Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro disse Dom Pedro II
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sexta-feira, 7 de maio de 2010

CARROS - Bugatti é leiloado por US$ 40 milhões nos EUA


   

Negociação transforma o veículo no carro mais caro do mundo.
Bugatti SC Atlantic foi comprado por um museu de automóveis.

Do G1, com informações do Jornal da Globo
Um Bugatti SC Atlantic, fabricado há 74 anos, foi leiloado nesta quinta-feira (6) na Califórnia por US$ 40 milhões (cerca de R$ 70 milhões). Segundo o “Wall Street Journal”, o comprador do carro mais caro do mundo foi um museu de automóveis.
Apenas três Bugatti SC Atlantic foram fabricados, e um deles pertence ao estilista Ralph Lauren. O carro é considerado uma obra-prima da engenharia automobilística.
O Bugatti desbancou uma Ferrari Testa Rossa negociada no ano passado por R$ 22 milhões.

terça-feira, 27 de abril de 2010

MEIO-AMBIENTE - País já tem 1,64 milhão de veículos convertidos para gás natural veicular


   
Agência Brasil
Publicação: 27/04/2010 10:50



O número de veículos convertidos para gás natural veicular (GNV) chegou próximo de 3 mil em março, o que elevou a frota nacional para 1,64 milhão de veículos.

A informação foi dada à Agência Brasil pelo coordenador do Comitê de GNV do Instituto Brasileiro do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (IBP), Rosalino Fernandes. Ele é também presidente da Associação Latino Americana de Gás Natural Veicular (Alagnv).

Segundo ele, a tendência é crescente. O otimismo se baseia no interesse de algumas concessionárias, localizadas especialmente no Nordeste, que pretendem expandir a venda de gás. Isso permite investir no crescimento das redes de distribuição e atender outros clientes industriais e comerciais.

Fernandes observou que a Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás) tem feito um esforço grande no sentido de estimular o uso de gás na área veicular. Inclusive para veículos pesados.

O presidente da Alagnv afirmou que as perfurações que vêm sendo feitas nos poços da camada pré-sal também contribuem para estimular o uso do GNV.

"Sem dúvida. É um fator extremamente positivo no sentido de estimular a utilização de gás. Até por questões ambientais. Em vez de queimar o gás, é melhor você usar o gás de uma forma eficiente, gerando energia, como é o caso do uso automotivo".

Em alguns estados brasileiros, o preço do gás mostrou elevação e alguns combustíveis concorrentes, com destaque para o álcool, apresentaram redução de custo no varejo. Fernandes lembrou que o consumidor compara os preços dos combustíveis sem, muitas vezes, prestar atenção no desempenho melhor que um veículo pode ter em termos de quilômetros por litro comparado ao desempenho de quilômetros por metro cúbico.

"Em vez de avaliar pelo desempenho do veículo para aquele determinado combustível, ele [consumidor] olha para o preço de um e de outro e compra o mais barato. Muitas vezes, [ele] sai perdendo".

Em alguns estados como Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, a diferença de preço entre o GNV e o álcool se tornou atraente para o consumidor, o que elevou a conversão de veículos. Em São Paulo e nas regiões Norte e Nordeste, o preço do gás se mantém elevado, o que afetou de forma negativa o setor.

domingo, 11 de abril de 2010

CARROS - Audi Q5


Utilitário-esportivo premium impulsiona as vendas da marca no Brasil.
Com tecnologia e bom desempenho, Q5 só perde para o Q7 no tamanho.

Milene Rios Do G1, em São Paulo

 


 


Audi Q5 (Foto: Divulgação)

O segmento de SUVs é um dos principais alvos da indústria automobilística no Brasil. Entre os utilitários-esportivos mais simples, como o Ford EcoSport , e os mais vistosos, como Porsche Cayenne, um segmento intermediário ganha força no mercado. São os SUVs médios premium, que além dos veteranos Mercedes-Benz GLK e BMW X3, inclui os novatos Volvo XC60, Volkswagen Tiguan e o Audi Q5.

O modelo da Audi foi lançado há quase um ano e é um dos principais responsáveis por aumentar as vendas da marca alemã no mundo, inclusive no Brasil. A fabricante obteve recorde no primeiro trimestre de 2010 com um volume 25,9% superior ao registrado no mesmo período de 2008, ano em que a montadora registrou sua última alta.

