Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro disse Dom Pedro II
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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

AGONIA DE UM ADEUS - Sandro Rossel depositou na conta da filha de Ricardo Teixeira

Por Juca Kfouri

Sandro Rossel depositou R$ 3.800.000 na conta de Antônia Wigand Teixeira, numa agência do Bradesco, a de número 6592-7, na avenida América, Barra da Tijuca, no dia 22 de junho do ano passado.
Rossel é sócio da Alianto, a empresa que recebeu R$ 9 milhões do governo de Brasília, sem licitação, pelo amistoso da Seleção Brasileira contra Portugal, em 2008.
A Alianto foi também dona da VSV Agropecuária, que tinha sede na fazenda de Teixeira em Piraí, interior do Rio, e cuja sócia, a secretária de Rossel, Vanessa Precht, emitiu cheques em nome do cartola da CBF segundo apurou a Polícia Civil em Brasília.
Rossel, atual presidente do Barcelona e ex-presidente da Nike no país quando a empresa passou a ser a fornecedora da CBF, é também sócio da mulher de Ricardo Teixeira, Ana Carolina na WTrade, cuja sede fica num shopping center, o Città America, na Barra da Tijuca, no Rio.
Uma razões para anunciada saída de Teixeira da CBF e ida para Miami é examente a filha Antônia que, aos 11 anos, tem ouvido comentários desagradáveis sobre o pai na escola, no Rio.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

SUPERFATURAMENTO - Ricardo Teixeira recebeu de suspeita, diz polícia

Por Filipe Coutinho, Julio Wiziack e Rodrigo Mattos

Cheques de R$ 10 mil ao presidente da CBF, Ricardo Teixeira, emitidos por Vanessa Precht, uma das sócias da Ailanto, empresa suspeita de ter superfaturado um amistoso da seleção, foram encontrados pela Polícia Civil em Brasília.

Um contrato entre Vanessa e Teixeira, de março de 2009, estabelece um arrendamento da fazenda dele, em Piraí, a cerca de 80 km do Rio, para a sócia da Ailanto.

Com a descoberta dos cheques nominais emitidos por Vanessa, a polícia concluiu que há um vínculo entre Teixeira e a Ailanto, que organizou o amistoso da seleção contra Portugal, em 2008. O jogo foi bancado por R$ 8,5 milhões em dinheiro público.
OUTRO LADO
Por meio de sua assessoria de imprensa, Ricardo Teixeira afirmou que o contrato de arrendamento de suas terras para Vanessa não tem vínculo com o amistoso entre a seleção brasileira e Portugal. Questionada sobre os cheques dela para o dirigente, a assessoria afirmou que todo negócio da cessão de terras foi "legal e declarado no Imposto de Renda".

Segundo a assessoria, a CBF não tem relação com o amistoso de Portugal porque este havia sido cedido à Ambev, patrocinadora da entidade que tem direito a uma partida anual. A Ambev recebeu R$ 1,5 milhão dos organizadores da partida, segundo a CBF, em janeiro de 2009."A confederação não recebeu um centavo pela partida", afirmou a assessoria.

Por meio de sua secretária, o advogado de Vanessa Precht, Demian Guedes, voltou a dizer que sua cliente não se pronunciaria sobre questões sobre o amistoso.Mais uma vez, ninguém atendeu os telefones da Ailanto, com sede na Barra da Tijuca, no Rio.
Fonte FOlha

VAI SAIR, FINALMENTE - Federações já costuram sucessor de Ricardo Teixeira

Nome mais indicado é o do vice-presidente da Região Centro-Oeste, Weber Magalhães
 .
Sílvio Barsetti - estadão.com.br
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RIO - Os indícios de que Ricardo Teixeira deve deixar a presidência da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) até o carnaval – pediria licença ou renunciaria – deflagrou um movimento de federações estaduais em busca de um nome que pudesse substitui-lo.

Veja também:
Fifa faz silêncio oficial, mas Blatter ri da crise
Teixeira não desmente boatos de sua saída 




 Fábio Motta/AE
Weber Magalhães, à esquerda, e Teixeira

Há em curso uma articulação de algumas dessas entidades para que o atual vice-presidente da CBF da Região Centro-Oeste, Weber Magalhães, ocupe o cargo se Teixeira realmente deixar a confederação.

Não tolerariam o nome de José Maria Marin, vice da Região Sudeste e, pelo estatuto da CBF, o indicado à vaga por ser o mais velho entre todos os cinco vices. Weber Magalhães presidiu a Federação Brasiliense de Futebol de 1996 a 2004 e chefiou a delegação brasileira na Copa do Mundo de 2002, na Coreia do Sul e Japão. É homem de confiança de Teixeira, para quem trabalhou como assessor parlamentar entre 1989 e 1992 em Brasília.

