Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro disse Dom Pedro II
Mostrando postagens com marcador core. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador core. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

ARRASTÃO NO RIO - Trinta pessoas são vítimas de arrastão na Pedra da Gávea, no Rio

Assaltantes levaram mochilas, celulares e relógios; ninguém foi preso até o momento
.
Nathália Nhan - estadão.com.br

.
São Paulo, 26 - Cerca de 30 pessoas foram vítimas de um arrastão na Pedra da Gávea, na área da Floresta da Tijuca, zona norte do Rio de Janeiro, por volta das 11h30 deste domingo, 26. 

Três bandidos assaltavam as pessoas que passavam por uma das trilhas da região quando um policial civil da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), que estava de folga no local, percebeu a ação dos criminosos e pediu ajuda a policiais militares do 23º batalhão (Leblon).

Não houve troca de tiros e ninguém ficou ferido. As vítimas foram encaminhadas para a 16ª DP (Barra da Tijuca), onde ainda prestam depoimento. Os assaltantes levaram mochilas, celulares, relógios, entre outros objetos do grupo que estava no local do incidente.

De acordo com a Secretaria de Estado de Segurança do Rio, por ser um Parque Nacional, a Floresta da Tijuca tem a segurança e a administração sob a competência de órgãos ambientais federais.

As ações de policiamento estadual limitam-se ao entorno ou quando acontece um crime, já que, neste caso, o próprio Código Florestal prevê a ação das Polícias Estaduais no interior da unidade de conservação.

Os bandidos ainda não foram encontrados, mas as buscas continuam.

Fonte Estadão

    

terça-feira, 1 de novembro de 2011

InSEGURANÇA NO RIO - @MarceloFreixo aceitou convite da Anistia Internacional após ameaças. #Milícias

‘Minha saída é estratégica’, diz Freixo sobre temporada fora do país

Deputado estadual aceitou convite da Anistia Internacional após ameaças.
Segundo Freixo, só nó último mês foram sete ameaças à sua segurança.
 

Do G1, com informações da Globo News



Após aceitar o convite da Anistia Internacional, o deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL), do Rio de Janeiro, afirmou, na noite desta segunda-feira (31), em entrevista ao Jornal das Dez, da Globo News, que decidiu passar uma temporada fora do país por questões estratégicas.

Menos de três meses após a execução da juíza Patrícia Acioli, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio, ameaças de morte obrigaram o deputado a tomar a decisão.

Só nos últimos dias, o deputado foi informado de sete ameaças de morte. Para ele, além das prisões, é preciso tirar a fonte financeira das milícias, como o controle do transporte alternativo e TV a cabo. O deputado classificou as mílícias como uma "máfia que tenta calar o pode público". Freixo ressaltou, ainda, que o combate ao crime organizado deve envolver todo o estado.

Ainda sobre a sua temporada fora do país, o deputado ressaltou que essa não é uma forma de recuo. Ele reafirmou a sua proposta de combater as milícias e disse que retorna ao Brasil ainda neste mês, sem abrir mão da sua função pública.

"A minha saída é uma saída estratégica porque tem uma pressão muito grande. São sete ameaças e eu não posso brincar com isso. A Patrícia Acioli recebeu as mesmas ameaças e nós vimos no que deu. Então é um tempo de reorganizar a minha segurança, mas eu volto ainda no mês de novembro para continuar esse enfrentamento”, disse o deputado.

saiba mais
Secretaria do RJ diz que Freixo pediu escolta para filho há cinco dias
Documento aponta que deputado do RJ seria alvo de milicianos
Deputado Marcelo Freixo, do RJ, deixará o país após ameaças de morte

CPI das Milícias Freixo está no segundo mandato de deputado estadual e sempre esteve ligado a denúncias de grupos de extermínio. Em 2008 foi o presidente da CPI que investigou a ação das milícias no Rio e terminou com o indiciamento de mais de 220 pessoas, inclusive políticos e policiais. Desde então, ele passou a sofrer ameaças. Na semana passada, ele também pediu proteção para o filho.

“Não é uma viagem planejada, nem uma viagem dos sonhos. A Anistia Internacional é uma parceira de muitos anos na luta em defesa dos direitos humanos, eles estão insistindo há algum tempo para que eu saia um pouco desse foco. Ninguém mais pode duvidar da capacidade criminosa desses grupos. Porque, enfim, eles foram capazes de torturar jornalistas, matar uma juíza, são capazes perfeitamente de matar um deputado", completou Freixo.

