Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro disse Dom Pedro II
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terça-feira, 13 de março de 2012

RENUNCIOU - Ricardo Teixeira renuncia à presidência da CBF e do COL

José Maria Marin leu a carta de renúncia do dirigente, que ficou no cargo por 23 anos

Por Maurício Fonseca


Ricardo Teixeira deixa o comando da CBF após 23 anos e dois mesesArquivo


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 RIO - Ricardo Teixeira não é mais presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) nem do Comitê Organizador Local (COL) da Copa do Mundo de 2014. A carta de renúncia dos dois cargos foi lida nesta segunda-feira pelo presidente em exercício da CBF, José Maria Marin, que vai assumir as duas funções. A notícia surpreendeu porque quatro dias atrás Teixeira tinha pedido licença da CBF por 60 dias, alegando problemas de saúde. Teixeira ocupou a presidência da CBF por 23 anos e dois meses, desde janeiro de 1989. Nesses anos a seleção brasileira conquistou as Copas do Mundo de 1994 e 2002 e o Brasil ganhou o direito de sediar a Copa de 2014, mas o presidente foi alvo de suspeitas de corrupção e de contrabando (no episódio conhecido como “voo da muamba”, quando a seleção regressou dos Estados Unidos, em 1994, com o tetracampeonato mundial). Durante os seus anos de mandato, o Brasil ainda conquistou as Copas das Confederações de 1997, 2005 e 2009 e as Copas Américas de 1989, 1997, 1999, 2004 e 2007.

Durante o anúncio da renúncia, na sede da CBF, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, estavam presentes quase todos os presidentes das federações. "Deixo definitivamente a presidência da CBF com a sensação de dever cumprido", diz um trecho da carta de despedida de Teixeira. "Presidir paixões não é uma tarefa fácil. Futebol em nosso país é associado a duas imagens: talento e desorganização. Quando ganhamos, exaltam o talento. Quando perdemos, a desorganização. Fiz o que estava ao meu alcance. Renunciei à saúde. Fui criticado nas derrotas e subvalorizado nas vitórias", prossegue o texto.

Os únicos dirigentes que não estiveram presentes na CBF foram os presidentes das federações gaúcha, Francisco Noveleto, baiana, Edinaldo Rodrigues, e fluminense, Rubens Lopes, que, no entanto, enviou um representante. Os três lideravam um movimento contrário a entrada de Marin no lugar de Teixeira, mas o diretor jurídico da entidade, Carlos Eugênio Lopes, disse que foi cumprido o estatuto, que determina que o vice-presidente da CBF mais velho assuma no lugar do presidente.

Após a renúncia de Teixeira, todos os diretores da CBF, entre eles o ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, colocaram seus cargos à disposição e foram imediatamente reconduzidos por Marin. O mandato do dirigente vai até o fim da Copa de 2014 e, conforme Marin disse na coletiva, será de continuidade.

- É uma continuidade ao estupendo trabalho que Ricardo Teixeira realizou na CBF - afirmou.

Durante a coletiva, Marin foi questionado sobre o episódio em que pegou uma medalha durante a premiação do Corinthians campeão da Copa São Paulo de Juniores em janeiro e se irritou.

- Acho ridícula essa história. Sou um homem público há anos. Fui vereador, senador, governador, presidente da Federação Paulista, vasculharam a minha vida e nunca encontraram nada de erraado na minha vida - disse Marin, que confundiu o nome dos craques ao falar sobre o trabalho no COL.

- Vou continuar trabalhando com o nosso Fenômeno Romário, Ronaldo Nazário, aliás.

Na quinta-feira passada Teixeira tinha pedido licença da presidência da CBF e deixado Marín, o mais velho (79 anos) de seus cinco vice-presidentes, interinamente no cargo. Pouco antes do carnaval, período em que a CBF esteve de recesso, ele viajou para Miami, no Sul dos Estados Unidos, onde tem casa. Enquanto esteve fora cresciam rumores de que ele se afastaria da presidência da CBF. Os boatos foram motivados por novas denúncias de corrupção contra o dirigente, por conta de investigações sobre superfaturamento no amistoso entre as seleções de Brasil e Portugal em Brasília, em 2008. Teriam surgido indícios de que a empresa envolvida na promoção do amistoso, a Ailanto, da qual o presidente do Barcelona, Sandro Rossel, é sócio, passara cheques para Ricardo Teixeira, assinados por Vanessa Precht, uma das sócias da companhia. Em março de 2009, segundo denúncia do jornal "Folha de São Paulo", Vanessa firmou contrato para arrendar a fazenda de Teixeira em Piraí, município do interior fluminense, em nome de uma empresa subsidiária da Ailanto. A descoberta dos cheques nominais levou a polícia a concluir que existe um vínculo entre Teixeira e a Ailanto, acrescentou o jornal. O amistoso em Brasília custou R$ 8,5 milhões aos cofres públicos.

Em resposta a essas e outras denúncias de corrupção, a CBF, em comunicado oficial, afirmou: "O presidente da CBF, Ricardo Teixeira, bem como todos os membros de sua família, tem sua situação tributário-fiscal devidamente regularizada, nada devendo ao fisco federal, estadual e municipal, sendo certo que todos os seus bens e propriedades estão devidamente declarados perante as repartições competentes". Na mesma ocasião, também por nota, a entidade rebatia as suspeitas de que Teixeira não voltaria de Miami. "O presidente Ricardo Teixeira retomará as atividades que constam da sua agenda de trabalho na CBF após o carnaval", garantia a CBF.

Boatos e costuras políticas

No final de fevereiro, de volta às suas atividades no comando do futebol brasileiro, Teixeira convocou os presidentes de federações por email para uma assembleia geral extraordinária na mesma data e hora de uma reunião previamente marcada por opositores para discutir a sucessão na presidência da CBF. Teixeira agiu rapidamente para abafar um movimento que era capitaneado pelos presidentes das federações do Rio, Rubens Lopes, Bahia, Ednaldo Rodrigues, e Rio Grande do Sul, Francisco Novelletto, que contavam com a renúncia dele e já articulavam para indicar seu sucessor. Os três tentavam evitar que, com a possível renúncia, José Maria Marín, ligado à Federação Paulista, assumisse.

A pauta do encontro marcado por Teixeira não foi divulgada. Apenas foi informado que trataria de "assuntos de interesse da entidade e suas filiadas". Durante quase cinco horas, no centro empresarial Rio Office Park, na Barra da Tijuca, onde fica a sede da CBF, 27 presidentes de federação ficaram reunidos. E quem apostava que o dirigente se afastaria naquele dia acabou se decepcionando.

— O presidente Ricardo Teixeira recebeu apoio total e irrestrito das 27 federações para continuar seu mandato. Em nenhum momento a saída dele da presidência da CBF foi sequer cogitada — disse Rubens Lopes, o Rubinho, presidente da Federação do Rio, espantosamente “situacionista” após o encontro.

Rubinho, que era um dos que contestavam o estatuto no ítem que diz respeito à sucessão em caso de renúncia do presidente, presidiu a assembléia e foi escolhido como porta-voz das federações. Na reunião, ficou decido que o estatuto seria cumprido e que, em caso de ausência do presidente, assumiria o vice indicado por Teixeira. No caso, Marin, exatamente o que o grupo que contestava o estatuto queria impedir.