Ouvido nesta quarta-feira à noite pelo estadão.com.br, durante a festa de aniversário de seu pai, que completou 91 anos, Magalhães se disse triste com a possibilidade de Teixeira deixar a presidência da CBF. “Ele é um dirigente vitorioso, conseguiu dois Mundiais para o Brasil, e sempre sonhou com uma nova Copa no País.”

Cauteloso, contou que as federações receberam com surpresa a demissão de Marco Antonio Teixeira da secretaria-geral da CBF, na semana passada. Marco Antonio é tio de Ricardo Teixeira e nas últimas duas décadas era o elo da entidade com as federações estaduais.

Técnico legislativo do Senado Federal e formado em educação física, Weber Magalhães, de 53 anos, seria o terceiro vice, por idade, em condições de assumir a CBF em caso de desligamento de Teixeira. Depois de Marin, o mais velho é Fernando Sarney, de 57 anos. O filho do presidente do Senado, José Sarney, é vice-presidente da Região Norte.

Para chegar ao cargo, Weber Magalhães dependeria da convocação de uma assembleia-geral, o que pode ser feito pela maioria das 27 federações a qualquer momento. “Tenho uma grande amizade com os presidentes de federação. Sempre os recebi muito bem aqui em Brasília”, disse. “O futebol está na minha veia há mais de três décadas”, acrescentou Weber, que foi preparador físico de seleções do Distrito Federal, técnico de futebol do Brasília e atuou como atleta amador pelo Gama e Guará.

CONTRA PAULISTASEle já está há oito anos na vice-presidência da CBF. Tem bom trânsito também com Luiz Felipe Scolari, técnico campeão do mundo em 2002. “Quando estamos juntos, sempre lembramos daquela campanha na Coreia e Japão.”

Embora Weber Magalhães não confirme contato com federações, pelo menos três presidentes dessas entidades já iniciaram um movimento de apoio ao brasiliense. A resistência ao nome de José Marin teria conotação política movida por uma disposição de não deixar a Confederação Brasileira de Futebol sob comando de dirigentes paulistas.

“O Andres Sanchez (diretor de seleções) é voz forte na CBF, o Marco Polo del Nero (presidente da Federação Paulista) está associado ao Marin na possível nova empreitada. E eles já têm o Reinaldo Carneiro Bastos (vice da Federação Paulista) como a pessoa que toca a Série B do Brasileiro. É preciso brecar isso”, disse ao estadão.com.br o presidente de uma dessas federações, que esteve no Rio. Ele pediu anonimato.
Fonte Estadão

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

SUPERFATURAMENTO - Fazenda de Ricardo Teixeira abrigou empresa de acusados de superfaturar jogo

Por Sérgio Rangel

Um documento revela que uma fazenda do presidente da CBF, Ricardo Teixeira, é o elo entre o dirigente e a Ailanto Marketing. Essa empresa é investigada por superfaturar o amistoso da seleção brasileira contra Portugal em 2008.
Segundo o documento obtido pela reportagem, por 26 meses, a Ailanto foi dona de uma outra empresa (a VSV Agropecuária Empreendimentos Ltda) que tinha como endereço uma fazenda de Ricardo Teixeira, na estrada Hugo Portugal, 13.330, em Piraí, a 80 km do Rio.
Teixeira sempre negou relacionamento com a Ailanto, que recebeu R$ 9 milhões do governo do Distrito Federal para organizar o jogo contra Portugal. O presidente da CBF alegava que o amistoso era responsabilidade da Ailanto. Por isso, dizia que não poderia responder sobre as suspeitas.

OUTRO LADO
Agora, por meio de sua assessoria de imprensa, Ricardo Teixeira informou que a ligação da VSV Agropecuária Empreendimentos Ltda com a sua fazenda "é legal". De acordo com o dirigente, a relação dele com a empresa, que tem a Ailanto como sócia, foi declarada em seu Imposto de Renda.
Uma das sócias da Ailanto Marketing Ltda e da VSV, Vanessa Precht não foi localizada. O advogado Demian Guedes, que representa Vanessa, disse, por meio de sua secretária, que não estava autorizado a fazer comentários sobre a empresa. A Folha ligou para três telefones da empresária e não conseguiu contato. Foi deixado recado para Vanessa na sua casa, mas ela não respondeu.
Nos telefones registrados em nome da Ailanto, ninguém foi localizado.

