Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro disse Dom Pedro II
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terça-feira, 17 de abril de 2012

METRÔ NO RIO - Metrô tem um incidente a cada três dias. Concessionária já responde a oito processos em 2012

O Globo


Pane na estação de metrô Siqueira Campos, no mês passado
Leitor Fabiano Bordallo / Eu-repórter

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RIO - O Metrô do Rio registrou uma média de um incidente a cada três dias nos três primeiros meses de 2012, segundo a Agetransp (agência reguladora dos transportes do Rio). De janeiro a março, foram 28 incidentes nas linhas 1 e 2. Desse total, oito geraram processos regulatórios. Os números de abril ainda não foram contabilizados pela Agetransp. Mas a Metrô Rio informou já ter notificado quatro incidentes à agência. Na segunda-feira, um problema no fechamento de portas de um trem da Linha 2, na estação de Acari, atrasou a ida para o trabalho de centenas de passageiros pela manhã.

Do total de notificações, janeiro foi o mês que registrou mais problemas, com 11 incidentes no metrô. Fevereiro teve nove notificações de problemas, e março, oito casos. O problema de segunda-feira aconteceu cinco dias depois de uma composição parar na estação de Vicente de Carvalho, obrigando os usuários ao desembarque. A estação ficou superlotada e passageiros relataram confusão no local, fato negado pela concessionária.

A concessionária foi multada em R$ 41.300, em fevereiro, pelo descarrilamento de um trem de serviço em março de 2011. A empresa ainda pode recorrer. No ano passado, foram instaurados 22 processos regulatórios, e a concessionária foi multada em R$ 373.800. A Metrô Rio informou que espera aumentar a frota em 63% com os 19 trens chineses encomendados pelo governo estadual. O primeiro trem deve chegar esta semana e começar a circular em agosto. Oito trens devem entrar em operação até dezembro, e o restante, até março de 2013.



Fonte O Globo Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/metro-tem-um-incidente-cada-tres-dias-4664772#ixzz1sImvUQOu

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

#CAOSNOSTRILHOS - Secretário de Transportes de Cabral, diz que sistema de trens é 'deficiente'

Júlio Lopes afirma que população enfrentará mais problemas nos próximos anos

 Isabela Bastos
 
Júlio Lopes comenta a paralisação de trem na SuperVia
Gustavo Stephan / O Globo
RIO - O secretário estadual de Transportes, Júlio Lopes, admitiu na tarde desta quinta-feira que o serviço de trens ainda é deficiente no Rio e que a população enfrentará problemas nos trens pelos próximos dois anos - prazo em que devem acontecer algumas melhorias, como a compra de novas composições e obras nas estações. Ele pediu desculpas à população pelos transtornos ocorridos nos ramais ferroviários na Zona Norte na manhã desta quinta-feira. Um trem com defeito parou nas imediações da estação Sampaio e provocou um efeito cascata nas outras três linhas, causando caos e quebra-quebra entre passageiros e policiais.

- Quero me desculpar em nome do governo. Mas, ao assumirmos o sistema, ele transportava metade dos passageiros de hoje e tinha apenas dez trens com ar-condicionado. A sinalização era extremamente precária. Hoje temos 40 trens com ar, um novo centro de controle e transportamos 550 mil passageiros por dia - afirmou Júlio Lopes. - O serviço ainda é deficiente e não é o que queremos prestar. Temos vulnerabilidades, como os trens que precisam ser aposentados. Estamos trocando o pneu do carro com o veículo andando.
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O presidente da Supervia, Carlos José Cunha, também pediu desculpas à população. Ele disse que uma série de atos de vandalismo prejudicaram o conserto do trem defeituoso que parou nas imediações da estação de Sampaio. Segundo ele, diversos homens invadiram a locomotiva e atrapalharam o serviço do técnico enviado para prestar o primeiro atendimento, e o conserto não pôde ser feito. Uma válvula elétrica do sistema de freios de emergências do trem teria apresentado defeito, o que fez com que os freios de emergência travassem, e o trem parasse. Ainda de acordo com a empresa, o maquinista começou a checagem do problema e acionou o pronto-atendimento da SuperVia. Segundo o presidente da empresa, o defeito era simples, e o defeito poderia ter sido resolvido em cinco minutos.

Cerca de 80 mil pessoas foram atingidas pelo problema - a média de passageiros que a SuperVia transporta durante o período de 7h às 8h30m.