— O estatuto será cumprido. Havia algumas dúvidas que foram esclarecidas — disse o dirigente carioca na ocasião, em 1º de março.

Sobrevida política

A reunião começou às 15 horas e terminou depois das 18h. Por volta das 16h, quatro garotos, integrantes da Frente Nacional dos Torcedores, fizeram um protesto contra Ricardo Teixeira em frente à sede da CBF. Eles chegaram a abrir um faixa verde e amarela com os dizeres "Fora Ricardo Teixeira". Também entoaram palavras de ordem. O protesto durou poucos minutos, pois a segurança do centro empresarial chegou rapidamente e levou o quarteto para fora do espaço. Não houve tumulto.

O que Ricardo Teixeira quis mostrar com aquele espisódio é que continuava como o cacique do futebol brasileiro. Como conseguiu o que queria, decidiu então tirar licença para tratar da saúde. Na terça-feira, dois dias antes da reunião, ele teria sentido dores na perna direita — onde teve implantada uma placa, após cair do cavalo, em 1998. E se submeteria a exames nesta semana.

— Todos sabem que Ricardo Teixeira tem um problema de diverticulite. Ele fará novos exames. Pode ser que ele nem precise se afastar, que o tratamento seja apenas com remédios. Ele pode se afastar por até 180 dias. Está no estatuto — disse Mauro Carmélio, presidente da Federação do Ceará e ricardista juramentado, que acabou dando com a lingua nos dentes. — Talvez ele tenha que fazer exames complementares no exterior.



Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/esportes/ricardo-teixeira-renuncia-presidencia-da-cbf-do-col-4287813#ixzz1ozjAkDub

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

SELEÇÃO ESTRANGEIRA - Brasil, desde 2002, apenas 8 de 62 amistosos foram no País

CBF desbota a seleção: desde 2002, apenas oito de 62 amistosos foram no Brasil

esFoto: Arte.
Lucas Calil
A CBF divulgou ontem o calendário de amistosos da seleção para o primeiro semestre de 2012. E pelo menos até junho, como já acontece há anos, a equipe canarinho ficará afastada do público brasileiro. Nenhuma das cinco partidas anunciadas será no país. E o time de Mano Menezes só fará um clássico contra um adversário do primeiro escalão: a Argentina, em 9 de junho, nos Estados Unidos. O primeiro adversário é a Bósnia e Herzegovina, em 28 de fevereiro, na Suíça.

É comum, nos últimos anos, que a seleção brasileira faça a grande maioria de seus jogos amistosos longe do Brasil. Desde 2002, por exemplo, das 62 partidas amistosas da equipe, em apenas oito (13%) os pentacampeões mundiais atuaram em casa. Nesse período, a CBF não economizou nas visitas à Inglaterra — 13 amistosos — e à Ásia, sobretudo ao lucrativo Oriente Médio — sete confrontos. Desde 2007, até a cidade de Doha, no Qatar, assistiu ao vivo a mais exibições do Brasil que os torcedores brasileiros, no estádio.

Acordo complica jogos
De acordo com a assessoria de imprensa da CBF, o que dificulta a realização de amistosos da seleção no Brasil — a Kentaro, empresa suíça, é a responsável pela organização dos jogos — é um estatuto acordado entre a Fifa e a Uefa que só autoriza, anualmente, um amistoso fora da Europa e de localidades a até cinco horas de voo do continente. Os clubes europeus estão autorizados a vetar a apresentação de jogadores convocados a um amistoso que não obedeça a essa regra.

Só que esse acerto permite ajustes. Não vale para as férias do calendário europeu e, dependendo do jogo, a CBF consegue convencer as equipes a liberar as estrelas — antecipando a reapresentação dos atletas. Assim, o Brasil conseguiu jogar no México, no Gabão e no Qatar — em três continentes diferentes — nos últimos amistosos de 2011.

Sem vida fácil nos confrontos
Fora a Argentina, o Brasil só enfrentará equipes abaixo do décimo lugar no ranking da Fifa. Mas também não vai encarar adversários sem expressão alguma. A começar pela Bósnia, que perdeu a vaga na Copa do Mundo de 2010 em uma repescagem duríssima com Portugal e conta com jogadores como o atacante Dzeko, do Manchester City, e o jovem Pjanic, do Roma.

Depois, em 26 de maio, em Hamburgo, na Alemanha, a seleção pegará a Dinamarca — de quem ganhou por 3 a 2 nas quartas de final da Copa do Mundo de 1998, na França. Na sequência, os demais jogos serão nos Estados Unidos: contra os donos da casa, em 30 ou 31 de maio, em cidade ainda não definida; contra o México, em Dallas, em 3 de junho; e, finalmente, contra os argentinos no estado de Nova Jersey.

Questionada sobre a ausência de potências do futebol como adversários, como a Itália e a campeã mundial Espanha, a assessoria da CBF afirmou que a entidade encontrou dificuldades para encaixar jogos contra esses países por causa da preparação para a Eurocopa, que acontece entre junho e julho na Ucrânia e na Polônia. Para o segundo semestre, aumentam as chances de encontrar rivais mais consagrados.

A entidade adiantou, ainda, que é muito provável que haja amistosos no Brasil no segundo semestre. A Fifa reservou mais seis datas para jogos entre países de agosto a dezembro


Fonte Extra http://extra.globo.com/esporte/cbf-desbota-selecao-desde-2002-apenas-oito-de-62-amistosos-foram-no-brasil-3655832.html#ixzz1jKkNtZTd 

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

#COPA2014 - A grande lição POR Antero Greco

Antero Greco - O Estado de S.Paulo

Na tarde de 5 de julho de 1982, um jornalista italiano me cumprimentou, no saguão do Estádio Sarriá, pouco antes de Brasil x Itália, e lascou a seguinte frase: "A seleção de vocês precisa ganhar, para o bem do futebol". Infelizmente, não lembro o nome daquele colega visionário. Mas acertou em cheio na profecia. A fabulosa equipe de Telê Santana levou de 3 a 2, foi massacrada por críticas impiedosas, levianas, e a queda dela iniciou mudança na forma de atuarmos. Para pior. 

Nos últimos 30 anos, o Brasil conquistou outros dois títulos mundiais, muito por genialidades individuais e menos por esquemas atraentes. Nossos times também levantaram taças de todos os formatos. Mesmo assim, desde a trágica data na Espanha ficou arraigada a certeza de que não adianta jogar bonito e perder. Gerações cresceram ouvindo a ladainha de que espetáculo não ganha jogo, o que vale são os três pontos, interessa só a vitória, até por meio a zero, com gol de mão, aos 47 do segundo tempo. E outras bobagens do gênero. Tivemos, nesse período, o Flamengo de 81/83, em parte o São Paulo de Cilinho e o de Telê, o Palmeiras de 93/94 e 96. Exceções.

