Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro disse Dom Pedro II
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segunda-feira, 23 de abril de 2012

DESCIDADANIA NO RIO - Carro de seguradora impede passagem de cadeirante na Tijuca

No Centro do Rio, picape da Defesa Civil estaciona em vaga destinada a Pessoas com Necessidades Especiais.
Bernardo Barbosa, com os leitores Eduardo Mayr e Roberto Maciel
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Carro da Porto Seguro obstrui passagem na Rua Pereira Nunes, na Tijuca
Foto do leitor Eduardo Mayr / Eu-Repórter


RIO
- Apesar de manter no Facebook uma página em defesa de um trânsito mais gentil, a seguradora Porto Seguro demonstrou justamente o contrário no último dia 5, na Rua Pereira Nunes, na Tijuca, Zona Norte carioca. Estacionado sobre a calçada, um carro da companhia barrava a passagem de pedestres, como mostra o flagrante do leitor Eduardo Mayr. A foto, bastante divulgada nas redes sociais durante o mês de abril, mostra Thiago, amigo de Mayr, impedido de seguir adiante em sua cadeira de rodas.

“Após almoço na rua Pereira Nunes, encontramos esse carro da Porto Seguro quase que bloqueando completamente a estreita calçada. Nossa solução (dois cadeirantes): pedir ajuda para passar pela rua, que tem um tráfego pesado. Motoristas precisando de orientação e educação. Observação: o carro lá permaneceu por pelo menos uma hora”, relatou Mayr ao postar a imagem na página da Porto Seguro no Facebook.

Presidente da Associação Brasileira de Rúgbi em Cadeira de Rodas, Mayr conta que a má educação de motoristas não é o único problema que enfrenta nas ruas da Tijuca:

- O bairro é horrível para cadeirantes. Sempre há obstáculos, mesmo quando não há carros na calçada. Vejo muitos estabelecimentos sem nenhuma rampa. Isso tudo, fora o desrespeito a vagas destinadas a deficientes físicos.

O leitor também lembra que os problemas com as condições das calçadas e o estacionamento irregular sobre o passeio não são problemas novos na Tijuca:

- Quando minha filha de 8 anos era pequena, tinha que desviar pela rua para empurrar o carrinho de bebê. Agora, com a minha cadeira de rodas, tenho que fazer a mesma coisa - explica Mayr, que se acidentou em um mergulho em águas rasas há seis anos.

Em nota sobre o ocorrido, Julio Melo, ouvidor da Porto Seguro, diz que a empresa busca “atender questionamentos, dúvidas, críticas e sugestões para que as pendências sejam resolvidas o mais rapidamente possível e a contento de todos.” Segundo Melo, o objetivo da seguradora é “solucionar problemas com agilidade e, dessa forma, utilizar essa experiência para aprimorar processos e procedimentos. Procuramos disseminar também por todas as áreas, colaboradores e prestadores o genuíno interesse por prestar serviços de qualidade e oferecer soluções adequadas aos corretores, segurados e clientes em geral.”

Ainda de acordo com a nota, “o cidadão tem ganhado cada vez mais consciência de seu peso e seu papel na sociedade, procurando ser atendido de acordo com seus direitos e cobrando adequadamente os deveres das organizações.” Segundo Melo, a Porto Seguro acredita que “esse processo faz parte do amadurecimento da sociedade, e que assim evoluiremos, enquanto profissionais, consumidores e cidadãos.”

No Centro, carro da Defesa Civil dá mau exemplo
A invasão de vagas para deficientes citadas por Eduardo Mayr foi flagrada na quarta-feira (18) por outro leitor, Roberto Maciel, no Centro do Rio. Na Rua Senador Dantas, uma picape da Defesa Civil ocupava justamente o espaço destinado a veículos de cadeirantes.

A secretaria estadual de Defesa Civil e Corpo de Bombeiros se comprometeu a abrir procedimento administrativo “para apurar o motivo de a viatura estacionar em local inadequado e quem era o condutor da mesma. Caso se confirme a irregularidade no procedimento do motorista, o mesmo será submetido às sanções administrativas cabíveis.”

Só em abril, o Eu-Repórter publicou outros dois flagrantes de desrespeito à circulação de pessoas com alguma deficiência pela cidade. No bairro de Santíssimo, uma rampa foi construída em apenas um lado de uma calçada da Avenida de Santa Cruz - após a denúncia do leitor Paulo Cesar da Costa, a denúncia foi corrigida. No Centro, dias antes da instalação do BRS da pista lateral da Presidente Vargas, uma placa que indicava linhas de ônibus foi instalada sobre o piso tátil, que serve de guia para deficientes visuais.



Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/eu-reporter/carro-de-seguradora-impede-passagem-de-cadeirante-na-tijuca-4710388#ixzz1sq6I28y8

terça-feira, 3 de abril de 2012

RISCO NA TIJUCA - Fio desencapado na rua é um perigo para pedestres

Risco a pedestres na Tijuca

Por Nalu Machado

Rio - Seja um reparo malfeito ou a sobra de um ‘gato’ de luz abandonado, este fio desencapado é um risco a pedestres na esquina das ruas General Roca e Barão de Mesquita, uma das mais movimentadas da Tijuca, denuncia Nalu Machado. “É um perigo um fio desse num chão molhado”, preocupa-se a leitora.

