Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro disse Dom Pedro II

sábado, 2 de janeiro de 2010

Congresso tem 594 políticos, mas paga 616



deu na folha de s.paulo:

Além de arcar com salários de 513 deputados e 81 senadores, Legislativo remunera 22 congressistas que têm cargos no Executivo

Casas gastam R$ 4,3 mi ao ano com vencimentos dos licenciados; deputado com cargo de secretário continua utilizando imóvel funcional

Além de pagar os salários de 594 congressistas (513 deputados federais e 81 senadores) que estão no exercício do mandato, o Congresso Nacional gasta mais R$ 4,3 milhões por ano com os vencimentos de parlamentares licenciados.

Atualmente, 22 congressistas eleitos que ocupam cargos em secretarias estaduais ou municipais, ministérios ou prefeituras optam por continuar recebendo pelo Legislativo. Em geral isso acontece porque o salário mensal de um senador ou deputado é de R$ 16,5 mil-valor mais alto do que a maioria dos salários no Executivo.

Quando voltam ao Congresso, os licenciados também têm direito ao benefício do auxílio do mandato. Na Câmara, o auxílio varia de R$ 23 mil a R$ 34,2 mil por mês, dependendo do Estado do parlamentar. Quem volta à Casa tem direito a benefício proporcional aos dias trabalhados como deputado.

É o que ocorre com Alberto Fraga (DEM-DF): ele foi eleito deputado federal, mas exerce o cargo de secretário de Transportes do Distrito Federal.







Lula fora de Davos

deu no Ancelmo:



Lula, em fase de grande prestígio internacional, decidiu que não vai este ano à reunião de Davos, agora em janeiro.
A cidade suíça reúne anualmente a elite financeira global.







''Estado'' está sob censura há 155 dias

O empresário Fernando Sarney, filho do senador José Sarney, apresentou no dia 18, véspera do recesso forense, pedido de desistência da ação contra o Estado, mas a censura ao jornal permanece em vigor. A partir de 7 de janeiro, término do recesso, o jornal será intimado a decidir se concorda com a extinção ou prefere que a Justiça aprecie o mérito.
O pedido do empresário foi feito nove dias após o Supremo Tribunal Federal ter arquivado reclamação do jornal contra a censura sem decidir sobre seu mérito.







sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Personagem Brasileiro - José Sarney








Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Índice
1 Biografia
1.1 Pessoal
2 Carreira política
2.1 Presidência da República
2.1.1 O Plano Cruzado
2.1.2 Moratória e novos planos econômicos
2.1.3 Eleições e Constituinte
2.2 Após a Presidência
2.3 Eleição em 2009
2.3.1 Polêmicas em 2009
3 Carreira literária
3.1 Obras
3.2 Academia Brasileira de Letras
3.3 Critica
4 Condecorações
5 Referências
6 Bibliografia
7 Ver também
8 Ligações externas


José Ribamar Ferreira de Araújo Costa,[1] mais conhecido como José Sarney (Pinheiro, 24 de abril de 1930) é um político e escritor brasileiro. Foi o trigésimo primeiro presidente do Brasil, de 1985 a 1990. Vice-presidente eleito pelo Colégio Eleitoral, na época, assumiu o cargo devido ao falecimento do titular, Tancredo Neves.

É o atual presidente do Senado Federal do Brasil, desde o dia 2 de fevereiro de 2009.

Biografia
Pessoal
Nascido José Ribamar Ferreira de Araújo Costa no estado do Maranhão, filho de Sarney de Araújo Costa e de Kiola Ferreira de Araújo Costa.

Em 1965, adotou legalmente o nome de José Sarney de Araújo Costa, o qual já utilizava para fins eleitorais desde 1958, por ser conhecido como "Zé do Sarney", isto é, José filho de Sarney.[2]

Fez os estudos secundários no Colégio Marista e no Liceu Maranhense, cursando em seguida a Faculdade de Direito da atual Universidade Federal do Maranhão, pela qual se bacharelou em 1953. Por essa época ingressou na Academia Maranhense de Letras. Ambos os cursos foram realizados em São Luís.

Segundo Mauricio Vaitsman, ao lado de Bandeira Tribuzzi, Luci Teixeira, Lago Burnet, José Bento, Ferreira Gullar e outros escritores, fez parte de um movimento literário difundido através da revista que lançou o pós-modernismo no Maranhão, A Ilha, da qual foi um dos fundadores.

Carreira política
Ingressou na vida pública na década de 1950. Foi deputado federal em 1955. É portanto o parlamentar mais antigo ainda em atividade no Congresso Nacional.

Ao longo de sua carreira política, foi diversas vezes deputado, foi governador do Maranhão entre 1966 e 1971, senador pelo Maranhão entre 1971 e 1985 e Presidente da República de 1985 a 1990. Já integrou a UDN, foi líder do governo Jânio Quadros na Câmara dos Deputados, foi presidente da ARENA e do PDS, e posteriormente filiou-se ao PMDB.

Na sua posse como governador do estado do Maranhão, em 30 de janeiro de 1966, o cineasta Gláuber Rocha produziu o documentário Maranhão 66, que mesclava cenas da posse com cenas do povo maranhense. Posteriormente, José Sarney rejeitou o trabalho de Gláuber, que era seu amigo pessoal. Ficou no cargo por quatro anos.

Para a eleição presidencial de 1985, a Frente Liberal (dissidência do PDS) indicou-o para compor, como candidato a vice-presidente, a chapa da Aliança Democrática, encabeçada por Tancredo Neves[3].