Cecília Acioli/Folhapress
A fazenda do presidente da CBF em Piraí, interior do Rio
A fazenda do presidente da CBF em Piraí, interior do Rio
Fonte Folha 
   

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

SELEÇÃO ESTRANGEIRA - Brasil, desde 2002, apenas 8 de 62 amistosos foram no País

CBF desbota a seleção: desde 2002, apenas oito de 62 amistosos foram no Brasil

esFoto: Arte.
Lucas Calil
A CBF divulgou ontem o calendário de amistosos da seleção para o primeiro semestre de 2012. E pelo menos até junho, como já acontece há anos, a equipe canarinho ficará afastada do público brasileiro. Nenhuma das cinco partidas anunciadas será no país. E o time de Mano Menezes só fará um clássico contra um adversário do primeiro escalão: a Argentina, em 9 de junho, nos Estados Unidos. O primeiro adversário é a Bósnia e Herzegovina, em 28 de fevereiro, na Suíça.

É comum, nos últimos anos, que a seleção brasileira faça a grande maioria de seus jogos amistosos longe do Brasil. Desde 2002, por exemplo, das 62 partidas amistosas da equipe, em apenas oito (13%) os pentacampeões mundiais atuaram em casa. Nesse período, a CBF não economizou nas visitas à Inglaterra — 13 amistosos — e à Ásia, sobretudo ao lucrativo Oriente Médio — sete confrontos. Desde 2007, até a cidade de Doha, no Qatar, assistiu ao vivo a mais exibições do Brasil que os torcedores brasileiros, no estádio.

Acordo complica jogos
De acordo com a assessoria de imprensa da CBF, o que dificulta a realização de amistosos da seleção no Brasil — a Kentaro, empresa suíça, é a responsável pela organização dos jogos — é um estatuto acordado entre a Fifa e a Uefa que só autoriza, anualmente, um amistoso fora da Europa e de localidades a até cinco horas de voo do continente. Os clubes europeus estão autorizados a vetar a apresentação de jogadores convocados a um amistoso que não obedeça a essa regra.

Só que esse acerto permite ajustes. Não vale para as férias do calendário europeu e, dependendo do jogo, a CBF consegue convencer as equipes a liberar as estrelas — antecipando a reapresentação dos atletas. Assim, o Brasil conseguiu jogar no México, no Gabão e no Qatar — em três continentes diferentes — nos últimos amistosos de 2011.

Sem vida fácil nos confrontos
Fora a Argentina, o Brasil só enfrentará equipes abaixo do décimo lugar no ranking da Fifa. Mas também não vai encarar adversários sem expressão alguma. A começar pela Bósnia, que perdeu a vaga na Copa do Mundo de 2010 em uma repescagem duríssima com Portugal e conta com jogadores como o atacante Dzeko, do Manchester City, e o jovem Pjanic, do Roma.

Depois, em 26 de maio, em Hamburgo, na Alemanha, a seleção pegará a Dinamarca — de quem ganhou por 3 a 2 nas quartas de final da Copa do Mundo de 1998, na França. Na sequência, os demais jogos serão nos Estados Unidos: contra os donos da casa, em 30 ou 31 de maio, em cidade ainda não definida; contra o México, em Dallas, em 3 de junho; e, finalmente, contra os argentinos no estado de Nova Jersey.

Questionada sobre a ausência de potências do futebol como adversários, como a Itália e a campeã mundial Espanha, a assessoria da CBF afirmou que a entidade encontrou dificuldades para encaixar jogos contra esses países por causa da preparação para a Eurocopa, que acontece entre junho e julho na Ucrânia e na Polônia. Para o segundo semestre, aumentam as chances de encontrar rivais mais consagrados.

A entidade adiantou, ainda, que é muito provável que haja amistosos no Brasil no segundo semestre. A Fifa reservou mais seis datas para jogos entre países de agosto a dezembro


Fonte Extra http://extra.globo.com/esporte/cbf-desbota-selecao-desde-2002-apenas-oito-de-62-amistosos-foram-no-brasil-3655832.html#ixzz1jKkNtZTd 

domingo, 30 de outubro de 2011

#PAN2011 - Brasil despreza rótulo de time B, vence Cuba e é bicampeão no vôlei

Com poucos jogadores do time principal no elenco, seleção tem início arrasador e conquista a medalha de ouro nos Jogos de Guadalajara neste sábado

Por João Gabriel Rodrigues Direto de Guadalajara, México                           

Um início arrasador deu a impressão de que o título viria com uma surpreendente facilidade. Não foi bem assim. Mesmo sem os apagões dos outros jogos, o vôlei brasileiro teve trabalho diante da forte seleção cubana. Nos passes precisos de Bruninho, nos saques de Wallace de Souza e na vibração de Gustavo, porém, a vitória veio. Por 3 sets a 1, parciais 25/11, 24/26, 25/18 e 25/19, a equipe, formada basicamente por reservas do time principal e com Rubinho no lugar de Bernardinho, conquistou o ouro nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara.

Pan vôlei Brasil x Cuba pódio (Foto: EFE)
Para a seleção brasileira de vôlei, o momento mais esperado do Pan de Guadalajara (Foto: EFE)

- Mesmo sendo time misto, existe a pressão. Temos de vencer sempre. E hoje conseguimos isso aqui - afirmou Bruninho, um dos únicos integrantes da seleção principal em Guadalajara.