O deputado atribuiu as ameaças ao trabalho que ele realiza na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Ele afirmou que não possui nenhum problema particular ou pessoal com as milícia: “Não devo nada às milícias, não tem isso. Como é a mesma coisa do caso Patrícia Acioli, foi morta pelo exercício da sua função como juíza. E mais, como é bom lembrar, a Patrícia foi morta por pessoas que usaram as armas da própria polícia, com munição da própria polícia. Isso não foi um descuido, isso foi um recado”, disse.

Pedido de escolta A Secretaria de Segurança Pública do Rio afirmou em nota que o deputado Marcelo Freixo solicitou escolta para seu filho, por meio de uma carta, no dia 26 de outubro. Ainda de acordo com a secretaria, a escolta foi solicitada para começar em novembro.
Ofício enviado à secretaria pelo deputado Marcelo
Freixo (Foto: Divulgação/Secretaria de Segurança
Pública)

A secretaria enviou uma carta à presidência da Alerj nesta segunda informando que todas as ameaças ao deputado "foram verificadas e devidamete processadas", mas, "que esse tipo de investigação, por envolver a segurança de pessoas é realizada de forma sigilosa". E que o pedido de escolta foi "prontamente aceito" e "no mesmo dia, o comando da PM entrou em contato com o parlamentar".

A secretaria diz ainda que a segurança de Freixo é feita por diversos policiais da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core).

A secretaria divulgou também a carta enviada por Freixo solicitando a escolta. No entanto, no ofício, não é explicitado que a escolta só fosse iniciada em novembro. Ele pede, em caráter preventivo, segurança para o filho.

Já Freixo destacou que solicitou segurança para a família em 27 de agosto: "Dizer que as investigações foram feitas em caráter sigiloso, foi sigiloso demais, porque nem eu sei do resultado dessa investigação. Eu imagino que, mais do que o secretário, eu tenho o interesse em saber que investigação é essa. Foram 276 denúncias de informações e planos e nenhuma delas eu recebi um retorno da secretaria", disse o deputado.

Documento relata atentado No dia 17, representantes de diferentes partidos políticos e entidades se reuniram num ato em defesa do deputado, depois que um documento da Coordenadoria de Inteligência da Polícia Militar apontou que Freixo seria alvo de um atentado.

O documento da PM, endereçado à Coordenadoria Institucional de Segurança da Alerj, indica que o miliciano conhecido como Carlão planejava o assassinato de Marcelo Freixo. De acordo com a Coordenadoria, o miliciano receberia dinheiro de um ex-PM se executasse o deputado

 Fonte g1 http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2011/10/minha-saida-e-estrategica-diz-freixo-sobre-temporada-fora-do-pais.html

terça-feira, 23 de março de 2010

RIO DE JANEIRO/GOVERJ/SEGURANÇA PÚBLICA - Policiais sobem o Morro de São Carlos e matam o traficante Roupinol



Roupinol era um dos bandidos mais procurados do Rio. A operação acontece um dia depois que o Morro da Providência, próximo ao local, foi ocupado para a instalação da próxima UPP.
 

A manhã de hoje (23) foi tensa no Morro São Carlos, no Estácio. Houve muito tiroteio durante uma operação da Polícia Civil. O chefe do tráfico, conhecido como Roupinol, morreu no confronto.

A operação começou cedo, às 6h. Quem descia para a escola ou para o trabalho encontrou muitos policiais nas ruas. Alguns moradores ficaram no meio do fogo cruzado.

A Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE) subiu o morro para combater o tráfico de drogas e de armas. Dois blindados e um helicóptero deram apoio aos agentes.

A operação da Polícia Civil no Morro São Carlos tinha como objetivo prender o chefe do trafico. Mas, no confronto com policiais, Rogério Rios Mosqueira, o Roupinol, acabou morrendo.

Roupinol estava foragido desde 2006 e era um dos bandidos mais procurados do Rio; havia 28 mandados de prisão contra ele. O Disque-Denúncia oferecia uma recompensa de R$ 2 mil para quem desse informações que levassem ao traficante. Segundo os investigadores, ele era o maior fornecedor de cocaína da cidade. Só para a Rocinha, entregava uma tonelada da droga por mês.

