto contra Ricardo Teixeira em frente à sede da CBF. Eles chegaram a abrir um faixa verde e amarela com os dizeres "Fora Ricardo Teixeira". Também entoaram palavras de ordem. O protesto durou poucos minutos, pois a segurança do centro empresarial chegou rapidamente e levou o quarteto para fora do espaço. Não houve tumulto.

O que Ricardo Teixeira quis mostrar com aquele espisódio é que continuava como o cacique do futebol brasileiro. Como conseguiu o que queria, decidiu então tirar licença para tratar da saúde. Na terça-feira, dois dias antes da reunião, ele teria sentido dores na perna direita — onde teve implantada uma placa, após cair do cavalo, em 1998. E se submeteria a exames nesta semana.

— Todos sabem que Ricardo Teixeira tem um problema de diverticulite. Ele fará novos exames. Pode ser que ele nem precise se afastar, que o tratamento seja apenas com remédios. Ele pode se afastar por até 180 dias. Está no estatuto — disse Mauro Carmélio, presidente da Federação do Ceará e ricardista juramentado, que acabou dando com a lingua nos dentes. — Talvez ele tenha que fazer exames complementares no exterior.



Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/esportes/ricardo-teixeira-renuncia-presidencia-da-cbf-do-col-4287813#ixzz1ozjAkDub

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

AGONIA DE UM ADEUS - Sandro Rossel depositou na conta da filha de Ricardo Teixeira

Por Juca Kfouri

Sandro Rossel depositou R$ 3.800.000 na conta de Antônia Wigand Teixeira, numa agência do Bradesco, a de número 6592-7, na avenida América, Barra da Tijuca, no dia 22 de junho do ano passado.
Rossel é sócio da Alianto, a empresa que recebeu R$ 9 milhões do governo de Brasília, sem licitação, pelo amistoso da Seleção Brasileira contra Portugal, em 2008.
A Alianto foi também dona da VSV Agropecuária, que tinha sede na fazenda de Teixeira em Piraí, interior do Rio, e cuja sócia, a secretária de Rossel, Vanessa Precht, emitiu cheques em nome do cartola da CBF segundo apurou a Polícia Civil em Brasília.
Rossel, atual presidente do Barcelona e ex-presidente da Nike no país quando a empresa passou a ser a fornecedora da CBF, é também sócio da mulher de Ricardo Teixeira, Ana Carolina na WTrade, cuja sede fica num shopping center, o Città America, na Barra da Tijuca, no Rio.
Uma razões para anunciada saída de Teixeira da CBF e ida para Miami é examente a filha Antônia que, aos 11 anos, tem ouvido comentários desagradáveis sobre o pai na escola, no Rio.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

SAÚDE NO RIO - Faltam médicos e sobra tempo de espera por atendimento

Faltam médicos e sobra tempo de espera por atendimento
Pacientes aguardam atendimento na porta do hospital 
 
Maíra Rubim - O Globo

Quase quatro meses após a publicação de uma reportagem sobre a saúde pública na Zona Oeste, no GLOBO-Barra, a situação no Hospital Municipal Lourenço Jorge continua a mesma. Pacientes sofrem com a demora no atendimento e funcionários denunciam o número insuficiente de profissionais que trabalham no local.

Segundo um médico que não quis se identificar, desde o Natal, em mais de dois plantões, a emergência funcionou sem cirurgiões, ortopedistas e chefes de equipe. Os plantonistas chegaram a colocar um papel na porta do setor informando que estes atendimentos específicos não seriam realizados.

— Vivem acontecendo situações assim no Lourenço Jorge, é impossível uma emergência prestar atendimento dessa maneira — conta o médico.

A mãe de Charlene Moreira da Silveira foi transferida para o hospital no dia 5 de janeiro. Desde então, Charlene coleciona reclamações.

— A minha mãe, uma senhora de idade, chegou aqui numa quinta-feira para fazer uma tomografia que só foi realizada na segunda-feira, dia 9 de janeiro. Agora, ela precisa fazer uma colonoscopia e os médicos não dão previsão de quando o exame será feito. Além disso, os enfermeiros só cuidam dela na parte da manhã. Quando venho visitá-la, tenho que auxiliar na higienização — diz Charlene, agente administradora da Receita Federal.