Passamos a nos envergonhar do virtuosismo, da troca de passes, do drible, dos deslocamentos, do estilo ofensivo, do atleta formado em casa. Tudo o que o Barcelona tem feito à perfeição, que enche os olhos de plateias pelo mundo, que transforma adversários poderosos em marionetes e que ontem atropelou o Santos. O show espanhol nos 4 a 0 em Yokohama foi lindo, magnífico, emocionante. Exibição para ser aplaudida de pé, para ser reverenciada de joelhos.

Mas não é nova nem revolucionária essa maneira de jogar. Pep Guardiola e seus rapazes são ótimos e não reinventaram o jogo de bola. Seguem uma filosofia do clube e adaptaram para os tempos que correm episódios de excelência.

A Holanda de 74, o primeiro Brasil de Telê e a seleção tricampeã do mundo em 1970, para ficar em três exemplos limitados a equipes nacionais, inspiraram o Barça atual. O próprio treinador catalão deu a deixa da chave do sucesso, na entrevista depois da decisão, ao lembrar que o pai lhe contava as proezas dos times brasileiros - incluído aí, claro, o Santos de Pelé. O Barcelona joga como o futebol brasileiro de antigamente, visto como obsoleto por pragmáticos e medíocres que ditam tendências por aqui.

O Santos não foi vulgar nem Muricy Ramalho se revelou um energúmeno. O campeão da Libertadores, assim como já ocorreu com outros incautos, tentou surpreender o Barcelona. O treinador optou por esquema com três zagueiros, fórmula com a qual não está habituado a apresentar-se. Não deu certo, pois faltou qualidade (Durval, Dracena, Bruno falharam em lances cruciais). Saiu tudo errado, principalmente porque a turma catalã joga demais.

O Barcelona é tão superior que reduz times com jogadores experientes a bando de casados e solteiros. Tem tanta consciência de sua altivez que, na medida do possível, liquida as vítimas no primeiro tempo. Como foi ontem. Ou usa o jogo todo para impor-se, como fez em duas finais europeias contra o Manchester United ou nos duelos recentes com o Real.

O Santos poderia ter feito melhor? Até que tentou. A questão foi outra: não viu a cor da bola (71 a 29% de posse) e logo jogou a toalha. Não é hora, porém, de sacrificar Neymar (pipocaram comentários agressivos contra o rapaz), Ganso & Cia. É hora de aprendermos a lição de que o Brasil voltará a ser grande quando tiver a coragem de recuperar o futebol que lhe valeu fama, fortuna, respeito e inveja

 Fonte Estadao http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,a-grande-licao-,812784,0.htm

sábado, 17 de abril de 2010

ROUBO - prejudica venda de ingressos para o jogo entre Flamengo e Botafogo


A sala do Estádio do Maracanã que é cedida à empresa TWA, responsável pela venda de ingressos do Maracanã, foi arrombada na madrugada deste sábado. Os bandidos levaram computadores usados pelo controle da comercialização das entradas. Pela manhã, muita gente estava na fila para comprar ingressos para o jogo de amanhã, entre Flamengo e Botafogo e não conseguiu. O registro foi feito na  18ª DP (Praça da Bandeira).

 


 

quinta-feira, 15 de abril de 2010

ESPORTE/FUTEBOL/COPA DO BRASIL - Oásis em deserto de futebol, Fred garante vitória do Flu contra a Portuguesa

Atacante é autor de gol solitário em péssimo jogo no Canindé. Decisão da vaga acontece na próxima quinta, no Maracanã

Cahê Mota São Paulo
Portuguesa e Fluminense fizeram um jogo ruim, sem alternativas e de dar sono. Na ausência de bom futebol, só mesmo um craque poderia fazer a diferença. E foi o que aconteceu. Melhor para o Tricolor, que tem Fred, e saiu na frente nas oitavas de final da Copa do Brasil, na noite desta quarta-feira, no Canindé.

Com gol do atacante em bonito chute de fora da área aos 16 minutos do segundo tempo, o Flu venceu por 1 a 0 e decide a vaga na próxima quinta, no Maracanã, com a vantagem do empate. A repetição do resultado leva a partida para os pênaltis e qualquer outra vitória pela diferença mínima dá a vaga para a Lusa. Quem levar a melhor encara nas quartas de final o vencedor do confronto entre Grêmio e Avaí – a primeira partida acontece nesta quarta, no Olímpico.

 
Muita correria e pouco futebol no primeiro tempo

Não se sabe se para fugir do frio ou se para dar uma resposta aos torcedores que estenderam faixas de cabeça para baixo no Canindé, mas jogadores de Portuguesa e Fluminense correram bastante no primeiro tempo. Faltou “apenas” jogar futebol. Nada criativos e com muitos erros de passe, os dois times sequer tiraram o “uh” das arquibancadas e justificaram nos 45 minutos iniciais as ausências nas fases decisivas do Carioca e do Paulistão.

A equipe carioca ao menos se preocupou em atacar e foi quem mais criou oportunidades. Ou melhor, concluiu a gol, apesar de não estar com a pontaria nada afiada. A primeira tentativa, por sinal, deu o tom do que seria o restante do primeiro tempo: aos dois minutos, a bola sobrou para Marquinho na entrada da área e por pouco não foi parar na Marginal Tietê.

Já a Lusa nitidamente se mostrou mais preocupada em não sofrer gol em casa. Com três zagueiros, perdeu o estreante Maurício aos sete minutos, com uma lesão na coxa, e o trocou por Acleisson. Até os 15, o time da casa não tinha nem passado do meio de campo com a bola dominada ainda, mas também não era muito importunado pelo Flu.

A primeira conclusão perigosa aconteceu aos 17, quando o chute do tricolor Everton se aproximou do travessão de Fábio. Com maior posse de bola, o Fluminense viu Alan e Fred se embolarem no ataque sem dar espaços para lançamentos, fosse de Conca, Diguinho ou Everton. Aos 24, a Lusa finalmente assustou em cobrança de falta de Acleisson, que passou perto da trave direita de Rafael.

Com o Tricolor disposto ofensivamente, Marco Antonio descolou bom lançamento para Heverton, nas costas da zaga, mas Leandro Euzébio fez o corte. Sem espaço na defesa da Lusa, o Flu não pôde se queixar de falta de oportunidades em lances de bola parada. Foram inúmeras faltas na intermediária, todas mal cobradas por Conca.

A melhor chance carioca esteve nos pés de Gum. Aos 34, Mariano pegou rebote e chutou cruzado. O zagueiro escorou na pequena área, mas foi atrapalhado por Acleisson, e a bola saiu pela linha de fundo. Menos constante no ataque, a Portuguesa também teve sua oportunidade de ouro: aos 44, Heverton aproveitou bate-rebate e ficou com a bola na marca do pênalti. Ele mandou uma bomba de direita e só não encontrou o caminho das redes porque Cássio mergulhou e fez o corte.

Lusa toma iniciativa, mas Flu vence

O ritmo de muita velocidade e pouca qualidade continuou na segunda etapa. Desta vez, porém, quem tomou a iniciativa foi a Portuguesa. No segundo minuto, Heverton abriu a jogada para Paulo Sérgio na direita. O lateral avançou e chutou cruzado buscando o próprio atacante, que se jogou de carrinho, mas não acertou a bola.