Após deixar a presidência, em 1990, Sarney continuou sua trajetória política como senador, agora pelo estado do Amapá. Foi presidente do Senado Federal de 1995 a 1997 e de 2003 a 2005, cargo que ocupa novamente desde 2 de fevereiro de 2009. Cumpre ressaltar que o presidente do Senado é concomitantemente o presidente do Congresso Nacional.

José Sarney é pai de Roseana Sarney, atual governadora do Maranhão, do deputado federal Sarney Filho e do empresário Fernando José Sarney. A família controla o conglomerado Sistema Mirante de Comunicação, dono de três emissoras e dezenas de retransmissoras de televisão Rede Mirante (afiliadas à Rede Globo), seis emissoras de rádio (Rádio Mirante AMs e FMs e o jornal O Estado do Maranhão.[4]

José Sarney, presidente do Brasil, recebe Mário Soares, presidente de Portugal.Sarney foi eleito vice-presidente da República na chapa de Tancredo Neves, por eleição indireta, superando a chapa do candidato Paulo Maluf. Assumiu a presidência, como vice-presidente, em 15 de março de 1985, diante do adoecimento de Tancredo Neves. Com o falecimento de Tancredo em 21 de abril, tornou-se o titular do cargo de presidente da República.

Sua posse foi tensa pois havia dúvidas constitucionais sobre se era Sarney ou o presidente da Câmara dos Deputados, Ulisses Guimarães, quem deveria assumir a presidência da República. Foi decisivo para sua posse o apoio do general Leônidas Pires Gonçalves indicado por Tancredo Neves para Ministro do exército que apoiou a posse de Sarney.

Seu mandato caracterizou-se pela consolidação da democracia brasileira, mas também por uma grave crise econômica, que evoluiu para um quadro de hiperinflação histórica e moratória.

Também se notabilizaram as acusações de corrupção endêmica em todas as esferas do governo, sendo o próprio Presidente José Sarney denunciado, embora as acusações não tenham sido levadas à frente pelo Congresso Nacional. Foi período entre 1987 a 1989, que eclodia a crise política, aliada à crise econômica. Foram citadas suspeitas de superfaturamento e irregularidades em concorrências públicas, como a da licitação da Ferrovia Norte-Sul,[5] que voltou ser construída a partir de 2004, no Governo Lula.

O Plano Cruzado
Na área econômica, o governo Sarney adotou uma política considerada heterodoxa. Entre as medidas de maior destaque estão o Plano Cruzado, em 1986: congelamento geral de preços por doze meses, e a adoção do "gatilho salarial" (reajuste automático de salários sempre que a inflação atingia ou ultrapassava os 20%).

O Plano Cruzado a princípio teve efeito na contenção dos preços e no aumento do poder aquisitivo da população. Milhares de consumidores passaram a fiscalizar os preços no comércio e a denunciar as remarcações, ficando conhecidos como "fiscais do Sarney".

No decorrer do ano o Cruzado foi perdendo sua eficiência, com uma grave crise de abastecimento, a cobrança de ágio disseminada entre fornecedores e a volta da inflação. O governo manteve o congelamento até as eleições estaduais de 1986, tentando obter os maiores dividendos políticos possíveis do plano.

Moratória e novos planos econômicos
A estratégia eleitoral rendeu ao PMDB sucesso nas eleições de governador em 22 dos 23 estados brasileiros. A economia, no entanto, não resistiu ao controle estatal sobre a inflação, ao mesmo tempo em que o governo não era capaz de conter gastos. Foi lançado o Plano Cruzado II, sem que a situação melhorasse. Esse processo culminou com a decretação da moratória, em 20 de janeiro de 1987, decisão considerada altamente controversa.

Sucederam-se os Planos Bresser e Verão, sem sucesso no combate à escalada inflacionária. No fim do governo Sarney, o Brasil mergulha numa crise: entre fevereiro de 1989 e março de 1990, a inflação chega a 2.751%.

Eleições e Constituinte
Sarney notabilizou-se pela sua condução do processo de redemocratização do país.[6][7][8] Em 1985 realizaram-se eleições diretas para prefeito das capitais, as primeiras em vinte anos.

Em 1986 ocorreram as eleições para a Assembleia Nacional Constituinte, a qual promulgou uma nova constituição em 5 de outubro de 1988. Foram legalizados todos os partidos políticos até então clandestinos e extinta a censura prévia.

Foram realizadas eleições diretas para Presidente da República em 1989, as primeiras em 29 anos. José Sarney foi sucedido na Presidência por Fernando Collor de Mello.

Após a Presidência

José Sarney.Após a transmissão do cargo de Presidente a Fernando Collor de Melo, em 1990, Sarney transferiu seu domicílio eleitoral para o recém-criado estado do Amapá, antigo território, candidatou-se e venceu no Senado Federal no mesmo ano.

Segundo denúncias de imprensa da época, a transferência de domicílio eleitoral e ao ser eleito, seria para impedir que Collor entrasse processo para vasculhar irregularidades durante a presidência, que dois anos mais tarde era afastado pelo mesmo motivo. Sarney reelegeu no Senado em 1998 e 2006 e desde então, é representante do Amapá no Senado há quase vinte anos.