O Brasil garante seu quarto título na história da competição, o segundo em sequência. Além dosJogos do Rio, a seleção também foi campeã em 1963, em São Paulo, e em 1983, em Caracas. Uma semana antes, as meninas levaram o ouro em Guadalajara, também em cima das cubanas. O bronze foi para a Argentina, que, antes da final, derrotou o México.

Início arrasador

Nada de apagão, afobação ou algo do gênero. Ao contrário de todos os outros jogos, quando cometia erros por tentar apressar a definição do ponto, a seleção entrou em quadra em sintonia. Saque, bloqueio, defesa e ataque. Tudo funcionava da melhor forma possível. Após duas defesas
pelo meio, Chupita subiu à rede para marcar o primeiro ponto da partida.

Quando Wallace de Souza foi para o saque, o Brasil passou a atropelar. Após a primeira parada técnica, Bruninho, de bloqueio, fez 9/3. Cuba parecia não acreditar. Sem confiança, o forte ataque cubano não conseguia superar a defesa brasileira. O primeiro erro brasileiro veio quando o placar já estava 20/9, em saque de Gustavo. Mas foi num serviço na rede de Cuba que a seleção fechou o primeiro set em fáceis 25/11.

Lipe comemora ponto do Brasil no vôlei contra Cuba (Foto: Luiz Pires / VIPCOMM)
Lipe (à esq.) festeja (Foto: Luiz Pires / VIPCOMM)

Um ataque para fora de Wallace de Souza deu início ao segundo set. Cuba voltou melhor. Depois de ótima defesa de Bell, Leon mandou uma pancada no bloqueio brasileiro e abriu 3/1. Os erros brasileiros passaram a ser mais frequentes, e Cuba foi para a primeira parada técnica à frente no placar, com 8/6.

Os cubanos, até com certa facilidade, mantinham a vantagem no placar. Bell, em uma pancada pelo meio, fez 13/10 e saiu vibrando em direção à torcida brasileira, sob vaias. Bruninho, em excelente deixadinha de segunda, deu o troco. O Brasil encostou de vez em ataque pelo meio de Wallace Souza: 14/13. O jogo seguiu equilibrado, mas Cuba voltou a se desgrudar no placar, com bloqueio de Perdomo, que provocou os rivais na rede.

Pouco depois, Leon se esforçou para salvar uma bola, atropelou uma voluntária e ganhou aplausos da torcida. A vantagem cubana ainda era de três pontos, mas foi por água abaixo após ataque para fora de Bell, ace de Thiago Alves e ponto de Wallace Martins pela ponta: 22/22. Foi o próprio Wallace
quem virou, explorando o bloqueio cubano.

A partida, então, ganhou em emoção. Cuba voltou a empatar e, após belo rali, Mesa recolocou sua seleção à frente no placar. Em seguida, mais um ataque certeiro e os cubanos chegaram ao empate, com 26/24.

Mario Junior comemora ouro do Brasil no vôlei (Foto: AP)Mário Jr. comemora durante a vitória brasileira por 3 sets a 1 neste sábado, no México (Foto: AP)

Brasil diminui os erros e vence terceiro set
Cuba manteve o ritmo e abriu 2/0 no terceiro set. Com ponto de Éder, a seleção empatou, e as duas equipes passaram a se alternar no placar. Mas foi o Brasil quem foi para a primeira parada técnica à frente, com 8/6. Os cubanos chegaram ao empate com Hernández, explorando o bloqueio brasileiro: 12/12.

A seleção, no entanto, manteve a calma. Depois de um ataque de León para fora, o Brasil voltou a ter dois pontos de vantagem, com 15/13. O Brasil voltou a se desgarrar no placar e conseguiu sua maior vantagem em invasão cubana na rede: 21/16. Um bloqueio triplo de Chupita, Éder e Wallace Martins encaminhou a vitória na parcial. Mesmo após saque na rede de Thiago Alves, Cuba não reagiu. Ao explorar o bloqueio rival, Wallace Martins fechou o set: 25/18.

Perto do ouro, a seleção manteve o ritmo no quarto set. Cuba buscou o equilíbrio no início, mas depois de um saque de Hernández na rede, o Brasil deslanchou. Com uma pancada de Chupita na diagonal, fez 16/12 e se encaminhou para a vitória. A diferença, que tinha chegado a cinco, caiu para três. Podia cair para dois quando Leon ainda salvou uma bola milagrosa com o pé, mas um ataque certeiro de Gustavo fez o Brasil respirar de novo. Dali em diante, o bloqueio se impôs, a vantagem voltou a crescer, e o ouro veio na deixadinha de Wallace Martins: 25/19 e festa verde-amarela na quadra.