Foto: Leitora Nalu Machado
Foto: Leitora Nalu Machado

 
    Fonte O Dia

terça-feira, 27 de março de 2012

TERROR NA TIJUCA - Quatro bandidos de uma quadrilha invadiram ontem, por volta das 6h, um supermercado e uma academia


Ex-funcionários do supermercado assaltado na Tijuca são procurados pela polícia


POR Angélica Fernandes


Rio
- Quatro bandidos de uma quadrilha invadiram ontem, por volta das 6h, um supermercado e uma academia na Rua Conde de Bonfim, na Tijuca. Funcionários e alunos foram mantidos reféns por cerca de 20 minutos. A polícia foi acionada e houve perseguição e tiroteio, levando pânico a moradores, motoristas e pedestres. Os quatro criminosos foram presos e os objetos roubados das 25 vítimas, recuperados.

Os bandidos entraram armados no supermercado Extra pela porta dos funcionários, na entrada lateral. Bem vestidos, anunciaram o assalto perguntando onde ficava o cofre. “Levei um susto. Eles disseram que não iriam fazer nada com a gente e que só queriam o dinheiro do final de semana do mercado”, relatou funcionária que não quis se identificar. O mercado abriria às 7h e havia ao menos 15 empregados na loja.

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PM recuperou diversos celulares roubados | Foto: Severino Silva / Agência O Dia

A Academia By Fit, que fica no segundo andar, tinha acabado de abrir. “Acho que eles não sabiam que funcionava uma academia. Eles rendiam quem subia pelo elevador e roubavam o celular para que ninguém chamasse a polícia”, contou a aluna Aline Santamgelo Vargas, 36, que teve o aparelho roubado. “Um sacou a arma. Quando cheguei, eles me deram bom dia e pediram para eu sentar no chão”, relatou funcionária da academia.

A polícia foi acionada dez minutos após a entrada dos bandidos por funcionário do supermercado que ficou do lado de fora. Quando os agentes chegaram, se depararam com os criminosos tentando fugir em um carro roubado. Após perseguição, os quatro desceram no Largo da Segunda-feira e atiraram em direção aos policiais. “Ouvi uns 40 disparos. Os bandidos já abriram a porta do carro atirando. Morri de medo e tranquei a porta do edifício”, contou um porteiro.

Ex-funcionários procurados
Três armas e munições foram apreendidas, e 25 celulares roubados, recuperados. Os bandidos tinham passagem por roubo. Segundo Roberto Gomes Nunes, delegado da 19º DP (Tijuca), a quadrilha é da Baixada. “Procuramos dois suspeitos de serem informantes da quadrilha, ex-funcionários do mercado”, diz Nunes. Os presos responderão por formação de quadrilha e roubo, podendo pegar de 8 a 20 anos.

PM prendeu três bandidos que assaltaram mercado | Foto: Severino Silva / Agência O Dia

Dois suspeitos foram feridos na perseguição
Três criminosos foram presos na Rua Haddock Lobo, dois feridos. Jorge Fernando Salles, 48 anos, estava na garagem do Hotel Bariloche; José de Arimatéia Araújo, 42, em edifício comercial e Luciano Cavalcanti, 37, embaixo de um carro na rua. Sidney Victorio Amaral, 40, fugiu, mas foi preso nove horas depois, em Marechal Hermes, graças ao GPS do celular de vítima. Ele é foragido.



Fonte O Dia

sábado, 18 de fevereiro de 2012

IMPERÍCIA NO RIO - Centro Radioterápico na Tijuca, é interditado

Rio - A Vigilância Sanitária Estadual, em conjunto com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) interditaram ontem o serviço de radioterapia do Centro Radioterápico San Peregrino, que funciona na Tijuca.

Centro radioterápico interditado funciona dentro de hospital da Tijuca | Foto: Reprodução
Centro radioterápico interditado funciona dentro de hospital da Tijuca | Foto: Reprodução
A decisão foi tomada após duas inspeções da Vigilância Estadual e de as autoridades tomarem conhecimento pela imprensa de que o serviço foi responsável por queimaduras graves na paciente Maria Eduarda Rosa, de 7 anos. Em casos como estes, é obrigação da instituição informar a estes órgãos o ocorrido, o que não aconteceu.
A fim de não interromper o tratamento de pacientes agendados para os próximos dias, ficou acordado com os responsáveis pelo Centro Radioterápico San Peregrino que será feita a transferência dessas pessoas para outras unidades do mesmo grupo, pelo período que a interdição estiver em vigor.
O relatório da insperção será concluído na próxima semana após analise da documenação disponível.

 Fonte O Dia
   

sábado, 11 de fevereiro de 2012

BUEIROS VOADORES - Centro e Tijuca concentram a maioria dos bueiros #EutenhooMeuBueiro

Centro e Tijuca concentram bueiros-bomba
Bairros apresentaram o maior número de galerias à beira da explosão. Segunda, vistoria volta a ser feita só pela Light e CEG
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POR Christina Nascimento
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Rio - O Centro e a Tijuca são os bairros, de uma lista de 28, com o maior número de bueiros-bomba na cidade. O resultado consta em um relatório feito pela prefeitura durante seis meses de fiscalização. Nesse período, foram realizadas 40.320 vistorias, que apontaram 314 bueiros com alto risco de explosão.
A partir de segunda-feira, o Município deixa de fazer o monitoramento e devolve essa responsabilidade à Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do Estado do Rio (Agenersa). A agência vai acompanhar o trabalho de vistoria, que deixará de ser feito por equipe contratada pela prefeitura e passará para a Light e CEG, as donas das galerias. Segundo o secretário municipal de Conservação, Carlos Roberto Osório, as empresas terão que enviar à prefeitura relatórios semanais sobre as inspeções.
“Estamos devolvendo a responsabilidade a quem é de direito. O trabalho preventivo justifica a redução de explosões nesses seis meses. Não há como ter garantia de 100%. Mas a chance de novos acidentes diminuiu bastante”, afirmou Osório.
O monitoramento será realizado por funcionários da Light e CEG que acompanhavam os técnicos da Concremat, empresa contratada pela prefeitura para fazer as medições do nível de explosividade. Serão quatro turmas, devendo cada uma vistoriar, no mínimo, 100 caixas por dia, totalizando a vistoria de 400 caixas diariamente.
Se for constatado índice de explosividade igual ou maior que 80%, CEG e Light devem enviar equipe ao local em até duas horas. Caso seja detectada a presença de gás canalizado, a CEG deverá consertar o problema rapidamente, monitorar o local e enviar a cada 48 horas para a Agenersa relatório detalhado sobre a situação.