Com o futebol em baixa, torcedores das duas equipes esqueceram o gramado e passaram a se provocar atrás do gol de Rafael. Nada além de troca de ofensas verbais. Aos sete, Alan e Conca trocaram passes até a bola chegar para Everton concluir em cima da zaga. Marquinho, dois minutos depois, assustou em chute de direita.

Em contra-ataque, a Lusa por pouco não abriu o placar, aos 14. Luis Ricardo deixou Gum na saudade, virou para Athirson e disse: “Faz o gol”. O lateral deve ter entendido errado e não aproveitou o passe açucarado, chutando nas alturas. Com 15 minutos do segundo tempo, a partida completou uma hora sem que nenhum dos goleiros fizesse sequer uma defesa.

Foi quando Fred resolveu aparecer. Aos 16, o atacante recebeu passe de Mariano na entrada da grande área, dominou, viu a bola subir e emendou de primeira no cantinho. A bola ainda tocou a trave antes de balançar a rede: 1 a 0 Fluminense.

Agência/Photocâmera

Jogadores do Flu vibram com o gol de Fred sobre a Portuguesa


Muito mal na partida, Athirson finalmente fez boa jogada aos 21. O lateral cruzou na medida para Heverton se antecipar a Gum e, na pequena área, cabecear para fora. A Lusa começava a esboçar uma pressão e teve a missão facilitada por Marquinho, aos 24. O lateral, que tinha acabado de barrar Julio Cesar, fez falta em Domingos, recebeu o segundo amarelo e foi expulso.

Em vantagem numérica, a Portuguesa tomou conta definitivamente do campo de ataque, mas faltava criatividade. Aos 31, Luis Ricardo chamou para si a responsabilidade e assustou. Ele arriscou da entrada da área, Rafael deu rebote e se enrolou todo na sequência. A bola sobrou para o próprio atacante, que cruzou para corte de Cássio.

Foi o único susto causado pela Lusa em uma partida em que a qualidade individual impediu a ausência completa de bom futebol no Canindé.

Ficha técnica: 

PORTUGUESA 0 x 1 FLUMINENSE
Fábio, Domingos, Thiago Gomes e Maurício (Acleisson) (Luís Carlos); Paulo Sérgio, Marco Antônio, Glauber, Fabrício e Athirson (Bizcayzacú); Heverton e Luis Ricardo. Rafael, Gum, Cássio e Leandro Euzébio; Mariano, Diguinho, Conca, Everton e Marquinho; Alan (Diogo) e Fred (André Lima).
Técnico: Vagner Bennazzi. Técnico: Cuca.
Gols: Fred, aos 16 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Acleisson, Marco Antônio, Domingos, Heverton (Portuguesa); Gum, Marquinho, Rafael (Fluminense). Cartão vermelho: Marquinho (Fluminense).
Estádio: Canindé. Data: 14/04/2010. Árbitro: Héber Roberto Lopes (Fifa/PR). Auxiliares: José Carlos Passos (PR) e Adair Carlos Mondini (PR). Público: 2.728. Renda: R$ 47.530,00.

 

 

domingo, 11 de abril de 2010

ESPORTE/FUTEBOL ITALIANO - Júlio César falha, Inter cede empate e pode perder liderança


Internazionale 2 x 2 Fiorentina - 33ª rodada

Líder do Campeonato Italiano desde a sétima rodada, a Inter de Milão está ameaçadíssima de perder esse posto. Neste sábado, a equipe foi a Florença e empatou por 2 a 2, em partida na qual o último gol, da Fiorentina, veio após falha do goleiro brasileiro Júlio César. O resultado levará a Roma à liderança da tabela em caso de vitória neste domingo, em casa, contra a Atalanta.
Agora com 67 pontos ganhos, a Inter tem dois de vantagem para a Roma, que pode assumir a ponta se vencer a Atalanta a partir das 10h (de Brasília) deste domingo. No mesmo horário, o Milan, dono de 63 pontos, recebe o Catania e pode embolar de vez a briga.
Neste sábado, Keirrison abriu o placar aos 11min do primeiro tempo. O belo lance começou com o meia Montolivo, que serviu dentro da grande área o lateral direito Comotto. Este tocou para o meio e encontrou o ex-jogador de Palmeiras e Coritiba livre para bater o goleiro Júlio César.
O atacante brasileiro, que chegou à Fiorentina em janeiro, jamais havia sido titular até essa partida, na qual surpreendentemente deixou Gilardino no banco de reservas. A opção do técnico Cesare Prandelli deu resultado, e Keirrison, que aos 15min do segundo tempo cederia lugar exatamente para o centroavante italiano, marcou seu segundo gol em oito partidas realizadas.
Aquela jogada tinha tudo para definir o resultado, mas já perto do fim, aos 30min da segunda etapa, a Inter foi buscar a igualdade. O lateral brasileiro Maicon aproveitou passe do holandês Sneijder e, próximo à linha de fundo pela direita, cruzou rasteiro. A bola passou por Eto'o até que na pequena área chegou a Diego Milito, que bateu para balançar as redes pela 19ª vez na competição - é o vice-artilheiro, com três gols a menos que Di Natale.
Animada, a equipe visitante chegou a virar a partida cinco minutos depois. Em rápido contra-ataque, Balotelli avançou pela direita e cruzou à meia-altura para Eto'o, que, de coxa, superou o goleiro Frey.
Com o marcador temporário, a Inter confirmava a liderança do Campeonato Italiano e dava passo importantíssimo para conquistar o quinto título seguido.
Porém, aos 37min, uma falha de Júlio César concedeu uma ótima oportunidade à Roma. Após escanteio, o brasileiro saiu mal na altura da primeira trave e não conseguiu fazer o corte; a bola, espirrada para o meio da área, foi desviada e chegou ao zagueiro Kroldrup, que só teve o trabalho de empurrar a bola às redes vazias.
Redação Terra

 


 

sábado, 10 de abril de 2010

ESPORTE/FUTEBOL/CAMPEONATO GOIANO - Atlético segura empate em primeiro jogo da semifinal do Goiano



  Foto: Futura Press Fernandão e Rodrigo Tiuí disputam bola em jogo que acabou sem gols no Campeonato Goiano
Foto: Futura Press

O Atlético-Go segurou um empate no primeiro jogo da semifinal do Campeonato Goiano. O time que liderou toda a primeira fase não fez e não tomou gols do Goiás, no jogo disputado no Serra Dourada, neste sábado.
Havia expectativa de muitos gols, já que dois dos três melhores sistemas ofensivos da primeira fase estavam em campo. O Goiás entrou em campo com três responsáveis pelo ataque, Rafael Moura, Felipe e Fernandão, mas não foi suficiente para construir um resultado positivo a seu favor.
O segundo jogo será realizado no dia 18 de abril e também terá como palco o Serra Dourada. O Atlético-Go precisa apenas de um empate para passar de fase. O Goiás é obrigado a conquistar uma vitória para poder passar para a final do Goiano, contra Vila Nova ou Santa Helena.
O jogo, ao contrário do que o resultado faz pensar, foi movimentado. Ambos os times bastante inclinados para o ataque e construindo algumas chances. Por vezes, os atacantes tiveram oportunidade de abrir o placar, mas desperdiçaram.
Fernandão foi um dos jogadores que teve mais chances, apesar de ter a responsabilidade de voltar para o meio campo para fazer as vezes de meio campo, em um time que sofria com a falta de Dayvid Sacconi, que estava suspenso.
Com a chegada do fim e a perda de fôlego dos times, o jogo ficou mais travado e os sistemas defensivos começaram a ter menos trabalho.