Nas eleições de 2006, embora com o mais alto índice de rejeição dentre os candidatos ao Senado pelo Amapá nas pesquisas pré-eleitorais,[9] Sarney venceu o pleito e manteve-se no Senado Federal com 53,8% dos votos válidos, contra 43,5% da segunda colocada, Maria Cristina Almeida (PSB), e 1,2% da terceira colocada, Celisa Capelari (PSOL).[10]

Em sua atividade legislativa, Sarney tradicionalmente apoiou o governo, como fez na época do presidente João Goulart antes do golpe militar. Posteriormente, integrou-se à Aliança Renovadora Nacional após o golpe de 1964. Na década de 1980, Sarney, juntamente com políticos do PDS, como Antônio Carlos Magalhães e Marco Maciel, deixou o governo para fundar a Frente Liberal (atual DEM) e foi candidato a vice-presidente na chapa de Tancredo Neves. Anos depois, após o impeachment do presidente Fernando Collor de Mello, Sarney aliou-se ao sucessor, Itamar Franco.

Posteriormente, foi aliado do presidente Fernando Henrique Cardoso, elegendo-se Presidente do Senado com seu apoio e hoje é aliado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Eleição em 2009
Em 2 de fevereiro de 2009, foi eleito e tomou posse como Presidente do Senado Federal do Brasil, pela terceira vez. Sarney foi eleito com 49 dos 81 votos dos senadores, derrotando o adversário do PT, Tião Viana.

Polêmicas em 2009

Usando camisetas que formam a frase "Fora Sarney", estudantes protestam contra permanência de José Sarney, na presidência do Senado.Adversários, jornalistas e cientistas já se referiram ao período de preponderância da família Sarney na política maranhense como uma época de "dominação" da "mais antiga oligarquia política vigente no país".[11][12][13] Segundo a revista Veja, "o resultado desse domínio é visível a olho nu: a família Sarney está milionária, mas o Maranhão lidera o ranking brasileiro de subdesenvolvimento." Também já foram criticados o controle das concessões públicas de comunicação por Sarney e o uso do convento das Mercês como sede da Fundação José Sarney.[13]

A eleição de Sarney para a Presidência do Senado pela terceira vez provocou controvérsias no meio político e críticas da imprensa, já que contou apoio de governistas e até oposicionistas que mudaram de voto em última hora. A revista inglesa The Economist publicou reportagem crítica a esse respeito. Críticas durante o mandato envolvendo nomeação de parentes em cargos públicos fizeram com que surgisse na Internet (especialmente em blogs e no Twitter) a campanha #forasarney[14]. Sarney já havia em 2006, motivado a campanha hostil Xô Sarney no Amapá.

Sarney, quando ocupava a Presidência da República, foi bastante criticado pelo então candidato Lula. Porém, Lula, em 2009, quase 20 anos depois, como presidente, opôs-se abertamente ao movimento pela cassação ou afastamento do seu cargo.[15] A declaração provocou polêmica, pois na prática o presidente brasileiro permitiu mais desgaste no aliado, que recuou no fim do mês.

Em agosto, contrariando a opinião pública e senadores da oposição, os senadores barraram investigações das irregularidades de Sarney sobre os atos secretos e a Fundação José Sarney, o que provocou duras críticas em todos os setores da sociedade brasileira, principalmente os votos que resolveram eram do PT.

Em outubro, Sarney anunciou o fim da Fundação José Sarney. Foi considerado pela Revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes do ano de 2009[16].

Portal de Literatura

A par de sua carreira política, José Sarney é autor de contos, crônicas, ensaios e de três romances: O dono do mar, Saraminda e A Duquesa vale uma missa. Foi eleito para a Academia Brasileira de Letras em 1980, ocupando a cadeira de número 38, cujo patrono é Tobias Barreto.

Obras

Encontro dos escritores brasileiros Glauco Ortolano e José Sarney na sede da União Brasileira de Escritores de Nova York (UBENY).Incluem-se entre as principais obras do autor José Sarney:

A pesca do curral (ensaio), 1953
A canção inicial (poesia), 1954
Norte das águas (contos), 1969
Marimbondos de fogo (poesia), 1978
O parlamento necessário, 1982 (discursos, 2 volumes)
Falas de bem-querer, 1983 (discursos)
Dez contos escolhidos, 1985
Brejal dos Guajas e outras histórias, 1985
A palavra do presidente, 1985-1990 (discursos, 6 volumes)
Sexta-feira, Folha, 1994 (crônica)
O dono do mar (romance), 1995
Amapá, a Terra onde o Brasil começa, 1998 (história)
A onda liberal na hora da verdade, 1999 (crônica)
Saraminda (romance), 2000
Saudades mortas (poesia), 2002
Canto de página, 2002 (crônica)
Crônicas do Brasil contemporâneo, 2004, 2 volumes
Tempo de pacotilha, 2004
20 anos de democracia, 2005 (discursos, 2 volumes)
20 anos do Plano Cruzado, 2006 (discursos)
Semana sim, outra também, 2006 (crônica)
A duquesa vale uma missa (romance), 2007
[editar] Academia Brasileira de Letras
A Wikipédia possui os portais:
Portal da A.B.L.
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Eleito em 17 de julho de 1980, na sucessão de José Américo de Almeida na cadeira de número 38, é recebido em 6 de novembro de 1980 pelo acadêmico Josué Montello. Recebeu os acadêmicos Marcos Vinicios Vilaça e Affonso Arinos de Mello Franco. Dos atuais integrantes da Academia Brasileira de Letras, José Sarney é o membro mais antigo.

José Sarney é também, desde 1985, acadêmico correspondente da Academia das Ciências de Lisboa.

