Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro disse Dom Pedro II
Mostrando postagens com marcador brasil. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador brasil. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 14 de maio de 2010

CORRUPÇÃO - Corrupção desvia por ano R$ 41,5 bilhões, diz Fiesp


   
Deu em O Globo

Corrupção desvia por ano R$ 41,5 bilhões, diz Fiesp

Total é equivalente a 1,38% do PIB

Estudo da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) mostra que, se os apelos por moral e ética parecem não sensibilizar parlamentares e governantes, os custos econômicos deveriam.
De acordo com estudo do Departamento de Competitividade e Tecnologia da Fiesp, o custo médio anual da corrupção no Brasil é de pelo menos 1,38% do PIB (a soma de toda a riqueza produzida no país), algo como R$ 41,5 bilhões que são desviados todos os anos para os bolsos de políticos e grupos aliados em vez de serem injetados na economia.
A Fiesp simulou o quanto poderia ser investido a mais em determinados setores-chave da economia, caso o dinheiro desviado pelos corruptos fosse aplicado na economia.
Na educação, a quantidade de alunos matriculados na rede pública do ensino básico poderia subir 47%, ou seja, de 34,5 milhões de jovens e crianças para 51 milhões.
Segundo as estimativas do PAC, o total de domicílios com acesso a esgoto é de 22,5 milhões. Com menos corrupção, outras 23,3 milhões de casas poderiam receber esgoto, uma alta de 103,8%.
Na saúde, a quantidade de leitos para internação poderia crescer 89%: mais 327.012 leitos. Sem corrupção, o PAC poderia construir casas populares para atender outras 2,9 milhões de famílias além das 3,9 milhões beneficiadas hoje.
Para combater o fenômeno, a Fiesp aconselha reformas como a reavaliação da representatividade no Congresso e regras claras para o financiamento de campanha.

sábado, 8 de maio de 2010

RUMO A ONU - Crise Financeira: Brasil vai emprestar 224 ME ao FMI para ajudar a Grécia

São Paulo, 08 mai(Lusa) - O Brasil anunciou hoje que vai emprestar 286 milhões de dólares (224 milhões de euros) ao Fundo Monetário Internacional (FMI) para contribuir na ajuda à crise de financiamento e pagamento da dívida soberana da Grécia.
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, citado pelo diário brasileiro Globo, garantiu que "o dinheiro sairá das reservas internacionais do país", que atualmente ascendem a 200 mil milhões de dólares (157 mil milhões de euros)".
O governante brasileiro considerou que a crise que afeta a Grécia "é muito séria", mas também se generalizou "um nervosismo exagerado" nos mercados financeiros internacionais.

  
Exibir mapa ampliado

segunda-feira, 26 de abril de 2010

RUMO A ONU - Brasil doa US$ 100 mil à Mongólia para ajudar crianças


   
O governo doou hoje US$ 100 mil à Mongólia, canalizados pela Organização das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e destinados a ajudar as crianças do país, informou nesta segunda-feira em comunicado a Embaixada Brasileira em Pequim.
O objetivo do Brasil é ajudar as crianças das famílias que sofreram no inverno passado com as temperaturas de até 40 graus negativos, que deixaram 80% do país com camadas de entre 20 e 60 cm de neve e causaram a morte de mais de dois milhões de cabeças de gado.
Com a doação, serão comprados alimentos, suplementos alimentícios e combustível para ajudar essas famílias a enfrentar as perdas pela onda de frio, um fenômeno frequente na Mongólia.
O embaixador do Brasil em China e Mongólia, Clodoaldo Hugueney, se reuniu hoje em Pequim com o embaixador da Mongólia na China, Tsedenjav Sukhbaatar, para tornar a doação oficial.
Devido ao forte frio deste ano, o governo da Mongólia pediu à comunidade internacional alimentos, remédios, aparelhos de calefação, roupa e velas, além de ajuda humanitária.
EFE

quarta-feira, 31 de março de 2010

COTIDIANO - Quase 60 milhões de pessoas têm pelo menos uma doença crônica no Brasil, mostra IBGE


