Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro disse Dom Pedro II
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sexta-feira, 28 de maio de 2010

MEIO-AMBIENTE - Derramamento de óleo já é o pior dos EUA; nova mancha de petróleo avistada


   

Ainda é cedo para afirmar se a tentativa de tampar o poço com lama funciona, disse porta-voz da BP


Associated Press
O vazamento de petróleo no Golfo do México superou o desastre do petroleiro Exxon Valdez como o pior derramamento de óleo no mar da história dos Estados Unidos. A Guarda Costeira disse que o método tentado ontem para deter o vazamento parece estar funcionando, enquanto cientistas alertam  que uma segunda mancha de petróleo foi avistada no mar.
Uma equipe de cientistas está calculando quanto óleo já fluiu desde a explosão da plataforma Deepwater Horizon em 20 de abril, que matou 11 pessoas e deixou o poço aberto no fundo do mar, a mais de 1,5 km da superfície. As estimativas mais recentes dão conta de uma taxa de emissão até cinco vezes maior que a estimada originalmente.
Abaixo, vídeo com imagens de satélite da Nasa mostra a evolução da mancha:
Mesmo usando os números mais conservadores, isso significa um vazamento de 72 milhões de litros, superando o desastre do Exxon Valdez que, em 1989, derramou 42 milhões de litros. No pior cenário, o vazamento no Golfo do México pode ter emitido  148 milhões de litros. A empresa British Petroleum (BP), responsável pela plataforma e sob pressão do governo americano para conter o vazamento, não se manifestou sobre a nova estimativa.
Nesta quinta-feira, cientistas descobriram uma enorme nova mancha de óleo sob o mar no Golfo do México, estendendo-se 35 km para o nordeste, rumo à costa do Alabama. A mancha principal move-se para Louisiana e Flórida. A descoberta é a segunda mancha significativa avistada desde o desastre da plataforma.
Na semana passada, a BPP havia instalado um tubo de 1,6 km de comprimento no poço, para sugar parte do petróleo para o interior de um navio petroleiro. O tubo juntou 3,5 milhões de litros, mas o arranjo teve de ser desmantelado para dar início ao procedimento conhecido como "top kill", para tentar interromper o fluxo por completo, injetando material pesado no poço e lacrando-o com concreto. O "top kill" nunca foi tentado a essa profundidade.
O tenente-comandante Tony Russell, assessor do almirante da Guarda Costeira Thad Allen, disse que o material pesado estava reduzindo o fluxo de material para fora do poço, mas que ainda é cedo para dizer se o processo terá sucesso. O "top kill" começou na quarta-feira e podem se passar vários dias antes que se possa fazer um diagnóstico.
O porta-voz da BP, Tom Mueller, desmentiu os informes de que a manobra já era um sucesso. "Apreciamos o otimismo, mas a operação de top kill continua durante todo o dia, e isso não mudou", disse ele. "Não esperamos ser capazes de dizer algo de definitivo tão cedo".

Governo Obama
Em Washington, a diretora do Serviço de Gerenciamento de Minerais, Elizabeth Birnbaum, demitiu-se algumas horas antes de um esperado pronunciamento do presidente Barack Obama. Espera-se que ele prorrogue uma moratória na exploração de petróleo em águas profundas.
O departamento de Birnbaum se viu sob duras críticas de ambos os partidos do Congresso americano pela supervisão negligente das perfurações e pelo relacionamento excessivamente amigável com empresas do setor.
Um relatório divulgado no início da semana revela que, entre 2000 e 2008, funcionários da agência aceitaram ingressos para eventos esportivos, almoços e outros presentes de empresas de petróleo e gás, e usaram computadores do governo para assistir a pornografia. Birnbaum administrava a área desde julho de 2009.
Obama decidiu adiar a venda de concessões para a exploração de petróleo no Alasca e cancelar de vez planos de autorizar perfurações no Golfo Ocidental e na costa do estado de Virginia.
Se o top kill falhar, a BP tem planos de contingência, incluindo lacrar o poço com um tampão. Uma tentativa anterior nesse sentido falhou. A BP também pode tentar um "tiro de lixo", arremessando detritos no poço para entupi-lo, durante o processo de top kill. A única solução permanente é furar outro poço para retirar o óleo de forma controlada, mas isso levará meses.
Embora o vazamento seja o maior da história dos EUA, não é o pior do Golfo do México. Uma plataforma mexicana, a Ixtoc 1, explodiu em junho de 1979, liberando 530 milhões de litros de óleo.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Empresa Britânica pagará custos de limpeza de vazamento nos EUA