Foto: Arte/G1

Veja os concorrentes diretos do Audi Q5 (Foto: Arte/G1)

De acordo com a Audi do Brasil, a demanda pelo veículo no mercado externo é tão forte, que o brasileiro que quiser um Q5 terá que encarar uma fila de espera de um a dois meses. Isso porque só ‘sobram’ para o país no máximo 35 unidades mensais. Por aqui, o utilitário da marca alemã não supera apenas o XC60, que é quase R$ 68 mil mais em conta e acumulou no primeiro trimestre do ano 580 unidades vendidas, montante sete vezes superior ao do Q5.


Audi Q5 (Foto: Divulgação)

Mergulhado em um extenso pacote de tecnologias de ponta, o Q5 perde para o irmão maior Q7 apenas em tamanho. Desde a versão ‘básica’, o modelo traz câmbio automatizado S-Tronic de dupla embreagem de sete velocidades e a tração integral permanente quattro, o sistema de auxílio em descida, que mantém automaticamente uma velocidade segura, e o programa eletrônico de estabilidade que, além de corrigir a trajetória do veículo em situações de risco, oferece a função ‘off-road’, que evita derrapagens em estradas de terra.

Como opcional a fabricante oferece o sistema ‘Audi Drive Select’ que regula a suspensão, direção e o câmbio e ajusta o comportamento do carro em confortável, intermediário ou esportivo. De série ele traz elementos obrigatórios para veículos desta categoria, como freios ABS com distribuição eletrônica, controles de tração (ASR) e estabilidade (ESP), faróis bi-xenônio e seis airbags.

Foto: Divulgação

Audi Q5 (Foto: Divulgação)

Na cabine, o destaque é o sistema Audi Infotainment que, por meio de uma tela de LCD de 6,5 polegadas e um botão giratório, gerencia as funções do ar-condicionado, sistema de áudio, auxílio de estacionamento, relógio e temperatura externa. Um software específico permite que o sistema se integre a vários tocadores de MP3, incluindo o iPod, e mostre as pastas e músicas na tela.

O habitáculo fica ainda mais agradável com o bom acabamento interno, que traz materiais sensíveis ao toque, bancos revestidos em couro e ajustes elétricos de altura, lombar e longitudinal para motorista e passageiro. Os bancos traseiros são reclináveis, rebatíveis e tem 10 centímetros de deslizamento horizontal.


Audi Q5 (Foto: Divulgação)

Apesar dos recursos, o ocupante do meio não encontra uma posição confortável para viajar. Com generosos 2.81 metros de entreeixos, falta espaço para três passageiros e o apoio de braço rebatível enrijece a parte central do assento. Em viagens longas, o indicado é levar apenas dois adultos.

Por fora, o Q5 acompanha a harmonia do interior, mas com uma ‘pegada’ mais esportiva, o que diferencia visualmente o modelo da concorrência. A esportividade também está sob o capô. De acordo com a fabricante, o Q5 é o mais rápido e veloz da categoria. Equipado com o motor 2.0 Turbo FSI de 214 cavalos e 35,7 mkgf de torque, o utilitário acelera de 0 a 100 km/h em 7,2 segundos e tem velocidade máxima de 222 km/h.

Foto: Divulgação

Audi Q5 (Foto: Divulgação)

Mesmo com o fôlego, o modelo não é ‘beberrão’. Isso graças às sete marchas que possibilitam rotações mais baixas. Aos 120 km/h, o conta-giros marca 2.100 rpm. De acordo com a Audi, o SUV faz até 12,3 km/l de gasolina na estrada com o ar-condicionado desligado e sem cargas. No uso urbano o a média é de 8,7 km/l.

terça-feira, 6 de abril de 2010

CARROS - Novo Hyundai Santa Fe parte de R$ 110 mil


Modelo 2011 está R$ 2.100 mais caro do que versão anterior.
Utilitário traz novo motor V6 e visual mais esportivo.
Do G1, no Rio
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A nova Santa Fe deve chegar às lojas dentro de 30 dias, mas o preço já está disponível nas concessionárias de marca. De acordo com apuração do G1, a nova versão do utilitário esportivo será vendido a partir de R$ 110 mil, ante os R$ 107.900 cobrados pelo modelo anterior. A versão com sete lugares está sendo oferecido por R$ 120 mil, cerca de R$ 1 mil a menos.

