Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro disse Dom Pedro II
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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

MAIS IMPOSTOS - 96% rejeitam criação de novo imposto para saúde, aponta CNI

A maioria da população é contra a criação de novos impostos para melhorar a saúde no Brasil. Segundo pesquisa da CNI (Confederação Nacional da Indústria), divulgada nesta quinta-feira (12), 96% dos entrevistados não querem um novo imposto para a área, apesar de 95% afirmarem acreditar que o setor precisa de investimentos.

As informações são da pesquisa "Retratos da Sociedade Brasileira: Saúde Pública" e mostram ainda que 61% dos entrevistados reprovam o sistema público de saúde brasileiro.

Para 82% dos entrevistados, o governo deve acabar com a corrupção para obter mais recursos para a área. Outra solução, defendida por 53% das pessoas, é a redução de desperdícios. Somente 18% da população diz acreditar que seja necessário transferir recursos de outras áreas para o setor.

De acordo com o estudo, o principal problema do sistema de saúde é a demora no atendimento, apontado por 55% dos entrevistados. Em seguida, está a falta de equipamentos e de unidades de saúde, indicado por 10% das pessoas; e a falta de médicos, indicado por 9% da população.

Segundo a pesquisa, esses problemas estão ligados, pois a demora no atendimento em hospitais e postos de saúde se deve, principalmente, à falta de equipamentos e de médicos. "Para a população, no entanto, é o resultado final --a demora para ser atendido-- que aparece como o principal problema", explica o estudo.

Para melhorar a situação, 57% dos entrevistados dizem que é preciso aumentar o número de médicos. Outros 54% afirmam que o governo deve equipar melhor os hospitais públicos e os postos de saúde. A terceira ação, assinalada por 30% dos pesquisados, é o aumento de salário para os médicos.
Editoria de Arte/Folhapress



DESAFIOS

A população diz acreditar ainda que a saúde não apresentou melhora nos últimos três anos, segundo 85%. Para 43% dos entrevistados, houve piora na saúde pública no período.

O estudo da CNI aponta também que, nos últimos 12 meses, dos entrevistados que fizeram algum tratamento de saúde, 79% usaram a rede pública. O serviço público recebeu de seus usuários nota média de 5,7, em uma escala de 0 a 10. Conforme a pesquisa, quanto maior a nota, melhor o serviço.

Na outra ponta, os hospitais particulares receberam nota média de 8,1 de seus usuários.

Os hospitais públicos são os principais fornecedores de serviços de saúde para 68% da população, enquanto a rede privada é usada de forma exclusiva por apenas 10% dos brasileiros.

Segundo o levantamento, a procura por hospitais e clínicas particulares está diretamente relacionada à propriedade de um plano de saúde. Entre os entrevistados que usam somente o serviço privado, 91% têm plano de saúde. Entre os que utilizam apenas a rede pública de saúde, só 1% têm plano de saúde.

O estudo revela ainda que 95% dos entrevistados concordam com a oferta gratuita de serviços de saúde. Mesmo assim, 68% consideram injusto todos pagarem pelo sistema independentemente do uso da rede pública de saúde.

A pesquisa foi feita pela CNI em parceria com o Ibope. Foram ouvidas 2.002 pessoas em 141 municípios, entre os dias 16 e 20 de setembro de 2011.

A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, e o grau de confiança é de 95%


  Fonte Folha http://www1.folha.uol.com.br/poder/1033391-96-rejeitam-criacao-de-novo-imposto-para-saude-aponta-cni.shtml

sábado, 17 de dezembro de 2011

SUSPEITA DE FRAUDE - TSE vai julgar ação contra Collor

O plenário do TSE vai julgar pedido para tornar o senador Fernando Collor (PTB-AL) inelegível sob a acusação de ter fraudado uma pesquisa durante as eleições de 2010.

A ação foi movida pelo Ministério Público Eleitoral contra decisão do ministro do TSE Arnaldo Versiani, que havia negado o pedido de inelegibilidade.

De acordo com a Procuradoria, o instituto "Gazeta de Pesquisa" manipulou dados para o colocar como favorito na disputa pelo governo de Alagoas. 
Veja tambem
Ministro do TSE nega recurso que podia tornar Collor inelegível
Ministério Público pede condenação de Fernando Collor


Sérgio Lima/Folhapress

Plenário do TSE vai julgar recurso que pede inelegibilidade do senador Fernando Collor 
O instituto é ligado ao jornal "Gazeta de Alagoas", que pertence à família do senador.

O TRE-AL (Tribunal Regional Eleitoral) de Alagoas já negou o pedido contra Collor e o vice na sua chapa, Galba Novaes (PRB).