Vias de risco
A vistoria em galerias subterrâneas feita pela Prefeitura do Rio mostrou quais são as ruas de cada bairro da cidade com maior número de bueiros com alto risco de explosão.
Centro: 155
Avenida Treze de Maio, Rua Primeiro de Março e Rua Mem de Sá
Tijuca: 49
Rua Conde de Bonfim e Rua Bom Pastor
Copacabana: 41
Avenida Nossa Senhora de Copacabana e Avenida Barata Ribeiro
Botafogo: 21
Praia de Botafogo e Rua da Passagem
Laranjeiras: 14
Rua das Laranjeiras e Rua Pinheiro Machado
Flamengo: 12
Rua Senador Vergueiro e Rua Silveira Martins também

Fonte O Dia

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

CIDADANIA - Professora aposentada recupera canteiros na Afonso Pena

Inspirada pela arte, Ana Garro resolveu agir contra o lixo acumulado nas plantas
Marco Grillo
 

A PROFESSORA aposentada Ana Garro é apaixonada por arte e pelo Flamengo Eduardo Naddar / O GLOBO

Do gosto pela pintura, a professora aposentada Ana Garro importou a ideia de trazer um pouco de arte para os canteiros da Rua Afonso Pena, na Tijuca. Desde que saiu das salas de aula, ela adotou tintas e telas como hobby. Há um mês, resolveu agir fora de casa.

Quem passa pelo quarteirão da Afonso Pena, entre as ruas Haddock Lobo e Doutor Satamini, pode ler mensagens sobre a preservação da Natureza e pedidos para que as pessoas não joguem lixo no chão, além de observar diversos enfeites natalinos. Segundo Ana, a relação com a decoração e as artes plásticas vem da infância:

— Meu pai era um desenhista fantástico. Essa convivência me inspirou.

Enquanto trabalhava nos canteiros, a ex-professora conta que recebeu diversos elogios. A iniciativa foi encarada com simpatia pelos moradores da região.

— É uma professora aposentada que está dando um bom exemplo de educação. A destruição de árvores é terrível no Rio — destaca o jornalista aposentado Luiz Carlos de Souza, morador da região.

Quando não está cuidando dos canteiros, Ana segue uma rotina agitada. Faz ginástica diariamente e também encontra espaço para curtir uma paixão que divide com o filho e o neto: o Flamengo. Foi ao Engenhão no início de novembro e viu a goleada de 5 a 1 do rubro-negro sobre o Cruzeiro. A explicação para tanta vitalidade está na ponta da língua.

— Depois dos 70 anos, a gente tem uma outra visão da vida. Não quero ficar na cadeira de balanço — afirma Ana

Fonte o Globo Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/zona-norte/professora-aposentada-recupera-canteiros-na-afonso-pena-3387375#ixzz1fwGz8zVA

domingo, 27 de novembro de 2011

InSEGURANÇA NO RIO - Carros são incendiados na Tijuca

A madrugada deste domingo na Tijuca começou quente. Cinco carros foram incendiados na Rua Barão de Mesquita, na Tijuca. De acordo com testemunhas, por volta das 3h, um homem jogou coquetéis molotov em dois trechos da rua, separados por 50 metros, na altura da Rua Barão de Itaipu, o que provocou o fogo nos automóveis, que estavam estacionados.

No primeiro ataque, um Palio ficou completamete destruído. Outros dois Corsas também foram atingidos pelas chamas, mas apenas parcialmente. Para que os caminhões do Corpo de Bombeiros pudessem atender à ocorrência, a Barão de Mesquita chegou a ficar interditada no trecho. No segundo ponto atingido pelo incendiário, um Siena e um Monza ficaram destruídos. Uma comerciante que mora em Minas Gerais e é dona do Siena conta o susto que levou:

— Acordei de madrugada com o meu carro pegando fogo. Não faço ideia sobre o que motivou esse incêndio. Vim sábado para o Rio visitar meus parentes na Tijuca e iria embora neste domingo, se não fosse esse prejuízo agora. Não tinha seguro no carro. Fui nascida e criada aqui, mas me mudei para Minas há quatro anos, entre outros motivos, por causa da violência na cidade.

A pedagoga Anne Caroline Rubim havia estacionado o Corsa para visitar o namorado no prédio em frente:

— Não consigo entender o que ocorreu. Nem moro na Tijuca.