 


 

terça-feira, 6 de abril de 2010

ESPORTE/FUTEBOL PAULISTA - Devemos extinguir o Paulistão?

Luiz Zanin - O Estadao de S.Paulo
 
Não consigo desgostar do Campeonato Paulista, ao contrário de alguns colegas aos quais devo respeito. Não vou evocar a título de argumento as imagens da infância, quando o campeonato regional era de fato o que mais nos interessava. Nem vou falar dos jogos antológicos a que assisti ou dos quais ouvi falar e compõem hoje a melhor mitologia do nosso futebol. Sei que as coisas mudam e não me considero saudosista. Admito que os campeonatos regionais não têm mais o mesmo atrativo de antigamente, mas imagino que deixariam um grande vazio caso fossem extintos.


Penso nisso tudo quando mais um Paulistão vai chegando à sua fase decisiva e, por mais que me esforce, não consigo sentir desalento, como se tudo o que experimentamos até agora não tivesse valido a pena. Claro, não é possível dar uma de ingênuo e ignorar problemas como a baixa média de público ou o sofrível nível técnico da maior parte dos concorrentes. Em todo caso, se o público não vai ao estádio como desejaríamos, isso pode acontecer porque o nível dos jogos de fato não é bom, mas também porque ir a estádio virou uma epopeia digna de herói grego, ou porque ingressos estão muito caros, ou porque a imensa oferta de futebol na TV talvez já sacie amplamente a fome de bola da maior parte dos torcedores.
Durante o Campeonato Brasileiro não teremos tanto desnível entre times, mas a qualidade técnica também não nos arrancará suspiros de êxtase. Nem faltarão estádios vazios a empobrecer estatísticas. Os campeonatos regionais podem ser responsabilizados por muitas mazelas - a principal, congestionar o calendário -, mas não podem ser inculpados pela falta de público em certos jogos. Tirando o torcedor militante, aquele que de fato acompanha o seu time na saúde e na doença, a maior parte das pessoas que vai ao campo escolhe os jogos que deseja ver ao vivo - os clássicos, as partidas decisivas, etc.
A não ser que lhe seja prometido um espetáculo a que não está acostumado a ver todos os dias quando, nesse caso, o aficionado vence a inércia e decide enfrentar a corrida de obstáculos que o leva ao estádio. Dou um exemplo. Sei, por experiência própria, como é difícil tirar o torcedor santista de casa. Cansei de ver jogos na Vila com as arquibancadas vazias, mesmo levando-se em conta que é muito mais tranquilo ir ao Urbano Caldeira que ao Pacaembu ou ao Morumbi. Mas o comodismo fala mais alto. No entanto, testemunhei a Vila Belmiro cheinha para assistir a um jogo contra o Monte Azul que, com todo o respeito, está longe de ser um adversário memorável. Acontece que a torcida já antecipava novo show dos Meninos da Vila e pagou para ver. Conclusão tão óbvia que dá até vergonha formular: a frequência ao estádio depende - e muito - da expectativa favorável sobre a qualidade do espetáculo. Se o Santos continuar a jogar bem desse jeito terá público no Paulista, no Brasileiro, na Copa do Brasil e num eventual amistoso contra o Chapetuba Futebol Clube.
De qualquer forma, também é claro que o novo Santos é a melhor coisa que poderia acontecer ao Campeonato Paulista de 2010. Se vai ganhar, não sei e ninguém sabe. Os românticos diriam que só os deuses do futebol podem saber, mas eles, os deuses, nunca revelaram suas preferências a este cronista. Caso existam, são deuses silenciosos. E talvez irônicos, porque se divertem em ridicularizar nossas previsões. Ao contrário do que a maioria de nós afirmou no início, os quatro grandes não estarão todos presentes nas rodadas decisivas, cedendo vagas aos times "fracos". As semifinais podem ter três grandes, apenas dois (o mais provável) ou somente o Santos, o primeiro colocado por antecipação. O simples fato de contrariar nossas previsões mais sábias já dá um certo crédito ao Campeonato Paulista, não é mesmo?


 


 

terça-feira, 23 de março de 2010

ECONOMIA/NEGÓCIOS/ESPORTE/FUTEBOL - Kaká é o 4º jogador mais bem pago do mundo em lista liderada por Messi

da Folha Online
da Efe
O meia-atacante Kaká, do Real Madrid, é o quarto jogador mais bem pago do mundo em um levantamento divulgado pela revista francesa "France Football". O argentino Lionel Messi, do Barcelona, aparece no topo dessa lista.
Segundo a publicação, Messi recebeu 33 milhões de euros em 2009, enquanto o brasileiro ganha 18,8 milhões de euros.
No levantamento, o inglês David Beckham, do Milan, surge em segundo lugar (30,4 milhões de euros) e o português Cristiano Ronaldo, do Real Madrid, em terceiro (30 milhões de euros).
De acordo com a "France Football", Messi ganhou no ano passado 10 milhões de euros em salários do Barcelona, 4 milhões em prêmios pagos pelo clube por títulos e 19 milhões por contratos de publicidade, tirando Beckham do topo da lista.
Entre os treinadores, quem mais recebeu foi o português José Mourinho, da Inter de Milão, com total de 13 milhões de euros. Em segundo lugar ficou o italiano Roberto Mancini, do Manchester City (12 milhões), e Luiz Felipe Scolari, atualmente no Bunyodkor, do Uzbequistão, foi o terceiro, com 9,5 milhões de euros.

Lista dos jogadores
1. Messi - Barcelona - 33 milhões de euros
2. Beckham - Milan - 30,4 milhões de euros
3. Cristiano Ronaldo - Real Madrid - 30 milhões de euros
4. Kaká - Real Madrid - 18,8 milhões de euros
5. Henry - Barcelona - 18 milhões de euros
6. Ronaldinho - Milan - 17,2 milhões de euros
7. Tevez - Manchester City - 15,4 milhões de euros
8. Ibrahimovic - Barcelona - 14,5 milhões de euros
9. Lampard - Chelsea - 14,2 milhões de euros
10. Eto'o - Inter de Milão - 13,8 milhões de euros
11. Drogba - Chelsea - 13 milhões de euros
12. Puyol - Barcelona - 12,8 milhões de euros
13. Rooney - Manchester United - 12,6 milhões de euros
14. Ballack - Chelsea - 12,2 milhões de euros
15. Torres - Liverpool - 11,7 milhões de euros
16. Gerrard - Liverpool - 11,5 milhões de euros
17. Terry - Chelsea - 11,4 milhões de euros
18. Xavi - Barcelona - 11 milhões de euros
19. Buffon - Juventus - 10,6 milhões de euros
20. Totti - Roma - 10,1 milhões de euros


