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sábado, 14 de abril de 2012

REGIÃO SERRANA - Prefeito de Teresópolis, ARLEI ROSA, contrata bufê por R$ 1 milhão, mesmo com várias família desabrigadas na cidade

Com desabrigados, Teresópolis contrata bufê por R$ 1 milhão
Denúncia surge a menos de uma semana da chuva que matou 5 pessoas.
Moradores que tiveram casas destruídas pela chuva estão indignados.

Do G1 RJ



A notícia de que a Prefeitura de Teresópolis, na Região Serrana do Rio, fez uma licitação para gastar R$ 1 milhão com serviço de bufê revoltou os moradores da cidade, que há menos de uma semana foi atingida por um temporal que matou cinco pessoas e deixou quase mil desabrigados. O dinheiro para lanches e refeições não chegou a sair dos cofres públicos, mas a previsão dos gastos provocou reação, como mostrou reportagem do RJTV desta sexta-feira (13).

O resultado da licitação foi divulgado nesta semana. A prefeitura convocou a concorrência e deu detalhes do que queria. Cada um dos 800 almoços com bebidas, sobremesa, dois tipos de carne, saladas, arroz, feijão, farofa e massas, por exemplo, sai por R$ 30. O valor total é de R$ 24 mil.

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Os dez coquetéis para mil pessoas, com salgados, canapés, fruta e bebidas, custam R$ 214.500. A prefeitura ainda faz uma exigência: o refrigerante oferecido deveria ser de primeira linha. Somados, os 17 itens pedidos no edital saem por mais de R$ 1 milhão.

Enquanto Teresópolis prevê gastar R$ 1 milhão com o serviço, moradores seguem desabrigados em escolas públicas. Segundo associação de moradores, a prefeitura diz que não há dinheiro. Num abrigo estão 40 famílias e muitas queixas. “A Defesa Civil interditou tudo, interditou minha igreja, interditou as casas todinhas e a gente está aqui sem saber o que fazer”, disse o pastor Fabiano Ribeiro.

O bairro Vale da Revolta foi um dos mais atingidos no temporal da semana passada: 92 casas estão interditadas, mas ainda há pessoas vivendo nelas. “A gente não tem aluguel social”, explica a moradora Luciana Carreira.

O que diz o prefeito
O prefeito atual é Arlei Rosa, ex-presidente da Câmara de Vereadores, que assumiu o cargo em agosto do ano passado, depois que o então prefeito, Jorge Mário, foi afastado por suspeita de desviar as verbas de recuperação da cidade, destruída pela chuva de janeiro de 2011.

Nesta sexta-feira (13), o prefeito Arlei Rosa disse que na verdade a empresa que ganhou a licitação ofereceu o serviço por R$ 785 mil. E que só não cancelou o contrato por falta de tempo.

“Devido a tudo o que aconteceu, eu estava na rua, ajudando a tragédia, eu nem tive cabeça e nem soube para pedir pra cancelar. Esse dinheiro não foi gasto e eu pretendo não gastar devido ao que a nossa cidade está passando”, disse o prefeito.

Nota da prefeitura
Em nota, a Prefeitura de Teresópolis informa que, "apesar de se tratar de um procedimento de rotina, para atender aos eventos realizados durante todo o ano pelas secretarias municipais, bem como garantir a alimentação dos funcionários municipais que trabalham de plantão em eventos, como carnaval, Festa do Produtor Rural e ChocoSerra, entre outros, está cancelando o registro de preços para coquetel e coffe break realizado no dia 12 de abril, uma vez que o procedimento ainda não foi homologado".

A nota diz ainda que pelo registro de preços, a prefeitura retira e paga somente pelo serviço que utilizar, independentemente do valor total do pregão. Esse registro de preço é feito para que, caso haja algum evento, o serviço possa ser retirado do pregão e efetuado pela empresa vencedora, que apresentou o menor preço, conforme estabelece o Art. 2º do Decreto Municipal 2.970/2002, que diz que "a administração não estará obrigada a adquirir/contratar os materiais/serviços da detentora da ata de registro de preços".

A prefeitura informa que a administração municipal tem pleno respeito e consciência dos últimos acontecimentos no município e sabe como deve ser empregado o dinheiro público