   

Portal Terra


DA REDAÇÃO - A companhia de petróleo britânica BP, que administrava a plataforma que afundou no Golfo do México, pagará "todos os custos necessários e apropriados de limpeza" da mancha negra, afirma a empresa em um comunicado divulgado nesta segunda-feira.
"A BP assume a responsabilidade da resposta ao vazamento de óleo. Nós vamos limpar", afirma o grupo no comunicado publicado em um site dedicado à gestão da catástrofe ecológica.
"A BP pagará todos os custos necessários e apropriados de limpeza", completa o texto.
Durante uma visita às costas da Louisiana no domingo, o presidente americano Barack Obama, já havia culpado a empresa britânica.
"Que as coisas sejam bem claras: a BP é responsável pelo vazamento. A BP pagará", afirmou.
O vazamento joga 800.000 litros de petróleo diários no mar.
O comunicado afirma ainda que a BP se compromete "a pagar todas as demandas de indenização legítimas e objetivamente verificáveis por perdas e danos vinculados pelo vazamento", citando em particular os danos aos bens, prejuízos às pessoas e perdas comerciais.
Segundo o jornal New York Times, a lei federal estabelece o limite de 75 milhões de dólares pela responsabilidade da BP no caso da mancha negra, fora os custos de limpeza.
Um fundo federal, alimentado por um imposto sobre o petróleo, pode cubrir até um bilhão de dólares de reparos, segundo o jornal americano.

terça-feira, 27 de abril de 2010

MEIO-AMBIENTE - Vazamento de petróleo pode ser um dos piores da história dos EUA: oficial



   
O vazamento de petróleo no Golfo do México pode tornar-se um dos piores da história dos Estados Unidos se o poço não for selado, informou nesta quinta-feira uma oficial da guarda-costeira que lidera a resposta ao desastre. "Vou dizer diretamente. Os esforços da BP para controlar o vazamento no bloco obturador do poço não tem sido bem sucedidos", informou a contraalmirante Mary Landry, em entrevista coletiva.
Landry negou-se a comparar este incidente com o desastre do petroleiro Exxon Valdez, em 1989, mas acrescentou: "se não tornarmos o poço seguro, sim, será um dos vazamentos de petróleo mais significativos da história dos Estados Unidos".
Esta terça-feira, a mancha se moveu a 33 km do frágil ecossistema costeiro da Louisiana e as autoridades federais informaram que estão considerando uma "queima controlada" do petróleo já recolhido em barreiras flutuantes no Golfo.
A plataforma petrolífera "Deepwater Horizon", administrada pela gigante britânica BP, afundou na quinta-feira a 200 km a sudoeste de Nova Orleans e continua vazando azando petróleo dois dias depois de uma explosão na qual morreram 11 operários.
Quatro robôs submarinos operavam no local nesta terça-feira numa corrida contra o tempo para interromper o vazamento, sem conseguir maiores avanços, enquanto um grupo de engenheiros construía um domo gigante que poderia ser colocado sobre os locais de escape para deter o derramamento.
str-ag/ds/mvv
AFP

small noaa logo Casa | Emergency Response | Respondendo a derramamentos de óleo
What's the Story em derrames de óleo?


Quando falamos de derramamentos de óleo, quanto petróleo estamos falando?
Bastante:
  • Os Estados Unidos utilizam cerca de 700 milhões de galões de óleo a cada dia.
  • O mundo usa cerca de 3 bilhões de galões por dia.
  • O maior derramamento nos Estados Unidos até agora foi a Exxon Valdez, derrame em Prince William Sound, Alasca, em março de 1989. Um petroleiro que encalhou a causa deste derrame de cerca de 11 milhões de galões de petróleo bruto. Enquanto isto foi um derrame de grande, era na verdade apenas uma pequena parcela - menos de 2 por cento - do que nos Estados Unidos usa em um dia!
Esses grandes números são difíceis de se relacionar com a vida cotidiana, por isso vamos fazer algumas comparações. Para entender melhor o quanto 11 milhões de galões de petróleo é, verificar a tabela abaixo. Ele mostra quantos quartos familiares ou edifícios seria preenchido pelo montante aproximado de óleo derramado no Exxon Valdez,. Por exemplo, que o óleo teria preenchido nove ginásios da escola e 430 salas de aula.


