Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro disse Dom Pedro II
Mostrando postagens com marcador dengue. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador dengue. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 24 de abril de 2012

DENGUE NO RIO - Rio anuncia EPIDEMIA de dengue 50.016 casos da doença em 2012

Desde o começo deste ano, cidade registrou 50.016 casos da doença
Capital fluminense teve 12 mortes por dengue só em 2012, diz secretaria.
.
Do G1 RJ

.
A Secretaria municipal de Saúde anunciou, na tarde desta terça-feira (24), que o Rio registra epidemia de dengue. Isso significa que a cidade entrou num estágio em que há mais de 300 casos da doença por cada grupo de 100 mil habitantes e esse número é crescente. Do dia 1º de janeiro até 21 de abril de 2012, foram registrados 50.016 casos e 12 mortes pela doença na cidade.
Em uma semana, o número de casos na cidade do Rio aumentou em quase 10 mil. O balanço anterior, com registros feitos até 14 de abril, contabilizava 40.252 casos.

De acordo com a Secretaria municipal de Saúde, o surto da doença já era esperado, como anunciou o secretário Hans Dohmann, em entrevista ao Bom Dia Rio na semana passada. A secretaria ressaltou, entretanto, que mesmo vivendo uma epidemia o número de mortes é inferior ao do ano passado e também aos outros anos quando houve o surto da dengue.




Em 2011, quando não teve surto, de 1º de janeiro a 21 de abril, foram registrados 31 óbitos. No mesmo período, em 2002, quando houve a primeira epidemia de dengue na cidade, 62 pessoas morreram da doença. Em 2008, outro ano de epidemia, foram 136 mortes.

as dez principais missões de combate à dengue 1. Cobrir caixas d’água, cisternas, poços e evitar entupimentos de calhas.
2. Vedar com cimento os cacos de vidro nos muros que podem acumular água.
3. Colocar em sacos plásticos, fechar e colocar no lixo copos descartáveis, embalagens, tampas, cascas de ovo e tudo que possa acumular água.
4. Não deixar pneus expostos ao tempo, nunca permitindo acúmulo de água dentro deles.
5. Usar cloro em piscinas, limpá-las com frequência e cobri-las quando não estiverem em uso.
6. Limpar as bandejas externas das geladeiras e ar-condicionado.
7. Esvaziar garrafas, latas e baldes. Guardá-los em local coberto.
8. Guardar garrafas pet e de vidro sempre com a boca para baixo. Guardá-las em local coberto.
9. Lavar semanalmente, com bucha, sabão e água corrente, os vasilhames de alimentação de animais.
10. Lavar os pratinhos dos vasos de plantas e colocar areia até a borda. Evitar plantas como as bromélias, que acumulam água.


Segundo a secretaria, a baixa no número de óbitos se deve ao reforço que a prefeitura deu nos pólos de hidratação e ainda ao aumento da capacidade de atendimento na rede básica de saúde.

O município do Rio de Janeiro tem 75% dos casos de dengue em todo o estado neste ano de 2012.

Segundo o balanço da Secretaria estadual de Saúde, anunciado também nesta quarta, de 1º de janeiro a 21 de abril, foram notificados 64.423 casos suspeitos de dengue no estado do Rio de Janeiro. Foram registrados 13 óbitos por dengue no estado, sendo 12 pacientes do município do Rio de Janeiro e um em Niterói. De acordo com a secretaria, 96.253 casos de dengue foram contabilizados no estado.




segunda-feira, 16 de abril de 2012

DENGUE NO RIO - Três regiões do Rio já registram surto de dengue.

Rafaella Barros - O Globo

RIO
- Três áreas do Rio de Janeiro já registram surto de dengue, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde: Grande Madureira (AP 3.3), Grande Bangu (AP 5.1) e Campo Grande (AP 5.2) têm o maior número de registros este ano. Esta semana mais três pessoas morreram de dengue na cidade, todas moradoras de bairros dessas áreas onde o surto foi confirmado. De acordo com o secretário municipal de Saúde, Hans Dohmann, o ritmo crescente de registros de casos da doença deve levar ao anúncio de uma epidemia na cidade nas próximas semanas.

O número de casos este ano na cidade já chega a 40.252, com nove óbitos. A classificação de surto é dada para locais que possuem mais de 300 casos para cada 100 mil habitantes. A área de Grande Madureira registrou a média de 516,9 casos para cada 100 mil habitantes em um mês, Grande Bangu (bairros de Bangu e Realengo), 334,3 e Campo Grande 657,5. Na semana passada, foram registrados 757 novas infecções da doença na cidade, principalmente do tipo 4 (82% dos casos). Desses, 65% foram registrados na Grande Bangu, e de todos os casos registrados no ano, 63,5% estão localizados nessas três regiões.

Segundo o secretário Hans Dohmann, não há um motivo específico para essas três áreas terem atingido o critério de surto da doença.

- A dengue é multifatorial. O número de casos está ligado a vários fatores, como o atendimento e a prevenção por parte da população. Nessas mesmas áreas em que há o surto, a prefeitura já aumentou em 30% o número de funcionários nos polos de assistência e vigilância da dengue.

O secretário acrescentou, ainda, que a prefeitura do Rio já trabalhava com a possibilidade de uma epidemia na cidade este ano, que, devido ao ritmo crescente de casos, deve ser anunciada nas próximas semanas.

Apesar da proximidade de uma epidemia na cidade, o número de mortes é três vezes menor este ano em relação ao mesmo período do ano passado, quando 27 pessoas morreram. Em 2008, foram registrados 129 óbitos.

Os bairros que integram as áras de planejamento (AP) que estão com surto são: AP 3.3 - Madureira, Irajá, Rocha Miranda, Guadalupe, Acari, Marechal Hermes, Vila Kosmos, Vicente de Carvalho, Vila da Penha, Vista Alegre, Colégio, Campinho, Quintino Bocaiuva, Cavalcanti, Engenheiro Leal, Cascadura, Vaz Lobo, Turiaçu, Honório Gurgel, Oswaldo Cruz, Bento Ribeiro, Anchieta, Parque Anchieta, Ricardo de Albuquerque, Pavuna, Coelho Neto, Barros Filho, Costa Barros, Pavuna e Parque Columbia; AP 5.1 - Bangu, Realengo, Padre Miguel, Senador Camará, Deodoro, Vila Militar, Campo dos Afonsos, Jardim Sulacap, Pedra de Guaratiba; AP 5.2 - Campo Grande, Santíssimo, Senador Vasconcelos, Inhoaíba, Cosmos, Guaratiba, Barra de Guaratiba e Pedra de Guaratiba

Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/rio/tres-regioes-do-rio-ja-registram-surto-de-dengue-4661950.html#ixzz1sFFoR5Xa

terça-feira, 10 de abril de 2012

DENGUE NO RIO - Rio de Janeiro atinge 31.176 casos de dengue. Predominância é o TIPO 4. Estado já tem 7 mortes

Rio de Janeiro – Um novo boletim divulgado hoje pela Secretaria Municipal de Saúde do Rio informa que já foram registrados 31.176 casos de dengue este ano na capital fluminense. Das amostras coletadas pela secretaria, o tipo 4 é o predominante no total de casos identificados, com 81,1% das notificações.

