Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro disse Dom Pedro II
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domingo, 25 de março de 2012

TRENS NO RIO - Denúncia de agressões em vagão para mulheres


SuperVia investiga denúncia de agressão em vagão para mulheres
Homens teriam socado e ameaçado passageiras com arma após serem impedidos de embarcar
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Bernardo Moura, com a leitora Michelly D’Ávila


Homens são flagrados dentro de vagão exclusivo para mulheres na estação de Madureira
Foto da leitora Michelly D’Ávila

RIO - Sete anos após entrar em vigor, a lei que destina vagões exclusivos às mulheres em trens e metrôs do Rio é cada vez mais desrespeitada. A SuperVia investiga um incidente ocorrido na manhã desta sexta-feira em que uma mulher teria sido agredida e outra ameaçada com uma arma após tentarem impedir que homens invadissem o vagão feminino na estação Madureira. De acordo com a leitora Michelli D’Ávila, o incidente teria ocorrido por volta das 7h da manhã em um trem que saiu de Bangu com destino à Central do Brasil.

“O vagão feminino, que, especificamente nesse horário tem mulheres lutando por direito e respeito, sofreu um ataque. Uma senhora levou um soco no rosto e uma outra, que tentava argumentar seus direitos, foi ameaçada com uma arma por um menor”, afirma a leitora.

A leitora relata ainda que pediu ajuda a um segurança da SuperVia, mas que teria sido orientada a procurar a Polícia Militar. Michelli afirma que o destrato com as mulheres que esperam pelo vagão exclusivo é diário: “As mulheres precisam de mais segurança e precisam de alguém que se responsabilize de impedir os homens dentro do vagão. É uma lei”.

A SuperVia afirma que busca cumprir a lei estadual 4.733/06, mas que a medida não garante a retirada de homens de dentro do vagão. Equipes de orientadores e uma nova sinalização nas composições auxiliam na conscientização dos usuários de trens, de acordo com a concessionária. A empresa ressaltou ainda que os seguranças das estações são treinados para auxiliar os passageiros e conter confusões.

O desrespeito à lei, sancionada em 2006, se estende também ao metrô. Na última semana, duas leitoras enviaram fotos ao Eu-repórter de homens acomodados nos vagões femininos em composições das linhas 1 e 2. A lei prevê a destinação de um vagão somente para mulheres entre as 6h e 9h da manhã e das 17h às 20h, de segunda a sexta-feira.


Fonte G1 Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/eu-reporter/supervia-investiga-denuncia-de-agressao-em-vagao-para-mulheres-4404178#ixzz1q7hItO00

    

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

MÁFIA DOS TÁXIS PIRATAS II - Taxistas têm ficha extensa na delegacia

Dupla que atacou gays no Galeão integra esquema ilegal e tem sete passagens pela polícia
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POR Gabriela Moreira
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Rio - Os dois presos no Aeroporto Internacional do Galeão após agredirem casal homossexual que recusou entrar em táxi pirata oferecido pela dupla fazem parte de esquema muito maior de ‘jóqueis’ — como são chamados quem busca passageiros para taxistas ilegais. Investigação da Polícia Civil identificou que pelo menos 10 pessoas participam do grupo. Juntos, os presos têm sete passagens pela polícia, a maioria por ameaça.
Responsável pelas investigações, o delegado Ricardo Codeceira, da Delegacia do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, afirmou que Marcos Ribeiro da Silva, o Cocoroca, 41, e Rodrigo Alves da Silva, o Socinho, 30, entre outros, servem a motoristas de carros particulares que atuam ilegalmente como taxistas nos dois terminais do aeroporto Tom Jobim.