Brasil comemora ouro no vôlei do Pan (Foto: AP)
Com o título assegurado, os jogadores fazem a festa na quadra em Guadalajara (Foto: AP)
 

terça-feira, 25 de outubro de 2011

AMBEV, Empresa de patrocinadora da CBF faz doações para bancada da bola

Blog do Perrone
  25.10.2011 - 7:00

A Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara dos Deputados investiga se a CBF ou o Comitê Organizador da Copa financiaram campanhas de políticos recentemente. Nenhum dos dois aparece como doador na última eleição. Porém, pelo menos um dos patrocinadores da confederação colaborou com as campanhas de membros da bancada da bola.

A Fratelli Vita Bebidas, de propriedade da AmBev, parceira da CBF, fez doações idênticas, no valor de R$ 30 mil, para pelo menos três integrantes da bancada que tem bom trânsito na CBF.

Um dos auxiliados é José Rocha, reeleito deputado federal pelo PR da Bahia. Ele foi nomeado vice-presidente da comissão que cuida da Lei Geral da Copa na Câmara. Também é ligado ao Vitória-BA e já recebeu doação da CBF anteriormente.

Na lista dos agraciados com R$ 30 mil da Fratelli Vita também está Darcísio Perondi, candidato a Deputado Federal pelo PMDB-RS. Ele tem ligação histórica com Ricardo Teixeira e é irmão de Emídio Perondi, ex-presidente da Federação Gaúcha e ex-vice da CBF.

Completa a relação Aldo Rebelo, deputado federal pelo PC do B e que já foi um dos maiores inimigos do dirigente da confederação. Isso quando presidiu a CPI da CBF/Nike.

O conflito é página virada. Com a ajuda do ex-presidente do Palmeiras, Mustafá Contursi, Rebelo se aproximou da CBF e é considerado por colegas no Congresso como representante da bancada da bola. No PT, uma corrente defende sua nomeação para o Ministério do Esporte em substituição a Orlando Silva Júnior.

Receber a ajuda da Fratelli Bebidas não foi um privilégio só dos aliados de Teixeira. Ao todo, a empresa da AmBev colaborou em 2010 com a campanha de 40 candidatos, da oposição e da situação. Gastou R$ 3,6 milhões. Cândido Vacarezza, líder do governo na Câmara, por exemplo, recebeu R$ 200 mil.

Recentemente, ele tomou uma decisão importante para CBF. Referendou o nome de Vicente Cândido, escolhido pelo PT como relator da Lei Geral da Copa.

Pelo menos num ponto a Lei da Copa é de interesse da AmBev: a liberação da venda de cerveja nos estádios durante o Mundial. A Budweiser, marca da InBev, da qual a empresa é uma das sócias, patrocina a Fifa. A proibição seria um desastre para a parceria comercial entre a Fifa e a cervejaria. Por meio de sua assesoria de imprensa, a AmBev disse ao blog que não fez doações pensando em obter benefícios no futuro.

Confira abaixo a resposta da AmBev na íntegra.
A Ambev adota a transparência em todos os seus atos, fazendo doações que são registradas e tornadas públicas pelos tribunais eleitorais. Não privilegia partidos, regiões ou grupos políticos.

Doa quantias proporcionais à representatividade das siglas. Nossas doações são parte de nosso compromisso com a democracia e os valores estão muito abaixo dos limites legais que nos são facultados



Fonte Blog do Perrone http://blogdoperrone.blogosfera.uol.com.br/2011/10/empresa-de-patrocinadora-da-cbf-doa-para-campanhas-de-deputados-da-bancada-da-bola/

sexta-feira, 28 de maio de 2010

COPA DE 2010 - CBF define prêmio de R$ 1 mi pelo título

   

Valor será pago para cada jogador (titulares e reservas) em caso de conquista na África. Entidade fará o anúncio ao elenco nos próximos dias

28 de maio de 2010 | 0h 00
Robson Morelli, enviado especial à Johannesburgo - O Estado de S.Paulo
 
 Tudo pelo hexa. Os jogadores brasileiros fizeram, ontem, a primeira atividade física em Johannesburgo, depois de terem desembarcado na África do Sul    

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) vai oferecer cerca de R$ 1 milhão para cada um dos 23 jogadores da seleção caso o time conquiste o título mundial, o sexto da história do País. A premiação, embora expressiva, não causa grande impacto na situação da maioria dos atletas. Com exceção de Gilberto, que joga no Cruzeiro, e Kléberson, do Flamengo, os outros vivem a realidade do futebol europeu, com salários altamente atrativos.