De acordo com o boletim, o 17º divulgado pela secretaria, as localidades que registraram o maior número de casos de dengue foram Madureira e bairros no entorno, na zona norte; seguidas de Campo Grande, Bangu e Realengo, na zona oeste da cidade.

Sete pessoas morreram por dengue este ano no estado, sendo seis no município do Rio e uma em Niterói, Região Metropolitana do Rio. No mesmo período do ano passado foram contabilizados 23 óbitos em consequência da doença.

Segundo a secretaria, desde a inauguração dos polos de assistência, acolhimento e vigilância da dengue, já foram feitas mais de 14 mil hidratações venosas em todos os 31 postos de atendimento, sendo 21 com funcionamento de 12 horas e outros dez funcionando 24 horas. O número de atendimentos chega a quase 90 mil.

Na próxima sexta-feira (13/4), a prefeitura do Rio promove a 11ª Caminhada de Mobilização contra a Dengue. O evento será realizado em toda a cidade, das 8 às 10h. A atividade faz parte do Movimento Carioca por uma Cidade mais Saudável, que busca incentivar a população e instituições a combaterem possíveis focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença.

Fonte Agencia Brasil

quarta-feira, 4 de abril de 2012

DENGUE NO RIO - Sobe para sete o número de mortos pela dengue no estado do Rio este ano

Da Agência Brasil

Rio de Janeiro – A dengue já matou sete pessoas no estado do Rio de Janeiro este ano. O maior número de mortes, seis, ocorreu na capital fluminense. Niterói, na região metropolitana, registrou um óbito. As informações constam do boletim semanal divulgado hoje (3) pela Secretaria Municipal de Saúde.

De acordo com secretário Hans Dohmann, as ações de combate à proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, serão intensificadas para evitar novas mortes no município. Ele alertou para o fato dos meses de abril e maio, historicamente, serem os de maior incidência da doença.

Estamos ainda chamando a atenção da população. Abril e maio são os meses com maior número de casos. Então, para que a gente evite o maior número de mortes possível, é importante que cada um cuide de sua residência. Lembrando que o maior número de pacientes contaminados, contamina-se dentro de casa”, disse.

Dohmann destacou ainda que a possibilidade de uma nova epidemia na cidade preocupa a Secretaria de Saúde. Segundo ele, todos os profissionais estão em alerta máximo, devido ao alto grau de risco de contaminação que predomina durante os meses de abril e maio. “Esta possibilidade ainda está em curso, nós ainda estamos entrando na pior fase, que são estes próximos dois meses”, ressaltou.

As notificações de pessoas que contraíram dengue no município do Rio de Janeiro já registram 27.859 casos este ano, segundo a secretaria. Em uma semana, foram contabilizadas 434 notificações. Entre as amostras coletadas, o tipo 4 da doença é o predominante, com 79,5% dos casos.

O boletim aponta ainda que as regiões norte e oeste da cidade foram as que mais notificaram casos de dengue na capital fluminense até o momento, com mais de 25 mil registros confirmados desde o início do ano.

Fonte Agencia Brasil


quinta-feira, 22 de março de 2012

DENGUE NO RIO - Morte após erro de diagnóstico e negligência podem ter custado a vida de paciente


Morte após erros em hospitais
Mulher com dengue teve duas altas em unidade municipal e falso diagnóstico em particular

POR Clarissa Mello


Rio - Uma sucessão de erros médicos e negligência podem ter custado a vida de Ana Regina Puglia Burity, 49 anos, segundo sua família. Ela foi a primeira vítima da dengue tipo 4 no Brasil e morreu no hospital particular Pasteur, no Méier, dia. Segundo parentes de Ana, ela recebeu alta duas vezes do Hospital Municipal da Piedade, onde procurou atendimento primeiro.

Depois, já na unidade privada, recebeu diagnóstico errado: os médicos disseram que ela teria cálculo na vesícula, e não dengue. Ana Regina era chefe de Enfermagem do Setor Cirúrgico do Hospital Municipal da Piedade, onde trabalhou por 26 anos. Ela começou a se sentir mal dia 26 de fevereiro e foi internada dia 27. Após ser submetida a exames, recebeu diagnóstico de dengue e permaneceu internada lá até 1º de março.

Foto: Arte O Dia

“Foi quando deram alta para Ana, dizendo que deveria voltar no dia seguinte”, contou um parente que pediu para não ser identificado. Ao contrário do que foi informado pela Secretaria Municipal de Saúde terça-feira, Ana Regina voltou ao Hospital da Piedade no dia 2 de manhã. Segundo o parente, o estado de saúde era ainda pior: ela tinha muitas dores abdominais — sinal de agravamento da dengue. Mesmo assim, só fez exames e foi mais uma vez liberada.

“Foi quando ela decidiu ir ao Pasteur, no mesmo dia, à tarde. Ela levou o encaminhamento do outro hospital dizendo que tinha dengue. Mas os médicos ignoraram. Fizeram exames, suspenderam a alimentação, não deram hidratação como deveriam e disseram que ela não tinha dengue, e sim cálculo na vesícula”, disse o familiar.

A família contestou a opinião dos médicos, mas, mesmo assim, uma cirurgia para retirada de vesícula foi marcada para meio-dia do dia 4. Ana Regina morreu antes. “Os hospitais não estão preparados para lidar com a dengue”, lamentou o parente.


Fonte O Dia    

sábado, 17 de março de 2012

DENGUE NO RIO - A Cada hora,15 pessoas procuram atendimento por suspeita de dengue. Provável epidemia começa a se desenhar

Postos de saúde já receberam mais de 40 mil cariocas com sintomas da doença
.
Por Carlyle Jr., do R7, no Rio.
Montagem / Fotos: Carlyle Jr./R7
Na unidade de Pedra de Guaratiba, zona oeste, pacientes com suspeita de dengue recebem soro ainda na sala de espera


O cenário de uma provável epidemia de dengue começa a se desenhar nos hospitais e postos de saúde do Rio. A cada hora, 15 pessoas procuram atendimento na capital fluminense com suspeita de ter contraído o vírus. Em menos de quatro meses, 24 unidades da prefeitura especializadas em dengue receberam 40.577 pacientes que se queixavam dos principais sintomas da doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, até o último dia 10 de março, foram notificados 11.913 casos de dengue no Rio. No entanto, as filas nas unidades de saúde da cidade denunciam que o número de contaminados pode aumentar nos próximos meses. Por dia, ao menos 315 pessoas buscam atendimento só nos polos da dengue nas zonas norte e oeste.

As duas regiões concentram o maior número de casos de dengue da capital, com quase 11 mil notificações. Assustados com a morte de um menino de nove anos, em Guaratiba, os moradores da região oeste lotam as unidades de saúde da região.

Pacientes recebem soro na fila de espera
Moradora de Pedra de Guaratiba, a vendedora Fátima Cristina Gomes, de 40 anos, teve dengue hemorrágica na epidemia de 2002, a segunda maior já registrada no Estado. Com febre alta, dor de cabeça e manchas vermelhas no corpo, ela procurou o Posto de Saúde Doutor Alvimar de Carvalho, um dos polos da doença, na quinta-feira passada (15).