Assédio dos taxistas assusta quem desembarca no Aeroporto Internacional do Rio | Foto: Fernando Souza / Agência O Dia
Assédio dos taxistas assusta quem desembarca no Aeroporto Internacional do Rio | Foto: Fernando Souza / Agência O Dia

“Os motoristas ficam no estacionamento enquanto aguardam o trabalho dos ‘jóqueis’. Eles agem contra as relações de consumo, lesando o consumidor. Estamos analisando a prática de quadrilha”.
Uma das vítimas dos ‘jóqueis’ na segunda-feira teve alta nesta terça-feira. Cristiano Damasceno, 40, sofreu ferimentos no rosto e estava em observação. Seu companheiro, Dario Amorim, 48, e um sobrinho também foram vítimas.
Nesta terça-feira, ao desembarcar no Galeão, a brasiliense Natália Cabral, 30, se disse assustada com o assédio dos taxistas no Rio de Janeiro.
“Dessa forma, não vi em nenhum aeroporto do Brasil”. Geralmente, não chego a perder a paciência, mas é inconveniente”, desabafou Natália.
O paulista Alexandre Lopes, 38, tem a mesma opinião: “Venho ao Rio com frequência e não caio nessa, mas me sinto bastante incomodado”.

Casos de ameaça e injúria no histórico
A agressão ao casal homossexual não é a única mancha no histórico de Cocoroca e Docinho. Eles têm ficha extensa de problemas nos desembarques do Aeroporto Internacional. Só lá, os dois somam sete passagens pela polícia.
Há sete anos, Cocoroca teve o seu primeiro entrevero no desembarque. Segundo registro, vigilante que fazia a segurança privada do aeroporto pediu para que ele saísse da área e foi ameaçado. Ano passado, numa outra discussão com vigilante que o repreendeu por assediar passageiros que embarcariam num ônibus, chegou a dizer: “Tem de queimar os carros, com passageiro e tudo”.
A maioria dos registros são por ameaça, mas há também casos de injúria, difamação e lesão. Numa delas, o Ministério Público irá pedir a condenação dos dois, com o pagamento de cestas básicas ou serviços à comunidade.

Prefeitura pode abrir processos e cassar permissões
Há menos de um mês, a Infraero e a CET-Rio iniciaram a fiscalização eletrônica do serviço de táxi no desembarque do Terminal 1 para impedir o acesso de taxistas não credenciados. A Secretaria Municipal de Transportes informou que ‘caso seja constatada a participação de taxistas legalizados nesse triste episódio, serão abertos processos administrativos que podem resultar na cassação das permissões’.
Em 2010, nove taxistas tiveram suas licenças cassadas após serem acusados de agressão ao também taxista Kleber Luis da Rosa, 31 anos, ocorrida na porta do Aeroporto. Kleber deixou um passageiro no aeroporto e, ao tentar embarcar outro cliente, foi brutalmente agredido com socos e pontapés por outros taxistas.

        Fonte O Dia

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

AGRESSÃO E MORTE EM GO - Ibama aplica multa de R$ 3.000 a mulher que agrediu yorkshire

JEAN-PHILIP STRUCK
DE SÃO PAULO 
A enfermeira Camila de Moura, 22, suspeita de arremessar e matar um cão da raça yorkshire foi multada em R$ 3.000 pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) por maus-tratos contra um animal. As agressões, que aconteceram em novembro, foram filmadas e ganharam notoriedade na semana passada, quando acabaram sendo divulgadas na internet.

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Segundo o órgão, a multa foi entregue à enfermeira durante a manhã, enquanto ela prestava depoimento numa delegacia de Formosa (GO), onde um inquérito por maus-tratos foi aberto. 

 Ainda de acordo com o Ibama, o valor aplicado foi o máximo previsto para casos de maus-tratos a animais domésticos. Moura tem até 20 dias para apresentar sua defesa. 

 Caso escolha pagar a multa, ela poderá conseguir um desconto de 30% no valor total. Se resolver apelar da multa, o processo administrativo por crime ambiental, que independe do resultado da investigação policial, será novamente analisado pelo órgão. 

 Hoje, após prestar depoimento, a enfermeira falou pela primeira vez à imprensa e disse estar "arrependida".