DIANA BRITO
da Folha Online, no Rio
Cerca de 59,5 milhões de pessoas (31,3% da população) afirmaram ter pelo menos uma doença crônica no Brasil em 2008, segundo a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) -Suplemento Saúde-, divulgada nesta quarta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no Rio. O estudo aponta ainda que 19% da população declarou ter pelo menos três doenças crônicas.
Cresce o número de pessoas com plano de saúde no país
1,2 mi de vítimas da violência deixam de realizar atividades físicas
Quase 30% da população sofre com problemas de mobilidade física
Levando em conta o sexo, a pesquisa revelou que o percentual de mulheres com doença crônica (35,2%) era superior ao observado entre os homens (27,2%).
O percentual de pessoas com declaração de doença crônica também crescia com a faixa etária. Entre aqueles com 50 a 64 anos o percentual era de 65%, entre aqueles com 65 anos ou mais era 79,1%.
Ainda de acordo com o estudo, quanto maior o rendimento, maior era o percentual de pessoas que responderam ter ao menos uma doença crônica.
As três doenças com maior incidência foram: hipertensão (14%), problema na coluna ou nas costas (13,5%) e reumatismo (5,7%). Segundo o levantamento, há diferenças entre as doenças de acordo com a faixa etária.
Do total da população 3,6% tinham diabetes. Entre aqueles com 35 anos ou mais de idade, este percentual era de 8,1%.

 


 

domingo, 28 de março de 2010

MEIO-AMBIENTE - Brasil deve usar 1,5 bilhão de sacolas plásticas a menos


A campanha de incentivo ao uso de sacolas reutilizáveis em supermercados deve fechar este ano com a economia de 1,5 bilhão de sacolinhas plásticas. A estimativa foi divulgada neste domingo pelo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. Ele participou de um evento na praia de Ipanema, no Rio, quando foram distribuídos materiais de divulgação da campanha Saco é um Saco.

"No ano passado, foram menos 600 milhões de sacos plásticos lançados no meio ambiente. Nossa meta este ano é 1,5 bilhão", estimou Minc, dizendo que o total de sacolas plásticas fabricadas no país por ano é de 18 bilhões de unidades.

O ministro defendeu a utilização de sacolas retornáveis e condenou o uso abusivo das sacolinhas plásticas, que acabam indo parar no lixo, ajudando a aumentar os níveis de poluição nos rios, córregos e nos mares. Minc contou que existem inúmeros registros de animais mortos por ingestão (peixes, tartarugas e golfinhos) ou por se enrolarem em restos de sacolas plásticas.

Para reduzir o total de sacolas plásticas, Minc afirmou que é fundamental o engajamento das grandes redes de supermercados. Presente ao evento, o diretor de Relações Institucionais do Walmart, Carlos Ely, disse que a empresa incentiva faz um ano a troca das sacolas plásticas pelas de pano. Se o cliente trouxer a sacola de casa, ganha um desconto no preço final das compras, proporcional à quantidade de itens e equivalente ao valor das sacolas plásticas economizadas.

"Desde o início da campanha, nós já concedemos R$ 469 mil em descontos aos clientes. Nossa meta é reduzir em 50% o uso das sacolas descartáveis até 2013", destacou o diretor do Walmart, que possui 451 lojas espalhadas pelo país.


 


 