 


 

sábado, 20 de março de 2010

ESPORTE/FUTEBOL CARIOCA - Vagner Love avisa que tem boa lembrança do Engenhão

Vagner Love encontrou mais um motivo para se entusiasmar para o clássico contra o Botafogo, neste domingo, no Engenhão. O atacante do Flamengo lembrou que guarda uma boa lembrança do estádio do rival.
"Estreei lá pelo Flamengo marcando dois gols. Espero repetir esse sucesso agora. Quem sabe não consigo? Seria fantástico. Estou confiante e quero ajudar o time a vencer mais um clássico", comentou, referindo-se aos gols que fez na vitória por 2 a 1 sobre o Bangu.
O Flamengo também tem bom retrospecto no Engenhão. O time rubro-negro disputou cinco jogos no local que será o palco de seus próximos compromissos na Taça Rio. E venceu todos.
Para manter a invencibilidade no Engenhão, Love conta com a presença dos flamenguistas nas arquibancadas. "Clássico é sempre diferente. Seja no Maracanã ou no Engenhão, é muito importante ter o apoio da torcida, ainda mais fora de casa", disse.
A provável formação do Flamengo para enfrentar o Botafogo é a seguinte: Bruno; Everton Silva, Alvaro, Fabricio e Rodrigo Alvim; Toró, Willians, Kleberson e Vinícius Pacheco (Petkovic); Vagner Love e Adriano.

 

 

terça-feira, 16 de março de 2010

FUTEBOL INTERNACIONAL - Cirurgia é um sucesso, mas Beckham está fora da Copa



Beckham deixa hospital na Finlândia: recuperação vai durar no mínimo três meses (Foto: Reuters)
REVISTAS ABRIL
MAIS INFORMAÇÕES
O médico Sakari Orava afirmou nesta segunda-feira que a cirurgia realizada no tendão de Aquiles do meia inglês David Beckham foi bem-sucedida. No entanto, o jogador da seleção da Inglaterra não estará recuperado a tempo de disputar a Copa da África do Sul.
De acordo com o especialista, o tendão de Aquiles do pé esquerdo estava "totalmente rompido", o que deverá aumentar o tempo de recuperação do atleta. Após a realização do procedimento, na cidade finlandesa de Turku, Orava descartou a participação de Beckham no Mundial.
Segundo o médico, o jogador "não poderá fazer muito esforço nos próximos dois ou três meses". E, depois, ele terá que seguir um programa de recuperação que não sobrecarregue o local da lesão.
Como a Copa terá início daqui a três meses, no começo de junho, Beckham não terá tempo de recuperar seu preparo físico para estar em condições de jogar nos gramados da África do Sul.
Mais cedo, antes da cirurgia, o especialista já havia reduzido as chances de ter Beckham no Mundial. "Suponho que seria realista assumir que ele não terá condições suficientes, mas tem havido casos milagrosos nos quais um atleta se recuperou bem a ponto de jogar futebol de alto nível em apenas três meses", afirmou o especialista ao canal finlandês YLE.
O jogador, de 34 anos, se machucou nos minutos finais da partida entre Milan e Chievo, no domingo. Ele sentiu dores no local quando carregava a bola no meio-do-campo, sem nenhuma marcação. Inicialmente, a previsão era de que o atleta precisaria de cinco meses para voltar aos gramados.
(Com Agência Estado)
 

 

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Time de Marta fecha as portas e 'rainha' está desempregada

fonte: gazetaesportiva.net
 Los Angeles (Estados Unidos)

Eleita melhor jogadora de futebol do mundo pela quarta vez consecutiva em 2009, a 'rainha' Marta, campeã da primeira Libertadores da América da categoria com a camisa 10 do Santos às costas, está desempregada.
O Los Angeles Sol, que exigiu sua volta ao final do contrato de empréstimo com o Alvinegro, anunciou que está encerrando suas atividades e abandonando a WPS (Liga de Futebol Feminino Profissional dos Estados Unidos).
"É um dia triste para a franquia, funcionários, jogadores e torcedores", disse o gerente e técnico da equipe, Charlie Naimo, em comunicado oficial. "Este é um grupo de jogadoras muito especial e eu sei que elas terão sucesso onde forem", afirmou.
Marta, Cristiane e as outras 18 atletas do elenco vice-campeão em 2009, participarão de um draft especial no próximo dia 4 de fevereiro para saberem em quais times serão encaixadas para a próxima edição da competição.
O Santos já abriu as portas para o retorno das duas brasileiras, mas espera a confirmação da realização do Mundial de Clubes Feminino para decidir se fará o alto investimento na dupla que já fez sucesso na Vila Belmiro.
Os representantes da WPS não acreditam que a saída do Los Angeles Sol da Liga fará com que o campeonato de 2010 perca seu brilho. "Todos os donos dos times e membros da Liga estão confiantes de que esse revés será rapidamente superado para a temporada de 2010", afirmou Fitz Johnson, presidente do Atlanta Beat e conselheiro da organização.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Copa do Brasil - 2010

Atalho para a Libertadores, Copa do Brasil leva times por caminhos inéditos

Atlético-MG, Grêmio, Botafogo, Goiás e Santos estreiam na competição contra adversários que jamais enfrentaram
GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro
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Vista pelos principais clubes do país como um atalho para a Taça Libertadores da América, a Copa do Brasil representa, também, uma oportunidade para que times de menor expressão recebam equipes consagradas em seus estádios, na esperança de surpreender diante de suas torcidas. Com a divulgação da tabela da próxima edição do torneio, os representantes da elite do futebol brasileiro na competição já começam a se programar para os dias 10 e 24 de fevereiro, quando acontecem os jogos de ida do campeonato.

Algumas equipes, como Atlético-MG, Botafogo e Santos, se preparam para viajar longas distâncias para enfrentar times que são verdadeiras incógnitas, como o acreano Juventus, contra quem o Galo jamais atuou.


Com poucas exceções - como a possibilidade de Grêmio e Coritiba se enfrentarem nas oitavas de final - o cruzamento entre os principais times do país só acontecem nas quartas.

Conheça os primeiros rivais de alguns dos favoritos ao título:


Juventus-AC x Atlético-MG

Apesar de o objetivo ser cortar caminho até a Libertadores, o Atlético-MG, que começa a temporada reforçado pelo técnico Vanderlei Luxemburgo, terá uma longa viagem pela frente.

O Juventus-AC recebe o Galo para duelo inédito

O primeiro adversário do Galo será o Juventus, atual campeão acreano, em Rio Branco. Os donos da casa, que também chegam à competição de técnico novo – Marcelo Altino – recebem os mineiros na Arena da Floresta, que tem capacidade para receber até 20 mil torcedores. As equipes nunca se enfrentaram antes.

Esta será a terceira participação do Juventus na Copa do Brasil. Em 1990, o clube foi eliminado pelo Rio Negro na primeira fase. Em 96, conseguiu avançar à segunda fase, mas esbarrou em outro clube mineiro – Cruzeiro, que acabou campeão.