Critica
José Sarney já foi alvo de críticas afiadas de alguns intelectuais, entre os quais se destacam Paulo Francis e Millôr Fernandes. A respeito de Brejal dos Guajas, Millôr disse que se tratava de "uma obra-prima sem similar na literatura de todos os tempos, pois só um gênio poderia fazer um livro errado da primeira à última frase"[17]. Afirmou ainda que "em qualquer país civilizado Brejal dos Guajas seria motivo para impeachment". Além disso, quando foi publicado o livro de poesias "Marimbondos de Fogo", o grupo Casseta & Planeta disse que a obra era parte da trilogia completada por "Marimbondos de Porre" e "Marimbondos de Ressaca".[18]

Condecorações
Por favor melhore este artigo ou secção, expandindo-o. Mais informação pode ser encontrada na página de discussão ou em artigos a aprofundar.

José Sarney foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem da Legião de Honra, Grã-Cruz ou Grão-Colar das Ordem Nacional do Mérito, Ordem do Rio Branco, Ordem do Cruzeiro do Sul, Ordem do Mérito Judiciário, e Ordem de Sant'Iago da Espada[19].






Escândalos Brasileiros - Escândalo da Fundação José Sarney (1)




A Fundação José Sarney é uma entidade cultural sediada em São Luís do Maranhão.

Criada em homenagem ao ex-presidente brasileiro José Sarney, a instituição tem em seu acervo cerca de 200 mil documentos relativos ao governo de Sarney (1985-1990), tais como cartas, entrevistas a rádios, televisão e jornais, declarações de imposto de renda, além de 37 mil livros.

Em 26 de outubro de 2009, após denúncias de desvio de verbas, José Sarney anunciou à imprensa o fechamento da instituição, embora tenha alegado que a exposição da entidade, que era sustentada por contribuidores, na mídia tivesse afastado as doações.

O prédio-sede da Fundação, o Convento das Mercês(fotos), construído no século XVII, pertenceu ao estado maranhense de 1905 até 1990, quando o então governador João Alberto (aliado de Sarney) doou o edifício à fundação. Em junho de 2009, a Justiça decretou sua devolução ao patrimônio estatal.

José Ribamar Ferreira de Araújo Costa(foto), mais conhecido como José Sarney (Pinheiro, 24 de abril de 1930) é um político e escritor brasileiro. Foi o trigésimo primeiro presidente do Brasil, de 1985 a 1990. Vice-presidente eleito pelo Colégio Eleitoral, na época, assumiu o cargo devido ao falecimento do titular, Tancredo Neves.

É o atual presidente do Senado Federal do Brasil, desde o dia 2 de fevereiro de 2009.

Investigada por suspeita de desvio de verbas públicas e obrigada pela Justiça a devolver o prédio centenário que abriga sua sede, no centro histórico de São Luís, a Fundação José Sarney fechará as portas. A decisão foi anunciada pelo próprio senador José Sarney (PMDB-AP), presidente vitalício da entidade.

Em nota, o presidente do Senado disse que a decisão final caberá ao conselho curador, formado por amigos e assessores. "Explicito, com profundo sofrimento, que essa é a minha opinião, em face da impossibilidade de seu funcionamento, por falta de meios, segundo fui informado pelos administradores da instituição", diz o texto, confirmando o fechamento, antecipado ontem pela Folha de S. Paulo.

"Os doadores que a sustentam suspenderam suas contribuições, pela exposição com que a instituição passou a ser tratada por alguns órgãos da mídia", afirma a nota. "Diante dessa situação de força maior, repito, com amargura, que o seu fechamento é o caminho a seguir, embora tal providência dependa de decisão do conselho curador." E destaca: "Lamento pelo Maranhão, que perde um centro de documentação e pesquisa que é uma referência nacional."

A fundação foi lançada ao centro do noticiário em julho, quando o Estado revelou irregularidades na prestação de contas de um contrato de patrocínio que transferiu à entidade R$ 1,3 milhão da Petrobrás.

Fundada em 1990, após Sarney deixar a Presidência, a entidade tinha a missão de preservar o arquivo de sua passagem no cargo. Pela Lei Rouanet, que permite às empresas converter patrocínios culturais em incentivos fiscais, a Petrobrás repassou o dinheiro para que a entidade digitalizasse seu acervo.

INFORMATIZAÇÃO

Pelo projeto apresentado ao Ministério da Cultura - aprovado após gestão do próprio Sarney -, o dinheiro serviria para que as instalações da fundação fossem equipadas com computadores, que permitiriam acessar online o acervo da instituição.

O contrato de patrocínio foi assinado em 2005, na sede da Petrobrás, no Rio, em ato solene com a participação de Sarney e do presidente da estatal, José Sergio Gabrielli. Pela previsão, o projeto levaria dois anos para ser executado.

Passados quatro anos, porém, o Estado mostrou que as metas não haviam sido cumpridas. Do R$ 1,3 milhão repassado, pelo menos R$ 500 mil tinham ido parar em contas de empresas fantasmas ou do grupo de comunicação da família Sarney.

Na rol das empresas que receberam dinheiro do patrocínio estavam, por exemplo, a TV Mirante e as rádios Mirante AM e FM, de propriedade dos Sarney. Havia, também, companhias que simplesmente não existem nos endereços declarados e outras desconhecidas, abertas em nome de afilhados políticos. É o caso da Ação Livros e Eventos, que tinha como sócia a mulher de Antonio Carlos Lima, assessor do Ministério de Minas e Energia, considerado um feudo dos Sarney.