Lá, funcionários da unidade serviram soro para a vendedora ainda na fila. Ao lado de dezenas de outros pacientes, ela teve o sangue coletado para exame médico. Mas não demorou muito para que os médicos revelassem o diagnóstico: Fátima está com dengue pela segunda vez.

- Eu já desconfiava de que seria dengue. Estou com medo de passar tudo de novo. Na outra vez, eu fiquei internada por quase duas semanas no hospital.

Confira tambémDengue: piscina abandonada preocupa moradores de Botafogo
Rio encontra mais de 1.000 criadouros do mosquito da dengue no Alemão
Menino de 9 anos é a primeira vítima fatal da dengue no Rio
Do outro lado da cidade, o motorista Luiz Henrique Alves, de 29 anos, deixou a Policlínica Carmela Dutra, em Rocha Miranda, na zona norte, com o mesmo diagnóstico nas mãos. Além das recomendações para beber muita água e fazer repouso, Luiz Henrique recebeu medicamentos para febre e dores no corpo e pacotes de soro.

- O médico disse para eu voltar no posto daqui a três dias. Vou seguir todas as recomendações e tentar melhorar no tal prazo de sete dias.

As crianças eram maioria entre os pacientes com sintomas de dengue atendidos no Hospital Municipal Francisco da Silva Teles, em Irajá, zona norte, na última sexta-feira (16). Mãe do menino Wesley, de sete anos, a empregada doméstica Cristiane Santos Silva, 28, conta que o primeiro exame da criança deu negativo para dengue. Mas, segundo ela, o garoto ainda reclama dos sintomas da doença.

- Ele tem ficado com febre nas últimas semanas e reclama de dores de cabeça e no corpo. Estou muito preocupada. Por isso, eu voltei ao hospital para uma segunda consulta.

Tipo 4 pode piorar situação no Rio
O superintendente de Vigilância em Saúde do município, Marcio Garcia, diz que o número de casos da dengue tende a aumentar ainda mais entre março e abril. Nesse período, as altas temperaturas misturadas com a chuva ajudam as larvas do mosquito Aedes aegypti a se proliferarem.

Para piorar, segundo Garcia, praticamente toda a população do Rio está vulnerável ao tipo 4 da dengue, que entrou no Estado no ano passado. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, o novo vírus é responsável pela contaminação de 68,4% dos casos notificados desde o início do ano.

Garcia lembrou que as pessoas que já foram infectadas pelos outros três tipos da dengue não estão imunes ao novo vírus. Além disso, o tipo 1 da doença, que infectou parte da população na década de 80, voltou a circular no Rio em 2011.

- A entrada do tipo 4 e a reintrodução do tipo 1, que são os dois vírus que estão circulando, são responsáveis pelo aumento dos casos de dengue. Toda a população do Rio está exposta à dengue tipo 4, porque o vírus nunca circulou antes. A dengue tipo 1 circulou na década de 1980 e voltou em 2011. Por isso, há um grande percentual da população que ainda não teve contato com esta versão da doença.

Para dar conta dos novos casos de dengue, a Prefeitura do Rio inaugurou na sexta-feira mais seis polos de atendimento da dengue nas zonas norte e oeste. Com isso, 30 unidades especializadas atendem a população no período de proliferação da doença.

Fonte PortalR7 http://noticias.r7.com/saude/noticias/rio-a-cada-hora-15-pessoas-procuram-atendimento-por-suspeita-de-dengue-20120317.html



quarta-feira, 14 de março de 2012

DENGUE NO RIO - Atendimento em Pólos criados pela Prefeitura pode chegar até 5 horas


Dengue: Socorro lento
O DIA visitou oito polos de atendimento a dengue e em seis havia problemas: muita fila e espera de até cinco horas


Rio - Criados pela Prefeitura do Rio para serem arma de prevenção e combate à epidemia de dengue prevista para o início deste ano, os 24 polos de atendimento a pacientes oferecem socorro lento aos doentes. O sufoco, testemunhado pelo Repórter X em seis de oito dessas unidades de saúde que percorreu, inclui demora no atendimento, que pode chegar a até cinco horas, falta de equipamentos médicos e até de assentos para quem já está com sintomas e até diagnóstico confirmado da doença

.

Dona Lucíola Nogueira mostra senha do Polo da Dengue de Campo Grande: 'Aqui estou me sentindo pior' | Foto: Repórter X

Inauguradas em novembro, as unidades têm ar-condicionado e cadeiras confortáveis na sala de aplicação de soro. Mas não foi isso que o jornal O DIA encontrou na área destinada à espera por atendimento. Além de calor, já que alguns pontos não têm ventilador e água gelada, nem mesmo o exame de sangue — principal meio de diagnosticar a doença — era realizado em alguns polos pois o equipamento estava quebrado.

A espera pelo médico piorou o estado de saúde de Lucíola Nogueira, 80 anos. A aposentada ficou cinco horas na porta do Polo da Dengue de Campo Grande, no Centro Municipal de Saúde Belizário Penna, sentada em canteiro de plantas, já que os bancos estavam ocupados: “Cheguei às 8h, são quase 13h e não fui chamada. Em casa, eu estava melhorando, mas aqui no calor, estou me sentindo pior”.

A demora se repetiu no Centro Municipal de Saúde Milton Fontes Magarão, em Engenho de Dentro. Além da fila, o Repórter X, ficou no calor, sem água e ainda viu uma enfermeira trancar a porta da sala de atendimento para não responder as dúvidas dos doentes.

“Aqui não fazem exame de sangue. Levam para laboratório em Del Castilho. A orientação é voltar para casa e vir buscar o resultado depois. Gastamos R$ 20 de passagem indo e vindo”, calculou Fernando Azevedo, 29, que acompanhava o irmão Guilherme, doente.

Exame de sangue na sala de espera
Na Policlínica Newton Bethlem (Pça Seca), exame de sangue é feito na sala de espera, com mais de 30 pessoas sentadas. “O equipamento está quebrado e os exames vão para outro bairro. Estou há 4 horas com dor e não fui medicada”, contou Zeri Pacheco, 50.

ODIA esteve em polos da Penha, Del Castilho e Rocha Miranda, na Z. Norte: todos com problemas. Na Z. Oeste: 2 estavam superlotados e 2 vazios (Santa Cruz e Bangu). Questionada, a Secretaria Municipal de Saúde afirmou que considera o programa um sucesso.

Sete doentes por hora
A cada hora, sete cariocas são contaminados por dengue no município. Por dia, são pelo menos 172 pessoas com a doença . Foi o que apontou novo relatório sobre o vírus divulgado ontem pela Secretaria Municipal de Saúde.

No total, são 11.913 casos desde o início do ano — mais de dois mil a mais do que na semana passada, quando 9.640 foram registrados. O índice supera o do ano passado, 11.004. Os casos registrados na capital correspondem a 63,4% dos episódios do estado: 18.779, segundo a Secretaria Estadual de Saúde. Até agora, uma morte foi confirmada — a de Raphael Wenderson, 9 anos, morador de Guaratiba.