Sousa-PB x Vasco

De volta à Série A do Brasileirão, o Vasco estreia na Copa do Brasil contra o Sousa – atual campeão da Paraíba. No Almeidão, em João Pessoa – com capacidade para 40 mil torcedores – os donos da casa, que em duas participações jamais avançaram para a segunda fase da competição, voltam a enfrentar uma equipe carioca na primeira fase.

Em 95, após a derrota por 1 a 0 para o Flamengo, em casa, os paraibanos acabaram eliminados na Gávea. Em 2008, o time não conseguiu passar do primeiro duelo com o Vitória – que goleou por 4 a 1. No único duelo entre os clubes, os vascaínos venceram partida amistosa por 2 a 0.

Araguaia-MT x Grêmio

Para sua primeira participação na Copa do Brasil, o Araguaia-MT, ainda tenta a contratação do ídolo são-paulino Waldir Peres, para o comando da equipe. Com ou sem o novo treinador, os matogrossenses terão pelo caminho um veterano do Morumbi, já que estrearão na competição diante do Grêmio, reforçado pelo técnico Silas.

O palco da partida será o estádio Luthero Lopes, em Rondonópolis, com capacidade para 18 mil torcedores.

Flamengo-PI x Palmeiras

A queda de rendimento na reta final do Campeonato Brasileiro tirou o Palmeiras da Libertadores e pôs o time na disputa da Copa do Brasil. Apesar do nome familiar, o Flamengo-PI, primeiro adversário dos comandados do técnico Muricy Ramalho na competição, só cruzou o caminho do Verdão duas vezes – em 1978 e 80, pelo Brasileirão – ambas vencidas pelos paulistas.


Flamengo-PI e Verdão se reencontram no dia 10

No dia 10 de fevereiro, o atual campeão piauiense estreia em sua nona participação no torneio no Albertão, em Teresina, com 50 mil lugares. Em 2009, o time rubro-negro foi eliminado na primeira fase pelo Vasco, que venceu por 4 a 1, sem dar chance de jogo de volta. A melhor participação do Fla do Piauí foi em 2001, quando chegou às oitavas de final, e caiu diante do Corinthians.

São Raimundo x Botafogo

Os adversários do Botafogo chegam à competição Copa do Brasil motivados para mostrar força em mais um campeonato nacional. No dia 10 de fevereiro, o Alvinegro vai ao Colosso do Tapajós, em Belém – com capacidade para 19 mil torcedores – para um confronto inédito com o são Raimundo-PA, atual campeão da Série D do Brasileirão.

Os paraenses, que disputarão a Terceira Divisão em 2010, fazem sua primeira participação na Copa do Brasil.

Confiança-SE x Fluminense

No caminho do Fluminense, que tenta voltar à Libertadores após chegar à decisão da competição continental em 2008, está o Confiança, bicampeão sergipano. As equipes se enfrentam no dia 24 de fevereiro, no Batistão - estádio com capacidade para receber até 14 mil torcedores.

Os times não se enfrentam desde 1984. O retrospecto é favorável ao Flu, que venceu duas das três partidas disputadas e perdeu uma.

Esta será a nona participação da equipe de Aracaju na Copa do Brasil. A melhor campanha foi em 2002, quando o time chegou às oitavas de final, mas caiu diante do Brasiliense. Em 2009, os sergipanos foram eliminados na segunda fase, pelo Icasa.

Ituiutaba-MG x Goiás

O Ituiutaba-MG foi buscar reforços no interior de São Paulo para a temporada 2010. Chegaram ao clube o técnico Paulo Roberto Santos, além de Humberto, ex-Atlético Sorocaba, Fabio Gomes, ex-Mirassol,e Jamerson, ex-Noroeste. O efeito das contratações poderá ser sentido no encontro com o Goiás – o primeiro na história dos clubes – pela primeira fase da Copa do Brasil, no dia 24 de fevereiro. Os times se enfrentam no estádio Fazendinha 

O Ituiutaba volta a encarar um goiano na estreia

Em sua única participação na competição, a equipe mineira foi eliminada na primeira fase por um velho conhecido do Esmeraldino, o Atlético-GO, que segurou o empate sem gols em Minas Gerais, e venceu em Goiânia por 3 a 2.

Naviraiense-MS x Santos

Um polêmico cai-cai quase deixou o primeiro rival do Santos na Copa do Brasil fora da competição. O Naviraiense-MS chegou a ser condenado em primeira instância pelo STJD por ter forjado contusão de atletas na partida contra o Chapecoense, pela Série D do Brasileiro, impedindo o término da partida, mas foi liberado, após recurso.

Com isso, o Peixe encara o atual campeão sul-matogrossense no dia 24 de fevereiro, no Morenão, em Campo Grande. O estádio, que recebe o confronto inédito, tem capacidade para receber 45 mil torcedores.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

A dança dos técnicos


Por Rodrigo Breves e Thiago Fernandes Rio de Janeiro



CLUBE CAMPEONATO TÉCNICO DEMITIDO NOVO TÉCNICO
América-SP Paulistão (Série A-2) Play Freitas Márcio Ribeiro
Atlético de Alagoinhas Baiano Moisés Alves Agnaldo Liz
Atlético Sorocaba Paulistão (Série A-2) Edu Marangon Karmino Colombini
Bangu Carioca Marcelo Buarque Mazolinha
Botafogo Carioca Estevam Soares Joel Santana
Catanduvense Paulistão (Série A-2) Candinho Farias Juary (interino)
Central Pernambucano Reginaldo Souza Adelmo Soares
Colo Colo Baiano Edu Lima Ferreira
Criciúma Catarinense Itamar Sulle Wilson Vaterkemper
Esportivo Gaúcho Celso Freitas Paulo Turra
Goiás Goiano Hélio dos Anjos Jorginho
Guaratinguetá Paulistão (Série A-2) Nedo Xavier Luiz Carlos Martins
Ipatinga Mineiro Flávio Lopes Gilson Kleina
Ipitanga Baiano Dênis Miguel João Carlos Nascimento
Itabuna Baiano Célio Costa Hugo Aparecido
Ituiutaba Mineiro Paulo Roberto dos Santos Nedo Xavier
Porto Pernambucano Luciano Ribeiro Charles Muniz
Porto Alegre Gaúcho Lisca China
Resende Carioca Renato Alvarenga Marcelo Buarque
São Bento Paulistão (Série A-2) João Abelha Ruy Scarpino
Taquaritinga Paulistão (Série A-2) Napoleone Júnior Carlos Rabello
União Barbarense Paulistão (Série A-2) Carlos Rabello Celso Teixeira
União Barbarense Paulistão (Série A-2) Celso Teixeira Tony Ferreira (interino)
Ypiranga Pernambucano Rubens Monteiro Neco

Jogos pra a Eternidade - Internacional x Cruzeiro - 1975



Data: 14/12/1975 - Taça Brasil - Internacional 1 x 0 Palmeiras  - Árbitro: Dulcídio Wanderley Boschilia(SP) - Gols : Figueroa aos 10 do 2o.; Cartões Amarelos: Morais e Palhinha