Outra empresa, a Sousa Première, sediada em uma casa na orla de São Luís e registrada na Receita Federal como atuante no ramo de comércio varejista, emitiu notas fiscais para a fundação por ter supostamente oferecido "aulas de história".

DESMENTIDO

Logo após a reportagem do Estado, Sarney, da cadeira de presidente do Senado, declarou não ter relação com a administração da fundação. Foi desmentido pelo próprio estatuto da entidade, que lhe confere o posto de presidente vitalício, com plenos poderes sobre todas as decisões, inclusive financeiras.

Acusado de quebra de decoro por ter dito que não respondia pela fundação, Sarney chegou a ser alvo do Conselho de Ética do Senado. O processo foi arquivado.

As irregularidades levaram a fundação a ser investigada no Ministério Público Federal, na Controladoria-Geral da União e no Tribunal de Contas da União (TCU). Ao mesmo tempo, o Ministério Público Estadual do Maranhão anunciou em julho que interviria no comando da fundação, após detectar problemas nas contas apresentadas pela entidade de 2004 a 2007.

Não bastasse o revés causado pelas suspeitas nas finanças, a Fundação Sarney também estava na iminência de perder sua sede, o imponente Convento das Mercês, prédio de 1654, tombado como patrimônio histórico.

Desde 1905, o convento pertencia ao governo do Maranhão. Mas, em 1990, foi doado para a Fundação Sarney por meio de decreto do então governador, João Alberto, aliado político da família.

O Ministério Público Federal recorreu e, anos depois, conseguiu reverter a doação. Em junho, a Justiça determinou que a fundação deveria devolver o convento ao patrimônio estadual.

Além de sediar a entidade, o prédio era alugado para eventos. No pátio do convento, chegou a ser construído um mausoléu, onde Sarney gostaria de ser enterrado.



Referências: Clipping - Seleção de Notícias


Wikipedia










Sobe para 34, o número de mortos pela chuva no Rio e na Baixada

foto da Pousada Sankay


deu no JBONLINE:

RIO - Subiu para 36 o número de mortos em consequência da chuva dos últimos dias no estado do Rio. Ontem à noite, o número de vítimas era de 19. Porém, nesta sexta-feira, morreu no Hospital Salgado Filho, no Méier, a menina Mariana Moraes, de 3 anos, que tinha sido resgatada dos escombros da casa em que morava, na Rua Marechal Alencastro, em Cascadura. Mariana tinha várias fraturas pelo corpo. O seu estado de saúde agravou-se durante a madrugada.

No desabamento da residência, morreu o pai da criança, Mário Jorge Moraes, de 49 anos, e a mãe, Diana Martins.

E esta madrugada, uma encosta deslizou na praia do Bananal, na Ilha Grande, em Angra dos Reis, soterrando a pousada Sankay. Até agora, já foram encontrados 11 corpos. Cinco pessoas estão gravemente feridas.

O prefeito de Angra, Tuca Jordão, o vice-governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, e o secretário estadual de Saúde e Defesa Civil, Sérgio Côrtes, acompanham os trabalhos na Praia do Bananal.

Outras cinco pessoas de uma mesma família morreram em um desabamento no Morro da Carioca, região central de Angra.






Barrichello aparece pela 1ª vez vestindo macacão da Williams



deu no Estadão:


SÃO PAULO - O piloto de Fórmula 1, Rubens Barrichello, postou na internet uma fotografia sua com o uniforme que vestirá nesta temporada, o macacão da escuderia Williams.

"Está aí, em primeira mão. Feliz 2010 pra gente", escreveu em sua página no Twitter, o piloto que encerrou a temporada passada como terceiro do campeonato com a Brawn GP, escuderia do vencedor, o inglês Jenson Button.

Na imagem, de corpo inteiro, aparece um sorridente Barrichello,vem frente a malas e duas pilhas de caixas azuis.

O brasileiro disputará o próximo campeonato pela Williams, que entre outras atrações terá o retorno do heptacampeão, o alemão Michael Schumacher com uma Mercedes-Benz.







Ressurreição tricolor

deu na coluna Aydano André Motta :

Nelson Motta, o supercoleguinha, assina crônica emocionante que fecha o especial "A história de uma ressurreição", que foi vai ao ar 30/12 no Sportv, sobre a arrancada que salvou o Fluminense da segunda divisão.

"O que o Fluminense fez esse ano desafia a imaginação de qualquer ficcionista e até a memória de um gênio como Nélson Rodrigues", diz ele, no programa que tem reportagem de Victorino Chermont.






Lindberg desiste de disputar vaga de Cabral no Rio


Deu no Ricardo Noblat:

Após mais de duas semanas resistindo a pressões dentro do PT e do PMDB, o prefeito de Nova Iguaçu, Lindberg Farias (PT), recuou e fechou um acordo com o governador Sérgio Cabral (PMDB).

De acordo com a reportagem de Jorge Bastos Moreno e Camila Nobrega, ele desistiu de sua candidatura ao governo do Estado do Rio pelo PT em 2010. Segundo Lindberg, sua principal exigência para o acordo, que só será anunciado no fim de janeiro, foi a garantia de vaga para disputar o Senado, deixando Benedita da Silva fora da corrida.

Já o vice-governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB-RJ), que tem articulado com Cabral as conversas com o prefeito de Nova Iguaçu, confirma a combinação, mas nega que a vaga para a disputa do Senado no PT tenha sido negociada.