O presidente do Sindicato dos Médicos do Estado do Rio de Janeiro, Jorge Darze, informa que a situação piora cada vez mais na unidade:

— A emergência funcionar sem médicos de especialidades fundamentais significa colocar a população em risco. O Lourenço Jorge tem uma responsabilidade social muito grande que não está sendo levada a sério. Vamos ao Ministério Público. É um absurdo um hospital deste porte funcionar sem neurocirurgião — afirma Darze.

A Secretaria municipal de Saúde e Defesa Civil admite o problema e informou que reforçará o quadro dos hospitais por meio de um concurso público já em andamento. Serão preenchidas 1.700 vagas de diversas especialidades em toda a cidade.

Fonte Extra http://extra.globo.com/noticias/rio/faltam-medicos-sobra-tempo-de-espera-por-atendimento-3692306.html#ixzz1ju1hJabc

ELEFANTE BRANCO NO RIO - Obras da Cidade da Música no Rio completam dez anos em 2012

Prefeitura informou que a entrega do espaço será no primeiro semestre.
Obra começou dia 26 de dezembro de 2002; foram gastos R$600 milhões.

Do RJTV



O início das obras da Cidade da Música, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, completa dez anos em 2012. A prefeitura da cidade informou que a entrega do espaço está programada para o primeiro semestre deste ano.

A Secretaria municipal de Obras alega que recebeu o prédio da administração do governo do ex-prefeito César Maia com várias partes apenas no concreto, sem acabamentos.

A obra começou no dia 26 de dezembro de 2002, com o objetivo de ser o principal pólo de cultura no Rio e sede da Orquestra Sinfônica Brasileira. No início, a construção estava orçada em R$ 80 milhões, mas já foram gastos R$ 600 milhões - valor sete vezes maior do que o previsto. As despesas foram consideradas ''farra com dinheiro público" pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), aberta pela Câmara os Vereadores em 2009. O relatório da CPI apontou indícios de fraudes em licitações e superfaturamento de preços nas obras.

MP denuncia empresas O Ministério Público do Rio de Janeiro denunciou quatro empresas e ainda seis pessoas que seriam responsáveis pela obra. Entre os denunciados, está César Maia, que responde por improbidade administrativa.
O ex-prefeito do Rio informou que a Cidade da Música deveria ter sido inaugurada em 2008, mas que houve atraso por causa dos Jogos Panamericanos sediados na cidade. Ele disse ainda que tentativas de desgastar seu governo com informações falsas impediram que a inauguração acontecesse antes das eleições de 2010.

Ao longo dos anos, as obras foram paralisadas diversas vezes e anunciadas como concluídas. Em dezembro de 2008, César Maia chegou a fazer uma cerimônia de inauguração. Mas a conclusão foi deixada para o governo de Eduardo Paes, que rebatizou o local para o nome de Cidade das Artes. A gestão atual afirma ter gasto R$ 84 milhões e nunca ter paralisado as obras.

O diretor artístico da Orquestra Sinfônica Brasileira, Fernando Bicudo, diz que a orquestra já tem um programa para o espaço: “Nós da OSB estamos ansiosos para vir para casa. Nós não podemos esperar mais, porque uma orquestra para ser excelente ela precisa ter excelentes instalações”. 

Fonte G1 http://t.co/PutVdrpr


    

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

SAÚDE NO RIO - Hospital Lourenço Jorge perdeu um paciente

Secretaria de Saúde confirma que corpo encontrado próximo à hospital na Barra da Tijuca era de paciente

Ana Carolina Torres e Luciano Garrido 

A Secretaria de Saúde do município do Rio confirmou que o corpo encontrado esta manhã na Avenida Luis Carlos Prestes, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, era de um paciente que estava internado no Hospital Lourenço Jorge.

O homem, encontrado ao lado do hospital, estava com uma sonda e com uma máscara de oxigênio. A secretaria informou que vai apurar as responsabilidades com a direção do Lourenço Jorge.

O caso será levado para a 16ª DP (Barra da Tijuca).