O caso foi registrado na 20ª DP (Vila Isabel)

Fonte EXTRA Leia mais: http://extra.globo.com/casos-de-policia/carros-sao-incendiados-na-tijuca-3333651.html#ixzz1eu8CcaRa

sábado, 26 de novembro de 2011

VEM CHEGADO O VERAO - Rio só reassentou 15% de famílias

Rio só reassentou 15% de famílias que moram em áreas de risco
Registro é feito quase um ano depois de mapeamento

POR
Emanuel Alencar
 

O gari Gustavo dos Santos no segundo andar de sua casa: construções continuam subindo apesar de estarem em área de risco Domingos Peixoto / O Globo
RIO - A dona de casa Maria das Graças Ferreira, de 49 anos, e o vigia Joseval Martins Ferreira, de 54, vivem numa casa de dois quartos, a poucos metros de onde, há um ano e oito meses, quatro pessoas morreram soterradas. Dizem ter a exata noção do perigo de morar num local de altíssimo risco de deslizamento. Mas argumentam que, sem alternativa, não pretendem deixar o Morro da Chacrinha, na Tijuca, que integra o Complexo do Turano, área pacificada desde setembro de 2010. A situação do casal é a mesma de 1.345 famílias de nove favelas que têm 100% de seus domicílios em área de alta probabilidade de desmoronamento. Quase um ano depois do diagnóstico feito pela GEO-RIO, a prefeitura informa que apenas 200 famílias — todas na Chacrinha — foram reassentadas, o que representa 14,8% do total.
A prefeitura diz que ainda não concluiu os estudos que apontarão se reassentará todas essas pessoas ou se vai optar por obras de contenção de encostas. Além da Chacrinha, que ainda teria 110 casas em situação de perigo, outras comunidades, como a Favela da Matinha, vizinha à Rocinha, vivem drama semelhante.

No levantamento, feito em dezembro de 2010 pela GEO-RIO, completam a lista o Sítio do Pai João, no Itanhangá (340 casas em situação de extremo perigo); o Morro da Cotia, no Lins (210); a Travessa Antonina, na Praça Seca (175); o Morro da Bacia, no Engenho Novo (120); o Morro do Rato, no Estácio (65); a Rua Mira, em Olaria (75) e o Morro do Bananal, na Tijuca (30).

Só cinco das nove favelas têm sirenes
Às vésperas do período das fortes chuvas, obras de contenção de encostas nessas comunidades não estão descartadas. Mas, até o momento, cinco dessas favelas — Pai João, Chacrinha, Cotia, Travessa Antonina e Bacia — só estão dotadas de sistemas de alerta de chuvas. Sirenes soam quando há possibilidade de temporais. As outras quatro devem receber o sistema em 2012, de acordo com a Secretaria de Saúde e Defesa Civil do município.

Morador da Chacrinha, o gari Gustavo dos Santos, de 38 anos, diz que ainda não foi notificado pela prefeitura sobre a necessidade deixar sua casa, erguida em área de risco.

— Até hoje não me procuraram. Até fizeram algumas obras de contenção de encostas, mas muito pouco em relação ao tamanho do problema. Eles demoliram umas dez casas — conta o pernambucano, que mora com os dois filhos e a mulher numa casa que está sendo ampliada. — O tempo vira e eu já fico apreensivo. Sei dos riscos e toparia sair. Mas querer nos mandar para Campo Grande é brincadeira.

Morando na mesma casa há 27 anos, Maria das Graças não enxerga vantagens em sair da Chacrinha e ir para um apartamento em Senador Camará, na Zona Oeste. Ela alega que o bairro, onde a prefeitura propõe que seja feito o reassentamento, é cenário de guerra entre facções criminosas pelo controle do tráfico de drogas. Mesmo com infraestrutura precária — o esgoto corre pelo quintal — ela reluta em sair da Tijuca.

— Vamos sair daqui e ir para uma área controlada por milicianos? Não vale a pena. Aqui muita gente ficou sem aluguel social e voltou a ocupar áreas de risco. Minha cunhada mesmo saiu quando houve a tragédia e acabou voltando — conta Maria das Graças.

A tragédia a que a dona de casa se refere foi a morte de quatro pessoas, na localidade conhecida como Pedacinho do Céu, parte mais alta da favela, em abril de 2010. Numa madrugada de temporal, um barranco soterrou a casa em que moravam. Foram as mesmas chuvas que, à época, causaram a morte de mais de 250 pessoas em todo o estado — sendo 47 apenas no desabamento do Morro do Bumba, em Niterói.
Hoje, famílias continuam morando no Pedacinho do Céu. E mais: muitos imóveis condenados estão sendo negociados. Ao percorrer vielas da Chacrinha, na quinta-feira, o GLOBO observou pelo menos quatro anúncios de venda de casas nas áreas de risco. Um mercado informal inflacionado com a instalação da Unidade de Polícia Pacificadora, há 14 meses. O aluguel de uma casa simples de um quarto, contam moradores, não sai por menos de R$ 200. Moradores contestam os números da prefeitura e dizem que apenas dez casas foram demolidas nos últimos meses.

— Perdi tudo no deslizamento e reconstruí minha vida aqui na comunidade — comenta a desempregada Inês de Brito, de 40 anos, que recebe aluguel social, mas continua morando na favela.

Casas são vendidas nas áreas de risco
Nascido e criado no Pedacinho do Céu, o aposentado de obras Sebastião Francisco de Paula, de 60 anos, ainda mora em área condenada. O aviso de que ele deve sair se resume a uma inscrição na parede ao lado do tanque. Em tinta azul, as iniciais "SMH", de Secretaria municipal de Habitação, lembram sobre o perigo.