Foto: AFP

Versão 2011 da Santa Fe é apresentada em Detroit (Foto: AFP)

O modelo foi apresentado no Salão de Detroit, em janeiro, com algumas mudanças no visual. Mas a principal novidade do utilitário é o motor V6 2.4 litros de 175 cv e um V6 3.5i com 276 cv, que substituem o 2.7 e 3.3, ambos V6. De acordo com a marca, os novos propulsores superam o antigo em aceleração e economia de combustível.

Por fora, o Santa Fe traz nova grade e para-choques dianteiros, o que deixou o visual mais esportivo. Na cabine, o modelo é revestido com materiais de melhor qualidade e equipamentos mais sofisticados.

De acordo com a assessoria da Caoa, importadora oficial do Hyundai no Brasil, o Santa Fe 2011 já está sendo distribuído para toda a rede de concessionárias no país.



 


 

domingo, 4 de abril de 2010

CARROS - Jaguar rompe tradição e entra na era esporte do XJ #car

FELIPE NÓBREGA
enviado especial da Folha a Versalhes (França)

Para os gregos antigos, o tempo não era medido pela contagem dos dias. Só um acontecimento especial computava a passagem de um período.
Da mesma forma, é possível dizer que o antigo Jaguar XJ ficou estacionado no tempo desde 1968, quando revolucionou o segmento de sedãs de luxo com seu estilo arrebatador. Perdurou por décadas e virou, depois, seu próprio fardo.
Já a novíssima geração do XJ, prometida para desembarcar no Brasil em agosto, resgata a ousadia do modelo original.
Mas, agora, recorre ao charme do Maserati Quattroporte e ao refinamento do Bentley para ressuscitar a sua lista de pretendentes. Sonha até com a do Porsche Panamera, outro automóvel de mais de R$ 500 mil.
Em um test-drive pelos arredores de Versalhes, o novo XJ mostra que a sua construção em alumínio lhe dá a pitada de leveza que falta ao dinâmico BMW 750i, outro que adota a boa e velha tração traseira.
É ela que, no Jaguar, dá vida aos 510 cv do motor 5.0 V8 com compressor e leva o sedã aos 100 km/h em 4,9s, diz a fábrica.
Nem é preciso tanta ligeireza. Não há nada melhor no sedã do que as poltronas de couro costuradas à mão e com ventilação interna. Mas só os bancos frontais fazem massagem.

LCD
Tudo bem que o Mercedes Classe S também oferece o mimo e ainda "percebe" quando o motorista está com sono. Mas é o Jaguar quem traz o painel de instrumentos em LCD.
Dá até para trocar a projeção do conta-giros pela do visor do ACC (controlador de distância em relação ao carro da frente).
Outro item que antigos donos de XJ vão estranhar é o seletor do câmbio automático de seis marchas. Em vez de alavanca, há um botão giratório.
"High-tech" mesmo é a tela "touch screen" no console central. Ela projeta simultaneamente imagens distintas para o motorista e para o passageiro.
Enquanto um vê --nitidamente-- os mapas do GPS, o outro consegue assistir, por exemplo, a um filme em DVD.
Sinal de que o aristocrata inglês já avança hoje por meio de bits indianos do grupo Tata.
O jornalista viajou a convite da Jaguar, que cedeu o XJ para avaliação


 


 

sábado, 3 de abril de 2010

SÃO PAULO/SEGURANÇA PÚBLICA - Polícia Civil de São Paulo repagina veículos com visual retrô


Carros novos passarão a ser nas cores preta e branca.
Objetivo é reaproximar a imagem do órgão à população.
Da Agência Estado

Fusca fabricado em 1986 foi usado pela polícia até 2008 e está exposto no museu da Academia da Polícia Civil de São Paulo. (Foto: G1)

A Polícia Civil entrou na onda retrô da Segurança Pública de São Paulo. A instituição recebeu o aval do governo para que seus veículos voltem a ostentar as cores preta e branca ou, como preferem os policiais veteranos, ônix e marfim. A medida não deve trazer custos, pois atingirá só novas viaturas - as atuais continuarão tricolores. O decreto foi assinado no último dia 30 pelo governador José Serra (PSDB), em sua última semana de trabalho.