Fonte Extra Leia mais: http://extra.globo.com/casos-de-policia/secretaria-de-saude-confirma-que-corpo-encontrado-proximo-hospital-na-barra-da-tijuca-era-de-paciente-3338246.html#ixzz1f0FyDWTL






terça-feira, 11 de outubro de 2011

OPERAÇÃO BLACK OPS - Latino tem dois carros importados confiscados pela Receita e tem prejuízo de mais de R$ 600 mil

POR Marcelo Gomes

  Porshe do cantor Latino, apreendido pela PF

 Avaliado em cerca de R$ 340 mil, o Porsche Panamera 4 do cantor Latino foi apreendido pela Polícia Federal no último sábado, na casa do artista, na Barra da Tijuca. O veículo, modelo 2011, mas fabricado em 2010, tem 300 cavalos de potência e está parado no pátio da Superintendência da PF, na Praça Mauá, com as portas lacradas com o auto de apreensão. O possante faz de 0 a 100km/h em apenas 5,9 segundos. A velocidade máxima chega aos 257km/h.

A PF informou nesta segunda que 11 pessoas e não 13 (como havia informado na sexta-feira) foram presas, 42 veículos foram apreendidos (sendo 20 no Rio) e cerca de R$ 440 mil (R$ 60 mil em cheques) recolhidos durante a operação. Parte dos recursos em dinheiro foram encontrados em dois cofres apreendidos na "fortaleza" de apuração dos Escafuras, no Engenho de Dentro, Zona Norte do Rio.

Num dos cofres, os policiais encontraram quatro sacos, semelhantes ao que embalam calçados, lotados de joias. Uma delas, um grande anel de ouro, chamou a atenção. Também foram apreendidos nos cofres documentação da contravenção, que agora passará pela análise dos federais.

Além de Latino, tiveram veículos confiscados o cantor Belo e os jogadores de futebol Emerson Sheik, do Corinthians, Diguinho, do Fluminense, e Kleberson, do Atlético Paranaense. Todos são alvo de investigação da Polícia Federal.

Os investigados serão denunciados pelos crimes de contrabando, facilitação de contrabando, lavagem de dinheiro, exploração de jogo ilegal, entre outros. Após as denúncias serem feitas, as investigações serão retroagidas para a partir de 2009, já que nesta fase foram analisadas as importações realizadas de 2010 em diante.

Cantor vai ter de levar carro para a Receita
Depois de ficar sem seu Porsche, Latino tem até esta terça para apresentar seu Cadillac Escalade ano 2009 à Receita Federal. Avaliado em cerca de R$ 270 mil, o carro, segundo as investigações, teria sido comprado ilegalmente na Euro Imported Cars, na Barra, do contraventor Haylton Escafura.

Além do Porsche Panamera e do Cadilac Escalade, Latino possui pelo menos outros dois veículos: um BMW X6 Drive, que está financiado; e um Citroën C4 Pallas. Todos os carros do cantor possuem 27 multas, a maioria delas vencida. Juntas, as infrações não pagas somam R$ 2.945,44.

Segunda-feira à noite, o EXTRA deixou recado na caixa postal do advogado de Latino, mas ele não retornou os telefonemas até o fechamento desta edição.

O Ministério Público Federal pretende denunciar à Justiça os investigados na Operação Black Ops nos próximos dias. Segundo o procurador da República Antônio Cabral, não há dúvidas de que as pessoas que compraram mais de um carro importado nas revendedoras estouradas na operação não soubessem que os veículos eram importados ilegalmente para o país.

— As denúncias serão oferecidas assim que eu receber as informações da Polícia Federal e da Receita Federal. Não será necessário esperar pelos depoimentos da imensa maioria dos investigados. Vou aguardar a oitiva apenas daqueles que compraram um veículo nessas lojas. Nesse caso, pode ser que o comprador não tenha agido de má-fé e realmente não soubesse que os veículos eram produto de contrabando

Fonte Extra  http://extra.globo.com/casos-de-policia/latino-tem-dois-carros-importados-confiscados-pela-receita-tem-prejuizo-de-mais-de-600-mil-2741128.html#ixzz1aTPwWDWt