— O apartamento do Minha Casa Minha Vida está para sair há um tempão e nada. Para a prefeitura, o Pedacinho do Céu não existe mais. Mas para quem mora, ele existe sim — diz Sebastião, mostrando a casa de dois quartos amplos, com vista da Grande Tijuca. — Tenho uma família numerosa. Não cabe todo mundo num apartamento.

A prefeitura argumenta que a sua prioridade é trabalhar com contenção de encostas e que, nos últimos três anos, investiu R$ 230 milhões nessas intervenções. Nos oito anos anteriores, de 2001 a 2008, foram investidos R$ 83 milhões, acrescentou a assessoria do município. Na Chacrinha, a estimativa do governo é de que, em três meses, as demais famílias já tenham sido reassentadas.

A prefeitura acrescenta que, desde 2009, já reassentou 14 mil pessoas que estavam em áreas de risco. Elas foram beneficiadas pelo Minha Casa Minha Vida, do governo federal, ou pelo programa de compra assistida (que é mantido até que a família adquira um imóvel pelo programa federal). Outras opções são o pagamento de aluguel social — no qual a prefeitura custeia R$ 400 por mês aos desabrigados, que escolhem um lugar seguro para morar — ou indenização, mediante análise do valor do imóvel condenado.

A promessa da prefeitura de reassentar famílias da Chacrinha é antiga. Em maio de 2010, a secretaria municipal de Habitação anunciou que haveria a retirada de casas das localidades Pedacinho do Céu e Pantanal.

Fonte O GLobo Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/rio-so-reassentou-15-de-familias-que-moram-em-areas-de-risco-3328012#ixzz1eo6MTnZq 

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

InSEGURANÇA NO RIO - Ex-PM acusado de matar João Roberto será julgado nesta quinta (Relembre o caso)

Carro onde menino estava foi alvejado por policiais militares em 2008.
Acusados alegaram que confundiram o veículo com o de suspeitos.

Do G1 RJ  

Menino João Roberto foi morto em julho de 2008
(Foto: Reprodução/TV Globo)

Começa nesta quinta-feira (24) o julgamento de um dos ex-PMs acusados de matar o menino João Roberto Soares, morto a tiros por policiais dentro do carro onde estava com a mãe, na Tijuca, Zona Norte do Rio, em 2008.

O julgamento está marcado para 13h no 2º Tribunal do Júri, no Centro.

Relembre o caso João Roberto, na época com 3 anos, foi baleado dentro do carro da mãe, na noite do dia 6 de julho de 2008, na Rua General Espírito Santo Cardoso. A advogada Alessandra Amorim Soares voltava para casa com João e o irmão dele Vinícius, então com 9 meses, quando parou seu carro para dar passagem a uma patrulha da PM.

Os policiais disseram, na época, que teriam confundido o carro de Alessandra com o carro de criminosos que estavam perseguindo e atiraram.

Indenização Em agosto, o Tribunal de Justiça condenou o estado do Rio de Janeiro a pagar indenização de R$ 900 mil por danos morais à família do menino João Roberto. Na época, apesar de caber recurso, o governo anunciou que não ía recorrer da decisão.
A ação tem como autores os pai do menino, o irmão e as avós. De acordo com a sentença, os pais de João Roberto receberão R$ 400 mil cada, o irmão R$ 25 mil, a avó paterna R$ 50 mil e a avó materna R$ 25 mil. A família também será ressarcida das despesas com o funeral e os pais do menino receberão pensão do Estado.

Ação dos policiais causou a morte do menino, diz juíza De acordo com a juíza, Maria Paula Gouvêa Galhardo, da 4ª Vara da Fazenda Pública da Capital, "inegável, na hipótese, que o filho, neto e irmão dos autores faleceu em razão da ação direta dos agentes públicos, policiais militares”, afirmou a juíza na sentença. Para ela, ficou comprovado que a ação dos policiais causou a morte de João Roberto.

A juíza lembrou ainda que as próprias autoridades do Estado, o governador e o secretário de Segurança Pública do Rio, admitiram a culpa dos PMs, chegando a pedir desculpas publicamente. “Evidente o dano moral suportado pelos autores diante da perda brusca e violenta do filho, irmão e neto”, destacou.

De acordo com a Polícia Militar, os policiais estavam numa ocorrência, participando de um cerco na Rua Uruguai. Houve uma sequência de roubos praticados por três ou quatro indivíduos que ocupavam um Fiat Stilo preto. Na fuga, os suspeitos se defrontaram com os PMs na Rua Uruguai.

Três dias após a morte do menino, o governador Sérgio Cabral declarou que os dois policiais militares envolvidos na morte da criança tinham sido expulsos da corporação.

Primeira sentença anulada Segundo o TJ-RJ, os dois policiais militares acusados da morte de João Roberto respondem à ação penal no 2º Tribunal do Júri da Capital. Em 11 de dezembro de 2008, o primeiro a ser julgado, foi condenado a sete meses de detenção, em regime inicial aberto, pelo crime de lesão corporal leve praticado contra a mãe do menino, ferida por estilhaços do vidro do carro, e de seu outro filho Vinícius, que sofreu lesão no ouvido em decorrência do tiroteio.

Os jurados entenderam que o réu, que é primário e tem bons antecedentes, estava estritamente no cumprimento do seu dever legal. Ainda foi concedido ao PM a suspensão da pena pelo prazo de dois anos e durante um ano ele prestaria serviços à comunidade, sete horas por semana. O Ministério Público recorreu e, em 28 de julho de 2009, a 7ª Câmara Criminal, por maioria dos votos, anulou a sentença e determinou que o acusado fosse levado a novo julgamento pelo Tribunal do Júri, informou o TJ.