Internacional : Manga, Valdir, Figueroa, Herminio e Chico Fraga; Caçapava, Falcão e Carpegiani; Valdomir(Jair), Flavio e Lula. Técnico : Rubens Minelli
Cruzeiro: Raul, Nelinho, Morais, Darci Menezes e Isidoro; Eduardo(Souza), Piazza e Zé Carlos; Roberto Batata (Eli Mendes), Palhinha e Joãozinho. Técnico : Zezé Moreira

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Campeonato Carioca - 2010 - 2a.Rodada - atualizado - 18:35hs


Qua, 20/01/2010
16:00 Fluminense 3x0 Bangu - Gols: Fred(2) e Alan
16:00 Resende x Macaé
17:00 Boavista-RJ x Americano
17:00 Tigres-RJ x Madureira
18:30 Volta Redonda x Flamengo
21:50 América x Vasco

Qui, 21/01/2010
16:00 Duque de Caxias x Olaria
18:30 Botafogo x Friburguense

Jogos para a Eternidade - Guarani(SP) x Palmeiras(SP) - Copa do Brasil 1978

Campeonato Brasileiro; 1o.Jogo: Data: 10/08/1978 - Local: Morumbi(São Paulo) - Palmeiras 0 X 1 Guarani - Juiz: Arnaldo César Coelho(RJ); Público: 99.829; Gol: Zenon; Cartões Amarelos: Rosemiro, Jorge Mendonça(p) e Édson, Mauro, Gomes, Zenon(g); Cartão Vermelho: Leão(p).

Palmeiras: Leão Rosemiro Alfredo Mostarda(Zé Mário) Marinho Perez e Pedrinho; Jair Gonçalves Jorge Mendonça Toninho Vanusa Nei Sílvio(Escurinho) Toninho. Técnico: Jorge Vieira

Guarani: Neneca Mauro Gomes Edson e Miranda Zenon Zé Carlos Bozó(Adriano) Capitão Careca e Renato Técnico : Carlos Alberto Silva

Origem. Rede globo de Televisão, Narração > Tércio de Lima


Campeonato Brasileiro; 2o.jogo: Data: 13/08/1978 - Local: Brinco de Ouro da Princesa(Campinas); Guarani 1x0 Palmeiras - Juiz: José Roberto Wright(RJ); Público: 27.086; Gol: Careca; Cartões Amarelos: Mauro e Bozó(g); Alfredo Mostarda, Ivo e Toninho Vanuza

Guarani: Neneca, Mauro, Gomes, Édson e Miranda; Zé Carlos, Renato e Zenon; Capitão, Careca e Bozó. Técnico : Carlos Alberto Silva
Palmeiras: Gilmar, Rosemiro, Beto Fuscão(Jair Gonçalves), Alfredo Mostarda e Pedrinho; Ivo, Jorge Mendonça e Toninho Vanuza; Silvio, Escurinho e Nei. Técnico: Jorge Vieira


Origem : Rede Globo de Televisão Narração de Osmar Santos

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Campeonato Paulista - 2010 - 1a.Rodada - com vídeos




Sáb, 16/01/2010

16:00 Bragantino 4x0 Oeste


16:00 Rio Claro 1x3 Botafogo-SP

17:00 Palmeiras 5x1 Mogi Mirim


19:30 Ituano 4x0 Mirassol


19:30 Ponte Preta 1x1 Santo André



Dom, 17/01/2010
11:00 Sertãozinho 1x1 Barueri

17:00 São Paulo 1x3 Portuguesa


17:00 Monte Azul 1x1 Corinthians


19:30 Rio Branco-SP 0x4 Santos


19:30 São Caetano 2x0 Paulista

Campeonato Carioca - 2010 - 1a.Rodada - com vídeos




Sábado 16/01/2010

16:00 Bangu 0x3 Boavista-RJ

16:00 Olaria 2x2 Volta Redonda


16:00 Madureira 2x1 América


17:00 Vasco 1x0 Tigres-RJ


19:30 Macaé 2x3 Botafogo



Dom, 17/01/2010
17:00 Flamengo 3x2 Duque de Caxias

17:00 Friburguense 0x0 Resende

19:30 Americano 0x3 Fluminense

domingo, 17 de janeiro de 2010

Valor cobrado pelo Crea para dar laudo irrita os clubes

Com medo de ter estádios interditados, Rubens Lopes, presidente da Ferj, decide ir a Brasília pedir ajuda ao Ministério do Esporte

Origem : RICARDO MOTA - O Dia

Rio - O Campeonato Carioca começa com um problema para os clubes: conseguir o laudo do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea) para terem os estádios liberados. Eles se queixam das altas taxas cobradas pela entidade para liberação do atestado. O assunto foi discutido no Arbitral da última semana. O prazo final para os campos estarem em condições é 22 de fevereiro, um dia após a final da Taça Guanabara.

A questão afeta clubes de todas as divisões. Alexandre Garcia, dirigente do Grêmio Mangaratibense, da Série C, afirma que um engenheiro do Crea cobrou R$ 12 mil para dar atestado: “Não temos condições. Não sei como vamos fazer”, disse, indignado.

O alto valor pegou de surpresa também Eucimar Ribeiro, dirigente alvinegro responsável pelo Engenhão: “Se eles cobraram esse valor deles, imagina quanto vão pedir da gente”, questionou.

Outra reclamação é em relação ao processo para obtenção do laudo. Somente engenheiros que fizeram um curso específico do Crea para normas de liberação estão aptos para aprovar as arenas. “Ficamos surpresos. Não sabíamos que tinha que fazer esse curso”, completou Eucimar.

Para tentar solucionar o problema, o presidente da Federação de Futebol do Estado do Rio (Ferj), Rubens Lopes, esteve em São Paulo na segunda-feira para discutir o assunto com Mustafá Contursi, presidente do Sindicato Nacional das Associações de Futebol Profissional. “Vamos ao Ministério do Esporte pedir que todo engenheiro do Crea possa dar o laudo e não apenas os que fizeram esse curso deles”, disse.

O presidente da Ferj escutou diversas queixas do clubes filiados. “Ficamos nas mãos deles. Eles cobram valores exorbitantes. Soube que pediram R$ 120 mil de um clube para fazer as melhorias e dar o laudo”, comentou.

GPREVE LIBERA O MARACANÃ

De acordo com Portaria 124 do Ministério do Esporte, publicada no Diário Oficial da União em 20 de julho de 2009, também são necessários atestados liberatórios da Polícia Militar, Bombeiros e da Vigilância Sanitária. Mas, em relação aos outros, Rubens Lopes acredita que os clubes não terão problemas. Carlos Correa, Tenente Coronel do Grupamento de Prevenção em Estádio (GPreve) diz que somente o Maracanã tem o laudo da corporação. Por enquanto, os Documentos de 2009 valem para os primeiros jogos do Estadual.

Mas os clubes precisam renovar seus laudos até 15 de março.

“A data máxima para entrar com o pedido na documentação solicitando a vistoria é 26 de fevereiro. Depois, 15 de março é o limite para a gente dar o laudo”.

Para Correa, os clubes precisam se adequar: “Não queremos jogar contra. Mas, quem não tiver laudo, não estará autorizado a receber os jogos. Quem descumprir terá que se entender com o MP e a CBF”.