terça-feira, 23 de março de 2010

ECONOMIA/NEGÓCIOS - Faturamento do McDonald's Brasil cresce 4,8% em 2009

da Folha Online
O McDonald's Brasil obteve faturamento de R$ 3,45 bilhões em 2009, 4,8% a mais do que no ano anterior, informou nesta terça-feira.
Segundo a empresa em nota, "a expansão das operações foi um dos fatores que contribuiu para o incremento". No ano passado, a rede inaugurou 102 pontos de venda no Brasil. Em um ritmo de duas novas unidades por semana, ao todo foram abertos 22 restaurantes, 11 pontos McCafé e 69 quiosques.
A companhia encerrou 2009 com um total de 1.264 pontos de venda no país, sendo 577 restaurantes, 60 pontos McCafé e 627 quiosques. A expectativa é abrir ainda neste ano o restaurante de número 600, além da adaptar outras 16 unidades a um novo layout.
A rede informa ainda que chegou a novas cidades no ano passado, entre elas Caruaru (PE) e Vitória da Conquista (BA). Porto Velho (RO). Atuando em 143 cidades, a empresa atendeu 1,6 milhão de clientes por dia no país.
Também foram abertas 1.500 vagas de emprego no país. Com isso, a rede fechou o ano com 48 mil funcionários entre restaurantes próprios e franqueados.
O McDonald's Brasil investiu R$ 40 milhões em treinamento e desenvolvimento dos funcionários. Entre os empregados, 89% são jovens em sua primeira experiência de trabalho.

 

 

BRASIL/EDUCAÇÃO - Um "SUS" para a educação

Criação de um sistema nacional de gestão está entre as prioridades de conferência que tem início no sábado e definirá os rumos do ensino público brasileiro na próxima década

Renata Mariz
Publicação: 23/03/2010 07:00



Tão antiga quanto controversa, a construção de um Sistema Nacional de Educação, nos moldes do Sistema Único de Saúde, para comparar com um arranjo institucional existente no país, volta à agenda de debates. Esse será o tema central da Conferência Nacional de Educação, que começa em Brasília no próximo sábado, de onde sairão as diretrizes para o ensino público no país nos próximos 10 anos. Para subsidiar a discussão, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) lança hoje, com um debate a partir das 10h no auditório da TV Câmara, a publicação Educação e Federalismo no Brasil: combater as desigualdades, garantir a diversidade. Sem se posicionar sobre uma eventual revisão das responsabilidades de cada ente federativo no que diz respeito à oferta educativa, o livro traz um estudo dos obstáculos do atual modelo e revela como 10 países se organizam na área.

 - ()
Todas as nações analisadas seguem o modelo federativo de organização. O resultado mostrou que o arranjo institucional do Brasil na oferta da educação é similar ao da maioria dos países, com responsabilidades divididas entre o governo federal, estados e municípios. São eles: Argentina, Espanha, México, África do Sul, Austrália e Índia. A Alemanha foi a única nação em que as instâncias regionais, cada uma com um Ministério da Educação, têm praticamente todo o poder de decisão. Mais descentralizados estão os sistemas dos EUA e do Canadá. Neste último país, não há sequer órgão da administração central. São colegiados locais — como distritos e juntas escolares — que definem a oferta e o modelo de educação (veja infografia).

Para Wagner Santana, oficial de projetos da Unesco, fica claro que na maior parte dos regimes federativos no mundo há compartilhamento de funções. “Uns com maior e outros com menor grau de centralização. O importante, para nossa realidade, não é fazer ou não um sistema único. O essencial é efetivar os mecanismos de cooperação”, afirma. Para ele, instrumentos já utilizados na gestão da Saúde, que se organiza de forma unificada, podem ser interessantes. “O organismo tripartite, com representação nacional, estadual e municipal para definição de ações comuns, seria uma boa medida. Hoje, o Conselho Nacional de Educação, que deveria fazer esse papel, está subordinado ao Ministério da Educação”, critica. A pasta foi procurada, mas não se manifestou.

Hierarquia
O deputado Carlos Abicalil (PT-MT), um dos autores da publicação, defende uma revisão de atribuições caso a caso. “É compreensível que o município de São Paulo, por exemplo, mantenha um sistema educacional consolidado, mas como exigir o mesmo de um município no interior do Amazonas, que não tem sequer mão de obra treinada?” A hierarquia utilizada na gestão da Saúde, que classifica os municípios como plenos, semiplenos, dependentes, entre outros critérios, poderia ser replicada para a educação, segundo o parlamentar.