O outro denunciado recorreu da sentença de pronúncia. Com isso, o seu processo foi desmembrado

 Fonte G1 http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2011/11/ex-pm-acusado-de-matar-joao-roberto-sera-julgado-nesta-quinta.html?utm_source=dlvr.it&utm_medium=twitter

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

InSEGURANÇA NO RIO - Policial do Batalhão de Choque é assassinado na Tijuca

Gabriel Mascarenhas - O Globo  
O corpo de um policial militar do Batalhão de Choque foi encontrado, com marcas de tiros, na Rua Ferreira Pontes, altura do número 32, na Tijuca, Zona Norte, por volta das 3h30m desta quarta-feira. Ao lado dele, havia uma granada que não explodiu. A polícia ainda não tem informações sobre o autor dos disparos, nem se o policial foi vítima de uma tentativa de assalto ou executado. Agentes do Esquadrão Antibombas estão no local.

Leia mais: http://extra.globo.com/casos-de-policia/policial-do-batalhao-de-choque-assassinado-na-tijuca-3247841.html#ixzz1drUkTMaH






sexta-feira, 4 de novembro de 2011

BURACOS NA TIJUCA - Buraco aparece em rua na Tijuca 15 dias após passagem da Operação Asfalto Liso

O Globo, com a colaboração do leitor Carlos Molina



RIO - Para manter o asfalto liso no Rio, não basta fazer a obra, tem que fiscalizar. Quinze dias após as obras de recapeamento na Rua Haddock Lobo, na Tijuca, um reparo feito pela Cedae deixou um buraco no meio da via, como mostra o leitor Carlos Molina. A Secretaria Municipal de Conservação e Serviços Públicos notificou a empresa estadual a reparar o asfalto da rua.

A Secretaria Municipal de Obras nega que o buraco fotografado pelo leitor seja fruto de falhas na pavimentação. Segundo a SMO, a crateria teria sido aberta por uma concessionária, que a Conservação revelou ser a Cedae. Após duas semanas da execução do serviço no asfalto, a fiscalização e manutenção da via torna-se uma atribuição da Seconserva, e não mais da secretaria de Obras.

RELEMBRE:Asfalto continua desnivelado na Tijuca mesmo após obras da prefeitura

OUTRO PONTO:Após asfalto liso, calombos voltam às pistas da Avenida Presidente Vargas


A fiscalização posterior ao recapeamento das ruas é uma das principais falhas da Operação Asfalto Liso, segundo Antonio Eulalio, engenheiro civil e conselheiro do Crea-RJ. Apesar disso, ele avalia positivamente o programa municipal, principalmente na elevação de bueiros e no uso de placas de concreto armado nos pontos de ônibus:

- O que vemos são problemas pontuais, que poderiam ser resolvidos com fiscalização atuante. No caso, como existe em todo o contrato uma garantia dos serviços executados por um prazo determinado, caberia à prefeitura exigir da construtora o reparo no local

Fonte O Globo  http://oglobo.globo.com/participe/mat/2011/11/03/buraco-aparece-em-rua-na-tijuca-15-dias-apos-passagem-da-operacao-asfalto-liso-925727205.asp#ixzz1cjqMEcUb


sábado, 8 de outubro de 2011

SOCORRO - Prefeitura do Rio identifica 150 bueiros com risco de explosão

O Estado de S. Paulo

A Prefeitura do Rio identificou na madrugada desta sexta-feira, 7, mais quatro bueiros com alto risco de explosão. Desde o início da operação monitoramento independente, no dia 12 de agosto, foi encontrada a presença de gás em 150 bueiros da cidade.

Hoje, foram vistoriados 327 tampões no Centro, Copacabana, Ipanema, Flamengo, Laranjeiras, Tijuca e Meier. Desde o inicio da operação, 10.670 bueiros passaram por vistoria.

Todos os casos de risco foram comunicados de forma imediata ao Centro de Operações Rio e às concessionárias Light e CEG. Os bueiros foram isolados e sinalizados para reparo imediato pelas concessionárias.

O monitoramento independente de risco em bueiros terá duração de seis meses.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

RIO DE JANEIRO/COTIDIANO - Colisão de Ônibus da Alpha com um automóvel #inforio

Colisão de um ônibus da Viação Alpha com um automóvel Escort na Rua Conde de Bonfim em frente ao no.469 na Tijuca, Rio de Janeiro, ás 7:32 hs



fotos: patrulhadalama



   

sexta-feira, 28 de maio de 2010

RUAS, IGREJAS E MONUMENTOS DO RIO DE JANEIRO - IGREJA DOS CAPUCHINHOS #inforio

 Igreja de São Sebastião dos Capuchinhos é um templo católico localizado na rua Haddock Lobo, no bairro da Tijuca, na cidade do Rio de Janeiro, Brasil.


Exibir mapa ampliado

História

Originalmente, a Igreja de São Sebastião do Rio de Janeiro localizava-se no morro do Castelo, na área central da cidade. A histórica igreja, junto outras construções importantes, foi destruída quando o morro foi demolido, em 1922.

