Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro disse Dom Pedro II
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sexta-feira, 23 de setembro de 2011

CORRUPÇÃO : Deputado afirma que 30% dos colegas da Assembleia de SP vendem emendas (vídeo)

Ministério Público vai investigar denúncia feita em vídeo por Roque Barbiere (PTB), integrante da base governista

Fausto Macedo, de O Estado de S. Paulo
Denúncia do deputado Roque Barbiere (PTB) sobre maracutaia na Assembleia Legislativa de São Paulo é alvo de investigação do Ministério Público Estadual. Segundo Barbiere, "tem bastante" parlamentar ganhando dinheiro por meio da venda de emendas e fazendo lobby de empreiteiras junto a administrações municipais. "Não é a maioria, mas tem um belo de um grupo que vive e sobrevive e enriquece fazendo isso", afirma.

Ele estima que entre 25% e 30% dos deputados adotam essa rotina. A Assembleia paulista abriga 94 parlamentares. É o maior Legislativo estadual do País. Pelas contas de Barbiere, cerca de 30 pares seus se enquadram no esquema de tráfico de emendas.

O petebista, pelos amigos e eleitores chamado Roquinho, não cita nomes. Sua explicação. "Poderia (citar), mas não vou ser dedo-duro e não vou citar." Dá uma pista. "Mas existe, existe do meu lado, existe vizinho, vejo acontecer. Falo para eles inclusive para parar."

O Estado procurou Barbieri e seus assessores nos últimos dias. Foram deixados recados no gabinete, no escritório político e no celular do deputado. Ninguém respondeu.

Revela-se um conselheiro daqueles que trilham o caminho do desvio. "Aviso que se um dia vier a cassação do mandato deles para não vir me pedir o voto que eu vou votar para cassá-los. Mas não vou dedurar."

sexta-feira, 19 de março de 2010

DENÚNCIA - Acerto entre empreiteiras envolveu até prédio da PF

da Folha Online
Hoje na Folha Auditoria do governo e inquérito da Polícia Federal concluíram que empreiteiras montaram um "consórcio paralelo" para construir a sede do Instituto Nacional de Criminalística, em Brasília, informa reportagem de Leonardo Souza e Renata Lo Prete publicada nesta sexta-feira pela Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).
No INC trabalham peritos que investigam esses consórcios, formados para driblar processo de licitação.
As quatro empresas acusadas de fraudar a concorrência da sede do INC puseram as cláusulas do acerto em contrato, no qual detalham a divisão "por fora".
O acordo veio à tona porque a empreiteira vencedora, a Gautama, deu calote nas demais. Com isso, uma das empresas "prejudicadas", a Atlanta, entrou com ação na Justiça para fazer valer o esquema paralelo.
Em 2007, a Gautama foi alvo da PF na Operação Navalha, que apontou superfaturamento e desvio de verba pública em obras espalhadas pelo país. A empresa, assim como as outras envolvidas no caso (Atlanta, Vértice e Habra), não falou sobre a acusação.
Consórcio paralelo
Segundo reportagem da Folha publicada no último domingo, documentos de inquéritos da Polícia Federal indicam que empreiteiras repartem, à margem das licitações, a execução e o pagamento de obras públicas.
Segundo os documentos, as construtoras acertam quem vai executar uma obra. Depois, participam separadamente da licitação. Escolhida a vencedora, a partilha é feita por fora, num "consórcio paralelo".
Esse esquema, relata a PF, operou nas licitações dos metrôs de Salvador e do Rio, entre outras. Ao todo, 12 construtoras são investigadas por suposta formação de cartel; juntas, têm receita anual de R$ 20 bilhões.
Leia a reportagem completa na Folha desta sexta-feira, que já está nas bancas.
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domingo, 14 de março de 2010

ECONOMIA/NEGÓCIOS - Empreiteiras criam esquema paralelo para repartir licitações


Hoje na Folha Documentos que constam de inquéritos da Polícia Federal indicam que empreiteiras repartem, à margem das licitações, a execução e o pagamento de obras públicas, informam Renata Lo Prete e Leonardo Souza, em reportagem publicada na Folha (disponível para assinantes do jornal e do UOL).
Segundo os documentos, as construtoras acertam quem vai executar uma obra. Depois, participam separadamente da licitação. Escolhida a vencedora, a partilha é feita por fora, num "consórcio paralelo".
Esse esquema, relata a PF, operou nas licitações dos metrôs de Salvador e do Rio, entre outras. Ao todo, 12 construtoras são investigadas por suposta formação de cartel; juntas, têm receita anual de R$ 20 bilhões.
Esse valor equivale ao que o país estima gastar na realização da Copa-2014. Governos envolvidos negam fraude. Cinco empresas não quiseram falar, entre elas Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa.
Quatro empresas, entre as quais a OAS, não ligaram de volta. A construtora Queiroz Galvão disse que não se manifestaria por não ter conhecimento das acusações, e a Odebrecht negou irregularidades.
Leia a reportagem completa na Folha deste domingo, que já está nas bancas.