De acordo com os agentes, Roupinol foi encontrado em uma casa, com quatro granadas e uma pistola amarradas ao corpo. Cinco comparsas conseguiram fugir.

Roupinol veio de Macaé e se estabeleceu no Morro de São Carlos no Rio. O comentarista de segurança do RJTV, Rodrigo Pimentel, disse que essa talvez tenha sido a ação da Polícia Civil mais importante deste ano. “Ele (Roupinol) era uma espécie de Beira-Mar hoje da sua facção. Ele já estava em outra escala da hierarquia. Ele tinha contatos na Colômbia, refinava”, disse Rodrigo Pimentel.

Em 2007, a Polícia Federal estourou refinaria de cocaína no norte do estado, apreendeu drogas e armas, que - segundo o Disque-Denúncia, seriam de Roupinol. A quadrilha dele é rival à do Morro da Providência.

Rodrigo Pimentel afirmou que Roupinol é acusado de ter executado os jovens no Morro da Providência, que foram levados pelos militares do Exercito Brasileiro da Providência a São Carlos.

“Apesar de esta ação estar desarticulada da polícia das UPPs, é uma ação importante para o estado do Rio de Janeiro”, afirmou Rodrigo Pimentel.

Em cinco bairros de Macaé, o comércio foi fechado e escolas de três bairros da periferia também não estão funcionando. O policiamento na cidade foi reforçado para tentar controlar a situação.

Roupinol era o maior traficante do Rio de Janeiro, procurado pela Polícia Federal, porque trazia drogas de outros países, como Bolívia e Paraguai. No local onde ele foi encontrado, a polícia encontrou também um vasto material sobre toda a movimentação do tráfico de drogas no Rio de Janeiro, com nomes e localização de armas.

O diretor do Departamento de Polícia Especializada do Rio de Janeiro, Rodrigo Oliveira, disse que as investigações sobre Roupinol já duram mais de cinco anos, que agora vai ser muito mais difícil a chegada da cocaína no Rio e que o material encontrado mostra a capacidade financeira do tráfico de entorpecentes. “São realmente substâncias vultuosas, que merecem uma análise mais detalhada e isso será feito e estudado posteriormente. A gente esperou o momento preciso e o local certo. A gente juntou um grupo capacitado para a operação, com cerca de 20 policiais, com o apoio da aeronave e fomos felizes em nosso propósito”, disse Rodrigo Oliveira.

O comentarista Rodrigo Pimentel destacou que não há risco de uma ação criminosa na cidade de Macaé. Ele disse também que o Morro de São Carlos está cercado por favelas de facções rivais, como o Morro da Mineira, o Morro do Querosene, o Morro do Falé e o Morro do Fogueteiro. Veja em vídeo.




 


 

sábado, 20 de março de 2010

RIO DE JANEIRO/GOVERJ/SEGURANÇA PÚBLICA - Polícia começa a preparar terreno para UPPs na Zona Norte

A Polícia Civil foi ao Morro do Borel e prendeu quatro homens acusados de tráfico de drogas. A Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) deve chegar na favela em maio.


Os policiais civis da Delegacia da Tijuca e a Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) subiram o Morro do Borel, na Tijuca, na manhã desta sexta-feira para cumprir 15 mandados de prisão. Ao todo, quatro homens foram presos: dois em flagrante. Os outros dois já estavam com a prisão decretada por tráfico de drogas.

A região deve receber a primeira UPP da Zona Norte. Nesta sexta-feira, o comentarista de segurança do RJTV – 1ª Edição, Rodrigo Pimentel, disse que UPP da Tijuca começa a operar até o início de maio.

A sétima unidade do programa do governo do estado deve ser instalada no Morro do Borel, mas a ocupação vai se estender também ao Morro da Casa Branca e a outras três comunidades. Desde o início do programa, a UPP da Tijuca será a maior em número de policiais.

As operações são para evitar que os bandidos fujam para agir em outras regiões da cidade antes da chegada da UPP. Mas a polícia já considera o Morro do Borel menos violento, porque os traficantes não estariam mais circulando com armas pesadas na favela.

“Nós temos o controle, hoje, de todas essas comunidades, com monitoramento e até o indiciamento e mandado de prisão de todas essas lideranças de traficantes que atuam nessa região da Tijuca, principalmente no que se refere aos morros do Borel, da Formiga e do Salgueiro”, afirmou o delegado Luís Cláudio.