sexta-feira, 9 de abril de 2010

BAHIA/SALVADOR/CHUVAS - Chuva já deixa 48 famílias desabrigadas em Salvador


A forte chuva que castiga Salvador (BA) desde quarta-feira já deixou 48 famílias desabrigadas na capital baiana. As famílias estão alojadas em escolas da cidade ou em casas de amigos e parentes. De acordo com a Defesa Civil, na manhã desta quinta-feira já foram registradas 109 solicitações.
São 19 alagamentos de área, seis ameaças de desabamento de imóvel, 25 ameaças de deslizamento de terra. Onze árvores ameaçam cair, duas árvores caíram, seis muros desabaram, aconteceram 35 deslizamentos de terra, dois galhos de árvore caíram, uma infiltração e um poste ameaça cair.
A Superintendência de Trânsito e Transporte do Salvador (Transalvador) orientou que motoristas evitassem sair com os veículos na manhã desta quinta-feira, já que há "grandes inundações" em vários pontos da cidade por causa da chuva.
A previsão da meteorologia é que a chuva continue durante todo o dia, com possibilidade de trovoadas. O tempo deve melhorar a partir de sábado, mas ainda pode chover no fim de semana em Salvador. A temperatura deve variar entre 24º e 32º C, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Árvore prende casal em casa
Desde o início da madrugada de quarta-feira, uma árvore pendeu sobre uma fiação elétrica próxima ao muro de uma residência e está impossibilitando a saída de um casal de dentro da casa na Região Metropolitana de Salvador. Cerca de 11 mil volts de tensão elétrica estariam passando pelo muro da casa.

 


 

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

13o.Escândalo Brasileiro - Desabamento do Palace II




Palace II foi um edifício residencial. Ficou ele famoso por ser o edifício residencial brasileiro, construído pelo ex-deputado Sérgio Naya, que desabara a 22 de fevereiro de 1998 a despeito de investigações ulteriores terem encontrado em registro, como causa da tragédia um erro estrutural o cálculo (assinado pelo engenheiro responsável) errado para as vigas de sustentação.

O edifício localizava-se na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, RJ.

Índice
1 Antecedentes
2 Primeiro desmoronamento
3 Segundo desmoronamento
4 Implosão
5 Referências


Antecedentes
O edifício Palace II, da Barra da Tijuca, começara a ser construído pela Construtora Sersan, de Sérgio Naya em 1990, com previsão de conclusão da obra para 1995, havendo, no entanto, um atraso[1] na conclusão da obra.

Segundo os moradores, em 1996, o edifício foi interditado pela Defesa Civil após ter morrido um operário ao cair no fosso do elevador, que apresentava defeito[1].

A construtora já havia sido processada quatro vezes em virtude da má construção do prédio, que não havia recebido o habite-se da prefeitura[1].

Primeiro desmoronamento
O primeiro desmoronamento ocorreu às 3 horas do dia 22 de fevereiro de 1998[2], quando as colunas 1 e 2 do edifício, onde havia 44 apartamentos, desabaram[1]. Oito pessoas morreram como resultado do incidente.

Em 24 de fevereiro, a prefeitura anunciou que a implosão do edifício ocorreria dentro de cinco dias[1].

Segundo desmoronamento
O segundo desmoronamento ocorreu pouco antes das 13 horas do dia 27 de fevereiro de 1998. Trinta minutos antes do desmoronamento, o laudo técnico recomendava que os moradores voltassem ao edifício para recuperar seus bens, quando uma inexplicável coluna d'água irrompe da cobertura do vigésimo terceiro andar com toneladas de água. Não foi assentado se havia ou não uma piscina nessa lage como mostra a foto, no entanto, assume-se que a caixa d'água teria sido drenada por razões de segurança antes do ingresso de técnicos na instalação dos explosivos para a implosão.


Outra explicação para esse segundo desabamento é que os técnicos da implosão, preocupados em não incomodar os vizinhos, teriam pré instalado uma grande quantidade de água na lage das coberturas para que na hora da implosão liberasse o mínimo de material particulado na atmosfera, providência essa que teria sobrecarregado o limite de resistência da estrutura fazendo, parte dela, ruir antes mesmo da implosão, mas essa possibilidade foi logo descartada.

Vinte e dois apartamentos foram destruídos nessa segunda queda[3].

Implosão
Ocorreu às 12h do dia 28 de fevereiro de 1998[4]. A implosão foi feita pela empresa CDI Implosões e transmitida ao vivo para todo o Brasil pela televisão.

Referências
↑ 1,0 1,1 1,2 1,3 1,4 Correio do Povo - Coluna de apartamentos cai no Rio (23/02/1998)
↑ Agência Brasil - Dez anos após desabamento de edifício no Rio, moradores aguardam indenização (21/02/2008)
↑ Correio do Povo - Mais um desabamento no prédio (28/02/1998)
↑ Correio do Povo - Implosão do Palace será ao meio-dia (28/02/1998)
Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Palace_II"






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sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Sobe para 34, o número de mortos pela chuva no Rio e na Baixada

foto da Pousada Sankay


deu no JBONLINE:

RIO - Subiu para 36 o número de mortos em consequência da chuva dos últimos dias no estado do Rio. Ontem à noite, o número de vítimas era de 19. Porém, nesta sexta-feira, morreu no Hospital Salgado Filho, no Méier, a menina Mariana Moraes, de 3 anos, que tinha sido resgatada dos escombros da casa em que morava, na Rua Marechal Alencastro, em Cascadura. Mariana tinha várias fraturas pelo corpo. O seu estado de saúde agravou-se durante a madrugada.

