Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro disse Dom Pedro II
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segunda-feira, 16 de abril de 2012

DENGUE NO RIO - Três regiões do Rio já registram surto de dengue.

Rafaella Barros - O Globo

RIO
- Três áreas do Rio de Janeiro já registram surto de dengue, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde: Grande Madureira (AP 3.3), Grande Bangu (AP 5.1) e Campo Grande (AP 5.2) têm o maior número de registros este ano. Esta semana mais três pessoas morreram de dengue na cidade, todas moradoras de bairros dessas áreas onde o surto foi confirmado. De acordo com o secretário municipal de Saúde, Hans Dohmann, o ritmo crescente de registros de casos da doença deve levar ao anúncio de uma epidemia na cidade nas próximas semanas.

O número de casos este ano na cidade já chega a 40.252, com nove óbitos. A classificação de surto é dada para locais que possuem mais de 300 casos para cada 100 mil habitantes. A área de Grande Madureira registrou a média de 516,9 casos para cada 100 mil habitantes em um mês, Grande Bangu (bairros de Bangu e Realengo), 334,3 e Campo Grande 657,5. Na semana passada, foram registrados 757 novas infecções da doença na cidade, principalmente do tipo 4 (82% dos casos). Desses, 65% foram registrados na Grande Bangu, e de todos os casos registrados no ano, 63,5% estão localizados nessas três regiões.

Segundo o secretário Hans Dohmann, não há um motivo específico para essas três áreas terem atingido o critério de surto da doença.

- A dengue é multifatorial. O número de casos está ligado a vários fatores, como o atendimento e a prevenção por parte da população. Nessas mesmas áreas em que há o surto, a prefeitura já aumentou em 30% o número de funcionários nos polos de assistência e vigilância da dengue.

O secretário acrescentou, ainda, que a prefeitura do Rio já trabalhava com a possibilidade de uma epidemia na cidade este ano, que, devido ao ritmo crescente de casos, deve ser anunciada nas próximas semanas.

Apesar da proximidade de uma epidemia na cidade, o número de mortes é três vezes menor este ano em relação ao mesmo período do ano passado, quando 27 pessoas morreram. Em 2008, foram registrados 129 óbitos.

Os bairros que integram as áras de planejamento (AP) que estão com surto são: AP 3.3 - Madureira, Irajá, Rocha Miranda, Guadalupe, Acari, Marechal Hermes, Vila Kosmos, Vicente de Carvalho, Vila da Penha, Vista Alegre, Colégio, Campinho, Quintino Bocaiuva, Cavalcanti, Engenheiro Leal, Cascadura, Vaz Lobo, Turiaçu, Honório Gurgel, Oswaldo Cruz, Bento Ribeiro, Anchieta, Parque Anchieta, Ricardo de Albuquerque, Pavuna, Coelho Neto, Barros Filho, Costa Barros, Pavuna e Parque Columbia; AP 5.1 - Bangu, Realengo, Padre Miguel, Senador Camará, Deodoro, Vila Militar, Campo dos Afonsos, Jardim Sulacap, Pedra de Guaratiba; AP 5.2 - Campo Grande, Santíssimo, Senador Vasconcelos, Inhoaíba, Cosmos, Guaratiba, Barra de Guaratiba e Pedra de Guaratiba

Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/rio/tres-regioes-do-rio-ja-registram-surto-de-dengue-4661950.html#ixzz1sFFoR5Xa

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

#CARIOCÃO2012 - Federação põe mais ingressos à venda do que capacidade de Moça Bonita e causa conflito entre PM e torcedores

Vasco supera calor, gás de pimenta e continua 100% no Carioca
Gigante da Colina bate o Bangu pela Taça Guanabara
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Rio - Sem fazer corpo mole mesmo com o atraso de salários e o forte calor, o Vasco não decepcionou sua torcida e venceu com facilidade o Bangu por 3 a 1, ontem, em Moça Bonita. Alecsandro, Thiago Feltri e Bernardo, marcaram para o Gigante da Colina. Tiano descontou para o time da casa.

Depois de se apresentarem de manhã — o grupo se recusou a se concentrar por causa do atraso de salários —, os jogadores garantiram o aproveitamento de 100% em três partidas no Grupo B da Taça Guanabara.

O calor e o sol forte fizeram o Vasco começar a partida de maneira tímida. Sem muita movimentação no início, o time esbarrava na forte marcação do meio-campo do Bangu.

Atacante marcou na vitória do Vasco sobre o Bangu |
Foto: André Luiz Mello / Agência O Dia
Logo aos 10 minutos, o Vasco testou a qualidade de seu goleiro reserva, Alessandro, que estreava pelo clube. Ele fez bela defesa após chute de Bruno.
Quando se soltou, a equipe vascaína sentia dificuldades com a marcação e com o péssimo gramado de Moça Bonita. O campo recebeu críticas do goleiro Fernando Prass, que desfalcou o Vasco pela primeira vez em quase dois anos. Ele assistiu ao jogo da tribuna do estádio, ao lado do filho, Caio.