Perfil do prefeito Lindberg Farias (site da Prefeitura de Nova Iguaçu)

Luiz Lindberg Farias Filho nasceu em João Pessoa, na Paraíba, em 8 de dezembro de 1969. Filho da professora universitária Ana Maria Nóbrega e do médico Luiz Farias, é casado com a mineira Maria Antonia Goulart e pai de Luiz Lindbergh Farias Neto.

Lindberg cursava o segundo ano de Medicina na Universidade Federal da Paraíba, quando viu seu destino mudar: se elegeu presidente da UNE (União Nacional dos Estudantes), dando início à sua trajetória política, aos 22 anos. Era 1992. Neste mesmo ano Lindberg liderou a campanha dos caras-pintadas, que levou milhares de estudantes em protesto às ruas, culminando com o impeachment do então presidente da República Fernando Collor de Mello.

Aos 24 anos e já radicado no Rio de Janeiro, Lindberg foi eleito deputado federal pelo PCdoB (Partido Comunista do Brasil), sendo um dos candidatos mais votados no estado – obteve 59 mil votos. O seu primeiro mandato na Câmara dos Deputados foi marcado pela oposição ao Governo Fernando Henrique. Lindberg se destacou nas manifestações contra a privatização da Companhia Vale do Rio Doce e do Sistema Telebrás. Também recebeu nota 10 do Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar) – que reúne entidades sindicais de trabalhadores – por sua atuação parlamentar.

Em 1996, elegeu-se presidente nacional da União da Juventude Socialista (UJS). Nesse mesmo ano, filiou-se ao PSTU (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado). Cinco anos depois trocou de legenda e ingressou no PT (Partido dos Trabalhadores) para apoiar a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência do Brasil e eleger-se deputado federal pela segunda vez. Com mais de 83 mil votos, Lindberg retornou à Câmara em 2002.

Com apoio do presidente Lula, foi eleito, em 2004, prefeito de Nova Iguaçu. Obteve 57,74% dos votos válidos no segundo turno das eleições. Lindberg foi empossado prefeito em 1º de janeiro de 2005.

A boa aprovação da primeira gestão resultou na reeleição em 2008. Lindberg ganhou a eleição ainda no primeiro turno, com 65% dos votos válidos. Em 1º de janeiro de 2009, Lindberg Farias tomou posse pela segunda vez.







Ação cobra R$ 960 mil de Fundação Sarney

Deu em O Estado de S. Paulo

De Ricardo Brandt:

A Fundação José Sarney, que abriga o acervo do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), é alvo de um ação civil movida pelo Ministério Público Estadual pelo uso indevido de R$ 960 mil. Dinheiro repassado pelo governo do Estado do Maranhão, em 2004.

No processo que corre na 5ª Vara da Fazenda Pública de São Luís, os promotores alegam que a fundação recebeu dinheiro da Gerência de Estado da Cultura para "conservação, divulgação e exposição pública do acervo bibliográfico, documental, textual e museológico". Porém, usou os recursos exclusivamente para custear despesas administrativas, entre elas pagamento de pessoal e manutenção da entidade.

O Ministério Público quer a devolução desse dinheiro e pediu na ação a indisponibilidade dos bens da fundação para cobrir o rombo. Os promotores querem com isso, evitar a extinção da entidade, o que dificultaria o ressarcimento.

São alvo da ação de improbidade administrativa a Fundação José Sarney, seu presidente, José Carlos Sousa e Silva, sua diretora executiva, Maria das Graças Monteiro Fontoura, e a Associação dos Amigos do Bom Menino da Mercês (ABOM).

Os promotores afirmam que dos R$ 960 mil repassados, mais de um terço (R$ 386 mil) foi gasto com remuneração de pessoal e que uma quantia de R$ 270 mil foi utilizada para custear o pagamento de empregados da Escola de Música, sob responsabilidade da ABOM.

"Além de manter sua estrutura pessoal durante o ano de 2004, a fundação ainda sustentou desde dezembro de 2003 até o fim de 2004, os empregados da escola de música de outra entidade que não tinha qualquer relação com o objeto do convênio", afirmam os promotores, na ação.

Outro pagamento irregular teria sido o de contas de telefone, água e energia elétrica, que consumiram R$ 211 mil. "Um claro desvio de finalidade dos recursos destinados pelo convênio", afirmam os promotores de Justiça Marcos Valentim Pinheiro Paixão e João Leonardo Sousa Pires Leal.








Personagem Brasileiro - Vavá Seleção Brasileira de 1958 e 1962


Edvaldo Izídio Neto (Recife, 12 de novembro de 1934 — Rio de Janeiro, 19 de janeiro de 2002), conhecido por Vavá e depois apelidado de “peito de aço”, foi bicampeão mundial de futebol nas Copas de 1958 e 1962, foi um dos mais importantes atacantes que a Seleção Brasileira já teve.