OPERAÇÃO BLACK OPS - PF descobre avanços tecnológicos na contravenção

Dois israelenses e um russo trariam chips com banda larga para controle do jogo do bicho
POR GABRIELA MOREIRA
Rio - Os negócios da máfia internacional do jogo do bicho vão além de contatos para importação de carros de luxo. De acordo com investigações da Polícia Federal, três israelenses e um russo mantiveram contato frequente com Haylton Escafura, para quem traziam peças e tecnologia da máfia dos caça-níqueis israelense. O plano do grupo era instalar chips com acesso à Internet banda larga em todas as máquinas de jogo do grupo de Escafura. Os quatro estrangeiros também tiveram as prisões decretadas pela Justiça.
Foto: Severino Silva / Agência O Dia
Policiais federais vistoriaram carros de luxo importados e documentos na agência Euro Imported Car, de Haylton Escafura, filho de Piruinha | Foto: Severino Silva / Agência O Dia
“Trocamos informações com a Inteligência israelense e descobrimos que eles são integrantes de um grupo criminoso que também explora o jogo no Leste Europeu”, explicou a delegada responsável pelas investigações, que pediu para não ser identificada.
Durante um ano, agentes da Polícia Federal monitoraram os encontros que os criminosos internacionais mantiveram com Escafura. Cada um esteve com o bicheiro, que está foragido, pelo menos duas vezes. O local de encontro era um bingo que o contraventor mantinha, na Abolição, e foi fechado pela Polícia Federal no sábado.
Segundo as investigações, a instalação da banda larga nas maquininhas serviria para facilitar o controle da movimentação financeira do bicho.
Outros dois israelenses foram investigados na mesma operação: Yoran El Al — acusado de ser o chefe do grupo — e Meir Zloff. Ambos foram presos na sexta-feira, durante a operação Black Ops.
Ao todo, foram expedidos 22 mandados de prisão (11 já foram cumpridos), 119 mandados de busca e apreensão em 12 estados e no Distrito Federal. No total, 102 carros foram importados ilegalmente. Foram apreendidos R$ 380 mil em dinheiro, R$ 60 mil em cheque e 1,2 mil dólares.
Israelense também atuaria no mercado imobiliário
Considerado o chefe do esquema de lavagem de dinheiro para a máfia dos caça-níqueis, atuava no ramo imobiliário, segundo investigações. Monitorado, Yoram comprou e revendeu três casas em Porto Seguro (BA), Búzios e na Barra. Cada uma a R$ 2,5 milhões. Uma delas teria sido comprada pelo marido de uma atriz.
A polícia considera suspeita a relação dos cantores Belo e Latino com a revendedora de veículos Euro Imported Cars, do acusado Haylton Escafura. Eles não constam na lista de compradores, mas usariam carros emprestados da firma. O Ministério Público Federal pode pedir a abertura de inquérito contra eles. Os jogadores Diguinho e Emerson ainda não recuperaram seus carros, apreendidos pela Receita Federal.
O MPF pedirá o indiciamento por contrabando de alguns dos jogadores e artistas que compraram os carros apreendidos. “Em diversas transações, existem elementos fartos nos autos que levam a conclusão de que o comprador sabia da origem ilegal. Chamaremos para depor aqueles sobre os quais pairam dúvidas”, afirmou o procurador da República, Antônio Cabral.
PF investiga 5 policiais que agiriam como seguranças
Foto: Banco de Imagem / Agência O Dia
Piruinha: proibido de sair do País | Foto: Banco de Imagem / Agência O Dia
A PF investiga ainda quatro policiais militares e um inspetor da Polícia Civil, suspeitos de fazer a segurança do grupo de Haylton Escafura. Eles serão convocados para depor e podem ser acusados de participação na máfia dos caça-níqueis.
Três policiais militares já estão presos. Dois deles são aposentados, e um é lotado no Centro de Manutenção e Maquinário, da PM.
Pai de Escafura, o contraventor José Caruzzo Escafura, o Piruinha, de 83 anos, está proibido pela Justiça de sair do País. Em função da idade, ele não chegou a ter a prisão decretada, mas sua liberdade só será garantida caso pague fiança de R$ 100 mil. O prazo para o pagamento venceu ontem e até o fim do expediente judiciário ele ainda não havia efetuado o depósito. Assim como o filho, Piruinha teve todos os bens, adquiridos até 2006, sequestrados pela Justiça. Na lista há lanchas, carros, dezenas de imóveis, além de uma quantia aproximada de R$ 50 milhões em dinheiro.
Escafura ainda é procurado pela PF. Uma noite antes da operação, ele se hospedou num hotel, na Barra