O tribunal, no entanto, aceitou o pedido contra o instituto, que foi multado em R$ 53,2 mil.

O Ministério Público e o "Gazeta de Pesquisa" recorreram, mas tiveram seus pedidos negados por Versiani.

A Procuradoria recorreu de novo para levar o caso ao plenário e teve agora o pedido aceito.


PESQUISA 

 Em agosto de 2010, o "Gazeta de Pesquisa" divulgou um levantamento que colocou Collor com 38% das intenções de votos, enquanto o Ibope contabilizava 28% para o senador. Ele ficou em terceiro lugar e não foi para o segundo turno, vencido por Teotônio Vilela Filho (PSDB).

Após analisar os 1.055 formulários com as entrevistas, o Ministério Público afirma que o instituto depurou o número de eleitores que ganham um salário mínimo para beneficiar Collor. "Essa faixa da população é a que tem maior peso na pesquisa e nela o candidato Fernando Collor tem excelente desempenho", diz a Procuradoria. 

O OUTRO LADO

A assessoria do senador foi procurada, mas ainda não respondeu.

Alvo de um processo de impeachment em 1992 por suspeita de corrupção quando foi presidente da República, Collor ficou impedido de disputar eleições por oito anos e voltou ao cenário político nacional em 2007, quando se elegeu senador. Seu mandato termina em 2015

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

PESQUISAS FANTASMAS - Ex-presidente da Fiemg mentiu sobre consultorias de Pimentel

Robson Andrade citou série de palestras que teriam sido dadas pelo ministro
Thiago Herdy
 

O ministro Fernando Pimentel com o ex-presidente da Fiemg e atual presidente da CNI, Robson Andrade Terceiro / Divulgação
BELO HORIZONTE - A série de palestras nas unidades regionais da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg), citadas pelo ex-presidente da entidade Robson Andrade como prova dos serviços prestados pelo atual ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel (PT), não aconteceu. Levantamento feito pelo GLOBO junto a representantes das unidades da Fiemg em todo o estado mostra que Pimentel não viajou às cidades-polo da indústria para palestras em 2009, ano em que sua empresa P-21 Consultoria e Projetos foi contratada por R$ 1 milhão para prestar serviços à federação.

Veja também
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Atualmente, Andrade é presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e, na última semana, deu entrevista em Brasília para explicar o trabalho realizado por Pimentel quando ele deixou a prefeitura de Belo Horizonte. Na época do contrato com a P-21, Andrade estava à frente da Fiemg.

- O Pimentel, na época, também fez, a pedido da federação das indústrias, uma série de palestras nas regionais. A federação tem dez regionais, e ele participou de palestras nessas regionais e também em outras cidades-polo da indústria mineira - disse Andrade na ocasião.

No entanto, pelas regionais mineiras, o ex-prefeito e atual ministro não passou, segundo seus dirigentes.

- Não tem nos nossos arquivos registro de evento com o Pimentel em 2009. Busquei e não achei nada - disse Graciele Vianna, da assessoria da Fiemg Regional da Zona da Mata.

As gerentes da Regional do Vale do Rio Grande, Márcia Helena Lima, e da Regional Rio Doce, Jaqueline Coelho, também não se lembram da passagem de Pimentel.

- Não, na nossa regional ele não veio. E eu me lembraria, pois em 2009 eu já estava aqui na gerência - disse Márcia Helena.

- Olhamos aqui todas as nossas pastas, registros de 2009 e 2010. Olhamos até eventos que pudessem estar relacionados a algum tema com o qual ele pudesse contribuir, mas não tem nada - completou Jaqueline.

A responsável pelo setor de comunicação na Regional Pontal do Triângulo, Dina Gonçalves, foi na mesma linha:

- Todo evento realizado com empresários na cidade passa pelo meu departamento, estou aqui há quatro anos. Palestra do Fernando Pimentel, aqui, não teve.

Mesma conclusão de Adriana Pinilla, gerente da Regional Sul da Fiemg, e do responsável pela comunicação da Regional Centro-Oeste.

- Ele pode até ter vindo na cidade convidado por algum prefeito ou outra entidade. Mas a regional Sul da Fiemg não fez qualquer evento. Estou há 13 anos na Fiemg, dois como gerente da regional - afirmou Adriana Pinilla.

- Nunca vi Fernando Pimentel na minha vida - completou o assessor da unidade Centro-Oeste da Fiemg.