De acordo com a Prefeitura do Rio, a maior parte dos vírus em circulação na capital são do tipo 4 — 68,5%. Em segundo lugar, vem o tipo 1, com 30,4%. O tipo 4 também está nos municípios de Belford Roxo, Mesquita, Nilópolis, Niterói e Nova Iguaçu.



A região do Rio que registra o maior número de casos é Madureira e adjacências, com 2.944 pessoas doentes desde janeiro, seguida por Campo Grande (2.088) e Bangu / Realengo (1.903).

“Para evitar mortes, é preciso que os municípios capacitem profissionais no manejo clínico da dengue. É preciso seguir o protocolo de atendimento à doença criado pelo Ministério da Saúde. Isso reduz a chance de erros de diagnóstico, por exemplo, o que pode agravar os casos”, diz o superintendente de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde, Marcio Garcia.

Sábado, a Prefeitura vai promover ações de orientação sobre dengue no entorno do Engenhão e no Morro da Coroa. Também serão oferecidas gratuitamente ações de promoção à saúde, como aferição de pressão arterial.

Até sábado, carros-fumacê, que combatem o mosquito adulto, vão circular no Catumbi, Olaria, Copacabana, Tijuca, Irajá, Taquara, Bangu, Madureira, Guaratiba e outros.


Fonte O Dia



quinta-feira, 8 de março de 2012

DENGUE NO RIO - Doença era dengue e diagnóstico foi meningite


Exame que atestou verdadeira causa da morte de criança só foi feito no dia seguinte à internação em hospital, poucas horas antes do falecimento

POR Gardênia Cavalcanti

Rio - A morte do menino Rafael Wanderson de Castro Lourenço, 9 anos, entrou oficialmente para as estatísticas de vítimas fatais da dengue no município do Rio, como divulgou ontem a prefeitura. No atestado de óbito, porém, a causa da morte evidencia o erro de diagnóstico: meningite bacteriana. Os pais do garoto acusam o Hospital Estadual Rocha Faria, em Campo Grande, de erro, que acreditam que possa ter custado a vida do filho.

Edson e Maria acham que a demora no exame custou a vida do filho | Foto: Alexandre Vieira / Agência O Dia

 O menino foi internado na unidade às 12h do dia 2 de fevereiro, passando mal. O exame de sangue (coleta de líquor) que diagnosticou a dengue, porém, só foi feito no dia seguinte, às 10h, cinco horas antes de ele morrer. “Não entendo por que só fizeram o exame que detectou dengue no dia seguinte. Em nenhum momento suspeitaram ser dengue. Desde o início achavam que era meningite bacteriana. Foi falta de procedimento correto. Os médicos deveriam ter pensado em outras possibilidades, e não focar o tratamento só em meningite”, desabafa Edson Ferreira de Castro Lourenço, 60, motorista, pai do garoto.

Ele conta que, dia 31 de janeiro, Rafael teve vômitos e queixou-se de dores de cabeça e na nuca. Ele foi levado à UPA de Campo Grande dia 1º, e exame de sangue não indicou dengue. No dia seguinte, ele foi levado ao Rocha Faria e internado na enfermaria pediátrica.

Rafael tinha apenas 9 anos | Foto: Divulgação

Sintomas parecidos

O infectologista da UFRJ Edimilson Migowski explica que algumas infecções por vírus, como a dengue, podem se agravar e evoluir para meningite viral (e não bacteriana). Mas casos assim são mais raros. Segundo ele, alguns sintomas da dengue e da meningite viral são semelhantes: dor de cabeça, febre, vômitos, dor na nuca, mal-estar. Já a meningite bacteriana apresenta sintomas parecidos, porém mais intensos. “Tratamento não adequado pode ter influenciado no quadro da criança. É importante enfatizar que, no verão, casos com sintomas típicos da dengue devem ser tratados como tal. É através da coleta de líquor que se identifica se uma doença é causada por vírus ou bactéria”.

Edson lembra que o filho chegou a ficar isolado no hospital. “Além disso, só deram remédios para tratar meningite. Uma enfermeira comentou com a gente que a demora no exame do líquor ia acabar piorando o estado do meu filho ”.

Estado alega que foi um ‘caso atípico’
A Secretaria Estadual de Saúde classificou a morte de Rafael como um ‘caso atípico’. Segundo o órgão, o vírus da dengue foi para o sistema nervoso central, por isso a criança apresentou sintomas de meningite. Ainda segundo a secretaria, ao ser internado no Hospital Rocha Faria, Rafael não tinha alteração indicativa de dengue.

“Os resultados dos hemogramas (feitos dias 2 e 3 de fevereiro) não mostraram alterações que indicassem o diagnóstico da doença. Por isso na certidão de óbito consta como causa da morte meningite bacteriana. Só quando o resultado da coleta de líquor ficou pronta, já após a morte do paciente, é que foi possível confirmar dengue e que este vírus acometeu o sistema nervoso central.”

Prefeito pede mais atenção
O prefeito Eduardo Paes disse, nesta quarta-feira, que médicos devem dar atenção aos sintomas que podem indicar dengue e ter este diagnóstico como primeira opção. “Não queremos que as pessoas morram por uma doença tão boba. Só posso lamentar a morte de uma criança, mas o que pedimos é que no caso de qualquer suspeita sejamos bem radicais e tomemos cuidado”.

Justamente para treinar os médicos no diagnóstico da dengue e no tratamento da doença, desde dezembro de 2011 médicos e enfermeiros de hospitais e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) passam por cursos de capacitação do Ministério da Saúde

A estratégia, diz a Secretaria Estadual de Saúde, reduziu óbitos. “De janeiro a março de 2011 houve 19 mortes, enquanto este ano houve uma (a de Rafael)”.
Fonte O Dia

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

#DENGUE NO #RIO - Rio de Janeiro pode ter pior epidemia de dengue da história

Previsão é fruto de fatores como alto número de criadouros e aumento da circulação do vírus tipo 4
Lígia Formenti



Divulgação
Aedes Aegypti, o mosquito transmissor do vírus

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou nesta segunda-feira, 13, que o Rio de Janeiro corre o risco de ter a maior epidemia de dengue de sua história neste verão. A previsão é fruto da associação de três fatores: 1) o alto número de criadouros do mosquito transmissor da doença, o Aedes aegypti; 2) o aumento da circulação do vírus tipo 4 - que a maior parte da população não teve contato e, portanto, está suscetível ao contágio; 3) e parcela significativa ainda de moradores que também é vulnerável aos tipos 1 e 2 da doença, que circula na cidade.

Nas primeiras seis semanas deste ano, o número de casos da doença registrado no País caiu 62% comparado com igual período do ano passado. Foram 40.486 ante 106.373 de 2011. Houve ainda redução do número de casos graves e de mortes: 183 e 32, respectivamente. Apesar do resultado, o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério, Jarbas Barbosa, adverte que há muito a ser feito. "A batalha não está ganha. Estamos no início do ano e o pico da doença é entre abril e maio", disse. A queda é em parte atribuída às condições climáticas. Neste primeiros meses, a chuva foi intensa em várias partes do País e a temperatura, mais baixa. As chuvas torrenciais prejudicam a proliferação do Aedes aegypti, pois elas acabam provocando uma espécie de "lavagem" nos criadouros.

