Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro disse Dom Pedro II
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sábado, 17 de dezembro de 2011

SUSPEITA DE FRAUDE - TSE vai julgar ação contra Collor

O plenário do TSE vai julgar pedido para tornar o senador Fernando Collor (PTB-AL) inelegível sob a acusação de ter fraudado uma pesquisa durante as eleições de 2010.

A ação foi movida pelo Ministério Público Eleitoral contra decisão do ministro do TSE Arnaldo Versiani, que havia negado o pedido de inelegibilidade.

De acordo com a Procuradoria, o instituto "Gazeta de Pesquisa" manipulou dados para o colocar como favorito na disputa pelo governo de Alagoas. 
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Ministério Público pede condenação de Fernando Collor


Sérgio Lima/Folhapress

Plenário do TSE vai julgar recurso que pede inelegibilidade do senador Fernando Collor 
O instituto é ligado ao jornal "Gazeta de Alagoas", que pertence à família do senador.

O TRE-AL (Tribunal Regional Eleitoral) de Alagoas já negou o pedido contra Collor e o vice na sua chapa, Galba Novaes (PRB).

O tribunal, no entanto, aceitou o pedido contra o instituto, que foi multado em R$ 53,2 mil.

O Ministério Público e o "Gazeta de Pesquisa" recorreram, mas tiveram seus pedidos negados por Versiani.

A Procuradoria recorreu de novo para levar o caso ao plenário e teve agora o pedido aceito.


PESQUISA 

 Em agosto de 2010, o "Gazeta de Pesquisa" divulgou um levantamento que colocou Collor com 38% das intenções de votos, enquanto o Ibope contabilizava 28% para o senador. Ele ficou em terceiro lugar e não foi para o segundo turno, vencido por Teotônio Vilela Filho (PSDB).

Após analisar os 1.055 formulários com as entrevistas, o Ministério Público afirma que o instituto depurou o número de eleitores que ganham um salário mínimo para beneficiar Collor. "Essa faixa da população é a que tem maior peso na pesquisa e nela o candidato Fernando Collor tem excelente desempenho", diz a Procuradoria. 

O OUTRO LADO

A assessoria do senador foi procurada, mas ainda não respondeu.

Alvo de um processo de impeachment em 1992 por suspeita de corrupção quando foi presidente da República, Collor ficou impedido de disputar eleições por oito anos e voltou ao cenário político nacional em 2007, quando se elegeu senador. Seu mandato termina em 2015

terça-feira, 29 de novembro de 2011

CORRUPÇÃO - Primeira-dama e filhos de prefeito de Limeira deixam prisão. Moradores estão revoltados

Primeira-dama e filhos de prefeito de Limeira deixam prisão
Moradores revoltados protestaram contra a saída dos acusados da prisão
O Globo, com EPTV

SÃO PAULO - A primeira-dama de Limeira, Constância Félix, e os dois filhos Maurício e Murilo Félix, deixaram a prisão durante a madrugada desta terça-feira, após cinco dias detidos. A mulher do prefeito Silvio Félix (PDT) e outras dez pessoas haviam sido detidas na operação do Ministério Público em Limeira, cidade a 147 km da capital paulista, por suspeita de envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro, falsidade ideológica, sonegação fiscal e furto qualificado.
Ao deixarem a cadeia, os dois filhos do prefeito foram agredidos por populares, que protestaram contra a saída dos acusados da prisão.
- Não sei o que está acontecendo aqui fora, mas não vou comentar nada - disse Murilo.

Constância também foi hostilizada.Também deixaram a Casa de Custódia as irmãs da primeira-dama, Verônica e Lucimar Dutra.

Na noite desta segunda-feira, a Câmara Municipal aprovou o afastamento do prefeito Silvio Félix por 90 dias e a abertura de uma Comissão Processante (CP)

fonte o globo Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/primeira-dama-filhos-de-prefeito-de-limeira-deixam-prisao-3344914#ixzz1f5seWKo0 

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

IMPEACHMENT - Agnelo Queiroz é alvo de denúncias de participação em esquemas de corrupção

Governador Agnelo Queiroz é apontado como autor de fraudes quando era ministro do Esporte Renato Araújo/ ABr
  
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A Câmara Legislativa do Distrito Federal recebeu nesta quarta-feira cinco pedidos de impeachment do governador Agnelo Queiroz. Além dos requerimentos protocolados pelo DEM e pelo PSDB, o presidente regional do DEM, Alberto Fraga, o presidente regional em exercício do PSDB, Raimundo Ribeiro, e o advogado Rogério Pereira entraram com pedidos individuais de investigação envolvendo o governador.

Agnelo Queiroz é alvo de denúncias de participação em esquemas de corrupção quando ocupava a direção da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e o Ministério do Esporte.

De acordo com a Câmara Legislativa, os pedidos de impeachment serão encaminhados à procuradoria da Casa para a análise do cumprimento dos requisitos jurídicos para que os documentos continuem a tramitar. Em seguida, devem ser analisados pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), que pode solicitar a criação de uma comissão especial para apreciar os pedidos de impeachment, que ainda passarão por votação em plenário.