No desabamento da residência, morreu o pai da criança, Mário Jorge Moraes, de 49 anos, e a mãe, Diana Martins.

E esta madrugada, uma encosta deslizou na praia do Bananal, na Ilha Grande, em Angra dos Reis, soterrando a pousada Sankay. Até agora, já foram encontrados 11 corpos. Cinco pessoas estão gravemente feridas.

O prefeito de Angra, Tuca Jordão, o vice-governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, e o secretário estadual de Saúde e Defesa Civil, Sérgio Côrtes, acompanham os trabalhos na Praia do Bananal.

Outras cinco pessoas de uma mesma família morreram em um desabamento no Morro da Carioca, região central de Angra.






Sobe para 19, o número de mortos pela chuva no Rio e na Baixada

Atualizando.





quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Sobe para dez número de mortos pela chuva no Rio e na Baixada

deu no g1:

Segundo Defesa Civil de Caxias, criança de 7 anos morreu em Gramacho.
Rio e Magé também tiveram vítimas em decorrencia de desabamentos.


Uma criança de 7 anos morreu em Jardim Gramacho, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, em decorrência dos estragos causados pela chuva na manhã desta quinta-feira (31). Com isso, sobe para dez o número de vítimas no estado.


Segundo a Defesa Civil do município, os rios Saracuruna, Sarapuí e Capivari transbordaram e deixaram 192 pessoas desabrigadas. Os bairros mais atingidos foram Imbariê, Pilar, Via Rosdário e Campos Elíseos.


Cascadura

Ainda nesta manhã, a coordenadoria de Defesa Civil confirmou a morte de mais outras duas pessoas no Rio de Janeiro. Elas estavam soterradas numa casa na Rua Lancaster, em Cascadura, no subúrbio . Uma pessoa foi resgatada com vida. Com isso, sobe para nove o número de mortes em todo o Grande Rio.

A prefeitura do Rio emitiu, à 1h50 desta quinta, um alerta sobre a possibilidade de deslizamentos de terra em encostas e morros de três regiões diferentes da cidade: zonas Norte, Centro e Oeste (Jacarepaguá e Barra da Tijuca), em razão da chuva acumulada nas últimas horas e da previsão de mais chuva para a véspera do Ano Novo.


Jacarepaguá

Os bombeiros resgataram com vida, na madrugada desta quinta, apenas uma pessoa das cinco pessoas de uma mesma família soterradas em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio. Quatro morreram: um adulto, duas jovens e uma criança.

Segundo os bombeiros, a sobrevivente foi identificada como Elisa Marinho Ribeiro da Silva, de 38 anos, mãe das duas jovens e da criança. Os demais soterrados foram encontrados mortos. São eles: Isabela Ribeiro Marinho, de 18 anos, Elisangela Ribeiro Marinho, 22, e João Pedro, de apenas 3 anos, além de um adulto identificado como Vladimir, que seria o padrasto.

Segundo o coronel Sérgio Simões, comandante da Defesa Civil do município, a mulher foi levada para um hospital da região. O desabamento aconteceu por volta de 22h na comunidade São Sebastião, na Praça Seca.

Morro do Sapê

Duas crianças de uma mesma família ficaram soterradas no desabamento de uma casa no Morro do Sapê, em Irajá, subúrbio do Rio. Segundo a Defesa Civil, uma delas não resistiu aos ferimentos e morreu.

No momento do acidente, as crianças estavam em casa com a família. Elas foram socorridas pelos próprios familiares e levadas para uma clínica próximo ao local.



Magé

Bombeiros identificaram como Jéssica Souza Martins, de 12 anos, a vítima de um desabamento causado pelo deslizamento de terra que ocorreu no distrito de Piabetá, no município de Magé, na Baixada Fluminense, na tarde de quarta-feira.

Uma outra criança, de 9 anos, foi levada com vida pelos bombeiros para o Hospital Fragoso. O outro morto é um homem.


Barreiras em estradas

A forte chuva que cai sobre o Rio de Janeiro provocou deslizamento de barreiras em algumas estradas do estado. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), houve deslizamentos de terra na Rio-Santos, na altura de Angra dos Reis, no Litoral Sul, e na BR-040, no trecho Rio-Juiz de Fora, na Serra de Petrópolis, que opera em meia pista. Na madrugada desta quinta-feira (31), sete pessoas morreram em desabamentos na região do Grande Rio.

De acordo com a PRF, não houve feridos em nenhum dos deslizamentos nas estradas. A Rio-Santos, que teve problemas no quilômetro 476, já foi liberada.