Atualmente, os Estados de Tocantins e Pernambuco já enfrentam surto da doença. Em Recife, foram registrados 890 casos nas primeiras seis semanas. No mesmo período de 2011, foram 65. Em Palmas, até agora foram contabilizados 1.403 casos ante 312 em 2011.

Um dos pontos que preocupa o ministério é o alto número de cidades classificadas como com de alto risco para doença. Levantamento de Infestação do Aedes Aegypti mostra que 66% das 536 cidades analisadas têm alto índice de infestação da doença. A análise mostra que 91 estão em situação de risco e 265, em situação de alerta. Em dezembro, levantamento semelhante mostrou número bem menor: 48 cidades. Padilha afirma não ser possível comparar os dois levantamentos, porque nesta época do ano, as condições para proliferação do mosquito são mais favoráveis.

As expectativas do ministério em relação à doença são sombrias desde o ano passado. No fim de 2011, a pasta já alertava que a transmissão da doença em 2012 poderia ser alta. Uma das preocupações, que agora se concretiza, é a expansão da circulação do vírus Dengue 4. Das amostras analisadas pelo ministério, 50% são deste sorotipo.

Os números até agora mostram que 75% dos casos estão concentrados em 10 estados: Rio, Minas, Pernambuco, Tocantins, Pará, Bahia, Goiás, São Paulo, Ceará e Espírito Santo.

 Fonte Estadão


    

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

#DENGUE NO RIO - Prefeitura contrata empresa de alimentos vai operar carros fumacês,serviço custará R$ 12,9 milhões

Empresa de alimentos vai operar carros fumacês
Prefeitura contrata firma que nunca trabalhou no combate ao mosquito da dengue; serviço custará R$ 12,9 milhões
 
Fábio Vasconcellos

O combate ao mosquito da dengue sempre feito pelo poder público passará às mãos de empresa privada no RioMarco Antonio Cavalcanti / O Globo

Na iminência de passar pela maior epidemia de dengue da sua história — só na primeira semana de 2012 já foram registrados 44% mais casos da doença se comparado ao mesmo período de 2011 — a prefeitura do Rio decidiu contratar uma empresa especializada na preparação e distribuição de alimentos para gerir a frota de carros fumacês da cidade. A Masan Alimentos e Serviços Ltda foi consagrada vencedora do pregão 14/2011, realizado no dia 9 de dezembro passado. Para fornecer 16 veículos fumacês e operar o serviço, a Masan, que nunca prestou esse tipo de serviço, vai receber R$ 12,9 milhões por 24 meses, e não terá os custos de aquisição do inseticida Malathion, que ficará sob responsabilidade da Secretaria municipal de Saúde.

Apesar de o pregão estabelecer como objetivo a "contratação de empresa especializada para a prestação de serviço de combate a forma adulta do vetor Aedes aegypti", a secretaria aceitou a proposta da Masan e desclassificou outras concorrentes do ramo de combate a vetores e pragas. A alegação foi que elas não atenderam às exigências do pregão. A Masan só obteve licença do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) para trabalhar no controle de pragas no dia 4 de novembro de 2011, um mês antes de o pregão ser realizado, conforme registro no site do órgão. Para chegar até aqui, a direção da Masan Alimentos fez uma alteração do objetivo social da empresa no fim de 2010 para incluir a atividade de "controle de vetores".

Secretaria de Saúde: empresa cumpriu exigências

Em nota, a Secretaria de Saúde diz que a Masan cumpriu com todas a exigências do edital e por isso foi escolhida. "Além disso, o rol de atividades com que uma empresa pode trabalhar é definido não pelo seu nome fantasia, e sim pelos registros legais junto aos órgãos competentes". Segundo a prefeitura, "as atividades consolidadas têm que constar no seu contrato social, que atualmente encontra-se em sua 21ª alteração registrada na Junta Comercial e que inclui como uma de suas atribuições o serviços de controle de vetores e pragas urbanas".

Procurada para explicar qual é a experiência no combate ao mosquito da dengue, a empresa informou, por nota, que "a experiência da Masan não se resume ao combate à dengue, abrangendo, na realidade, atividades químicas e correlatas, como a higienização, desinfecção e limpeza". Na nota, a Masan acrescentou que "prestou serviços relacionados a atividades químicas e correlatas a órgãos públicos", mas não informou onde e quando atuou com carros fumacês no combate ao mosquito Aedes aegypt.

Embora o combate à dengue seja algo novo na relação da Masan com a prefeitura, o seu faturamento no ramo da distribuição de alimentos é crescente. Subiu 73% entre 2008 e 2011. Era R$ 22 milhões e chegou a R$ 38 milhões no ano passado. O principal cliente da Masan na prefeitura é a Secretaria de Saúde, cujos pagamentos referem-se a serviços de preparo e distribuição de alimentos a pacientes, mas há contratos também para prestação de serviço de "infraestrutura dos hospitais", segundo o portal da prefeitura Rio Transparente. Os pagamentos à Masan deverão superar os R$ 60 milhões nos próximos anos, valor correspondente ao total dos contratos que ainda estão em vigor e foram assinados a partir de 2010 entre a prefeitura a empresa para prestação de serviços de apoio operacional em creches, hospitais e preparação de alimentos.

A Masan é ligada à família Mantuano de Luca, proprietária da Milano Alimentos. As duas funcionam no mesmo terreno no Bairro Figueira, em Duque de Caxias. A Milano é uma antiga conhecida da prefeitura do Rio e do Ministério Público Estadual (MP). Os promotores da Tutela Coletiva movem duas ações de improbidade administrativa e danos ao erário contra a Milano. Numa das ações, consta como representante da Milano, Francisco Mantuano de Luca, que também se apresenta como representante da Masan em contratos com outros órgãos públicos. Em 2006, uma CPI na Câmara de Vereadores do Rio apurou irregularidades na contratação da Milano por parte da prefeitura. A suspeita é que a empresa teria manipulado a disputa com outras concorrentes.

Ao contrário da Masan, a Milano mantém o faturamento junto à prefeitura praticamente no mesmo patamar de 2008. Naquele ano, a empresa recebeu R$ 58 milhões do município — a maior parte da Secretaria de Educação. Nos anos seguintes, o faturamento declinou até R$ 41 milhões, em 2010, mas voltou a R$ 58 milhões em 2011. A Secretaria de Educação continua sendo a maior pagadora da Milano.
 
Fonte O Globo  http://oglobo.globo.com/rio/empresa-de-alimentos-vai-operar-carros-fumaces-3774069#ixzz1keEKeHdf.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

#DENGUE NO RIO - Onze bairros do Rio com alto risco de infestação

De 44 a 84 imóveis a cada grupo de mil nas Zonas Norte e Oeste estão com focos do Aedes aegypti. Campo Grande terá mutirão

POR CLARISSA MELLO

Rio - Pelo menos onze bairros do Rio estão com índice de infestação do mosquito da dengue muito acima do considerado seguro pela Organização Mundial de Saúde (OMS) , que é o de 1%, dez imóveis para cada grupo de mil. Na Taquara, o índice de infestação é de 4,4%, 44 a cada mil, enquanto na Comunidade Nova Aguiar, em Campo Grande, 84 propriedades a cada mil — ou seja, 8,4%, estão com focos do mosquito.