“O Botafogo já havia reclamado, mas o calor e o campo não ajudam, é muito quente mesmo. A bola quica e não chega redonda, isso atrapalha o rendimento da nossa equipe”, constatou Prass, que voltará ao time quarta-feira, contra o Nacional, na estreia na Libertadores.

Ao assumir o domínio da posse de bola, os vascaínos contaram com a fragilidade do Bangu para abrir o placar. Aos 21 minutos, Diego Souza cruzou, e a bola bateu no braço de Abílio. Pênalti, que Alecsandro bateu e fez.

Pouco depois, Felipe deu lindo passe para Fagner, que cruzou rasteiro para Thiago Feltri ampliar. O árbitro ainda deu emoção ao jogo ao marcar pênalti inexistente de Thiago Feltri em Fabinho, que Tiano cobrou para descontar.

Ainda assim, o Vasco dominou completamente o segundo tempo e jamais teve a vitória ameaçada. O terceiro gol saiu em linda cobrança de falta de Bernardo, aos 13 minutos.

“O Bangu marcou no nosso campo e diminuiu os espaços, mas tivemos paciência e o time mereceu a vitória”, disse Prass.





    

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

EDUCAÇÃO NO RIO I - Estudantes do Rio reclama da falta de professores na rede estadual

'Gostaria que investissem mais em mim’

Por
Alessandra Duarte
Carolina Benevides


Luciana, Rafael e Wellington criticam currículo escolar O Globo / Gustavo Stephan
RIO - Alunos da escola estadual Leopoldina da Silveira, em Bangu, Zona Oeste do Rio, Wellington Guimarães, Rafael Tavares e Luciana Ribeiro, todos com 18 anos e no 3 ano do ensino médio, tentam garantir uma vaga na universidade, mas se ressentem dos problemas que a escola apresenta e que pode deixá-los longe de seus objetivos.

— No 1 ano, ficamos sem professor de Química e Biologia. Daí, chegamos ao 2 e o professor partia da ideia que havíamos tido aula. Este ano, só temos quatro tempos de Matemática por semana, mas temos dois tempos para uma aula de projeto, na qual devemos contar a história do bairro. Além disso, as salas são lotadas e o calor é intenso — conta Wellington, que tenta vaga no curso de Biologia. — Gostaria que investissem mais em mim e na escola pública, onde estão as pessoas que mais precisam, que muitas vezes moram em comunidades, que têm no estudo a chance de prosperar.

— A sensação é que a escola dá o currículo mínimo. E que, com outros problemas, como a falta de professores e de livros, a biblioteca pequena, mesmo a turma que poderia avançar não vai adiante — diz Rafael, que quer ser engenheiro.

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 Luciana tem um outro temor: chegar à faculdade e encontrar dificuldades.

— Tenho medo de ter dificuldade de acompanhar as aulas por conta das deficiências que trago. Eu não sei por que temos aula de projeto na escola. Não seria melhor termos mais tempos de Matemática ou de Português? Ou reforço do que perdemos por falta de professores? — diz Luciana, que quer cursar Arquitetura.

No Rio, segundo dados da Secretaria de Estado de Educação, o orçamento para 2011 é de R$ 3,2 bilhões. Cada um dos 1,175 milhão de alunos da rede custa, por ano, R$ 2,7 mil. No ano que vem, o orçamento será de R$ 3,8 bilhões. E, graças a uma recontagem na base de alunos, o gasto com o 1,055 milhão de estudantes que a rede terá vai ser de R$ 3,5 mil por ano.
Presidente do Instituto Alfa e Beta, João Batista Oliveira acredita que investir apenas mais dinheiro não é o melhor caminho: [claro que não. Ele fatura sobre os que sobram na rede publica]
— Triplicar o que gastamos com educação nesse sistema que está aí não adianta. É desperdício. Existe um problema de gestão. Nos últimos anos, o Brasil mais que dobrou o que gastava e a qualidade não aumentou

Fonte Jornal O Globo Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/educacao/gostaria-que-investissem-mais-em-mim-3283162#ixzz1eKeU1bbz 

sábado, 5 de novembro de 2011

InSEGURANÇA NO RIO - Outra escola invadida no Rio por marginais. [RIo de Janeiro não aprende com seus erros]


 


Alunos do Colégio estadual Daltro Santos, em Bangu, contam ter vivido momentos de pânico após a invasão de bandidos armados que fugiam de uma operação policial na Favela da Coreia, na Zona Oeste do Rio. Os invasores, pelo menos quatro, pularam o muro da escola e se esconderam nas salas de aula. Segundo os estudantes, eles carregavam pistolas e fuzis.

- Foi desesperador. Um deles entrou na nossa sala armado com fuzil e pediu para se esconder. Ele ficou quase dez minutos no fundo da sala. Na hora que vi a arma dele lembrei do caso da escola de Realengo, quando um homem armado entrou atirando nos alunos, e achei que ia morrer. Me abracei aos amigos e chorei muito. Depois ele saiu e não voltou mais, deve ter conseguido fugir - conta a estudante A., de 17 anos.