Funcionários das regionais do Alto do Paranaíba, do Vale do Paranaíba, do Vale do Aço e da Regional Norte também disseram não se lembrar de Pimentel em eventos na cidade organizados pela entidade, mas pediram que essa informação fosse confirmada com a Fiemg em Belo Horizonte.

O GLOBO pediu então à assessoria na sede que apresentasse o cronograma de palestras de Pimentel citadas por Andrade, com data e local. A Fiemg informou que não tem mais informações sobre o assunto.

Ministério não se pronunciou

Andrade, procurado nesta quarta-feira, pronunciou-se por nota divulgada pela CNI. "A Diretoria de Comunicação da CNI informa que todos os esclarecimentos sobre a consultoria à Fiemg já foram dados", informou.

Pimentel, por meio da assessoria do ministério, também informou que não se pronunciaria por considerar que "já prestou todas as informações necessárias a respeito dos serviços prestados". A Fiemg pagou à P-21 Consultoria e Projetos, empresa de Pimentel, R$ 1 milhão para "consultoria econômica e em sustentabilidade"

Fonte O Globo Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/ex-presidente-da-fiemg-mentiu-sobre-consultorias-de-pimentel-3449801#ixzz1gbJR9boC

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

CREDIBILIDADE - País dos Bombeiros


Pesquisa da GfK Brasil apontou os bombeiros como os profissionais de maior credibilidade para a população brasileira, com aprovação de 97%.

Carteiros e professores empataram no segundo lugar, com 91%. Em terceiro, com 90%, ficaram os médicos. Em último, por que será?, ficaram os... políticos, com 19%.

Fonte AncelmoCom http://oglobo.globo.com/rio/ancelmo/posts/2011/10/05/pais-dos-bombeiros-409434.asp

sábado, 22 de maio de 2010

GOVERNO LULA - Segundo Datafolha, aprovação registra 76%



   
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Rio - A última pesquisa Datafolha, divulgada na edição deste sábado do jornal Folha de São Paulo, mostra que a aprovação do governo Lula voltou ao nível recorde de 76%. O presidente havia obtido tal percentual em março deste ano, mas havia recuado para 73% em abril.

Dentre os 2.660 entrevistados entre quinta e sexta-feira, 76% avaliaram o governo Lula como "bom" e "ótimo", enquanto 19% o classificaram como "regular". Outros 5% classificaram a gestão como "ruim" ou "péssima", e 1% não soube responder. A margem de erro é de dois pontos percentuais. O recorde foi registrado durante a viagem de Lula para o Irã, quando anunciou um acordo com o país sobre a troca de combustível nuclear.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

ELEIÇÕES 2010 - PSDB pede inquérito sobre pesquisa Sensus


De Tatiana Farah e Adriana Vasconcelos, de O Globo:

A pesquisa do Instituto Sensus divulgada na semana passada será alvo de mais uma representação eleitoral apresentada pelo PSDB.
Advogado do partido, Ricardo Penteado afirmou ontem que amanhã entrará com pedido de abertura de inquérito no Ministério Público Eleitoral para investigar a pesquisa, que apontou empate técnico entre os pré-candidatos José Serra (32,7%) e Dilma Rousseff (32,4%). A decisão foi tomada depois que o partido identificou irregularidades na pesquisa.
- Decidimos ingressar com pedido de investigação de crime eleitoral do instituto - disse o advogado.
A pesquisa foi registrada pelo instituto no dia 5 de abril, em nome do Sindicato de Trabalhadores em Concessionárias de Rodovias (Sindecrep). A entidade negou que tivesse encomendado o levantamento. O instituto, então, realizou outro registro no dia 9, em nome do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Construção Pesada de São Paulo (Sintrapav).
No sábado passado, pesquisa do Instituto Datafolha mostrou resultado bem diferente da do Sensus: uma diferença de dez pontos percentuais entre os dois candidatos, com Serra à frente. Os tucanos já haviam recorrido ao TSE para ter acesso à pesquisa.
Leia mais em PSDB pede inquérito sobre pesquisa Sensus que indicava empate técnico entre Serra e Dilma

 


 

sábado, 17 de abril de 2010

ELEIÇÕES 2010 - Após lançamento de Serra, ele tem 38% e Dilma, 28%


Deu na Folha de S. Paulo

Após lançamento de Serra, ele tem 38% e Dilma, 28%

Marina fica com 10% e pela primeira vez passa numericamente Ciro, com 9%
Tucano é maior beneficiado por uma eventual saída do pré-candidato do PSB da disputa; no 2º turno, Serra bate Dilma por 50% a 40%

De Fernando Rodrigues:

A corrida presidencial teve pouca oscilação apesar do lançamento oficial da pré-candidatura de José Serra em grande festa do PSDB no último dia 10. Segundo pesquisa Datafolha realizada nos dias 15 e 16, José Serra (PSDB) registrou 38% das intenções de voto contra 28% de Dilma Rousseff (PT).
No final de março, Serra tinha 36% e Dilma marcava 27% no Datafolha. A vantagem do tucano era de nove pontos. Agora, é de dez pontos. Do ponto de vista estatístico, o quadro não sofreu alteração -a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Nesse mesmo cenário, Marina Silva (PV) teve 10% das intenções de voto. É seguida por Ciro Gomes (PSB), com 9%. Em março, Marina tinha 8%. Ciro estava com 11%. Essas oscilações estão também dentro da margem de erro.
Segundo o Datafolha, 7% dos entrevistados respondem que votarão em branco, nulo ou em nenhum. Outros 8% dizem ainda estar indecisos.
Quando Ciro Gomes é retirado do quadro de candidatos -há ainda dúvidas se o PSB vai lançá-lo oficialmente-, a diferença entre Serra e Dilma alarga-se um pouco. O tucano fica com 42% contra 30% da petista -uma distância de 12 pontos.
Ou seja, Serra "herda" quatro pontos de Ciro. Já Dilma fica com dois pontos a mais sem o candidato do PSB no páreo. Marina Silva vai a 12% (ganho de dois pontos). Nesse cenário, há 8% de indecisos e também 8% dizendo votar em branco, nulo ou em nenhum.
O Datafolha realizou esta pesquisa agora porque também havia feito um levantamento em 24 e 25 de fevereiro, cinco dias após o lançamento oficial da candidatura da petista Dilma Rousseff. Agora, a coleta dos dados se dá também cinco dias após a festa do PSDB para José Serra se lançar na disputa.
Embora os números do levantamento do Datafolha sejam semelhantes aos do final de março, é possível identificar tendências ao observar as curvas a partir de dezembro.
Nota-se que Serra voltou a estacionar no seu patamar do final de 2009, quando registrava 37%. Dilma também mostra uma taxa consistente em 2010, sempre de 27% ou de 28%.
Outra curva que aparece clara é a da queda gradual de Ciro. Ele tinha 13% em dezembro. Oscilou para 12% em fevereiro. Foi a 11% em março. E, agora, num período de três semanas, bateu em 9%.
Pela primeira vez, Ciro Gomes fica numericamente atrás de Marina Silva, embora do ponto de vista estatístico ambos estejam empatados.
Numa simulação de segundo turno, Serra tem 50% e Dilma fica com 40%. No final de março, os percentuais eram 48% e 39%. A variação se deu, portanto, dentro da margem de erro.
O Datafolha testou também um eventual segundo turno entre Dilma e Ciro. A petista marcou 47% contra 36% do deputado do PSB.
Ao questionar os eleitores sem mostrar os nomes dos candidatos, o Datafolha registrou agora um empate: Dilma tem 13% e Serra aparece com 12%. No mês passado, a petista tinha 12% e o tucano estava com 8%. Os dois concorrentes apresentam curvas ascendentes.

 


 

terça-feira, 13 de abril de 2010

ELEIÇÕES 2010 - Pesquisa Sensus - O limite de voto de cada candidato

O Instituto Sensus, na pesquisa fechada no último dia 9, véspera do lançamento de José Serra a presidente da República, quis saber dos 2 mil entrevistados qual o limite de votos de cada candidato à vaga de Lula.
Resultado:
Único em que votaria
Dilma - 23%
Serra: 22,8%
Ciro - 9,3%
Marina - 7,9%
Poderia votar
Dilma - 37,7%
Serra - 40%
Ciro - 48,7%
Marina - 40,1%
Não votaria
Dilma - 26,3%
Serra - 28,1%
Ciro - 27,9%
Marina - 30,7%
Não conhece
Dilma - 8,3%
Serra - 4%
Ciro - 8,7%
Marina - 15,9%
A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número 7594/2010 no último dia em 5.