Outros bairros com alto risco são Complexo do Alemão, Cosmos, Vila da Penha, Bangu, Inhoaíba, Madureira, Engenho Novo, Brás de Pina e Portuguesa. Amanhã, a Secretaria Municipal de Saúde promoverá mutirão de combate ao mosquito em Campo Grande.


Na Zona Sul, apesar de não terem atingido o percentual considerado de alto risco para a dengue (4%), estão quase lá Gávea, Leblon e Vidigal, com 34 imóveis com focos do Aedes aegypti para cada mil. Os dados são do último Levantamento de Infestação Rápida do Aedes Aegypti, realizado pela Secretaria Municipal de Saúde na primeira semana de Janeiro.

“Temos uma expectativa grande de epidemia de dengue para este ano. Então é fundamental que a população faça sua parte para evitar os focos. Essa é a principal medida e a forma mais fácil de combater a dengue”, afirma o superintendente de Vigilância em Saúde, Marcio Garcia.

Quando o foco não é combatido, a solução é remediar. Na próxima semana, a Prefeitura vai passar carros fumacê em 15 bairros com alto índice de mosquitos. “São locais onde há mais ocorrência de casos de dengue”, explicou.

Fonte O Dia http://odia.ig.com.br/portal/rio/todos_contra_a_dengue/html/2012/1/dengue_11_bairros_do_rio_com_alto_risco_de_infestacao_220940.html

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

DENGUE NO RIO - 1.287 casos de dengue nas duas primeiras semanas do ano

Da Agência Brasil

Rio de Janeiro – O estado do Rio de Janeiro registriu 1.287 casos de dengue nas duas primeiras semanas do ano. A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro informou hoje (17) que nas duas primeiras semanas foram notificados 856 casos de dengue em 91 municípios. Nesse período nenhuma morte foi registrada no estado.

Os dados não se referem à cidade do Rio de Janeiro que divulga no mesmo dia, separadamente, os números sobre os casos de dengue na cidade. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, nas duas primeiras semanas deste ano foram notificados 431 casos da doença, sendo a maioria na zona norte da cidade. Desde o mês de agosto do ano passado não foi registrado nenhum caso de morte por dengue no município do Rio.
  
Fonte Correio do Brasil http://t.co/9fScfzLn

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

DENGUE - Estado do Rio registra 100 casos de dengue em 2012. Em 2011 foram 51 óbitos

POR PEDRO DE FIGUEIREDO
Rio - O Estado do Rio já registrou 100 casos de dengue na primeira semana de janeiro. Deste total, 64 foram notificados no município do Rio e outros 36 no Interior. As informações foram confirmadas pelas secretarias Municipal e Estadual de Saúde.
Na Capital, a região com maior número de casos foi o Subúrbio da Leopoldina - que engloba bairros como Olaria, Penha, Ramos e Ilha do Governador - onde houve 20 notificações.
A Prefeitura divulgou também o balanço total da dengue no ano de 2011. No total, foram 77.165 casos no município do Rio no ano que passou, com 51 óbitos.
 
   


quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

DENGUE NO RIO II - Prefeito @EduardoPaes_ diz que situação é mais grave do diz @minsaude

O prefeito do Rio, Eduardo Paes, disse que a situação da capital fluminense em relação à dengue é mais grave do que a anunciada na semana passada pelo Ministério da Saúde. Segundo a pasta, o Rio é um dos municípios em estado de alerta de epidemia da doença.
“Na nossa visão [prefeitura], a situação do Rio é mais crítica do que a colocada pelo ministro da Saúde. Acho que cidade deve ser classificada como cidade de alto risco de epidemia e a população deve estar informada sobre isso”, disse o prefeito.
“Um elemento fundamental na questão da dengue é a transparência e a informação, por isso, a partir de hoje, divulgaremos toda a terça-feira um boletim da dengue”, destacou na cerimônia de lançamento do primeiro boletim.
Na semana passada, foram notificados 173 novos casos da doença no Rio. Ao longo de 2011 (janeiro a primeira semana de dezembro), foram 74.232 casos e 51 mortes (registradas antes de 1º de agosto).

 fonte Istoé http://www.istoe.com.br/assuntos/semana/5

Veja Tambem 
DENGUE NO RIO I - RJ registra mais de 165 mil casos de dengue desde janeiro. confirmadas 137 mortes pela doença http://apatrulhadalama.blogspot.com/2011/12/dengue-no-rio-i-rj-registra-mais-de-165.html

DENGUE NO RIO I - RJ registra mais de 165 mil casos de dengue desde janeiro. confirmadas 137 mortes pela doença

Foram confirmadas 137 mortes pela doença no estado.
Em dezembro, foram registrados 419 casos de dengue, diz secretaria.

 Do G1 RJ 
 
A Secretaria estadual de Saúde informou, nesta quarta-feira (14), que desde o dia 2 de janeiro até 10 de dezembro foram notificados 165.794 casos de dengue no Estado do Rio de Janeiro e registradas 137 mortes.
Em janeiro, foram notificados 5.767 casos; em fevereiro, foram 17.272; em março, 32.319 casos; em abril, 52.929 casos; em maio, foram 36.969; em junho, foram 10.319; em julho, 3.103 casos; em agosto, 1.416 casos; em setembro, foram 1.347 casos; em outubro, 1.785 casos; em novembro, 2.149 casos e, em dezembro, 419 casos.

As mortes foram registradas nas seguintes cidades: Angra dos Reis (4), Barra Mansa (3), Belford Roxo (2), Bom Jesus de Itabapoana (1), Cabo Frio (2), Campos dos Goytacazes (3), Casimiro de Abreu (1), Duque de Caxias (9), Itaboraí (1), Itaguaí (1), Itaocara (2), Itaperuna (1), Japeri (3), Macaé (1), Magé (3), Maricá (2), Mesquita (3), Niterói (1), Nova Iguaçu (8), Paraíba do Sul (1), Pinheiral (1), Rio das Ostras (3), Rio de Janeiro (51), São Gonçalo (16), São João de Meriti (6), São José do Vale do Rio Preto (1), São Pedro da Aldeia (1), Valença (2) e Volta Redonda (4).

Rio tem quase 75 mil casos de dengue em 2011, diz prefeitura A prefeitura do Rio divulgou, nesta quarta-feira (14), uma panorama dos casos de dengue registrados no município em 2011. Até o dia 10 dezembro, foram notificados 74.232 casos na cidade, sendo 173 entre 4 e 10 deste mês. O número de óbitos chega a 51 este ano. As informações constam do primeiro boletim que a Prefeitura passa a divulgar semanalmente, com com dados sobre casos notificados, distribuição dos casos por região e atendimentos em polos de assistência.

O boletim diz ainda que, em 2011, foram eliminados 1,7 milhão de criadores de Aedes aegypti e 2,2 milhões de depósitos com potencial de se tornarem criadouros foram tratados.