Fonte Extra : http://extra.globo.com/casos-de-policia/aluna-da-escola-invadida-por-criminosos-diz-ter-pensado-no-massacre-de-realengo-3086507.html#ixzz1cptz4ps8



domingo, 4 de abril de 2010

ESPORTE/FUTEBOL CARIOCA - Reservas do Botafogo só empatam com o Bangu, no Engenhão

Equipe alvinegra irá enfrentar o Fluminense na semifinal da Taça Rio
Fred Huber Rio de Janeiro
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Com um time formado só por jogadores reservas, o Botafogo empatou com o Bangu por 2 a 2, neste domingo, no Engenhão. A equipe, que já estava classificada para a semifinal da Taça Rio, chegou aos 17 pontos no Grupo B e terminou na primeira posição. O time alvirrubro ficou em terceiro no Grupo A, com 14 pontos. Na semi, o Alvinegro enfrentará o Fluminense.

Os gols da partida foram marcados por Diguinho e Alessandro, para o Bota, e Somália e Gustavo Corrêa para o Bangu. Apenas 816 torcedores compraram ingresso para assistir ao jogo deste domingo de Páscoa.

Diguinho e Alessandro marcam

O Botafogo abriu o placar logo aos dois minutos. Edno recebeu pelo lado esquerdo e cruzou na medida para Diguinho, que, de cabeça, acertou no canto: 1 a 0. A equipe alvinegra levou um susto aos 13 minutos, quando Tiano recebeu a bola após furada de Tulio Souza e finalizou. Renan teve que se virar para fazer a defesa. O Bota tentou compensar a falta de entrosamento com muita disposição, e chegou bem ao ataque aos 23 minutos. Diguinho deu bom passe para Renato Cajá, que arrancou e, da entrada da área, chutou de perna esquerda. A bola passou à direita do gol.

Jogo deste domingo foi muito disputado

Aos 29 minutos, o zagueiro Carlos Renan deu um carrinho em Caio dentro da área e o árbitro marcou o pênalti. Edno foi para a cobrança e marcou, mas o juiz mandou voltar alegando que houve invasão. Na segunda tentativa, Edno bateu no mesmo canto, mas desta vez o goleiro Douglas defendeu. Mas o pior ainda estava por vir. Na sequência do lance, Fabiano cruzou da esquerda para Somália, que, de cabeça, venceu o goleiro Renan: 1 a 1.

Os jogadores do Botafogo não se abateram e voltaram ao ataque. Aos 37, Edno recebeu e, da entrada da área, mandou uma bomba no travessão. No minuto seguinte, Gabriel cruzou da esquerda e Alessandro, de cabeça, aproveitou bem na segunda trave: 2 a 1. O lateral-direito foi o escolhido pelo técnico Joel Santana para ser o capitão da equipe.

Bangu empata. Jogo fica arrastado

O Bangu voltou para a segunda etapa mostrando disposição para tentar a virada, e logo nos primeiros minutos criou duas boas oportunidades. Aos cinco, Tiano mandou uma bomba por cima do gol, mas que assustou Renan. Aos oito, Somália recebeu dentro da área e finalizou bem, mas o arqueiro alvinegro estava bem posicionado e impediu o gol.

Apesar do ímpeto, o Bangu tinha muitas dificuldades para penetrar na defesa do Botafogo. O time do Joel Santana diminuiu muito o ritmo e a partida ficou morna, com pouquíssimos lances de emoção. A principal jogada aconteceu aos 36 minutos, quando Gustavo Corrêa, que havia acabado de entrar, aproveitou um bate-rebate dentro da área e mandou a bola para o fundo da rede: 2 a 2. E o jogo se arrastou até o fim sem que o placar se alterasse e o Botafogo conseguisse criar uma chance de gol.

O meia Renato Cajá ainda foi expulso, aos 45 minutos, e está fora da semifinal. O curioso é que o jogador levou o segundo amarelo e ainda continuou alguns minutos em campo até que o árbitro notasse o erro.

Ficha técnica: 

BOTAFOGO 2 x 2  BANGU
Renan; Alessandro, Fábio Ferreira, Edson e Gabriel (Rodrigo Dantas); Felipe Lima, Túlio Souza, Renato Cajá e Diguinho; Caio (Júnior) e Edno (Alex). Douglas; Uillian Souza, Leandro Souza, Carlos Renan, Raphael e Fabiano; Marcão, Thiago Galhardo (Pipico) e Tiano (Gustavo Corrêa); Sassá (Leandro Carrijo) e Somália.
Técnico: Joel Santana. Técnico: Mazolinha.
Gols: Diguinho, aos dois, Somáia, aos 32, e Alessandro aos 38 minutos do primeiro tempo. Gustavo Corrêa, aos 36 da segunda etapa.
Cartões amarelos: Renato Cajá, Edno, Alessandro (BOT); Marcão (BAC). Cartão vermelho: Renato Cajá
Público: 816 pagantes (1.368 presentes)
Renda: R$ 14.750,00
Estádio: Engenhão. Data: 04/04/2010. Árbitro: Marcelo Venito Pacheco. Auxiliares: Michael Correia e Rodrigo Figueiredo Henrique.