No morro também estavam instalados os frades capuchinhos, estabelecidos definitivamente no Rio de Janeiro em 1840. Com a demolição, os frades tiveram de mudar-se para dependências na Praça Sáenz Peña, no bairro da Tijuca.padroeira Nossa Senhora dos Anjos, vem da evoluçã
A nova igreja dos frades, dedicada a São Sebastião, foi construída entre 1928 e 1931. O projeto, em estilo neo-bizantino com reminiscências neorromânicas, é de autoria desconhecida. O interior da igreja é ricamente decorado com vitrais, mosaicos e mármores coloridos, inspirados no estilo revivalista do Mosteiro de Beuron, na Alemanha. Entre 1941 e 1942 a fachada foi alterada pelo arquiteto italiano Ricardo Buffa, também autor do altar-mor.

Frei Eugênio de Cômiso

A igreja dos capuchinhos abriga vários objetos históricos e artísticos importantes da igreja de São Sebastião original. Os mais importantes datam dos primórdios da cidade: o marco de pedra da fundação da cidade com o escudo português esculpido, a imagem original de São Sebastião da igreja antiga e a lápide tumular de Estácio de Sá, fundador da cidade. A lápide é dotada do brasão esculpido em alto-relevo do fundador e uma inscrição comemorativa. A inscrição indica que esta foi mandada fazer por Salvador Correia de Sá, primo de Estácio, em 1583. O translado dos restos do fundador para a igreja ocorreu em 1931 e foi um grande evento na cidade.
Um evento popular importante associado à igreja é a procissão de São Sebastião, padroeiro do Rio de Janeiro, cada 20 de janeiro. A procissão sai da igreja na Tijuca e percorre o centro do Rio, passando pela Catedral Metropolitana, até chegar à Praça do Russel, no bairro da Glória, onde é representado um auto sobre a vida do santo.

Ligações externas

Bibliografia
Wikipedia 
SITE DA IGREJA DOS CAPUCHINHOS 


Outras RUAS, IGREJAS E MONUMENTOS DO RIO DE JANEIRO


Arsenal de Marinha 
    Até hoje foram párocos:
    Frei Jacinto de Palazzolo 1947 - 1954
    Frei Cassiano de Vilarosa 1954 - 1957
    Frei Vital André Ronconi 1957 - 1963
    Frei Jamaria La Pilla de Sortino 1963 - 1969
    Frei Elias Cuquetto 1969 - 1978
    Frei Antônio Elizeu Zuqueto 1978 - 1980
    Frei Sérgio Martins 1981 - 1984
    Frei Laudelino Geraldo de Oliveira 1984 - 1986
    Frei José Ubiratam Lopes 1987 - 1992
    Frei Júlio Cézar Borges do Amaral 1993 - 1995
    Frei Reimont Luiz Otoni S. Bárbara 1995 - 2002
    Frei Paulo Roberto de Morais 2002 - 2003
    Frei Luis Carlos Siqueira 2003 - 2004
    Frei Reinaldo Ávila de Moura 2004 - 2007

    Frei José William Correa de AraújO (Atual)
       

    terça-feira, 13 de abril de 2010

    RIO DE JANEIRO/COTIDIANO - Polícia encerra cerco na Tijuca após confirmar boato


    POR LESLIE LEITÃO
    Rio - O cerco policial, na Rua Henri Ford, na Tijuca, foi desfeito nesta tarde. Os policiais civis e militares deixaram o local, onde moradores estariam sendo feitos reféns por bandidos, depois da confirmação de que não tinham criminosos no prédio de número 220 da via. A Polícia Civil vai investigar quem foi o autor do trote, que mobilizou várias unidades das polícias Civil e Militar para o local.
    Foto: Paulo Araújo / Agência O
 Dia
    Policiais agrupados próximo ao prédio onde teria ocrrido o assalto | Foto: Paulo Araújo / Agência O Dia
    A informação de que moradores de um prédio da Rua Henri Ford, esquina com Conde de Bomfim, na Tijuca, estariam como reféns de  bandidos, chegou na manhã desta terça-feira. Policiais que cercaram o local, por cerca de três horas, analisaram imagens do circuito interno de TV do prédio e não encontraram indícios de que bandidos estivessem no prédio. Pouco depois, os 64 apartamentos do local foram vasculhados, e nada foi encontrado.
    Foto: Reprodução
    Veja o exato local da confusão na Tijuca | Foto: Reprodução
    Equipes do 6º Batalhão da PM (Tijuca) também cercam o local. Os PMs fizeram uma varredura no prédio, no fim da manhã desta terça-feira. A intenção dos militares era negociar uma possível rendição dos supostos reféns. O tráfego de veículos na Rua Conde de Bonfim, na esquina da Rua Henry Ford, ficou congestinado em função do aparato policial.


     


     

    RIO DE JANEIRO/COTIDIANO - Tijuca (Henry Ford com Conde de Bonfim) (3) (exclusivo)




     


     

    RIO DE JANEIRO/COTIDIANO - Tijuca (Henry Ford com Conde de Bonfim) (2) (exclusivo)


    mais fotos




     


     

    quinta-feira, 25 de março de 2010

    RIO DE JANEIRO/PREFEITURA - Recuperação do asfalto chega primeiro à orla do Leblon

    Prefeitura dá prioridade à Avenida Delfim Moreira. Orla de Ipanema também está entre as 79 que serão recapeadas

    Rio - Com um dos metros quadrados mais valorizados do Rio, a Avenida Delfim Moreira, no Leblon, na Zona Sul, está entre as primeiras das 79 vias cujo piso será recuperado na Operação ‘Asfalto Liso’. O prefeito Eduardo Paes anunciou ontem que as obras começam em 15 dias. Ele também divulgou levantamento dos Zeladores do Rio apontando calçadas danificadas, problemas na sinalização de trânsito e lâmpadas apagadas como as três maiores reclamações do carioca na área de conservação.
    As outras vias que serão as primeiras recapeadas são as avenidas Avenida Vieira, em Ipanema; Cesário de Melo, em Campo Grande; Ayrton Senna, na Barra da Tijuca, e ruas ao longo da linha férrea, entre Bonsucesso e Penha. Ao todo, a prefeitura espera recuperar 700 km de asfalto, ao custo de R$ 131,5 milhões.
    O objetivo é atender 187 endereços nos próximos três anos, o equivalente a 17,5% da área pavimentada da cidade. A meta da prefeitura é que o novo pavimento só precise ser refeito em 10 anos, reduzindo as operações tapa-buraco.