No caso do Brasil há ainda um fator a ser levado em conta: a maioria atua em clubes de grande expressão da Europa, sempre envolvidos em decisões de campeonatos nacionais ou de torneios da Uefa. É o caso, por exemplo, de Julio Cesar, Maicon e Lúcio, recentemente vencedores com a Inter de Milão da Copa dos Campeões, o torneio mais charmoso, importante e lucrativo do planeta. A arrecadação total de uma equipe finalista dessa competição beira os 65 milhões. A Inter aceitou pagar para cada um dos atletas, entre eles o trio da seleção, a quantia de 600 mil (R$ 1,35 milhão) pelos três títulos da temporada. Pela Copa dos Campeões, a premiação foi de 300 mil (R$ 675 mil). Pelo Italiano, 200 mil (R$ 450 mil). E, pela Copa da Itália, 100 mil (R$ 225 mil).
Para a CBF, o valor de R$ 1 milhão para cada um do elenco, independentemente de sua participação nos jogos da Copa, e também para Dunga, totalizando R$ 24 milhões sem contar a recompensa rateada aos demais integrantes da delegação, pelos quais o treinador vai brigar, acaba sendo algo irrisório perto do que a entidade vai lucrar com a conquista na África do Sul.
Já era para ter sido dessa forma na Alemanha. Em 2006, quando o Brasil caiu diante da França nas quartas de final, o elenco de Carlos Alberto Parreira deixou de ganhar quantia parecida, mas levou para a casa prêmio de consolação de US$ 260 mil (R$ 468 mil). Agora, a CBF resolveu repetir a estratégia e dobrar o valor para a equipe fazer dois jogos a mais e passar a limpo o rascunho de quatro anos atrás.
Ganhos aumentam. Dinheiro não é problema para a entidade. Ainda mais em ano de Copa. Com seus dez patrocinadores, estima-se que a CBF contabilize arrecadação anual de R$ 220 milhões. E a conquista de mais um título só tornaria a seleção ainda mais atraente. Ontem, fechou mais um contrato. Foi com a Gatorade, que fornecerá isotônico para o elenco em treinos e jogos.
Dunga participará da discussão envolvendo o prêmio pela campanha na África. E não acredita que os jogadores criarão caso para aceitar a bolada nem que a CBF demore muito mais para bater o martelo no valor que já está definido. "O que digo é que o combinado não é caro. A linha é essa. Todos nós já trabalhamos e temos nossos salários."
Seu auxiliar, Jorginho, foi mais enfático. "Eles, os jogadores, não vêm para cá por causa do dinheiro. Começaremos a competição com isso já resolvido, passado pelo presidente." Dunga também não se furtou a comentar sobre o problema de premiação que sua geração, a de 1990, teve na Itália antes daquele Mundial. Na ocasião, os jogadores até combinaram em esconder com a mão o nome do patrocinador na camisa do Brasil. O assunto vazou e caiu na boca popular. Foi também uma das poucas vezes em que o elenco esteve unido numa mesma causa. Também não eram tempos de salários astronômicos no futebol como hoje. "Éramos um grupo novo e o presidente (Ricardo Teixeira) estava chegando à CBF. Tivemos o problema, mas depois tudo foi resolvido claramente." É isso que ele quer agora. E antes de a bola rolar.

Cifras expressivas
220 milhões de reais estima-se que seja a arrecadação anual da Confederação Brasileira de Futebol com os patrocinadores. Ontem, mais um contrato foi fechado: com a Gatorade, que fornecerá isotônico para a seleção nos treinos e nos jogos
675 mil
reais ganharam os jogadores da Internazionale de Milão pelo título da Copa dos Campeões da Europa (conquistada na semana passada), entre eles o trio brasileiro formado por Julio Cesar, Maicon e Lúcio
468 mil
reais receberam os jogadores brasileiros por terem chegado às quartas de final da última Copa do Mundo, na Alemanha, quando foram derrotados pela França por 1 a 0 (gol marcado por Thierry Henry)



quarta-feira, 26 de maio de 2010

COPA DE 2010 - o avião da Seleção Brasileira


   

O A330 da TAM que vai levar a Seleção está preparado em Curitiba

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O Airbus A330 PT-MVN no finger do Aeroporto Internacional Afonso Pena, em Curitiba, pronto para levar a Seleção Brasileira para África do Sul. (Foto: TAM)
O Airbus A330 (PT-MVN) que vai levar a Seleção Brasileira de futebol para África do Sul, já está preparado em Curitiba e deve partir hoje, dia 26. Mas antes fará uma escala em Brasília para os jogadores se encontrarem com o Presidente Luíz Inácio Lula da Silva.

