Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro disse Dom Pedro II
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sábado, 14 de janeiro de 2012

CRISE NA EUROPA - Com rebaixamento de europeus, otimismo do mercado deve ser reduzido

Efeito não será duradouro, porque rebaixamento já estava previsto

Por
Paulo Justus
SÃO PAULO - O rebaixamento do rating soberano da França e de outros oito países europeus pela Standard & Poor’s (S&P) deve arrefecer o otimismo moderado que predominava desde o início do ano nos mercados financeiros, sustentado pelas boas notícias sobre o desempenho da economia americana e pelas rolagens bem-sucedidas das dívidas de Espanha e Itália. Para economistas, as revisões para baixo das notas de economias centrais da Europa devem trazer de volta volatilidade aos mercados de capitais a curto prazo. Num primeiro momento, porém, terão pouco efeito sobre o desempenho da economia real. Para o Brasil, assim como as demais economias emergentes, essa volatilidade pode se traduzir em variações fortes nas bolsas e na taxa de câmbio.

— O efeito deve ser temporário, como ocorreu no rebaixamento dos Estados Unidos: houve turbulência de curto prazo, na bolsa e no dólar, mas depois reverteu. O contágio disso no investimento estrangeiro e na captação das empresas no exterior vai depender de uma ruptura — disse Silvio Campos Neto, da Tendências.  

Sinais positivos podem prevalecer, diz analista
Para Jayme Carvalho, economista e estrategista do Santander Private Banking, boa parte dos rebaixamentos anunciados ontem já estava embutida nas avaliações do mercado. Segundo ele, decisões como as da S&P reduzem o otimismo, mas não devem mudar o rumo dos mercados, que apontavam para uma recuperação desde o início do ano:

— O rebaixamento joga um pouco de água fria, mas não é suficiente para esfriar o otimismo a curto prazo.

O economista cita a divulgação dos dados do Livro Bege do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), que na quinta-feira mostrou um aumento da confiança do consumidor americano. Na economia brasileira, continuou, os sinais recentes também são positivos. Segundo ele, tudo indica que o ponto mais baixo do crescimento já passou e que a criação de emprego continuará em alta.

Por esses motivos, Carvalho disse não acreditar sequer que se chegue a ter um período de volatilidade, como o que ocorreu depois do rebaixamento da dívida dos EUA. Naquela ocasião, lembrou, o mercado foi pego de surpresa pela notícia, o que não ocorreu agora, já que os investidores já estavam exigindo um prêmio maior do que o condizente com o rating pelos títulos de países como Itália e França.

— Só algo mais grave afetaria a nossa economia. Num primeiro momento, o rebaixamento mexe com o câmbio, com alguma depreciação e fuga de recursos para os EUA, mas nada muito mais grave do que isso, por enquanto — concordou Sérgio Vale, economista-chefe da MB Associados



Fonte Jornal O Globo http://oglobo.globo.com/economia/com-rebaixamento-de-europeus-otimismo-do-mercado-deve-ser-reduzido-3666193#ixzz1jQNTg9oq

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

BONS EXEMPLOS NA POLÍTICA - Na Alemanha políticos andarão de Bicicleta

Em vez de carros, bicicletas
Por Tatiana de Mello Dias
Agora, recém-empossados no Parlamento, os piratas enviaram uma carta para o senador Ehrhart Körting dispensando os carros oficiais. No lugar deles, os novos políticos querem 15 bicicletas (cada uma custando no máximo US$ 2,6 mil) e bilhetes de transporte público.

Membros do Partido Pirata em Berlim votam durante reunião (DIVULGAÇÃO)
Os piratas explicam que um carro com motorista custaria 93 mil euros por ano para cada um. Como foram eleitos 15, os custos anuais iriam para mais de 465 mil euros. As bicicletas custariam 30 mil euros, válidos por tempo indeterminado. A substituição, segundo eles, poderia economizar 369 mil euros.
O Partido Pirata alemão teve a maior votação de sua história. Eles abocanharam 9% dos votos para as eleições estaduais de Berlim — isso deu a eles 15 cadeiras no Parlamento, uma vitória inesperada.
“A principal força do Partido Pirata nessas eleições foi a transparência, além da insatisfação com a política que está sendo feita aqui”, explicou ao Link o brasileiro Fabrício do Canto, um dos responsáveis pela vitória dos piratas nas eleições.
Na plataforma, eles foram além das questões normalmente abordadas — como flexibilização do copyright e liberdade na rede — e incluíram em sua plataforma propostas de inclusão social