Índice

1 Clubes em que jogou
2 História na Seleção Brasileira
3 Títulos



1- Clubes em que jogou
América Futebol Clube do Recife (1948)
Íbis Sport Club (1948)
Sport Club do Recife (1949-1950)
Vasco da Gama-RJ (1951 a 1958)
Atlético de Madrid (Espanha) (1958 a 1961)
Palmeiras-SP (1961 a 1964)
América (México) (1964 a 1965, e 1966 a 1967)
Elche (Espanha) (1965 a 1966)
Toros Naza (México) (1967 a 1968)
San Diego Toros (EUA) (1968 a 1969)
Portuguesa-RJ - (1969 - onde encerrou sua carreira)

2 - História na Seleção Brasileira
Pela Seleção Brasileira: 23 partidas, 19 vitórias, 3 empates, 1 derrota, 14 gols.
Contra Seleções Nacionais: 20 partidas, 16 vitórias, 3 empates, 1 derrota, 14 gols.
Contra Clubes ou Seleções Estaduais: 3 partidas, 3 vitórias
Seleção Olímpica: 3 partidas, 2 vitórias, 1 derrota, 1 gol.
Jogou na Copa do Mundo de 1958 e 1962

3- Títulos
Copa do Mundo (1958 e 1962) - Seleção Brasileira
Campeão Carioca (1956 e 1958) - Vasco
Taça Oswaldo Cruz (1958 e 1962) - Seleção Brasileira
Campeão Paulista (1963) - Palmeiras

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre






Sobe para 19, o número de mortos pela chuva no Rio e na Baixada

Atualizando.





Queima de fogos empolga multidão em Copacabana


Sem chuva e sem fumaça, público se emociona com o show.
Solidário com as vítimas das enchentes, prefeito não foi a Copacabana
.

Com um show de 16 toneladas de fogos de artifício, o réveillon de Copacabana emocionou o público.

O Globo A queima de fogos empolgou o público “O Scott Givens (empresário americano responsável pelo espetáculo) cumpriu o que ele prometeu, sincronização perfeita, a contagem perfeita”, acrescentou.

A música sincronizada em toda a extensão da orla e a redução da fumaça foram as boas novidades.

Contrariando a previsão da meteorologia, não choveu durante a passagem do ano. Foi um dia de tristeza na cidade por causa das chuvas que atingiram a Região Metropolitana a partir da noite de quarta-feira (30).

O temporal provocou a morte de 19 pessoas e deixou quase três mil pessoas fora de suas casas na passagem de 2009 para 2010.

Com a chuva dando uma trégua, a queima de fogos durou cerca de 15 minutos, e encantou o público. Entre palmas e gritos, muitos tiravam fotos com seus celulares na contagem regressiva unificada em toda extensão da praia. No mar de Copacabana, havia uma grande quantidade de barcos iluminados.

Para o secretário de Turismo do Rio, Antonio Pedro Figueira de Mello, a avaliação do espetáculo foi a melhor possível: “Deus nos ajudou, todos os santos presentes aqui na Praia de Copacabana, principalmente essas duas milhões de pessoas que estão aqui nessa praia fazendo suas preces. A Lua apareceu, foi tudo perfeito”, disse o secretário, lembrando que o show de fogos custou R$ 15 milhões, sendo que apenas R$ 2 milhões dessa quantia de dinheiro público – o restante foi de patrocínios.

Já o americano Scott Givens, organizador da queima de fogos, não poderia estar mais feliz. Para ele, foi emocionante ver a multidão curtindo o show, que saiu como planejado.

“A chuva foi um desafio. Estive com medo da chuva, mas não poderia ter tido melhor tempo”, disse.

Sincronia emocionou

Durante a queima de fogos, a sincronia entre música e bombas emocionou. Foi escolhido um medley de músicas da MPB, como Rio 40 graus e Cidade Maravilhosa. Entre cada trecho, oito desejos para 2010 eram anunciados, como amor e prosperidade. No céu, casados com a música, desenhos de montanhas, do calçadão e corações.

Mesmo com o choque de ordem, alguns ambulantes vendiam bebidas em isopores pequenos no calçadão.As primeiras informações da Polícia Militar e da Guarda Municipal são de que o reveillon foi tranquilo, mas um balanço só será feito durante a madrugada e na manhã desta sexta (1). Por volta das 22h, o coronel Rogério Seabra, comandante do batalhão da Polícia Militar de Copacabana, informou que a noite seguia tranquila. “Não recebi nenhum relato de violência, agressão, roubos até agora”, disse.


Segundo Seabra, o único chamado feito à PM foi sobre dois carros que abandonados em ruas internas de Copacabana.

Já o plantão de médicos e enfermeiros nos postos de saúde não foi tão tranquilo. Às 22h40, a Secretaria municipal de Saúde informou que já tinham sido feitos 141 atendimentos, com cinco remoções para hospitais da rede pública. O caso mais grave foi o de uma vítima que levou uma paulada na cabeça.


Choque de ordem, só em parte


Mesmo com a operação choque de ordem, barracas de churrasco foram vistas perto do palco principal. O rigor da operação Choque de Ordem teve sucesso, em parte. Houve redução do número de ambulantes, mas não foi possível impedir o uso de garrafas de vidro e a venda de bebidas por ambulantes em isopores pequenos. Os fogos de artifício também passaram pelo bloqueio - a todo instante se ouvia o ruído da explosão dos morteiros. Churrasqueiras também eram vistas no calçadão, próximo ao palco principal.

Até as 22h, 279 carros tinham sido rebocados em Copacabana. Todos foram levados para o pátio do 23º BPM (Leblon), onde foi montado um posto avançado para retirada do veículo mediante pagamento em dinheiro da multa.

Por volta das 21h30, a assessoria de imprensa informou que o prefeito Eduardo Paes desistira de ir a Copacabana para a queima de fotos. Solidário com as vítimas das enchentes, Paes ficou com a família na residência oficial da Gávea Pequena.