Medidas de combate à doença O prefeito Eduardo Paes, e o secretário municipal de Saúde, Hans Dohmann, anunciaram, durante o lançamento do boletim, o aumento no número de agentes de Vigilância em Saúde e dos polos de assistência e hidratação, e a compra de novos carros e equipamentos. Segundo Dohmann, serão criados mais dez polos de assistência funcionando 24 horas por dia.

Segundo o prefeito, em 2011 o trabalho de combate e prevenção à dengue no Rio resultou em mais de 4,5 milhões de visitas de inspeção.
O prefeito Eduardo Paes e o secretário de saúde,
Hans Dohmann anunciam aumento no número
de agentes de Vigilância em Saúde
(Foto: Lílian Quaino/G1)
O prefeito contestou as informações do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que colocou a cidade do Rio no nível de alerta em relação à dengue. Para Paes, a situação do Rio é mais grave, no nível de alto risco de epidemia.

O boletim vai informar a população também sobre as ações de prevenção que estarão ocorrendo nos bairros da cidade, dias e locais por onde passará o fumacê, e locais dos polos de atendimento. O boletim pode ser acessado no site da Secretaria municipal de Saúde e Defesa Civil.

Campanha
Para tentar evitar uma epidemia no estado, a Secretaria estadual de Saúde implementou a campanha “10 minutos contra a dengue”, criada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que estimula moradores a gastarem dez minutos por semana no combate aos focos do mosquito Aedes aegypti em suas próprias casas. No dia 5 de outubro, a campanha ganhou um reforço com a criação de uma caravana com profissionais da saúde percorrendo os 92 municípios do estado e discutindo com as prefeituras as diversas formas de combater a doença.

 saiba mais
RJ registra mais de 163 mil casos de dengue desde janeiro, diz secretaria
Entenda por que o tipo 4 do vírus da dengue preocupa os médicos
Saiba como se prevenir contra a dengue e pedir vistorias no Rio
RJ registra 161.315 casos de dengue em nove meses, diz secretariaImagens mostram infestação de mosquitos em condomínio no RJ
Paes decreta estado de alerta no Rio por causa da dengue
Operação contra dengue inspeciona 500 imóveis na Zona Norte do Rio
Mortes por dengue caem 44% no 1º semestre de 2011 em relação a 2010
Secretário no RJ diz que epidemia de dengue pode ser 'a maior da história'

Possibilidade de epidemia No dia 13 de setembro, o secretário estadual de Saúde, Sérgio Côrtes, afirmou que há "forte possibilidade de haver uma grande epidemia" de dengue em 2012. Para ele, essa será "talvez uma das piores epidemias da história do estado".

Vírus tipo 4Onze casos de dengue tipo 4 foram registrados no município de Niterói, no estado do Rio, este ano, segundo informou, no dia 31 de outubro, a representante da Vigilância em Saúde da Secretaria estadual de Saúde, Hellen Miyamoto.

O avanço do vírus tipo 4 da dengue pelo Brasil é uma ameaça à saúde pública, segundo especialistas, não somente pelo vírus, que não seria mais perigoso que os tipos 1, 2 e 3, mas pela entrada em ação de mais uma variação do microorganismo, o que aumenta ainda mais a probabilidade de uma pessoa se infectar.

No estado do Rio ela destaca as regiões mais propensas à epidemia de dengue: toda a Região Metropolitana, o Norte Fluminense e a Costa Verde (localidades próximas ao município de Angra dos Reis, no Sul Fluminense)

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

SAÚDE NO BR - Dengue ameaça férias na praia. 48 cidades apresentam risco de surto

Por Lígia Formenti e Mariana Lenharo
 
Cidades do litoral paulista e destinos populares do Nordeste nas férias, como Porto Seguro, na Bahia, e Maceió, em Alagoas, estão entre os municípios em situação de alerta ou risco de surto para dengue neste verão. Ao todo, 58% das 561 cidades brasileiras analisadas pelo Ministério da Saúde se encontram em uma dessas duas condições, segundo dados divulgados ontem pela pasta. Em 2010, o índice era de 48%.

O mapeamento do Ministério da Saúde, chamado Levantamento de Índice Rápido de Infestação por Aedes aegypti (Liraa), foi feito com base em dados de outubro e novembro. Áreas onde menos de 1% dos domicílios visitados apresentavam criadouros do mosquito transmissor foram consideradas em situação satisfatória.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse que o mapeamento dá uma ideia da presença dos focos do mosquito no País. Mas ressaltou que outros fatores são decisivos para que uma epidemia se instale. Segundo ele, cidades em situação de risco devem “trabalhar muito” para reduzir os índices até janeiro, mês da próxima avaliação. “Se nada for feito agora, a tendência é ter uma infestação ainda maior.”
Em âmbito nacional, 48 cidades apresentam risco de surto – o dobro do que foi apontado no ano passado e o equivalente a 8,55% dos municípios analisados. Em 2010, havia 24 cidades de maior risco – 6,48% das 370 cidades pesquisadas naquele ano. No Estado de São Paulo apenas Catanduva, a 387 km da capital, faz parte dessa categoria, mas há outras 13 cidades paulistas em situação de alerta, três no litoral.

O litoral paulista chama a atenção porque duas de suas três cidades em alerta para a dengue em 2011 não estavam nessa situação no verão passado. Em São Vicente, na Baixada Santista, por exemplo, o índice de domicílios com criadouros do Aedes passou de 0,1% para 1,4% de 2010 para 2011. Guarujá, que já estava em situação de alerta em 2010, permanece na mesma condição. Também no litoral Norte há um foco problemático: em Caraguatatuba o índice cresceu de 0,5% para 1,2% em um ano.

Para o viajante que escolheu as praias do Nordeste como destino a situação também pede atenção. Dos 284 municípios do País em estado de alerta ou em risco de surto, 161 se localizam nessa região. Estão nessa categoria destinos populares, como Porto Seguro, Salvador, Ilhéus e Itabuna, na Bahia, além de Maceió e Maragogi, em Alagoas, e São Luís, no Maranhão.

Uma forma de minimizar o risco de picadas, dizem os médicos, é caprichar no repelente e observar alguns hábitos do Aedes. “O mosquito da dengue tem hábitos diurnos. Mas, quando as pessoas vão para o litoral, buscam justamente o sol e as atividades ao ar livre. Portanto, para evitar as picadas de inseto, só nos resta o uso de repelentes”, diz o médico Rodrigo Angerami, especialista em dengue e coordenador da Sociedade Paulista de Infectologia.

É indicado, ainda, o uso de mangas compridas e a proteção de tornozelos e joelhos. Outra dica é evitar horários em que a fêmea do mosquito costuma circular: pela manhã e no final da tarde. Mas Angerami diz que a principal forma de se proteger ainda é evitar a proliferação do mosquito. “É mais do que uma questão de proteção individual. É preciso conscientizar a população de que cuidar de seu espaço é também cuidar do espaço coletivo”.
 



    

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Com 131 mortes por dengue este ano, Rio propõe nova Campanha

O inseto alterado em laboratório compete com o macho selvagem para procriar mosquitos incapazes de transmitir a dengue (James Gathany/PHILL, CDC)


A caminho daquela que pode ser “a maior epidemia de dengue da história da cidade”, como alertou o prefeito Eduardo Paes, da capital, o estado do Rio de Janeiro registra, desde janeiro 131 mortes causadas pela doença. Os casos confirmados chegam a 160 mil.
Os dados foram divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde, no anúncio da ação que pretende envolver toda a população no combate ao mosquito Aedes aegypti. A proposta é simples: “10 Minutos Contra a Dengue”. Esse é o tempo que cada morador precisa dedicar por semana para combater o mosquito no seu raio de alcance, seja no trabalho, em casa ou na vizinhança.