Fonte Estadão/P2P http://blogs.estadao.com.br/p2p/2011/11/17/em-vez-de-carros-bicicletas/

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

CRISE CHEGOU - Varejo reduz encomendas para o Natal

Corte nos pedidos de eletrodomésticos e eletroeletrônicos varia entre 5% e 10%
Márcia De Chiara, de O Estado de S. Paulo
          
SÃO PAULO - Depois de adiar os pedidos em setembro, o varejo agora reduz as encomendas para o Natal. O corte nos volumes de televisores, aparelhos de áudio e vídeo, máquinas de lavar, geladeiras e eletroportáteis varia entre 5% e 10%. A mudança nas expectativas de vendas para o fim de ano ocorreu após a forte desaceleração do comércio varejista depois do Dia da Criança.
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 O tom do fim do ano mudou e já se cogita até a possibilidade de que as vendas de dezembro empatem com as de 2010. A queda no rendimento médio real do trabalhador de 1,8% em setembro ante agosto, a primeira desde abril, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), explica parte da revisão das expectativas dos lojistas.
Mas o resultado de outubro do indicador de Intenção de Consumo das Famílias (ICF)da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomércio - SP), que será divulgado hoje, traduz em números o mau humor do consumidor já captado pelos varejistas. Em outubro, o ICF caiu 3,5% na comparação com setembro.

Foi a primeira retração em quatro meses de um indicador que varia de zero a 200 pontos. Nessa escala, abaixo de 100 o indicador é considerado negativo e acima de 100, positivo.
Em outubro, o ICF ficou em 135 pontos e foi influenciado pela perspectiva do emprego e da renda atual. Os dois quesitos tiveram desempenho negativo entre os cerca de 2.200 consumidores da cidade de São Paulo ouvidos pela pesquisa.
A perspectiva para o emprego caiu 9,9% em outubro na comparação com setembro, puxada para baixo especialmente pelas famílias que ganham menos de dez salários mínimos (-11,2%). O quesito renda atual também caiu 6% em outubro na comparação com setembro.
"Essa é a fotografia de um momento desagradável, que reuniu alta da inflação, do câmbio e do IPI para veículos importados", observa o assessor econômico da Fecomércio-SP, Fábio Pina. Ele acredita que os resultados estão na direção correta, isto é, apontam para a desaceleração do varejo, mas pondera que a magnitude pode ser exagerada.
Dia da Criança. De toda forma, os números da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) confirmam a forte perda de fôlego do comércio após o Dia da Criança. Na primeira quinzena de outubro, as consultas para vendas à vista e a prazo cresciam 3,5% em relação a igual período de 2010.
Já a taxa de aumento anual de outubro até o dia 26 é bem menor, de 0,8%. A perspectiva é que o mês feche com variação próxima de zero, prevê o economista da Associação Comercial, Emílio Alfieri.
Como as vendas enfraqueceram muito na segunda quinzena de outubro, a perspectiva para o Natal é incerta, diz Alfieri, que não descarta o empate. A última estimativa era de crescimento de até 5% sobre o ano passado. Se a previsão de empate se confirmar, ele ressalta que o resultado não será ruim porque o Natal de 2010 foi o melhor dos últimos dez anos.

sábado, 24 de setembro de 2011

Presidente do Uruguai critica aumento do IPI a carros importados (Ninguem gostou desse aumento)

De Giovanna Fleitas (AFP) – Há 14 horas

MONTEVIDÉU — O presidente do Uruguai, José Mujica, criticou com dureza nesta sexta-feira medidas "protecionistas" adotadas por Brasil e Argentina, seus parceiros no Mercosul, que causam fortes impactos na economia uruguaia, e afirmou que essas atitudes tendem a "desvirtuar na prática o papel da integração".