Parlamentares de oposição ao governo também pedem a abertura de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar as denúncias contra Agnelo Queiroz.

sábado, 5 de novembro de 2011

AGNELODUTO IV - Suspeita no Esporte envolve cúpula do governo do DF

 O escândalo que derrubou o ex-ministro do Esporte Orlando Silva envolve alguns dos principais assessores do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, informa reportagem de Filipe Coutinho e Renato Machado, publicada na Folha deste sábado (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

Com a saída de Orlando, a crise envolvendo a suspeita de desvio de recursos da pasta agora se concentra na capital federal. Agnelo (2003 a 2006) e Orlando (2006 a 2011) dividiram a titularidade do Esporte nos últimos anos, dentro da cota que o PC do B.

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O hoje governador do DF, agora no PT, é investigado pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça) sob a suspeita de que tenha sido iniciado em sua gestão o esquema de desvio de verbas de convênios do Esporte com ONGs.

O seu atual secretário de Governo, Paulo Tadeu, é ligado à Cata-Ventos, que teve convênio de R$ 240 mil reprovado pelo próprio ministério. A entidade foi fundada pelo irmão do secretário, José Rosa Vale da Silva. 
OUTRO LADO 

Agnelo Queiroz disse desconhecer que a ONG Cata-Ventos tenha convênio reprovado com o Ministério do Esporte. 

 "Temos certeza de que nenhum dos servidores nomeados para cargos em comissão no governo do Distrito Federal foi responsabilizado por falhas em prestação de contas ou execução de convênios dessa ONG", afirmou, por meio de sua assessoria.

O secretário de governo do Distrito Federal, Paulo Tadeu, disse que não pode ser responsabilizado pela ONG Cata-Ventos, fundada pelo irmão. 

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

ESPORTEDUTO - DEM diz que vai pedir IMPEACHMENT de AGNELO, governador do DF

Pedido será protocolado na próxima segunda (7) na Câmara Legislativa.
Por meio da assessoria, Agnelo Queiroz disse que não vai se manifestar.
 
Sandro Lima
Do G1, em Brasília

O Democratas anunciou nesta quinta-feira (3) que vai protocolar na próxima segunda (7) pedido de impeachment do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), na Câmara Legislativa.

Segundo o presidente do DEM-DF, Alberto Fraga, o pedido será feito com base em denúncias do suposto envolvimento de Agnelo Queiroz em um esquema de desvio de verbas no Ministério do Esporte no período em que ele comandou a pasta.

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A assessoria de imprensa do governador informou que ele não se manifestará sobre o pedido de impeachment.

Reportagens das edições do último final de semana das revistas "Época" e "IstoÉ" apontam suposta relação entre Agnelo Queiroz e o policial militar do Distrito Federal João Dias Ferreira, que denunciou esquema de desvio de verbas no Ministério do Esporte. A denúncia de Ferreira provocou a crise política que resultou, no dia 26 de outubro, na demissão do ministro Orlando Silva, sucessor de Agnelo no comando do Ministério do Esporte.

As duas revistas trouxeram trechos de gravações que apontam ligação entre Agnelo e o policial João Dias. Questionado sobre as gravações, Agnelo Queiroz afirmou que não pode ser responsabilizado por erros ou irregularidades cometidas por conhecidos ou pessoas do seu antigo partido, o PC do B.

“Não tenho compromisso nenhum com erro de ninguém. As minhas relações, as pessoas com quem falei, que liguei, foram pessoas do meu partido, da minha amizade. Isso não interfere na minha relação institucional”, disse.

Apoio Apesar de Agnelo Queiroz ter maioria na Câmara Legislativa, Fraga disse acreditar que o pedido seja submetido à votação. “Vou entrar com o pedido, como presidente do DEM ou como cidadão, e espero que seja votado”, afirmou. Segundo Fraga, o pedido tem o apoio da Executiva Nacional do partido.

Ainda de acordo com Fraga, a posição independente do único parlamentar do DEM na Câmara Legislativa, Raad Massouh, não atrapalhará a apresentação e tramitação do pedido de impeachment.


Fonte G1 http://t.co/bVSUrIjH

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

STF rejeita recurso de advogado que queria impeachment do ministro Gilmar Mendes

Foto STF
Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) negaram hoje (15), por unanimidade, recurso de um advogado que pedia o impeachment de um dos membros da Corte, o ministro Gilmar Mendes. A decisão veio após um pedido de vista do ministro Marco Aurélio Mello, que interrompeu o julgamento em meados de agosto.

O advogado Alberto Piovesan entrou em maio com o pedido de impeachment no Senado Federal. Ele alegava que Gilmar Mendes mantinha relações ilegais com um escritório de advocacia. O pedido foi arquivado pela Mesa do Senado, o que motivou o recurso ao STF, já que o advogado queria que o caso fosse analisado pelo plenário da Casa.

O relator do processo, ministro Ricardo Lewandowski, votou pelo arquivamento do pedido. Marco Aurélio, no entanto, quis estudar melhor o caso e pediu vista. Hoje, ele trouxe seu voto no mesmo sentido do relator, entendendo que a Mesa do Senado tem competência para arquivar o pedido de impeachment, sobretudo quando o pedido se limita a anexar notícias de jornal.

Para justificar o pedido de vista, Marco Aurélio explicou que queria analisar o caso a partir de jurisprudência da Corte, para não dar a entender que o Tribunal estava arquivando o caso seguindo um espírito corporativista.