- Tivemos um evento que não gostaríamos de ter e ver. Não é esse o resultado do esforço que temos feito para transformar a SuperVia numa empresa de qualidade - disse Cunha.

O presidente da SuperVia disse ainda que o trem defeituoso é da série 400, os mais antigos da empresa, com 50 anos de vida útil. A empresa ainda tem 49 desses equipamentos em operação:
- Eles sofrem manutenção constante e forte, mas não resistem. O problema vai acabar à medida que os trens novos forem chegando e substituindo os velhos.

A SuperVia mostrou imagens do circuito interno das câmeras de segurança em que as salas operacionais de várias estações são invadidas durante os protestos. Em uma delas, na estação de Madureira, um equipamento de comunicação da estação com o Centro de Controle da empresa é roubado por um homem ainda não identificado.

- Infelizmente ainda temos esses casos, que, para nós, são muito penosos. Não estamos aqui para prometer nada. Já estamos fazendo tudo o que prometemos - disse o presidente da SuperVia sobre os investimentos que têm sido feitos nos ramais ferroviários.

 Júlio Lopes afirmou que quatro dos 34 trens chineses comprados pelo estado já chegaram ao Rio. Mas as composições ainda não foram colocadas em operação, uma vez que precisam ser homologadas.

A SuperVia apresentou um cronograma de todos os acontecimentos ocorridos nesta quinta-feira. O trem com prefixo UP304 inciou a viagem às 5h31m na estação de Queimados e apresentou defeito às 6h57m nas imediações da estação de Sampaio. O técnico que faria o conserto chegou ao local às 7h08m, mas o trabalho foi interrompido por manifestantes.

Ainda de acordo com a SuperVia, o problema inicial acabou gerando um efeito cascata nos outros três ramais da empresa. Às 7h12m os passageiros forçaram a abertura das portas, saindo logo em seguida em direção à linha férrea. Eles invadiram as outras três linhas, fazendo com que os trens tivessem que parar, a fim de evitar atropelamentos. As outras composições precisaram parar na estação mais próxima, causando insatisfação por parte de passageiros que estavam nas estações aguardando a viagem. A locomotiva de reboque do trem que apresentou defeitos foi chamada às 7h37m, mas o movimento só foi feito às 8h20m, devido à confusão.

A locomotiva, acordo com o presidente da SuperVia, foi invadida por vândalos, que obrigaram o maquinista a levar o trem para a Central, fugindo do destino antes programado, a estação São Francisco Xavier. A composição chegou apenas às 8h40m na Central.

- A locomotiva foi invadida. Não foi uma movimentação normal. As equipes policiais precisaram abrir caminho na linha do trem para que a locomotiva seguisse lentamente. Ela iria para a São Francisco Xavier, mas acabou indo para a Central. O reparo era simples, e o trem poderia seguir viagem. Os nossos passegeiros foram os maiores prejudicados - afirmou Cunha.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

HORROR NAS BARCAS - Advogado de processo contra as @barcas_SA estava em acidente. 65 FERIDOS .

Ele relata os momentos de pânico na chegado ao Rio nesta segunda
Rafael Galdo


Uma mulher caiu após colisão e foi socorrida por outros passageiros Foto do Leitor Ralph Lichote
RIO - Um advogado que move uma ação para cassar a concessão da Barcas S/A estava entre os passageiros que viveram momentos de pânico no início da tarde desta segunda-feira, quando um catamarã social que fazia a travessia Niterói-Rio bateu contra o cais da Praça Quinze, com 907 pessoas a bordo. Ralph Anzolin Lichote é presidente da Associação Nacional de Defesa dos Usuários de Transporte. E um dos advogados de uma ação popular que tramita na 15ª Câmara Cível do Rio em que é pedida a caducidade da concessão das linhas das empresa, alegando que a concessionária não teria cumprido itens do contrato com o estado, como a construção de uma estação das barcas em São Gonçalo.

Ele conta que viajava próximo à popa da embarcação. Quando a barca se aproximou da Praça Quinze, diz ele, os passageiros perceberam que, em vez de diminuir a velocidade para atracar, como faz normalmente, o catamarã manteve a velocidade de quando está no meio da Baía de Guanabara.