    308 PROBLEMAS POR DIA

    Entre as ruas beneficiadas pelo ‘Asfalto Liso’ estão Rua Teodoro da Silva (Vila Isabel), Conde de Bomfim (Tijuca), Presidente Vargas e Francisco Bicalho (Centro), Barata Ribeiro (Copacabana), estradas dos Bandeirantes e do Pau Ferro (Jacarepaguá). Há previsão de reforma em pistas também na Leopoldina, São Cristóvão e Recreio.
    Nos primeiros 15 dias de atuação dos zeladores, foram constatadas 4.624 irregularidades na Tijuca, Maracanã, Copacabana, Leblon, Irajá, Vista Alegre e Vila da Penha. Somente na Tijuca e em Irajá, foram 597. Em duas semanas, 65% foram resolvidos. Cinquenta e quatro outras ocorrências estão com a solução em andamento e outras 260 pendentes. Balanço de outros bairros sairá nos próximos dias.
    Apesar do ‘Choque de Conservação’ anunciado para o asfalto, o Diário Oficial do Município trouxe ontem um aviso de remanejamento de verbas antes destinadas a melhorias urbanas. Paes tirou R$ 50 milhões do orçamento do setor para a construção e acabamento da Cidade da Música.
    O dinheiro pagaria o Programa Bairro Maravilha na Cidade de Deus, intervenções em parte das zonas Norte e Oeste e na recuperação estrutural da malha viária do Centro. As obras da Cidade da Música foram retomadas em novembro.
    Calçadas esburacadas lideram lista
    Os problemas encontrados pelos Zeladores do Rio foram direcionados pelo secretário de Conservação, Carlos Roberto Osório, aos órgãos responsáveis. Até o fim da semana, eles voltarão aos primeiros locais percorridos para conferir o atendimento às demandas.

    “Se o problema persistir, o zelador vai fazer a anotação e vamos cobrar. Caso não seja resolvido no prazo, os responsáveis poderão pagar multas”, avisou o secretário.

    Em primeiro lugar no ranking de não-conformidade estão calçadas danificadas (1.078 casos). Em segundo, problemas na sinalização de trânsito (714), seguido por lâmpadas apagadas (509), pichações (365) e danos na estrutura de praças (178).

    “É importante lembrar que parte das ações não são responsabilidade da prefeitura, como calçada de condomínios. Mas vamos encaminhar carta aos responsáveis pedindo para aderir ao programa”, alertou Osório.


     

     

    terça-feira, 23 de março de 2010

    RIO DE JANEIRO/PREFEITURA - A PATRULHA NAS RUAS DA TIJUCA (vejam as fotos)


    Hoje estivemos 10 minutos entre 12:09hs a 12:19hs entre as ruas Henry Ford e Rua Conde de Bonfim, na Tijuca, Rio de Janeiro e encontramos.
    - 2 Carros e um ônibus parados na faixa de pedestres
    - Obras que não terminam nunca
    - Canteiros sem manutenção, quebrados e inexistentes
    - vários avanços de sinal

    vejam as fotos




    E-mail: apatrulhadalama@hotmail.com
    dizendo aonde é e quem vc é

     


     

    sábado, 20 de março de 2010

    RIO DE JANEIRO/GOVERJ/SEGURANÇA PÚBLICA - Polícia começa a preparar terreno para UPPs na Zona Norte

    A Polícia Civil foi ao Morro do Borel e prendeu quatro homens acusados de tráfico de drogas. A Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) deve chegar na favela em maio.


    Os policiais civis da Delegacia da Tijuca e a Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) subiram o Morro do Borel, na Tijuca, na manhã desta sexta-feira para cumprir 15 mandados de prisão. Ao todo, quatro homens foram presos: dois em flagrante. Os outros dois já estavam com a prisão decretada por tráfico de drogas.

    A região deve receber a primeira UPP da Zona Norte. Nesta sexta-feira, o comentarista de segurança do RJTV – 1ª Edição, Rodrigo Pimentel, disse que UPP da Tijuca começa a operar até o início de maio.

    A sétima unidade do programa do governo do estado deve ser instalada no Morro do Borel, mas a ocupação vai se estender também ao Morro da Casa Branca e a outras três comunidades. Desde o início do programa, a UPP da Tijuca será a maior em número de policiais.

    As operações são para evitar que os bandidos fujam para agir em outras regiões da cidade antes da chegada da UPP. Mas a polícia já considera o Morro do Borel menos violento, porque os traficantes não estariam mais circulando com armas pesadas na favela.

    “Nós temos o controle, hoje, de todas essas comunidades, com monitoramento e até o indiciamento e mandado de prisão de todas essas lideranças de traficantes que atuam nessa região da Tijuca, principalmente no que se refere aos morros do Borel, da Formiga e do Salgueiro”, afirmou o delegado Luís Cláudio.