Ao mesmo tempo que volta a usar as cores que ostentou durante 90 anos - o padrão tricolor foi inaugurado em 1999, durante o governo Mário Covas (PSDB) -, a instituição pretende identificar os carros apenas com o nome Polícia Civil, acabando com nomes de delegacias e departamentos na lataria dos veículos. O plano do delegado-geral da Polícia Civil, Domingos de Paulo Neto, é reaproximar a imagem do órgão à população.

A medida é popular entre os investigadores e agentes. A manutenção da pintura das atuais viaturas é cara, ao contrário do antigo padrão. Além disso, a mudança pode baratear o custo dos novos carros, que seriam comprados da fábrica na cor branca. A frota atual da Polícia Civil é de cerca de 8,5 mil veículos.

Desde 2007 a Polícia Civil tentava recuperar suas cores tradicionais, na cor branca. Em janeiro, com a decisão de Serra de enviar à Assembleia Legislativa o projeto de lei que altera o nome da Polícia Militar, resgatando o histórico e tradicional nome da Força Pública, os delegados de São Paulo voltaram à carga na tentativa de recuperar sua identidade mais tradicional. A pressão acabou surtindo efeito e Serra resolveu encampar a ideia.

As cores preta e branca para a polícia no Brasil foram definidas pela primeira vez em 1808, pelo desembargador Paulo Fernandes Viana, da Intendência-Geral da Polícia da Corte e do Estado do Brasil, em substituição às cores verde e vermelha. Para o desembargador Fernandes Viana, o preto e o branco simbolizavam o trabalho diuturno da polícia.

Quando a pintura das viaturas das Polícias Civil e Militar foi alterada durante o governo Covas, o sentido era aproximar as duas polícias como parte do programa de integração das instituições. Assim, ambas passaram a exibir as cores da bandeira do Estado de São Paulo - vermelho, preto e branco.

Também deveriam trabalhar em prédios em comum - o que só ocorreu com os comandos das instituições -, ter centro de comunicações conjunto e dividir a mesma academia de formação, além de trabalharem em áreas administrativas comuns a fim de facilitar o planejamento integrado. O projeto de integração das polícias - uma alternativa ao desejo do governo Covas de unificar as instituições - acabou ficando pelo caminho.


 


 

INTERESSANTE - MARAVILHAS ESCONDIDAS!!




Um americano comprou uma propriedade em Portugal com um galpão fechado.

As portas de aço estavam soldadas. Quando foram abertas..... surpresa !!!!!

A fazenda, modesta, estava abandonada há 15 anos. Os antigos proprietários faleceram sem deixar herdeiros.

Depois de longo processo, o estado tornou-se proprietário do imóvel e decidiu leiloá-lo. Não houve interessados, já que o comprador deveria assumir a conta de quinze anos de impostos atrasados.

Como a propriedade estava abandonada e o tal galpão fortemente lacrado, ninguém se interessou em abri-lo. Um americano, de Nova York, acabou comprando as terras, e o galpão, por menos da metade do preço inicial.


Curioso, comprou um gerador e contratou uma equipe para cortar as portas de aço.

Vejam o que ele encontrou !!!

O galpão estava repleto de carros antigos !!!

Aston Martin?

Opel GT, Lotus Elan FHC, Lotus Super Seven Series IV, Lotus Elan DHC. Porsche 356, Austin Healey Sprite MkII, Volvo PV 544, Ford Y?

Alfa Giulietta, Lotus Europa, Lotus Elan FHC, Matra Djet?
Lancia Flaminia Coupé Abarth 1300 Scorpione American (inspired) design
Interior of Alfa Romeo Lancia Flaminia Coupé, Peugeot 504 cabriolet & 404 cabriolet.
Mini, Alfa 1900 Super sprint, Balilla. Fiat Topolino II, Triumph TR4, Peugeot 202.
BMW V8, Formula racers, Chryslers, Mercedes, Austin A30. Formula racers, Chryslers, Mercedes, Austin A30.



O valor total dos carros é superior a 35 milhões de dólares!