domingo, 25 de setembro de 2011

ROCK IN RIO - Taxistas realizaram manifestação, ONTEM

RIO - Taxistas não credenciados pelo Rock in Rio realizaram um protesto, na madrugada deste domingo, por não serem permitidos a buscar passageiros no entorno da Cidade do Rock. O local destinado os motoristas fazerem ponto ficava há cerca de cinco quilômetros do local dos shows, e o público tinha que ir andando até os táxis. Eles também reclamavam de que na noite anterior, além do ponto ser mais perto, o acesso foi liberado à 1h da manhã, e dessa vez seria apenas às 1h, junto com os demais carros.

Contrariados com essa decisão, os taxistas fecharam a Avenida Salvador Allende, formando filas com seus carros. Apenas parte de uma faixa ficou liberada. Os manifestantes alegavam que essa medida foi tomada para que o público optasse por andar nos ônibus disponibilizados pelo próprio festival.

Quem mais sofreu com essa confusão, com certeza, foi o público, que teve que anda cerca de 40 minutos para percorrer os cerca de cinco quilômetros que separavam a Cidade do Rock dos táxis. Milhares de pessoas percorreram o trajeto e reclamaram da insegurança. Segundo eles, o local tem péssima iluminação e não estava policiado.

Por volta das 3h30m agentes da Cet-Rio liberaram o acesso aos taxistas. Porém, eles resolveram ficar no mesmo local, em forma de protesto e acusavam a organização do evento de obrigar o público a se locomover apenas com os ônibus. Poucos minutos depois, cerca de 20 policiais militares do Batalhão de Choque foram enviados para o ponto de concentração do protesto e dissuadiram os manifestantes.

Um policial chegou a jogar spray de pimenta no rosto de um motorista que estava mais exaltado. Não houve reação dos motoristas, que liberaram a via e começaram a sair do local levando passageiros

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

SEGURANÇA NO RIO - Série de mortes à sombra da cúpula da Polícia Civil


Mais de 15 assassinatos serão investigados novamente pela Secretaria de Segurança

POR JOÃO ANTÔNIO BARROS


Rio - O desdobramento da Operação Guilhotina promete devassar uma série de assassinatos de grande repercussão ocorridos nos últimos anos no Rio de Janeiro. São casos em que há evidências da participação de policiais civis e militares, que tinham acesso livre à cúpula da Polícia Civil, em mais de 15 homicídios. A informação sobre o envolvimento dos agentes foi encaminhada na terça-feira pelo Ministério Público Estadual e pela Polícia Federal à Secretaria Estadual de Segurança.
No atentado a bomba contra Rogério Andrade, o contraventor, que estava no carona, escapou, mas o filho morreu | Foto: Alexandre Vieira / Agência O Dia


Entre os crimes, está o atentado ao bicheiro Rogério Andrade, em abril, na Barra da Tijuca, que liga bicheiros e policiais na contratação de um israelense para instalar e detonar a bomba no carro do contraventor, que escapou com ferimentos. Na explosão, morreu o filho de Rogério. 


O relatório — com a descrição dos crimes, a forma de agir do grupo e o pedido de nova análise nas investigações — foi feito com base nas informações passadas pelos ex-informantes que ajudaram a Polícia Federal na Operação Guilhotina. 


O atentado a Rogério ganha seis páginas de detalhes. Revela que o acerto final do crime foi num encontro em Duque de Caxias, onde um israelense procurado pela polícia dos Estados Unidos fechou a contratação de um amigo que veio de Israel especialmente para executar o ataque.


O crime, de acordo com o relatório, foi encomendado por dois bicheiros do Rio e contou com o auxílio de um PM, que tinha trânsito livre ao esquema de segurança de Rogério Andrade. O material para confeccionar o explosivo teria sido fornecido pelo sargento do Exército Volber Roberto da Silva Filho, morto ano passado por agentes da Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos (Drae). 


A bomba teria sido colocada no carro do bicheiro quando ele ficou parado em um estacionamento na Zona Oeste. O ‘homem-bomba’ teria parado seu carro perto e rastejado até o veículo do contraventor. É citado no relatório que o israelense enviou mensagens via MSN para o contato no Brasil com a promessa de retornar e ‘completar o serviço’. 