 


 

GOVERNO LULA - Aprovação do governo Lula é de 72,8%, aponta pesquisa Sensus


da Reportagem Local


Pesquisa Sensus divulgada nesta terça-feira mostra que o governo Luiz Inácio Lula da Silva foi avaliado positivamente por 72,8% dos pesquisados, enquanto 20,2% considera o governo regular e 5,9% negativo.
O levantamento, que foi divulgado pela Força Sindical, revela também que os programas sociais do governo tiveram nota 6,5 em uma escala de 0 a 10. Em seguida vem a educação (6,1), habitação (5,8), geração de empregos (5,6), obras públicas (5,4), saúde (5,2), estradas (5,1) e segurança (4,6).
Encomendada oficialmente pelo Sintrapav (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Construção Pesada de São Paulo), a pesquisa aponta empate técnico na corrida presidencial entre o tucano José Serra (32,7%) e a petista Dilma Rousseff (32,4%). É o resultado mais apertado já obtido.
De acordo com a sondagem, Ciro Gomes (PSB) teria 10,1%, e Marina Silva (PV), 8,1%. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.
Segundo dados apresentados ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), sob o registro de número 7594/2010, o levantamento foi feito entre os dias 5 e 9 de abril em 24 Estados, com 2.000 entrevistas.
Reportagem publicada no sábado passado pela Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal) mostrou que, no registro do TSE, consta outro contratante: o Sindecrep (sindicato de trabalhadores em concessionárias de rodovias) de São Paulo --que não a encomendou. A Sensus afirmou se tratar de um erro, corrigido em seguida.


 


 

sábado, 10 de abril de 2010

ELEIÇÕES 2010 - tituto faz pesquisa, mas sindicato diz que não pediu


DEU NA FOLHA
Entidades nega ter requisitado levantamento; Sensus afirma que houve "erro formal"
Instituto aponta um outro sindicato como contratante; tesoureiro nega, mas depois o presidente da entidade afirmou que fez o pedido

De Rubens Valente:

A mais recente pesquisa de intenção de voto para a sucessão presidencial registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) indicou como contratante um sindicato que, na realidade, não encomendou a pesquisa.
Procurada pela Folha, o instituto Sensus, que realiza a pesquisa, reconheceu que houve um suposto "erro material". No início da noite de ontem, informou ao TSE o nome de outro contratante. A pesquisa deve ser concluída na segunda-feira.
Mas, no outro sindicato apontado pelo instituto como contratante, houve incongruência nas respostas da diretoria. O tesoureiro negou que houvesse encomendado o levantamento, mas depois o presidente confirmou o pedido.

Assinante do jornal leia mais em Instituto faz pesquisa, mas sindicato diz que não pediu



 


 

domingo, 4 de abril de 2010

ELEIÇÕES 2010 - Vox Populi: Serra tem 34%, contra 31% de Dilma


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Terra


São Paulo - A pesquisa do Vox Populi, divulgada pelo Jornal da Band na noite deste sábado, 3, traz José Serra, do PSDB, com 34% das intenções de voto para presidente da República. Dilma Roussef, do PT, aparece com 31%. Ciro Gomes, do PSB, soma 10%. Marina Silva, do PV, tem 5%.

Como a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos, está caracterizado um empate técnico entre os candidatos tucano e petista.

No cenário sem Ciro, Serra soma 38%, Dilma, 33%, e Marina, 7%. Foram ouvidas 2 mil pessoas entre 30 e 31 de março. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), segunda-feira, 29 de março, com o número 7337/2010, encomendada pela Rádio e Televisão Bandeirantes.

Na sondagem eleitoral anterior do mesmo instituto, realizada entre 14 e 17 de janeiro, Serra registrava 34%, contra 27% de Dilma. Ciro tinha 11%, e Marina, 6%.


 


 

quarta-feira, 31 de março de 2010

SÃO PAULO/INCOR - Incor procura homens para pesquisa sobre vinho



O Incor está recrutando homens, com idade entre 50 e 75, para uma pesquisa sobre vinho. Precisa de 100 que bebam e 50 que não bebam vinho.


O voluntário não recebe dinheiro nenhum. Participa apenas pelo amor à ciência e ganha um check-up.

A inscrição deve ser feita pelo telefone 3069-5510 ou mandar e-mail para karoline.dias@incor.usp.br. Não adianta ir lá pessoalmente.

 


 