Volume TotalGalõesAcademiasCasasSalas de aulaSalas
Exxon Valdez, Derramamento de óleo10,800,0009108430797
Escola Academia
(50' * 50' * 65')
1,274,1631135194
Média da Casa
(40' * 40' * 8')
100,3650.1147
Média da Sala de Aula
(20' * 20' * 8')
25,0910.020.2512
Média da Sala
(12' * 18' * 8')
13,5490.010.1250.51
O que queremos usar o petróleo para este?
Você pode não estar ciente de todas as formas como usamos a óleo. Vamos utilizá-lo
  • para abastecer nossos carros, caminhões e ônibus, e para aquecer nossas casas.
  • para lubrificar máquinas grandes e pequenos, como bicicletas ou prensas.
  • para fazer o asfalto que usamos para preparar as nossas estradas.
  • para fazer plásticos, tais como os brinquedos que jogamos com os rádios portáteis e leitores de CD ou ouvimos.
  • para tornar os medicamentos, tintas, fertilizantes, pesticidas, tintas, vernizes e eletricidade.

Amoco Cadiz partially submerged
Como derrames acontecer?
Derramamentos de óleo em rios, baías e oceano são causados por acidentes envolvendo navios, barcaças, gasodutos, refinarias e instalações de armazenamento, geralmente quando o óleo está sendo transportado para nós, seus usuários (como na foto à direita, que mostra uma superpetroleiro, o Amoco Cadiz, Naufrágio ao largo da costa da França, em 1978).
Derrames podem ser causados por:
  • pessoas a cometer erros ou serem descuidados.
  • equipamento quebrar.
  • desastres naturais como furacões.
  • atos deliberados pelos terroristas, os países em guerra, vândalos ou dumpers ilegal.
Então o que acontece?
Óleo flutua na água salgada (o mar) e geralmente flutua na água doce (rios e lagos). Muito óleo pesado por vezes pode afundar em água doce, mas isso acontece muito raramente. Petróleo geralmente se espalha rapidamente através da superfície da água para formar uma fina camada que chamamos de uma mancha de óleo. Como o processo continua se espalhando, a camada se torna mais fina e mais fina, tornando-se finalmente uma camada muito fina chamada de brilho, que muitas vezes parece um arco-íris. (Você pode ter visto sheens em estradas ou estacionamentos após uma chuva).
Dependendo das circunstâncias, os derrames de petróleo pode ser muito prejudicial para as aves e mamíferos marinhos, e também pode prejudicar os peixes e mariscos. Você pode ter visto imagens dramáticas de aves oleada e lontras marinhas que tenham sido afetados por derramamentos de óleo. Óleo destrói a capacidade isolante da peles dos mamíferos, tendo, como lontras do mar, e as habilidades de água repelente de penas de um pássaro, expondo assim essas criaturas aos elementos ásperos. Muitas aves e animais também ingerir (engolir) de óleo quando eles tentam limpar-se, que pode envenená-los. Dependendo de onde e quando acontece um vazamento, de apenas alguns até centenas ou milhares de aves e mamíferos podem ser mortos ou feridos.
Depois do petróleo derramado, qualquer um de vários locais, estaduais e órgãos do governo federal, bem como as organizações voluntárias podem responder ao incidente, dependendo de quem está necessitado. As pessoas podem usar qualquer um dos seguintes tipos de ferramentas para limpar o óleo derramado:
  • booms, que são barreiras flutuantes de óleo (por exemplo, uma grande explosão pode ser colocado em torno de um tanque que está vazando óleo, para recolher o óleo).
  • skimmers, que são barcos que skim óleo derramado da superfície de água.
  • absorventes, que são grandes as esponjas usadas para absorver o óleo.
  • dispersantes químicos e agentes biológicos, que dividem o óleo em seus constituintes químicos.
  • queima in-situ, que é um método de queima de petróleo recém-derramado, geralmente quando ele está flutuando na água.
  • lavagem de petróleo perto das praias tanto com pressão alta ou baixa pressão mangueiras.
  • caminhões a vácuo, o que pode vácuo derramou petróleo ao largo das praias ou a superfície da água.
  • pás e equipamentos rodoviários, que são por vezes utilizados para captar o óleo ou mover areia da praia oleada e cascalho até onde ele pode ser limpo por ser tombado em torno das ondas.
Que métodos e ferramentas que as pessoas escolher depende das circunstâncias de cada caso: o clima, o tipo ea quantidade de óleo derramado, o quão longe da costa o petróleo derramado, ou que as pessoas não vivem na área, que tipos de pássaros e animais habitats estão na área, e outros fatores. Diferentes métodos de limpeza trabalham em diferentes tipos de praias e com diferentes tipos de óleo. Por exemplo, equipamentos rodoviários funciona muito bem em praias de areia, mas não pode ser usado em pântanos ou em praias com grandes blocos ou pedras (pedras redondas que são maiores do que pedras, mas menor do que pedras).
As pessoas também podem criar estações onde se pode limpar e recuperar animais selvagens. Às vezes, as pessoas não podem decidir a resposta a todos a um derrame, porque em alguns casos, a resposta não é útil ou mesmo acrescenta ao dano causado pelo vazamento.