O documento com os crimes cometidos pelos agentes investigados na Operação Guilhotina revela ainda bastidores da pistolagem no Rio de Janeiro, que inclui até um consórcio de mais de 20 homens para atuar em empreitadas. ‘Mão-de-obra’ empregada, segundo as investigações, na morte de quatro empresários e uma funcionária ligados à venda de títulos de clubes de turismo no Rio. Uma das vítimas do grupo teria sido o ex-deputado Ary Ribeiro Brum, assassinado a tiros de fuzil, na Linha Vermelha, em 2007.


Outros casos suspeitos


CAMELÓDROMO
Alexandre Frais Pereira foi morto em Caxias, em maio de 2007, e o crime estaria relacionado a disputa pelas propinas no Camelódromo, onde a vítima presidia a associação dos ambulantes. Um grupo de policiais planejava ‘tomar conta’ dos negócios e esbarrou em Alexandre. Uma semana após o crime, um almoço realizado num restaurante no Centro do Rio celebrava a criação da nova associação e a ‘parceria’ com um grupo de policiais. O encontro foi comandado por um delegado .


BRIGA NA SEGURANÇA
O relatório aponta alguns crimes na disputa pela segurança do contraventor Rogério Andrade. Um deles seria o atentado a bomba sofrido pelo sargento Ronnie Lessa, que é atribuído ao ex-sargento do Exército Volber Roberto da Silva Filho. O militar foi morto numa ação da Polícia Civil, no ano passado, durante uma troca de tiros num motel em Jacarepaguá. O tiroteio, segundo o relato dos informantes, teria sido uma farsa para encobrir o assassinato de ex-sargento.


BICHEIRO SUSPEITO
Outra série de assassinatos teria sido cometida, segundo o documento, a mando do bicheiro José Luiz Barros Lopes, o Zé Personal, que administra um pedaço do espólio do contraventor Valdomiro Paes Garcia, o Maninho. São cinco inquéritos citados no levantamento e, entre eles, o desaparecimento de quatro rapazes, a morte de um ex-colaborador e personalidades do samba. Alguns crimes teriam ocorrido durante a briga com o irmão de Maninho, Alcebyades Garcia, que reivindicava a administração dos negócios do irmão e do pai, Valdomiro Garcia.


SUMIÇO DA CHINESA
O documento aponta que entre os crimes atribuídos ao grupo de policiais civis e militares está o desaparecimento da chinesa Ye Goue, em junho de 2008, depois que ela trocou R$ 220 mil em U$ 130 mil dólares numa casa de câmbio, na Barra da Tijuca. O crime teria ocorrido durante uma extorsão à família da vítima.


MILÍCIA NA BAIXADA
A morte de Carlos Davi, em julho do ano passado, aparece no relatório como causa de uma crise interna em uma milícia de Nova Iguaçu, Baixada Fluminense. O assassinato ocorreu um dia antes de Carlos ser ouvido no Fórum da cidade para acusar dois policiais civis e dois militares — um deles, PM emprestado à Polícia Civil e lotado na Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos (Drae).


DISPUTA FATAL
A morte de dois policiais militares também está na lista dos crimes que devem ser investigados. Eles teriam sido mortos durante a divisão de 100 quilos de cocaína, apreendida durante uma extorsão a um traficante em Vitória, no Espírito Santo. Os suspeitos seriam dois PMs que durante anos foram lotados em delegacias do Rio.


Ex-PM acaba morto depois de assassinar delegado
Na lista de homicídios que sugere nova apuração, estão os que vitimaram o delegado Alcides Iantorno e o seu matador, o ex-PM Alexandre Lins de Medeiros. Conforme o documento, o policial teria sido morto depois de discutir com contraventor da Zona Norte. Um dos seguranças do bicheiro faria parte do consórcio e teria chamado um amigo para cometer o crime: o ex-PM, com quem trabalhara numa delegacia especializada e que era inimigo de Iantorno. 

No plano, só ocorreu um problema: o ex-PM foi reconhecido e houve a necessidade, no dia seguinte, de ‘limpar a sujeira’. O agente ligou e combinou encontro com Alexandre, em Rocha Miranda, onde ele foi assassinado.
As armas encontradas na casa do ex-policial, detalham os informantes, pertenceriam à milícia da Favela da Praia de Ramos.