domingo, 28 de março de 2010

ELEIÇÕES 2010 - Saída de Ciro vira problema para Lula

KENNEDY ALENCAR
Colunista da Folha Online
Além de embalar a pré-candidatura de Dilma Rousseff (PT), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem outra tarefa. No caso, bem mais espinhosa: como convencer Ciro Gomes, pré-candidato do PSB, a sair do páreo.
Apesar da pesquisa da Datafolha que mostrou crescimento do virtual candidato do PSDB, o governador José Serra (SP), Lula mantém a avaliação de que convém ao governo patrocinar uma disputa plebiscitária contra os tucanos. Nesse contexto, seria melhor retirar a candidatura de Ciro, deputado federal pelo Ceará.
O problema é que as relações entre Ciro e o PT pioraram nas últimas semanas. A versão de que Lula faz uma maldade com o aliado do PSB, tirando-lhe todo o gás político, parece que arranhou um pouco a boa relação pessoal entre os dois. Ciro estaria magoado, segundo interlocutores dele e de Lula.
A hipótese de Ciro ser vice de Dilma virou pó. O deputado federal fustiga todo dia o PMDB, partido ao qual está prometida a vice e legenda que não tem por ele apreço a ponto de renunciar a uma posição tal vital.
Após adiamentos, Lula deverá, sim, ter aquela conversa olho no olho com Ciro. O novo prazo agora é a segunda quinzena de abril.
Na última pesquisa Datafolha, Ciro ficou estacionado em relação ao levantamento anterior, assim como Dilma. Serra subiu quatro pontos e obteve 36%. Dilma oscilou negativamente um ponto percentual (27%). Ciro também, 11%. E a senador Marina Silva (PV-AC) manteve seus 8%.
*
Senadora patina
Desde a pesquisa Datafolha realizada entre 14 e 18 de dezembro, Marina continua com o mesmo percentual. Já realizou uma bateria de programas populares de TV e fez viagens pelo país. É verdade que sua exposição na mídia é baixa na comparação com as de Serra e Dilma.
Mas seu discurso é muito genérico. Para fugir do carimbo ambiental, faz propostas que soam semelhantes às de Serra e Dilma, patrocinados por máquinas políticas mais poderosas. É preciso inovar para sair da condição de mera coadjuvante.
Para ser uma sensação eleitoral, cairia bem terminar essa disputa na casa dos 15 pontos. Menos do que isso, garantirá um lugar de apoiadora de relevo no segundo turno. Hoje, esse apoio estaria mais para Serra do que para Dilma.
Kennedy Alencar, 42, colunista da Folha Online e repórter especial da Folha em Brasília. Escreve para Pensata às sextas e para a coluna Brasília Online, sobre bastidores do poder, aos domingos. É comentarista do telejornal "RedeTVNews", de segunda a sábado às 21h10, e apresentador do programa de entrevistas "É Notícia", aos domingos à meia-noite.

E-mail: kennedy.alencar@grupofolha.com.br


 


 

sábado, 27 de março de 2010

ELEIÇÕES 2010 - Pesquisa diz que Serra abre 9 pontos sobre Dilma e se isola na frente

da Folha Online
O pré-candidato à Presidência do PSDB, José Serra, abriu nove pontos de vantagem sobre Dilma Rousseff (PT), mostra pesquisa Datafolha publicada na edição deste sábado da Folha (íntegra disponível somente para assinantes do jornal ou do UOL). O tucano tem 36% e a petista 27% das intenções de voto.
Na pesquisa realizada em fevereiro, Serra tinha 32% e Dilma 28%.
Ciro Gomes (PSB) ficou com 11% (tinha 12% em fevereiro). Marina Silva (PV) está estacionada e manteve os 8% obtidos no mês passado.
Em um eventual segundo turno, o tucano venceria a petista por 48% contra 39%.
A pesquisa, registrada sob o número 6617/2010, foi realizada nos dias 25 e 26 com 4.158 eleitores. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

 

 

quinta-feira, 25 de março de 2010

CIÊNCIA E SAÚDE - A indústria farmacêutica se dedica, cada vez mais, a encontrar possibilidades de cura nas plantas


Pesquisas acadêmicas embalam popularização do potencial terapêutico conhecido há séculos na medicina tradicional

Paloma Oliveto
Publicação: 25/03/2010 07:00



Os antigos já sabiam o que a indústria farmacêutica, hoje, pesquisa intensamente: o poder curativo das plantas. Seja em forma de chá ou emplastos, eles sempre tinham uma receita para todos os males, e bastava um pulinho no quintal para chegar com a cura nas mãos. Mais sofisticado e seguro — nem toda folha, flor ou raiz faz bem à saúde —, o estudo farmacológico atual baseia-se nos conhecimentos tradicionais em busca do tratamento e da cura de doenças variadas, tendo a biodiversidade como fonte natural de recursos.

Nas universidades, plantas conhecidas, como repolho e camomila, e outras nem tanto, como a nigela, têm se mostrado promissoras para combater males, que vão da artrite ao câncer. É bom lembrar que, até se chegar a um medicamento, muitas etapas precisam ser cumpridas, já que o segredo do aproveitamento do potencial terapêutico das plantas está no isolamento de moléculas específicas, algo que demora até mesmo décadas para ser feito. Nada, portanto, de ingerir garrafadas ou chazinhos aparentemente inofensivos.