A tripulação da TAM que vai acompanhar os jogadores durante o voo até a África do Sul, a bordo do A330. (Foto: TAM)

O A330-223 apresenta cerca de 100 mensagens escritas na fuselagem, e também, durante o voo, os jogadores poderão ver um vídeo com várias mensagens de incetivo de torcedores que enviaram pela internet numa promoção da TAM.

terça-feira, 11 de maio de 2010

#COPA2010 - VEJA O 'BUSUM' NOVO DA SELEÇÃO


    Ônibus da patrocinadora Volkswagen já será usado pela Seleção em Curitiba, dos dias 21 a 26 de maio
(CBF.com.br) 10/05/2010 17h45

CBF O presidente Ricardo Teixeira, o supervisor Americo Faria, o técnico Dunga e o assistente técnico Jorginho foram os primeiros a conhecer o novo ônibus da Seleção Brasileira, apresentado oficialmente à imprensa nesta segunda-feira.
O ônibus verde e amarelo já estará à disposição do grupo no dia 21 de maio, quando a Seleção se apresenta no Centro de Treinamento do Atlético Paranaense, e levará os jogadores no dia 26 até o aeroporto de Curitiba, de onde a delegação parte para a África do Sul. 
O ônibus da Volkswagen, uma das patrocinadoras da Seleção Brasileira, será usado pelas Seleções principal e de base até a Copa do Mundo de 2014.











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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Morre Orlando Peçanha, titular da seleção campeã mundial em 58

Marcelo Monteiro e Marcos Felipe Rio de Janeiro - Globoesporte.com

Zagueiro foi campeão no Vasco, Boca Juniors e Santos



Titular da seleção brasileira campeã mundial em 58, o ex-jogador Orlando Peçanha faleceu nesta quarta-feira, aos 74 anos, vítima de parada cardíaca em um hospital em Botafogo, na Zona Sul do Rio de Janeiro. 

- Estamos em estado de choque. Foi muito repentino. Ele teve uma pneumonia há pouco tempo, mas melhorou e estava em casa quando passou mal ontem (terça-feira). Ele foi levado para o hospital por um médico amigo da família, mas acabou tendo uma parada cardíaca esta manhã - contou, emocionada, Susy Peçanha, uma das três filhas do ex-jogador, que era casado há 51 anos com Marlene Dias Peçanha.

O corpo de Orlando Peçanha será velado nesta quinta-feira a partir das 10h (de Brasília) no cemitério São João Batista, em Botafogo, também na Zona Sul do Rio. O enterro ocorrerá às 10h de sexta-feira, a tempo das chegadas ao Brasil das filhas Soraia e Sandra, que moram na França e Kuwait, respectivamente.

Campeão em todos os clubes que jogou 


Orlando Peçanha (centro) em ação na final da Copa de 58, entre Brasil e Suécia

Orlando Peçanha de Carvalho nasceu em 20 de setembro de 1935, em Niterói (RJ), e se destacou no Vasco, pelo qual atuou entre 1955 e 60. Pelo clube, chegou à seleção brasileira em 58. No mesmo ano, formou a zaga titular da equipe campeã na Suécia ao lado de Bellini, seu companheiro no clube carioca, atuando em todos os seis jogos da equipe no Mundial.

Com a camisa do Vasco, foi campeão do Rio em 1956 e 58, este o chamado Supersuper Campeonato Carioca.

Em 1960, foi contratado pelo Boca Juniors, onde permaneceu até 1964 e atuou ao lado de outros brasileiros (Dino Sani, Paulinho Valentim e Almir Pernambuquinho). No clube argentino, foi campeão nacional em 62 e 64. Mostrou sua categoria na Argentina, mas a transferência para o exterior acabou impedindo sua convocação para a Copa de 1962, perdendo a chance de ser bicampeão mundial no Chile. Na época, atletas brasileiros que atuavam no exterior não eram convocados para a seleção. 

Voltou ao Brasil em 65, para atuar no Santos. No Alvinegro Praiano, foi campeão paulista em 65 e 67 e da Taça Brasil de 65 . E voltou à seleção brasileira. Aos 31 anos, disputou a Copa do Mundo de 66. No Mundial disputado na Inglaterra, sofreu sua única derrota em 34 partidas pela seleção: 3 a 1 para Portugal, jogo que eliminou o Brasil do torneio.

O zagueiro encerrou a carreira em 1970, no Vasco, aos 35 anos.

Após pendurar as chuteiras, tentou iniciar a carreira de treinador. Mas acabou se destacando por defender os interesses dos técnicos, como presidente da Associação Brasileira de Treinadores de Futebol. 