Outra forma de operar dos policiais investigados pela Operação Guilhotina, traçada na apuração da Polícia Federal, seria a de se valer das amizades na cúpula da Chefia da Polícia Civil para designar os ‘parceiros’ como responsáveis pela investigação dos assassinatos. Assim, alguns inquéritos teriam deixado a Delegacia de Homicídios do Centro para ser apurados por agentes da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense, onde o efetivo de funcionários é bem menor.


terça-feira, 25 de maio de 2010

DANÇOU - Operação do Seop na Tijuca (veja se é o seu )


   O Fiat Palio LNN 2600 foi rebocado as 12:01hs no dia de hoje na Rua Abelardo 'Chacrinha' Barbosa. A guardadora assiste passivamente. Na hora de cobrar...

O QUE É

SEOP


A Seop é um órgão regulador e fiscalizador da atividade econômica e das posturas municipais. Esta secretaria pretende ordenar o espaço público fazendo valer as leis, como a que rege o trabalho do comércio ambulante (Lei 1876/92) e o código de posturas municipais. Para isso, desenvolve ações de Choque de Ordem que fiscaliza várias áreas de atuação, como as atividades econômicas, publicidade, eventos e o ordenamento das praias, que está em vigor desde o dia 08 de dezembro de 2009, por enquanto, apenas na faixa da orla que compreende o Arpoador até o Leblon.

A desordem urbana é o grande catalisador da sensação de insegurança pública e a geradora das condições propiciadoras à prática de crimes, de uma forma geral. Como uma coisa leva a outra, essas situações banem os bons princípios das ruas, contribuindo para a degeneração, desocupação desses logradouros e a redução das atividades econômicas.

Consulta para saber se seu carro foi rebocado.
http://www2.rio.rj.gov.br/depositos/


Até 13:07hs o carro não constava no Depósito

terça-feira, 13 de abril de 2010

RIO DE JANEIRO/COTIDIANO - Tijuca (Henry Ford com Conde de Bonfim) (1)




Fotos da suspeita de presença de bandidos e de 4 possíveis reféns em um apartamento na Rua Henry Ford nas proximidade da Rua Conde de Bonfim, na Tijuca, Rio de Janeiro.


 

quinta-feira, 8 de abril de 2010

RIO DE JANEIRO/GUERRA DO BICHO - Atentado mata mulher e filho do bicheiro Rogério Andrade na Barra da Tijuca (VEJA O INCÊNDIO)


Um troca de tiros entre dois grupos armas deixou, pelo menos, três pessoas mortos, na tarde desta quinta-feira, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. Entre os mortos, estaria a mulher e o filho do contraventor do jogo do bicho, Rogério Andrade. Dois carros, um Vectra e um Corolla foram incendiados.

Incêndio causou um grande congestionamento | Foto:  Beto Duarte
O tiroteio aconteceu na Avenida das Américas, na altura do Grupamento Marítimo do Corpo de Bombeiros (GMar). De acordo com a Polícia Militar, os dois grupos estavam fortemente armados. Houve muitos disparos de fuzis e lançamento e explosão de granadas.

No Twitter, o leitor Inácio Martins, filmou o incêndio no carro que transportava a mulher e o filho do contraventor.

Contraventor deixou Bangu 1 em 2009

No dia 23 de junho de 2009, os cinco ministros da Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiram, por unanimidade, soltar Rogério Andrade, um dos chefes da máfia dos caça-níqueis da Zona Oeste do Rio de Janeiro. O contraventor estava preso em Bangu 1, no Complexo de Gericinó.

Rogério — que protagonizou uma guerra contra o rival, Fernando Iggnácio, deixando dezenas de mortos — havia sido condenado a 19 anos de prisão pela morte do primo, Paulinho de Andrade, filho de Castor de Andrade, em 1998, na Barra da Tijuca.

Rogério de Andrade preso pela Polícia Federal no ano passado | Foto Fábio Gonçalves / Agência O Dia
Em novembro, o advogado Luiz Carlos da Silva Neto, que defende o bicheiro, já havia conseguido, no mesmo STJ, a anulação da sentença. Um novo julgamento estava previsto para ocorrer amanhã, mas a sessão foi cancelada.