— Só ouvimos uma pessoa gritando no sistema de som da embarcação: “abaixa o ferro, abaixa o ferro”. Um passageiro que estava do meu lado alertou que a barca bateria. As pessoas correram para o fundo da embarcação, que continuou com toda velocidade até a colisão. Muita gente bateu com o rosto nos bancos. A barca, então, voltou uns 150 metros para trás, e retornou sua trajetória em direção ao píer, até bater de novo. Foi um grande susto. Não tinha socorro. Umas 15 pessoas ficaram caídas no chão. E o socorro demorou a chegar. Eu, felizmente, só fiquei com dores na coluna — relatou o advogado.

Em primeira instância, ano passado, a ação em que Lichote é um dos advogados recebeu parecer favorável. Pela decisão da Justiça, seriam cassadas as concessões para todas as linhas operadas pela Barcas S/A, exceto a Niterói-Praça Quinze. Mas a concessionária recorreu da decisão. O caso seria julgado em segunda instância no último dia 22 de novembro. Mas o julgamento foi adiado, e deve ocorrer no início do ano que vem

Fonte O Globo Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/advogado-de-processo-contra-as-barcas-estava-em-acidente-3342880#ixzz1f5Lel8Z6 

sexta-feira, 26 de março de 2010

RIO DE JANEIRO/VANDALISMO - SuperVia vai registrar queixa contra responsáveis por vandalismo



O quebra-quebra aconteceu às 7h de ontem (25), depois que dois trens enguiçaram e a plataforma ficou lotada. Segundo a SuperVia, cerca de duas mil pessoas estavam na estação.

 


 

Todos os ramais de trens funcionam normalmente na manhã desta sexta-feira (26). No de Saracuruna, onde houve confusão ontem, o intervalo é de 30 minutos e, no ramal de Gramacho, o intervalo é de dez minutos, por volta das 6h30.

A SuperVia informou que vai registrar queixa na delegacia, hoje, contra os passageiros que participaram de atos de vandalismo ontem na estação de Saracuruna. Veja em vídeo os depoimentos de passageiros.

Passageiros chegaram a colocar fogo em um dos vagões, como mostram imagens feitas pela câmera de um telefone celular. A estação ficou com muita fumaça. A bilheteria foi invadida e teve o teto destruído. No meio da confusão, um homem levou um ventilador. O cenário era de destruição. Placas de sinalização derrubadas, janelas e lâmpadas arrancadas, cadeiras nos trilhos, documentos da SuperVia espalhados por toda parte.

À tarde, representantes do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea) fizeram uma vistoria na estação. “Nós entendemos que, se a manutenção fosse bem feita, não poderia ter acontecido o que aconteceu hoje na estação”, disse o vice-presidente do Crea, Luiz Antônio Cosenza.

“Nós temos uma pontualidade de 90%, transportando 500 mil passageiros por dia. Então, existem sim atrasos, a gente pede desculpas aos passageiros, um pouco mais de passageiros. A frota está em processo de renovação. Já foram adquiridos 30 novos trens que vão começar a chegar a partir 2011. A gente está melhorando gradativamente. Esses 90% ainda não é o edial que a gente gostaria, mas é o malhor índice que a ferrovia já atingiu”, disse o diretor de marketing da SuperVia, José Carlos Leitão.

Segundo a Polícia Militar, um homem foi preso durante o tumulto, quando tentava roubar dinheiro da bilheteria. A SuperVia informou que ainda está avaliando o tamanho do prejuízo.

O deputado estadual Alessandro Molon, autor do relatório da CPI da SuperVia, participou da vistoria e disse que uma das composições estava fora do nível da plataforma. Segundo Molon, as pessoas reclamaram de superlotação, intervalos irregulares e atrasos. Ele deve entregar um relatório, hoje de manhã, ao Ministério Público estadual e quer a cobrança imediata de uma multa de R$ 100 mil por dia, pela má qualidade do serviço da SuperVia.

O Bom Dia ouviu um dos diretores da SuperVia na reportagem. Mas as críticas do deputado Alessandro Molon à SuperVia foram feitas depois. Mesmo assim, o jornal tentou falar novamente com um representante da empresa para falar sobre o assunto, mas ele não foi encontrado. 

quinta-feira, 25 de março de 2010

RIO DE JANEIRO/GOVERJ/TRANSPORTES - Passageiros fazem quebra-quebra em estação de trem de Saracuruna



Um grupo resolveu protestar contra os atrasos nos trens, mas o que eles fizeram foi piorar a vida da milhares de pessoas que dependem do transporte. Comente esta reportagem.