 Em declarações publicadas na página oficial da Presidência uruguaia, Mujica afirmou que medidas como a adotada pelo Brasil de aumentar em 30 pontos percentuais o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) sobre veículos importados são um reflexo da "instabilidade" na Europa e nos Estados Unidos, mas não levam em conta as disparidades de desenvolvimento das economias do Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai).

"Em parte, as medidas protecionistas de nossos vizinhos são reflexos, direta ou indiretamente, da situação internacional. No entanto, a não diferenciação das políticas em relação aos parceiros menores (do Mercosul) tende a desvirtuar na prática o papel da integração", disse o presidente uruguaio.

 Estas medidas "favorecem aqueles que pensam que o melhor é continuarmos atomizados", disse Mujica.

As medidas brasileiras tiveram como primeiro efeito no Uruguai a paralisação temporária da empresa de autopeças Effa Motors, segundo a qual o imposto torna inviável seu negócio, demitindo 400 funcionários.

 "É não apenas injusto, mas também um erro político, porque dá um sinal contrário à integração", questionou com inusual firmeza o presidente uruguaio que, no entanto, se disse partidário de explorar a via diplomática e citou sua "vocação integradora".

 "Se as medidas continuarem atingido nosso comércio, só nos resta a reimplementação de medidas defensivas dentro do Mercosul em todas as ordens possíveis", declarou o presidente, que está sob forte pressão dos setores industriais de seu país.

''A outra hipótese possível, a eventualidade de sairmos do Mercosul, não pode ser decisão unilateral do governo, dado que isso supõe consultar previamente representantes da economia, das forças sociais e sobretudo os partidos políticos presentes no Parlamento", concluiu.

 O governo do Uruguai informou nesta sexta-feira ter recebido um convite do governo brasileiro para abordar a questão nos próximos dias, apesar de não existir ainda uma data para a reunião.

 Para a União de Exportadores do Uruguai, o tributo imposto pelo Brasil implica "perder um mercado", e o setor aguarda ansiosamente os resultados das gestões das autoridades uruguaias para que a situação seja resolvida.

"A União está muito preocupada porque isso significa perder um mercado, sendo necessárias não apenas medidas alternativas para ajudar as empresas, como para resgatar esse mercado", disse à AFP Teresa Aishemberg, secretária-executiva da associação.

 Para Aishemberg, "o governo está trabalhando como tem que trabalhar".

 "Esperamos que isso possa ser solucionado", completou.

 As exportações de autopeças ao Brasil, principal parceiro comercial do Uruguai, alcançaram 228 milhões de dólares no ano passado, segundo dados do Instituto Uruguai XXI.

 Mesmo assim, as exportações da indústria automobilística uruguaia ao Brasil representam 8% das vendas anuais a esse país, que foram de cerca de 1,5 bilhão de dólares em 2010.

 Para Aishemberg, além do problema pontual do setor automotor, as medidas protecionistas tomadas nos últimos meses pelos países vizinhos Argentina e Brasil poderão prejudicar permanentemente outros setores da indústria uruguaia 

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Brasil dá 'sinais mais claros' de desaceleração, diz OCDE #Economia

BBC Brasil Atualizado em  12 de setembro, 2011 - 08:25 (Brasília) 11:25 GMT

OCDE acredita que atividade econômica continue se enfraquecendo pelos próximos meses
O Brasil é o país que dá sinais mais claros de desaceleração econômica entre as principais economias do planeta, afirma a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE).
De acordo com o relatório mensal da entidade, divulgado nesta segunda-feira, o indicador que antecipa a atividade econômica nos próximos seis a nove meses está mais fraco no Brasil que em qualquer outro dos principais países emergentes ou industrializados.
                      