Worker using power washer to spray oil off rocks on a beach.
Quem cuida do problema?
Nos Estados Unidos, dependendo de onde ocorre o vazamento, nem os E.U. Guarda Costeira ou os E.U. Agência de Proteção Ambiental toma posse da resposta do derramamento. Eles, por sua vez, muitas vezes chamada de outras agências (NOAA e do Fish and Wildlife Service são chamados) para obter ajuda e informações.
O objetivo da nova regulamentação federal é para evitar os derrames de petróleo aconteça. As pessoas que causam derrames de petróleo agora deve pagar penas severas, e os regulamentos exigem também para o projeto mais seguro navio na esperança de evitar vazamentos futuros. Em os E.U., as pessoas que respondem a derrames de petróleo deve praticar a realização de exercícios, e as pessoas que gerenciam navios e das instalações que armazenam ou transportam petróleo devem desenvolver planos de explicar como eles reagiriam a um derrame, de modo que possam responder eficazmente a um derrame se necessário.



E o resto de nós?
Porque petróleo e derivados no ambiente podem causar danos, temos de evitar problemas quando pudermos. Por exemplo, evitando o dumping de petróleo ou de resíduos de óleo no esgoto ou lixo, evita poluir o meio ambiente em que vivemos Às vezes, podemos encontrar formas de evitar a utilização de petróleo, em primeiro lugar: por exemplo, bicicleta pode, a pé, ou tomar o ônibus ao invés de tomar um carro a alguns lugares é preciso ir. Quando usamos menos petróleo, menos precisa ser transportado, e há um menor risco de derrames de petróleo no futuro. Devemos entender que é porque contamos com o óleo que nós corremos o risco de derramamentos de óleo. Isso significa que todos nós compartilhamos a responsabilidade pela criação do problema dos derrames de petróleo e da responsabilidade de encontrar maneiras de resolver o problema.




Referências
Algumas das informações desta página são provenientes da seguinte fonte ligada. Além disso, utilizamos vários arquivos e relatórios do OR NOAA R & Response Centro de Referência em Seattle, Washington.



NOAA logo

sábado, 27 de março de 2010

INTERNACIONAL/MÉXICO - Chefe de polícia é decapitado em Ciudad Juárez, no México


da Associated Press, em Monterrey
Segundo autoridades mexicanas, o oficial Heriberto Cerda e seu irmão, Jesus Cerda, foram encontrados mortos dentro de uma viatura de polícia, ontem (26), em Ciudad Juárez, no Norte do México.
Heriberto, era o chefe de polícia da cidade de Agualeguas, e foi encontrado decapitado em sua picape, abandonada perto do município de General Trevino.
Os irmãos estavam desaparecidos desde quinta-feira (25). As iniciais CDG (Cartel de Drogas Gulf) estavam escritas a sangue nos vidros do veículo. Segundo as autoridades, a região vem passando por um grande surto de violência, oriundo da disputa de dois cartéis rivais, o Gulf e o Zeta.
Cerca de 18 mil pessoas já foram mortas em casos relacionados ao tráfico de drogas desde 2006, quando o presidente Felipe Calderon decidiu ampliar o combate aos cartéis.
Ciudad Juárez, que faz divisa com a cidade de El Paso, no Texas, é o município mais violento do México.

 


 

sexta-feira, 19 de março de 2010

ECONOMIA/NEGÓCIOS - Shell descobre novo poço de petróleo no Golfo do México


France Presse
Publicação: 19/03/2010 13:03


A gigante petroleira anglo-holandesa Shell anunciou nesta sexta-feira (19/3) que realizou "uma nova descoberta importante de petróleo" a quase 8 mil metros de profundidade no leste do Golfo do México.



"A Shell perfurou o poço que levou à descoberta, situado no bloco 392 da fenda do Mississipi, até uma profundidade de 7.643 metros", ressalta a companhia em um comunicado.

Depois, por meio da perfuração de uma via a partir dessa jazida, outro foi encontrado a uma profundidade de 7.910 metros, acrescentou a fonte.

"Estão previstas atividades de avaliação complementares mais tarde durante este ano", indica o comunicado, no qual indica que a Shell já descobriu petróleo nessa área em 2009.