Ele destaca Mato Grosso como único estado que já começou a formação de uma gestão integrada (1). “Aos poucos isso tem sido implementado, na mentalidade da colaboração”, afirma.

Um novo marco no sistema educacional poderia acabar com a resistência de estados e municípios de cumprir leis como a do piso nacional para professores. “É por esse e outros motivos que sempre vem a questão da autonomia quando se faz esse debate”, pondera Santana.

1 - Cada um na sua
Pela Constituição, municípios devem oferecer a educação infantil e educação fundamental, ou seja, da creche ao atual 9º ano. Os estados são responsáveis pelo ensino médio. E a União, além das funções normativas gerais, cuida da educação superior e do ensino tecnológico. O problema é que as funções nem sempre se alinham à disponibilidade de recursos e à capacidade de gestão dos entes federativos.

Ouça trechos da entrevista com o deputado Carlos Abicalil

 

 

sábado, 20 de março de 2010

ESPORTE/TRAMPOLIM - Juliana Veloso fica com prata no trampolim sul-americano


Da France Presse
Juliana Veloso conquistou neste sábado para o Brasil a medalha de prata na prova de trampolim de 1 metro dos Jogos Sul-Americanos de Medellin.

Milena Sae, também do Brasil, levou o bronze, na competição vencida pela colombiana Diana Pineda.

Resultado:

- Trampolim 1 metro feminino -

Diana Pineda (Colômbia) 272.70 pontos - ouro

Juliana Veloso (Brasil) 259.85 - prata

Milena Sae (Brasil) 235.00 - bronze

 


 

sábado, 13 de março de 2010

GOVERNO LULA/INFRA-ESTRUTURA - Internacionalização da Eletrobrás se dará no continente americano

Plano estratégico da estatal prevê compra de ativos e novos projetos na Argentina, na Colômbia, nos EUA e no Peru
Irany Tereza
Tamanho do texto? A A A A
TENTATIVA - "Quase compramos uma empresa no Peru, mas a legislação de lá não permitiu", diz Muniz

A transformação da Eletrobrás na "Petrobrás do setor elétrico", como é o plano do governo, vai levar à internacionalização da empresa no continente americano, especialmente na Argentina, na Colômbia, nos Estados Unidos e no Peru. De acordo com o plano estratégico da estatal, que será divulgado este mês, com a apresentação da nova marca da companhia, a atuação internacional será prioritariamente em geração hidráulica e transmissão de energia.

"Vamos estudar principalmente a compra de ativos, mas podemos entrar também em novos projetos", afirmou ontem ao Estado o presidente da Eletrobrás, José Antonio Muniz. Atualmente, 34% do capital total da estatal estão em mãos de acionistas privados, sendo em torno de 20% desse total de estrangeiros. De acordo com cálculos da estatal, desde que o grupo lançou títulos na Bolsa de Nova York (American Depositary Receipts, ou ADRs, na sigla em inglês), em outubro de 2008, houve valorização de 25% nos papéis.

A Eletrobrás - que reúne 16 estatais - planeja constituir subsidiárias também fora do País. A escolha dos locais vai depender da aquisição de novos ativos, com ou sem parcerias internacionais. No Peru, por exemplo, está em estudos a construção de cinco hidrelétricas, com capacidade de 7 mil megawatts. "Quase compramos uma empresa no Peru, mas não deu certo porque a legislação de lá não permitia", diz Muniz.

No esforço para dar uma nova imagem ao grupo, foi encomendada à consultoria Ana Couto Branding Design uma marca nova para o grupo, que será apresentada no próximo dia 22. A logomarca, que custou R$ 1 milhão, segundo revelou Muniz, será unificada para todas as subsidiárias, que perderão suas marcas originais e terão seus nomes encimados pelo da Eletrobrás. "Na Petrobrás não é assim? Tudo a mesma cara? É isso que estamos fazendo", diz o presidente da holding.