A campanha “10 Minutos Contra a Dengue” foi inspirada em uma experiência bem-sucedida do governo de Cingapura com base na experiência bem sucedida do governo de Cingapura.

Mais que as grandes ações de combate ao mosquito em áreas públicas, o ‘dever de casa’ dos moradores pode fazer a diferença na hora de reduzir a infestação pelo mosquito. A estimativa da secretaria é de que 80% dos focos de dengue estejam no ambiente doméstico.

Os agentes de saúde dos municípios ficarão responsáveis por levar o guia "10 Minutos Contra a Dengue" à população durante visitas às casas. O material traz orientações sobre como é preciso ficar atento a situações como calhas entupidas, caixas d´água destampadas, ralos no quintal acumulando água da chuva, o pratinho embaixo do vaso, além de deixar baldes e garrafas viradas com a boca para baixo.


sexta-feira, 25 de março de 2011

DENGUE - Saiba como evitar a proliferação do mosquito #dengue

Qualquer local que possa juntar água limpa e parada é um possível foco.
Velas e repelentes são paliativos.

Do G1, no Rio
Chuva e calor contribuem para crescimento de focos da dengue. (Foto: Reprodução: TV Globo)
Chuva e calor contribuem para crescimento de focos da
dengue. (Foto: Reprodução: TV Globo)
Qualquer local que possa juntar água limpa e parada é um foco do mosquitoAedes aegypti: pratos de vasos de plantas, caixas d’água mal tampadas, latas, garrafas, plásticos, cacos, pneus, piscinas sem tratamento da água, calhas etc.
O perigo maior é em casa. Calcula-se que 90% dos focos do mosquito sejam domésticos. Velas de citronela ou andiroba e repelentes são paliativos: não eliminam o mosquito, apenas o mantêm distante por algum tempo. As velas têm raio de alcance restrito. Os repelentes possuem duração de proteção limitada.
Como evitar a proliferação do mosquito
Coloque areia no prato das plantas ou troque a água uma vez por semana. Mas não basta esvaziar o recipiente. É preciso esfregá-lo, para retirar os ovos do mosquito depositados na superfície da parede interna, pouco acima do nível da água. O mesmo vale para qualquer recipiente com água.

Pneus velhos devem ser furados e guardados com cobertura ou recolhidos pela limpeza pública. Garrafas pet e outros recipientes vazios também devem ser entregues à limpeza pública. Vasos e baldes vazios devem ser colocados de boca para baixo. Limpe diariamente as cubas de bebedouros de água mineral e de água comum. Seque as áreas que acumulem águas de chuva. Tampe as caixas d’água.
Quem quiser denunciar focos, solicitar visita dos agentes e tirar dúvidas sobre a doença pode ligar o Telessaúde: (21) 2599-4742.
AS DEZ PRINCIPAIS MISSÕES DE COMBATE À DENGUE
1. Cobrir caixas d’água, cisternas, poços e evitar entupimentos de calhas.
2. Vedar com cimento os cacos de vidro nos muros que podem acumular água.
3. Colocar em sacos plásticos, fechar e colocar no lixo copos descartáveis, embalagens, tampas, cascas de ovo e tudo que possa acumular água.
4. Não deixar pneus expostos ao tempo, nunca permitindo acúmulo de água dentro deles.
5. Usar cloro em piscinas, limpá-las com frequência e cobri-las quando não estiverem em uso.
6. Limpar as bandejas externas das geladeiras e ar-condicionado.
7. Esvaziar garrafas, latas e baldes. Guardá-los em local coberto.
8. Guardar garrafas pet e de vidro sempre com a boca para baixo. Guardá-las em local coberto.
9. Lavar semanalmente, com bucha, sabão e água corrente, os vasilhames de alimentação de animais.
10. Lavar os pratinhos dos vasos de plantas e colocar areia até a borda. Evitar plantas como as bromélias, que acumulam água

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

DENÚNCIA - Casos de dengue dobram em janeiro e governo do Rio entra em alerta


Menina, moradora de Itaboraí, morreu vítima de dengue hemorrágica.
Em 2010, foram notificados 1.447 casos contra 3.069, este ano.

Do Bom Dia Rio
No mês de janeiro, o número de casos de dengue no estado do Rio dobrou em comparação ao mesmo período de 2010, segundo dados da Secretaria estadual de Saúde. No ano passado, foram notificados 1.447 casos, número que pulou para 3.069 casos este ano.
primeira morte confirmada no estado este ano foi de uma menina, Laís Melo Miranda Soares, que morava em Itaboraí, na Região Metropolitana.
Ela foi enterrada na terça-feira (8), dia que completaria 10 anos de idade. Laís estava internada há um mês em Niterói, na Região Metropolitana, e, segundo os médicos, já chegou em estado grave ao hospital e não resistiu às complicações da doença.
Secretaria em alerta
O superintendente de vigilância ambiental e epidemiológica da Secretaria estadual de Saúde, Alexandre Chieppe, disse que a Secretaria já está em alerta por causa do número de casos notificados.
Segundo ele, normalmente, no verão, as ações de combate à dengue aumentam. Na comparação entre janeiro deste ano e o mesmo mês no ano passado foram 155 casos de dengue com complicação, 28 de dengue hemorrágica e existem ainda seis mortes suspeitas sob investigação.
“O sistema está em alerta. É importante a gente saber que estamos na época de transmissão de dengue. Então, qualquer pessoa com febre e dor no corpo deve ser avaliada por um serviço de saúde. As ações de combate ao mosquito devem continuar nesta época. É uma época de transmissão da dengue, então todos os municípios estão em alerta e as ações devem ser realizadas de acordo com o número de casos”, disse Chieppe.
Segundo superintendente, a Secretaria estadual de Saúde tem uma equipe que se desloca para localidades de maior risco ou onde há casos mais graves, que fazem uma avaliação e intensificam as ações de combate ao mosquito em complemento às ações desenvolvida pelos municípios.

Ele explica que o fumacê é uma ação específica e especializada que tem de obedecer a critérios técnicos e não é a salvação para a dengue.
“O que salva o paciente de dengue é o diagnóstico precoce, o tratamento adequado e o combate ao foco do mosquito na sua residência”, destacou Chieppe, lembrando que existem oito mil agentes de combate à dengue no estado, além de três mil bombeiros que visitam as residências justamente para promover ações educativas.
Segundo ele, as ações de aplicação de larvicida e inseticida são medidas de exceção e que o mais importante é que a população se conscientize de que precisa combater os focos em suas casas.

A Secretaria municipal de Saúde começa nesta quinta-feira (10) uma ação de combate à dengue no entorno do Sambódromo, no Centro do Rio. As ações também vão acontecer, até o carnaval, na Rodoviária Novo Rio, nos aeroportos e no Cais do Porto.