O chamado indicador composto avançado (CLI, na sigla em inglês) tem como base o valor 100, que representa a intensidade da atividade econômica no longo prazo.
Depois de se recuperar dos efeitos da crise econômica de 2008, o Brasil vinha conseguindo manter um indicador levemente acima da tendência.
Neste ano, porém, o CLI caiu abaixo dos 100 pontos, até chegar a 95 em julho. Em relação ao mês anterior, isto representa uma queda de 1,7%.
"É um indicativo forte de que o Brasil terá uma desaceleração nos próximos seis a nove meses", disse à BBC Brasil o porta-voz da OCDE Nadim Ahmad.
"Mas a intensidade dessa desaceleração não é algo que possamos medir através do CLI. Não podemos dizer que a desaceleração no Brasil será mais intensa que em outros países, apenas que temos mais certeza de que ela ocorrerá."
Mundo em desaceleração
O CLI é um indicador qualitativo – mais que quantitativo – criado para antecipar em cerca de um semestre as tendências da atividade econômica nos países medidos.
A medição considera diferentes indicadores econômicos de curto prazo ligados ao PIB, como a produção industrial.
Em julho, a organização detectou sinais de desaceleração em praticamente todos os países, embora na maioria dos desenvolvidos a atividade tenha permanecido acima de 100.
Isto os coloca na categoria de em "leve desaceleração", pelos critérios da OCDE. Nesta classificação ficaram a zona do euro e os Estados Unidos.
No Japão, onde nos últimos dois meses os sinais de atividade econômica permaneceram estáveis, a OCDE acredita que a economia já esteja chegando próximo do ponto de inflexão.
Entre os emergentes, o indicador na China caiu 0,2% em julho, mas continua em 100,3, o que indica uma leve desaceleração.
A Índia é o segundo país onde os especialistas mais vêem sinais de queda no ritmo do crescimento da economia. O CLI indiano em julho ficou em 95,7.
                   

quarta-feira, 7 de abril de 2010

ECONOMIA/NEGÓCIOS - Vendas de máquinas agrícolas no Brasil sobem 23,9% em março


As vendas de máquinas agrícolas no Brasil subiram 23,9 por cento em março sobre fevereiro de 2010, somando 6.602 unidades, informou nesta quarta-feira a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Na comparação com março de 2009, as vendas subiram 59,1 por cento, e no trimestre essas vendas acumulam 16.507 unidades.
Em março, a produção de máquinas atingiu 7.903 unidades, alta de 22,3 por cento contra fevereiro e crescimento de 40,6 por cento em relação ao mesmo mês do ano anterior.
A produção acumulada nos três primeiros meses é de 20.250 unidades, uma alta de 37,9 por cento.
As exportações em unidades foram de 1.159 em março contra 1.123 em fevereiro e 1.770 em março de 2009.
Em valores, as exportações somaram 155,41 milhões de dólares, alta de 28,4 por cento sobre fevereiro e avanço de 48 por cento sobre março do ano anterior. De janeiro a março as vendas externas do setor sobiram 24,4 por cento, para 375,17 milhões de dólares.
O nível de emprego entre as fabricantes de máquinas agrícolas fechou o primeiro trimestres em 16.083 postos ocupados, uma queda de 0,1 por cento sobre fevereiro, mas um aumento de 5,1 por cento sobre março passado.
(Reportagem de Alberto Alerigi Jr.)
Reuters

 


 

segunda-feira, 5 de abril de 2010

ECONOMIA/NEGÓCIOS/TECNOLOGIA - Apple vende 300 mil iPads no 1o dia, analistas veem 5 mi no ano


Analistas de Wall Street se juntaram às massas nesta segunda-feira e definiram o lançamento do iPad da Apple como "sólido", com alguns apontando que as vendas do aparelho chegarão a 5 milhões de unidades nos primeiros 12 meses. Em comunicado nesta segunda-feira, a Apple diz ter vendido mais de 300 mil iPads no dia de lançamento do produto, incluindo as entregas das pré-encomendas, canais de parceria lojas Apple Store. Os usuários do tablet fizeram download de aproximadamente 1 milhão de aplicativos disponibilizados pela App Store.
Pelo menos quatro corretores elevaram seu preço-alvo e estimativas anuais de desempenho da Apple, dois dias depois do produto chegar ao mercado.
O analista Mark Moskowitz, do JP Morgan, estima que a margem do iPad seja de 51 por cento e espera que a Apple venda cerca de 4,8 milhões de unidades nos primeiros 12 meses.
Jeffrey Fidacaro, analista na Susquehanna Financial, elevou suas estimativas de venda de 2,1 milhões para 4,8 milhões de unidades.
(Por Supantha Mukherjee em Bangalore, Índia)

Reuters

 