A consultoria, que durante dez meses trabalhou na idealização do logo, uma alusão estilizada à geração de energia e ao meio ambiente, tem entre os clientes mais conhecidos a Coca-Cola, a distribuidora de combustíveis Ale e a empresa de cosméticos L"Oréal. "O novo símbolo marca definitivamente a transformação", diz Muniz.

Concluído o plano estratégico, que tem como meta transformar a Eletrobrás no "maior sistema empresarial global de energia limpa, com rentabilidade comparável à das melhores empresas do setor elétrico", a estatal inicia o plano de investimentos, que será apresentado no fim de junho. Muniz não adianta valores. Mas assegura que será bem mais robusto que o estabelecido para o período 2009-2012, com investimentos previstos de R$ 30 bilhões.

Desse total, foram investidos em 2009 R$ 5,4 bilhões e para este ano estão previstos mais R$ 9 bilhões. Nesses valores não estão incluídos novos projetos, como a participação da usina hidrelétrica de Belo Monte, por exemplo, que estarão contemplados no novo plano de investimentos. O presidente da estatal não comenta as resistências enfrentadas nas subsidiárias, que perderam autonomia em relação às decisões estratégicas, que passaram à responsabilidade da holding.

"Avisamos (às subsidiárias) no começo que não era uma mudança, era uma transformação. Do jeito que estava indo, íamos acabar em pouco tempo", diz Muniz. "Agora, todos os instrumentos já estão definidos. As decisões estratégicas já são tomadas no conselho de administração da Eletrobrás, o que dá tranquilidade inclusive ao investidor, que sabe que ninguém vai tomar atitude isolada."

Atualmente, a Eletrobrás só tem escritórios no exterior, para definir a compra dos ativos. O plano estabelece políticas para os próximos dez anos. De acordo com o próprio documento elaborado pelo grupo, a estatal tem um caminho muito extenso a percorrer. No ranking mundial das empresas mais rentáveis do setor elétrico, aparece na 21ª colocação. Outras brasileiras são mais bem classificadas, como a CTEEP (terceira), Celesc (quinta), Cemig (décima) e CPFL (14ª). A lista, elaborada pela Roland Berger World, foi baseada em desempenhos de 2005 a 2008.
 

 

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Jogos para a Eternidade - Brasil x Italia final copa do mundo 1994



Brasil 0-0 (3-2)g.p. Itália

MundialEUA 94 | Final | Mão 1

 Brasil
Itália 



Data
17-07-1994 12h30
Cidade
Pasadena, CA
Estádio
Rose Bowl
Espectadores
94194
Árbitro
Sándor Puhl

   
1Brasil Cláudio Taffarel    
2Brasil JorginhoSaiu 21'   
6Brasil Branco    
13Brasil Aldair    
15Brasil Márcio Santos    
5Brasil Mauro Silva    
8Brasil Dunga    
9Brasil ZinhoSaiu 106'   
17Brasil Mazinho  4'   
7Brasil Bebeto    
11Brasil Romário    
12Brasil Zetti    
22Brasil Gilmar    
3Brasil Ricardo Rocha    
4Brasil Ronaldão    
14Brasil CafuEntrou 21' 87'   
10Brasil Raí    
16Brasil Leonardo    
18Brasil Paulo Sérgio    
19Brasil Müller    
20Brasil Ronaldo    
21Brasil ViolaEntrou 106'   
   
     PagliucaItália1
     BenarrivoItália3
     MaldiniItália5
     Franco BaresiItália6
   Saiu 35' Roberto MussiItália8
   42'   AlbertiniItália11
   Saiu 95' Dino BaggioItália13
     Nicola BertiItália14
     Roberto DonadoniItália16
     Roberto BaggioItália10
     Daniele MassaroItália19
     MarchegianiItália12
     Luca BucciItália22
   41' Entrou 35' Luigi ApolloniItália2
     CostacurtaItália4
     Lorenzo MinottiItália7
     Mauro TassottiItália9
     Antonio ConteItália15
   Entrou 95' Alberigo EvaniItália17
     Pierluigi CasiraghiItália18
     Giuseppe SignoriItália20
     Gianfranco ZolaItália21