Há 10 anos, o Laboratório de Análise e Produção de Medicamentos da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), em Santa Catarina, estuda as propriedades do extrato da Aleurites moluccana, árvore conhecida popularmente como nogueira-da-índia, que cresce em abundância no sul do país. De acordo com a coordenadora do mestrado em ciências farmacêuticas da Univali, Tania Mari Belle Bresolin, a planta tem propriedades analgésicas, anti-inflamatórias e antifebris. “O embasamento da pesquisa é na medicina popular. Geralmente, é assim que funciona. A tradição serve como uma triagem prévia para os estudos farmacológicos”, explica.

Usada tradicionalmente em forma de chá e emplastros para machucados e inflamações, a folha da nogueira-da-índia vai virar comprimido, pomada e uma suspensão pediátrica para combater febre e dores. O estudo mais avançado é o dos comprimidos que, na fase pré-clínica, de teste em animais, não mostrou índice toxicológico. “É uma vantagem em relação aos tratamentos anti-inflamatórios disponíveis no mercado, pois não há efeitos colaterais”, conta Tania. No fim deste ano, terá início a fase clínica, quando os testes são realizados em humanos. Se tudo der certo, em 2012 o medicamento estará no mercado e poderá beneficiar pessoas que sofrem com problemas de inflamações agudas, como a artrite reumatoide.

A farmacêutica esclarece que o remédio será fitoterápico, ou seja, livre de outros ativos sintetizados. O único princípio é o extrato da planta. Nem todo medicamento à base de substâncias naturais pode ser considerado fitoterápico, pois, em muitos casos, o princípio ativo é extraído e sintetizado quimicamente. É o caso, por exemplo, do ácido acetilsalicílico, a famosa aspirina. A matéria-prima do comprimido foi obtida a partir da casa do salgueiro (em latim, o nome da árvore é salici) e, em laboratório, os químicos conseguiram criar artificialmente o ativo e produzi-lo em grande escala.

Combate ao colesterol
No Brasil, outro estudo em fase avançada vem sendo desenvolvido pelo Instituto de Cardiologia de Cruz Alta, no interior do Rio Grande do Sul. Em 2006, pesquisadores do ICCA começaram a estudar os efeitos da Campomanesia xanthocarpa, mais conhecida como guariroba, no combate ao colesterol LDL, nocivo à saúde. A planta, cujo aproveitamento é quase 100%, também é usada tradicionalmente em Goiás, em Minas Gerais e nos estados do sul, e mostrou-se eficaz na diminuição das taxas de gordura no sangue. Uma pesquisa com 39 voluntários revelou que, ao tomar uma dose diária de 500mg, as pessoas tiveram redução de 41% do colesterol ruim. A pesquisa continua, pois ainda é preciso identificar as moléculas da guariroba que conseguem combater a gordura.

A farmacêutica Tania Mari Belle Bresolin afirma que, no Brasil, o potencial medicinal das plantas ainda é subaproveitado. “Somos o quarto em biodiversidade e temos um potencial enorme. Porém, é muito pouco explorado. A indústria farmacêutica brasileira não tinha muito autonomia nem tradição de pesquisa, tarefa que ficou para as universidades”, diz.

Já nos Estados Unidos e na Europa, os estudos são intensos. “Podemos esperar encontrar muitas novidades interessantes na pesquisa herbácea”, diz o professor Thomas Efferth, do Helmholtz Association of German Research Centres, na Alemanha. Ele estuda os efeitos de princípios ativos de plantas associados a sintéticos químicos, em uma linha de pesquisa baseada na medicina tradicional chinesa. Com colegas alemães, austríacos e chineses, ele conseguiu identificar 76 plantas usadas na medicina tradicional, com potencial para combater o câncer. O Correio conversou com outros pesquisadores que recentemente publicaram trabalhos sobre os efeitos curativos das plantas. Veja quais as mais promissoras atualmente.

Brócolis (Brassica oleracea variedade Italica Plenck)

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Os brotos do brócolis podem combater a infecção estomacal provocada pela bactéria Helicobacter pylori (H. pylori), uma das principais causas de câncer de estômago. Um estudo realizado no Departamento de Farmacologia da Escola de Medicina John Hopkins, nos Estados Unidos, mostrou pela primeira vez o efeito do vegetal no organismo humano. Há pelo menos duas décadas, os cientistas conhecem as propriedades anticancerígenas do sulforafane, substância contida no brócolis, mas nunca havia sido pesquisada sua relação com a H. pylori. No estudo, desenvolvido no Japão, 48 pessoas infectadas pela bactéria comeram 70g de brotos frescos de brócolis por oito semanas. Depois do período, verificou-se uma grande redução na presença da bactéria. “Esse estudo mostra uma evidência de que o brócolis pode prevenir o câncer em humanos, e não apenas em animais de laboratório”, diz Jed Fashey, pesquisador associado do John Hopkins.