Em janeiro, Rogério e Iggnácio foram condenados pela 4ª Vara Federal Criminal a 18 anos de reclusão por formação de quadrilha armada, corrupção ativa e contrabando após a Operação Gladiador. Mas em março Iggnácio já havia conseguido um habeas corpus.


 


 

quinta-feira, 18 de março de 2010

RIO DE JANEIRO/TRÂNSITO - Acidente deixa quatro feridos na Linha Amarela


Rio - Quatro pessoas ficaram feridas em um acidente, na tarde desta quinta-feira, na pista sentido Barra da Tijuca da Linha Amarela, na Zona Norte do Rio. As vítimas já foram socorridas por bombeiros e por agentes da concessionária que administra a via. Não há informações sobre o estado de saúde das vítimas.

 


 

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

13o.Escândalo Brasileiro - Desabamento do Palace II




Palace II foi um edifício residencial. Ficou ele famoso por ser o edifício residencial brasileiro, construído pelo ex-deputado Sérgio Naya, que desabara a 22 de fevereiro de 1998 a despeito de investigações ulteriores terem encontrado em registro, como causa da tragédia um erro estrutural o cálculo (assinado pelo engenheiro responsável) errado para as vigas de sustentação.

O edifício localizava-se na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, RJ.

Índice
1 Antecedentes
2 Primeiro desmoronamento
3 Segundo desmoronamento
4 Implosão
5 Referências


Antecedentes
O edifício Palace II, da Barra da Tijuca, começara a ser construído pela Construtora Sersan, de Sérgio Naya em 1990, com previsão de conclusão da obra para 1995, havendo, no entanto, um atraso[1] na conclusão da obra.

Segundo os moradores, em 1996, o edifício foi interditado pela Defesa Civil após ter morrido um operário ao cair no fosso do elevador, que apresentava defeito[1].

A construtora já havia sido processada quatro vezes em virtude da má construção do prédio, que não havia recebido o habite-se da prefeitura[1].

Primeiro desmoronamento
O primeiro desmoronamento ocorreu às 3 horas do dia 22 de fevereiro de 1998[2], quando as colunas 1 e 2 do edifício, onde havia 44 apartamentos, desabaram[1]. Oito pessoas morreram como resultado do incidente.

Em 24 de fevereiro, a prefeitura anunciou que a implosão do edifício ocorreria dentro de cinco dias[1].

Segundo desmoronamento
O segundo desmoronamento ocorreu pouco antes das 13 horas do dia 27 de fevereiro de 1998. Trinta minutos antes do desmoronamento, o laudo técnico recomendava que os moradores voltassem ao edifício para recuperar seus bens, quando uma inexplicável coluna d'água irrompe da cobertura do vigésimo terceiro andar com toneladas de água. Não foi assentado se havia ou não uma piscina nessa lage como mostra a foto, no entanto, assume-se que a caixa d'água teria sido drenada por razões de segurança antes do ingresso de técnicos na instalação dos explosivos para a implosão.


Outra explicação para esse segundo desabamento é que os técnicos da implosão, preocupados em não incomodar os vizinhos, teriam pré instalado uma grande quantidade de água na lage das coberturas para que na hora da implosão liberasse o mínimo de material particulado na atmosfera, providência essa que teria sobrecarregado o limite de resistência da estrutura fazendo, parte dela, ruir antes mesmo da implosão, mas essa possibilidade foi logo descartada.

Vinte e dois apartamentos foram destruídos nessa segunda queda[3].

Implosão
Ocorreu às 12h do dia 28 de fevereiro de 1998[4]. A implosão foi feita pela empresa CDI Implosões e transmitida ao vivo para todo o Brasil pela televisão.

Referências
↑ 1,0 1,1 1,2 1,3 1,4 Correio do Povo - Coluna de apartamentos cai no Rio (23/02/1998)
↑ Agência Brasil - Dez anos após desabamento de edifício no Rio, moradores aguardam indenização (21/02/2008)
↑ Correio do Povo - Mais um desabamento no prédio (28/02/1998)
↑ Correio do Povo - Implosão do Palace será ao meio-dia (28/02/1998)
Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Palace_II"






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