Orlando Peçanha foi campeão mundial em 58, quando atuava pelo Vasco

Orlando Peçanha

Clubes: Vasco, Boca Juniors e Santos
Títulos por clubes: Campeão carioca em 1956 e 58, campeão argentino em 1962 e 64, campeão paulista em 65 e 67 e da Taça Brasil de 65 (Santos)
Jogos pela seleção brasileira: 34 (25 vitórias, 7 empates e uma derrota)
Títulos pela seleção: Copa do Mundo 1958, Taça Bernardo O'Higgins 1959 e Taça Atlântico 1960.


domingo, 7 de fevereiro de 2010

A trajetória de Dunga na Seleção Brasileira: campeão da Copa América e da Copa das Confederações, invicto

 

Em primeiro lugar nas Eliminatórias, time marcou 107 gols em 52 jogos, com 36 vitórias, 11 empates e 5 derrotas
(CBF.com.br) 29/12/2009 14h12

CBF
Os números são expressivos e traduzem o excelente trabalho de Dunga e da comissão técnica. Desde agosto de 2006, quando Dunga assumiu em um empate em 1 a 1 com a Noruega, em Oslo, o Brasil disputou 52 jogos.

Foram 36 vitórias, 11 empates e cinco derrrotas. O time mostrou-se competitivo e com grande poder de ofensivo - marcou 107 gols e sofreu 37,  com um saldo positivo de 70 gols.

A Seleção Brasileira foi campeã da Copa América de 2007 da Venezuela e campeã invicta da Copa das Confederações 2009 da África do Sul.
Jogador que pode ser apontado com um dos símbolos da Seleção, na sua trajetória de 15 anos com a camisa amarela e de três Copas do Mundo no currículo, Dunga não se intimidou ao aceitar o convite do presidente Ricardo Teixeira para faze o trabalho de renovação que se fazia necessário depois da Copa de 2006. Mesmo sabendo que seria alvo de muitas críticas devido à sua inexperiência como técnico.
- Na primeira conversa com o presidente, ficou claro que eu teria total apoio para realizar o meu trabalho, como aconteceu nos momentos mais difíceis, em que as pessoas falavam as coisas mais absurdas, especulavam  a minha saída, e o presidente me dava apoio e suporte.

O primeiro passo ao assumir foi cercar-se de uma comissão técnica de reconhecida competência em todo o mundo. O tetracampeão Jorginho foi chamado para ser o assistente, e Dunga iniciou o trabalho convicto de que o desafio maior era devolver a credibilidade da Seleção junto ao torcedor.
Para tanto, deixou evidente desde a primeira convocação que, para jogar na Seleção Brasileira, só o talento não bastaria. O jogador teria de mostrar comprometimento com os objetivos traçados - que começaram pela conquista da Copa da América em 2007,  da Copa das Confederações 2009 e a classificação para o Mundial da África do Sul.

- Os jogadores não só entenderam perfeitamente como se engajaram a ponto de eles mesmos não aceitarem alguém que não esteja comprometido com o grupo.

Os jogadores têm  prazer de defender a Seleção, além do compromisso profissional. Mesmo consagrados nos clubes europeus, em que a maioria atua, adotaram uma atitude quer deixou feliz o técnico.

- Enquanto muita gente critica alguns amistosos que a Seleção realiza, os jogadores pedem a marcação de mais partidas. Isso mostra o quanto eles estão empenhados em chegar à Copa do Mundo com um time entrosado.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Personagem Brasileiro - Vavá Seleção Brasileira de 1958 e 1962


Edvaldo Izídio Neto (Recife, 12 de novembro de 1934 — Rio de Janeiro, 19 de janeiro de 2002), conhecido por Vavá e depois apelidado de “peito de aço”, foi bicampeão mundial de futebol nas Copas de 1958 e 1962, foi um dos mais importantes atacantes que a Seleção Brasileira já teve.

Índice

1 Clubes em que jogou
2 História na Seleção Brasileira
3 Títulos



1- Clubes em que jogou
América Futebol Clube do Recife (1948)
Íbis Sport Club (1948)
Sport Club do Recife (1949-1950)
Vasco da Gama-RJ (1951 a 1958)
Atlético de Madrid (Espanha) (1958 a 1961)
Palmeiras-SP (1961 a 1964)
América (México) (1964 a 1965, e 1966 a 1967)
Elche (Espanha) (1965 a 1966)
Toros Naza (México) (1967 a 1968)
San Diego Toros (EUA) (1968 a 1969)
Portuguesa-RJ - (1969 - onde encerrou sua carreira)

2 - História na Seleção Brasileira
Pela Seleção Brasileira: 23 partidas, 19 vitórias, 3 empates, 1 derrota, 14 gols.
Contra Seleções Nacionais: 20 partidas, 16 vitórias, 3 empates, 1 derrota, 14 gols.
Contra Clubes ou Seleções Estaduais: 3 partidas, 3 vitórias
Seleção Olímpica: 3 partidas, 2 vitórias, 1 derrota, 1 gol.
Jogou na Copa do Mundo de 1958 e 1962

3- Títulos
Copa do Mundo (1958 e 1962) - Seleção Brasileira
Campeão Carioca (1956 e 1958) - Vasco
Taça Oswaldo Cruz (1958 e 1962) - Seleção Brasileira
Campeão Paulista (1963) - Palmeiras

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