Camomila (Matricaria recutita)

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O chá dessa planta é largamente utilizado com calmante natural. Uma pesquisa do Departamento de Urologia da Universidade de Cleveland, nos Estados Unidos, acabou que mostrar que, graças às propriedades anti-inflamatórias, a camomila também é uma aliada no combate ao câncer. Uma substância encontrada na planta inibe as enzimas ciclo-oxigenases, associadas ao processo inflamatório das células cancerígenas. A pesquisa foi feita in vitro e, segundo os cientistas, o resultado sugere que a camomila trabalha com um mecanismo de ação similar aos atribuídos às drogas anti-inflamatórias não esteroides. “Essa descoberta adiciona um novo aspecto ao perfil biológico da camomila, que pode ser útil para o entendimento de como o extrato da planta pode prevenir o câncer”, disseram os autores, no resumo do estudo.

Nigela (Nigella sativa)

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Um dos principais compostos do óleo extraído dessa planta mostrou-se eficaz no extermínio de células cancerígenas que atacam o pâncreas, inibindo o desenvolvimento desse tipo de tumor maligno, graças à sua propriedade anti-inflamatória. Usada na medicina tradicional de povos asiáticos, a planta foi investigada por Hwayda Arafat, professor de cirurgia da Faculdade Médica da Universidade de Thomas Jefferson, nos Estados Unidos. O resultado da pesquisa foi apresentado no 100º congresso da Associação Americana para Pesquisas de Câncer. De acordo com Arafat, outros estudos já haviam indicado um efeito positivo da planta no combate aos cânceres de próstata e de cólon. “Os efeitos que encontramos mostram que a erva tem um grande potencial preventivo e é uma ótima estratégia terapêutica para o câncer de pâncreas. Mais importante é que tanto a planta quanto o óleo são seguros quando usados moderadamente, e têm sido consumidos por milhares de anos sem que soubéssemos de efeitos tóxicos”, diz Arafat.

Repolho (Brassica oleracea variedade capitata)

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Uma das fontes de vitamina U, contém uma molécula, a S-metil-metionina (SMM), usada há muito tempo na fitoterapia como uma aliada no tratamento de doenças estomacais. Ao analisar as propriedades terapêuticas da substância, uma equipe da Faculdade de Medicina da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, descobriu que ela pode evitar a maior causa de transplantes de fígado — a toxicidade provocada pelo excesso de acetaminofeno metabolizado no órgão. A SMM, de acordo com a pesquisa, consegue combater os efeitos tóxicos. O estudo foi feito em ratos e ainda está em fase embrionária. “Essa é apenas uma peça do quebra-cabeças. Ainda não temos a resposta completa”, alerta o anestesiologista Gary Peltz, um dos autores da pesquisa.

Chá verde (Camellia sinensis L. Kuntze)

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A planta contém 51 fitonutrientes que combatem processos inflamatórios no organismo. O chá verde é um dos componentes de uma nova droga baseada em fitoterápicos que está em fase de estudo clínico no Centro de Urologia Holística da Universidade de Columbia e no Hospital Presbiteriano de Nova York. O trabalho, publicado no periódico oncológico Journal of the Society for Integrative Oncology mostrou que o remédio ajuda a combater a proliferação de células cancerígenas em homens com alto risco de desenvolvimento de tumor maligno na próstata. Vinte e três pacientes entre 40 e 75 anos cuja biópsia acusou um aumento preocupante dessas células foram submetidos à terapia com o medicamento por 18 meses. Além de evitar a proliferação das células, o composto tem baixa toxidade e não apresentou efeitos colaterais. “Novas fórmulas que abaixem o risco de câncer, previna ou atrase a cirurgia, aumentando a qualidade de vida, serão extremamente benéficas para esses homens”, comenta Aaron E. Katz, principal autor do estudo.

 


 

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Datafolha: Ranking dos Governadores Brasileiros

1o) Aécio Neves - PSDB - MG
2o) Eduardo Campos - PSB - PE
3o) Cid Gomes - PSB - PE
4o) José Serra - PSDB - SP
5o) Luiz Henrique - PMDB - SC
6o) Jacques Wagner - PT - BA
7o) Roberto Requião - PMDB - PR
8o) Sérgio Cabral - PMDB - RJ
9o) JosÉ Arruda - Sem partido - DF

Obs: A pesquisa foi feita entre os dias 14 e 18 de dezembro.