 

domingo, 28 de março de 2010

ECONOMIA/NEGÓCIOS - País volta a ser oitava maior economia


Após 11 anos, Brasil voltou ao posto que havia sido perdido para a Rússia segundo ranking que considera PIBs em dólares
Crescimento ajuda a atrair mais investidores e a elevar influência geopolítica; dados foram compilados pela Economist Intelligence Unit
A recente crise mundial alçou o Brasil à condição de oitava maior economia do mundo em 2009. É a primeira vez desde 1998 que o pais ocupa essa posição no ranking global com o PIB (Produto Interno Bruto) medido em dólares.
A crise econômica no mundo desenvolvido, a fortaleza do real e políticas anticíclicas bem sucedidas adotadas pelo governo contribuíram para esse resultado.
Mas por trás da performance brasileira há também deficiências, como uma economia ainda fechada, que se travestiram de vantagem durante a crise, mas que no longo prazo tendem a voltar a pesar negativamente na trajetória do país.
O desempenho da economia brasileira já havia sido favorável entre 2007 e 2008, quando passou da décima à nona posição no ranking mundial, deixando para trás a Espanha e o Canadá, embora tenha sido ultrapassado pela Rússia.
Com esse movimento, o Brasil também passou a ser a segunda maior economia das Américas, atrás apenas dos Estados Unidos.
Ganhar posições no ranking de maiores economias é positivo porque torna o país mais atrativo para investidores externos e aumenta seu peso geopolítico.
Mas desde que a mudança seja sustentável; e, de preferência, se trouxer chances de mais progresso no futuro.

 


 

terça-feira, 23 de março de 2010

ECONOMIA/NEGÓCIOS/ESPORTE/FUTEBOL - Kaká é o 4º jogador mais bem pago do mundo em lista liderada por Messi

da Folha Online
da Efe
O meia-atacante Kaká, do Real Madrid, é o quarto jogador mais bem pago do mundo em um levantamento divulgado pela revista francesa "France Football". O argentino Lionel Messi, do Barcelona, aparece no topo dessa lista.
Segundo a publicação, Messi recebeu 33 milhões de euros em 2009, enquanto o brasileiro ganha 18,8 milhões de euros.
No levantamento, o inglês David Beckham, do Milan, surge em segundo lugar (30,4 milhões de euros) e o português Cristiano Ronaldo, do Real Madrid, em terceiro (30 milhões de euros).
De acordo com a "France Football", Messi ganhou no ano passado 10 milhões de euros em salários do Barcelona, 4 milhões em prêmios pagos pelo clube por títulos e 19 milhões por contratos de publicidade, tirando Beckham do topo da lista.
Entre os treinadores, quem mais recebeu foi o português José Mourinho, da Inter de Milão, com total de 13 milhões de euros. Em segundo lugar ficou o italiano Roberto Mancini, do Manchester City (12 milhões), e Luiz Felipe Scolari, atualmente no Bunyodkor, do Uzbequistão, foi o terceiro, com 9,5 milhões de euros.

Lista dos jogadores
1. Messi - Barcelona - 33 milhões de euros
2. Beckham - Milan - 30,4 milhões de euros
3. Cristiano Ronaldo - Real Madrid - 30 milhões de euros
4. Kaká - Real Madrid - 18,8 milhões de euros
5. Henry - Barcelona - 18 milhões de euros
6. Ronaldinho - Milan - 17,2 milhões de euros
7. Tevez - Manchester City - 15,4 milhões de euros
8. Ibrahimovic - Barcelona - 14,5 milhões de euros
9. Lampard - Chelsea - 14,2 milhões de euros
10. Eto'o - Inter de Milão - 13,8 milhões de euros
11. Drogba - Chelsea - 13 milhões de euros
12. Puyol - Barcelona - 12,8 milhões de euros
13. Rooney - Manchester United - 12,6 milhões de euros
14. Ballack - Chelsea - 12,2 milhões de euros
15. Torres - Liverpool - 11,7 milhões de euros
16. Gerrard - Liverpool - 11,5 milhões de euros
17. Terry - Chelsea - 11,4 milhões de euros
18. Xavi - Barcelona - 11 milhões de euros
19. Buffon - Juventus - 10,6 milhões de euros
20. Totti - Roma - 10,1 milhões de euros