Eram 7h15 da manhã, horário em que milhares de passageiros dependem dos trens para chegar ao trabalho. Segundo a Supervia, os trens que partiram às 6h31 e às 6h58 apresentaram problemas. Os passageiros, revoltados, começaram a promover um quebra-quebra na estação de Saracuruna.

Comente esta reportagem e informe seu nome, sobrenome e bairro.

Um passageiro gravou com o celular imagens da confusão – veja no vídeo. Elas mostram um trem pegando fogo. A fumaça tomou conta do vagão. Com um pedaço de madeira, um homem destruiu o teto do guichê. Ele consegue invadir a cabine e em seguida um grupo entra também. Um deles sai carregando um ventilador.

Os bombeiros foram chamados e logo controlaram o incêndio. Uma mulher ficou levemente ferida e a Polícia Militar reforçou a segurança.

Por causa do tumulto, a Supervia alterou a circulação no ramal. Os trens que saíam da Central do Brasil só iam até Campos Elíseos, duas estações antes de Saracuruna. A plataforma e as passarelas ficaram lotadas. Muita gente reclamou. Um passageiro saiu da estação para fugir o quebra-quebra, mas depois não conseguiu voltar. “Eu pago e não posso entrar, porque eles não querem deixar”, reclamou ele.

A Supervia informou que a circulação dos trens voltou ao normal às 8h44 da manhã. O repórter Rogério Coutinho também acompanhou esta manhã tumultuada em Saracuruna e ouviu passageiros – veja em vídeo.

Em outubro, um trem quebrou e atrasou a circulação no ramal de Japeri. Passageiros revoltados também fizeram um quebra-quebra na estação de Nilópolis. Em Mesquita, uma composição foi incendiada.

Dias depois, a Central do Brasil ficou fechada por uma hora e meia, por causa de uma queda de energia, e a polícia teve que conter um tumulto entre passageiros. Segundo a perícia, pedras usadas no calçamento de ruas foram jogadas do alto de um viaduto e danificaram o equipamento que fazia a ligação elétrica de um trem, o que provocou o problema.

O diretor de marketing da Supervia, José Carlos Leitão, explicou os problemas ocorridos em Saracuruna: “Aconteceram dois problemas seguidos. Duas partidas não foram realizadas na hora de pico da estação, entre 6h e 7h. Muita gente já tinha embarcado e essas pessoas foram para a via. O trem seguinte não pôde partir, porque havia pessoas na via, impedindo que o trem saísse. As pessoas solicitaram a devolução do dinheiro. Nós não temos dinheiro em espécie para devolver as passagens, mas devolvemos o vale-viagem. O atraso na partida é uma situação lamentável, peço desculpas aos passageiros, mas peço também que as pessoas tenham um pouco de paciência”.

 


 

quinta-feira, 18 de março de 2010

DISTRITO FEDERAL/TRANSPORTES - Secretaria de Transportes suspende licitação dos 300 ônibus da Linha Verde


CORREIO BRASILIENSE

Publicação: 18/03/2010 16:33 Atualização: 18/03/2010 16:33



A secretaria de Transportes do DF comunicou, nesta quinta-feira (18/3), a suspensão do processo licitatório dos 300 ônibus que irão operar no corredor da Linha Verde, na Estrada Parque Taguatinga (EPTG). A secretaria atende decisão do Tribunal de Contas do DF (TCDF), para ajustar o edital publicado no dia  18 de fevereiro, no Diário Oficial do DF.

Após o exame e aprovação do novo edital pelo TCDF, a Secretaria de Transportes irá comunicar a data de reabertura dos procedimentos licitatórios. Os licitantes que recolheram a caução até o dia 16 de março poderão requerer sua devolução diretamente ao DFTrans ou reaproveitá-la para a nova licitação.

 


 

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Barcas S/A espera ajuda do GOVERJ















Deu no Bairros.com de Gilson Monteiro:


A Barcas SA espera resposta do governo a um pedido de parceria para fazer a reforma das estações hidroviárias do Rio e de Niterói, que precisam ser ampliadas para atender ao maior número de passageiros. Segundo Amauri de Andrade, presidente da concessionária, pelo acordo o Estado doaria três novas embarcações, mas são necessárias quatro para se somar às 14 existentes e atender à demanda que passou de 68 mil para 80 mil passageiros/dia.

É muita cara-de-pau, não é?