Ambulantes aproveitam oportunidade

O ambulante Lauro com o acessório luminoso Ambulantes aproveitaram a oportunidade para vender acessórios luminosos. As novidades foram os copos com luz e chaveirinhos que acendem. “Vi na TV o pedido do prefeito e resolvi inovar”, contou o ambulante Lauro da Silva, que diariamente vende relógios em Campo Grande, na Zona Oeste.

Os turistas se mostraram atentos às novas regras da prefeitura, que proibiu vidro na praia. Três amigos colombianos levaram copos de plástico para beber o espumante, assim como a argentina Flávia Costilla, de 26 anos. Ela veio da provìncia de Salta em companhia do pai, mas ainda não conseguiu um dia de sol para tomar banho de mar. “Vou para Búzios, talvez tenha mais sorte lá”, contou.


A movimentação em Copacabana começou a aumentar no fim da tarde, quando a chuva deu uma trégua. Uma família do Maranhão foi cedo para a praia, mas deixou em casa os copos de vidro. Selma Jorge, de 32 anos, explicou que, de vidro, só a garrafa de espumante, conforme recomendou a prefeitura do Rio.


Chaplin e Michael


Sósias de Michael e Chaplin fizeram sucesso no calçadão Depois que parou de chover, aparecerem os tipos populares que fazem a fama do bairro. Sósias de Michael Jackson e Charles Chaplin fizeram graça no calçadão, próximo ao palco principal, nas imediações do hotel Copacabana Palace.

Cercados de fãs, eles deram autógrafos e tiraram fotos com o público. Aos gritos de “Michael Jackson não morreu”, Roberto Muniz, de 40 anos, conta que se veste como o ídolo desde os 17 anos. Já Roberson Martins, de 32 anos, poeta, se veste de Charles Chaplin há três anos. Ele saiu de Campo Grande, na Zona Oeste, e chegou na praia ao meio-dia.






Apostas feitas em SP e DF dividem prêmio da Mega-Sena da Virada

Bilhetes premiados são de Santa Rita do Passa Quatro (SP) e Brasília(DF).

Confira os números sorteados: 10 - 27 - 40 - 46 - 49 – 58.

Uma aposta feita em Santa Rita do Passa Quatro, de São Paulo (SP), e outra feita em Brasília, no Distrito Federal (DF) vão dividir a bolada milionária da Mega-Sena da Virada. Cabe a cada aposta vencedora R$ 72.450.747,46.

A Caixa Econômica Federal (CEF) divulgou as dezenas sorteadas na noite desta quinta-feira (31). O prêmio total é considerado o recorde das loterias na América Latina.

A Quina premiará 734 apostas com R$ 34.724.23. Já a Quadra saiu para 155.988 apostas, com rateio a ser confirmado pela CEF, mas em torno de R$ 650,00 para cada bilhete, segundo a assessoria da instituição.

O sorteio foi realizado às 20h:10min, na Estação da Luz, em São Paulo.

A maior quantia paga até agora foi de R$ 64,9 milhões, em outubro de 1999. Atualizado, esse valor chegaria a R$ 115 milhões, ainda conforme a CEF.






Comentário do blogueiro : Eu acertei o 40 duas vezes. e trezenas 40. É dose








Quenianos dominam a São Silvestre, e Kipsang conquista o bi em São Paulo





GLOBOESPORTE.COM - São Paulo



Pasalia Kipkoech, também do Quênia, vence com folga entre as mulheres.


Os quenianos confirmaram o favoritismo e, com folga, triunfaram na 85ª Corrida Internacional de São Silvestre, na tarde desta quinta-feira, em São Paulo. James Kipsang, campeão em 2008, venceu novamente entre os homens ao completar a prova em 44m40s. No feminino, Pasalia Kipkoech Chepkorir (52m32s) chegou com folga em primeiro.

Confirmando o domínio queniano, Elias Chelimo (44s59) e Robert Cheruiyot (45m30s) completaram a prova masculina em segundo e terceiro, respectivamente. Clodoaldo Gomes, em oitavo, foi o melhor brasileiro.

Entre as mulheres, a brasileira mais bem colocada foi Marily dos Santos, que cruzou a linha de chegada em terceiro, em 53m38s, atrás também da sérvia Olivera Jevtic (53m01s). A também brasileira Maria Zeferina Baldaia (54m01s), campeã da prova em 2001, chegou na quarta colocação.

Cristiano Machado, do Cruzeiro, foi o primeiro a abrir vantagem em relação ao pelotão de elite. A vantagem, no entanto, durou apenas até o quarto quilômetro, quando ele foi ultrapassado por Martin Sulle.



O tanzaniano abriu vantagem de aproximadamente 60 metros e seguiu à frente até o oitavo quilômetro, quando foi alcançado pelo primeiro pelotão, formado apenas por africanos. Entre eles, os quenianos Robert Cheruiyot, Elias Chelimo e Nicolas Koech. Com pouco mais da metade da prova, os brasileiros já haviam ficado para trás.

A partir do décimo quilômetro, James Kipsang conseguiu se separar do resto do pelotão e não deu chance aos adversários. Ele completou os 15 quilômetros em 44m40s, tempo parecido com o do ano passado (44m42s), quando ele também saiu de São Paulo com o título da prova.

No feminino, Pasalia Kipkoech passeou na prova. A queniana disparou na frente, não olhou para trás e venceu com folga. É a segunda vitória do Quênia em três anos. Em 2007, Alice Timbilili triunfou para o país. O último título brasileiro veio em 2006, com Lucélia Peres, que completou a prova em 51m23s.