"Foi um fato isolado. Aquele dia eu cheguei em casa nervosa. A cachorrinha tinha feito xixi e cocô em tudo, em cima do ar-condicionado. Não tive noção do que estava fazendo", disse Moura em entrevista a TVs locais.

Segundo a polícia, por causa das agressões, Moura pode responder por maus-tratos e por expor uma criança ao constrangimento --as agressões foram testemunhadas pela filha de dois anos da enfermeira.

Após a divulgação do vídeo, no dia 15 de dezembro, as agressões provocaram uma avalanche de mensagens de repúdio em redes sociais. Algumas delas, bastante agressivas, divulgaram dados pessoais, incluindo o telefone e endereço da mulher.

Outras mensagens, que incluíam petições on-line, pediram a cassação do seu registro de enfermeira junto ao Coren de Goiás (Conselho Regional de Enfermagem).

Na tarde de hoje, o conselho divulgou nota em seu site afirmando que lamenta as agressões contra o animal. No entanto, a entidade afirma que não pretende abrir investigação contra a enfermeira.

"O campo de atuação de investigação e qualquer tipo de punição por parte do Coren Goiás estão estritamente ligados a infração cometida no exercício profissional", diz a nota

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

MEXEU COM A GLOBO - Polícia abre inquérito sobre caso de repórter agredida

CARLOS MESSIAS
DE SÃO PAULO

O 4º Distrito Policial de São Paulo abriu inquérito para apurar o caso de agressão envolvendo a repórter da Globo Monalisa Perrone, do "Jornal Hoje".

Na segunda (31), Monalisa entrou ao vivo no programa, em frente ao hospital Sírio-Libanês, cobrindo o tratamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que foi diagnosticado com câncer.

Enquanto divulgava informações referentes a quimioterapia de Lula, Monalisa sofreu um empurrão e a transmissão precisou ser interrompida.

Segundo Paulo Tucci, delegado titular da DP do bairro Consolação, em São Paulo, a repórter foi no mesmo dia à delegacia, onde registrou um boletim de ocorrência. Também foi feito exame de corpo de delito. 

 Então foi aberto inquérito para investigar o caso. Segundo Tucci, Rodolfo Gouveia Lima e Thiago de Carvalho Cunha, ambos suspeitos de lesão corporal, foram intimados a comparecer à DP e prestar depoimento.

O atendente de telemarketing Rodolfo Lima, 28, diz não ter recebido nenhuma intimação. "Se eu receber, vou lá explicar o que realmente aconteceu", anuncia. Ele diz não ter empurrado a repórter voluntariamente. "Foram os seguranças [da Globo] que nos empurraram e eu fui parar em cima dela", relata.

No entanto, ambos os suspeitos são recorrentes em invadir áreas de transmissão da Globo e tentar atrapalhar suas coberturas. "Essa foi a minha 13ª invasão", diz Lima. "Mas eu nunca agredi ninguém, sempre fiz coisas inofensivas como levantar cartaz, jogar água na minha cabeça e gritar: 'Cala a boca, Globo'".

O atendente diz que os atos ocorrem por ele discordar dos valores éticos e morais da emissora.

Monalisa Perrone foi procurada, mas a assessoria de imprensa da Globo disse que no momento ela não se pronunciará e que o departamento jurídico da emissora está à frente do caso. 

sábado, 19 de fevereiro de 2011

NÍVEL DA POLÍTICA NACIONAL - Vereadores partem para a agressão no Maranhão


Publicação: 18/02/2011 20:30 Atualização:

Vereadores da cidade interiorana de Codó, a 300 km de São Luís, no Maranhão, se desentenderam durante uma reunião e partiram para a agressão. A briga foi registrada por um equipe de TV,que filmou o momento em que os parlamentares se desentendem e trocam tapas e socos, derrubando o mobiliário do local. A briga só acabou depois que pessoas que assistiam à reunião apartaram os agressores.

Assista ao vídeo:




segunda-feira, 12 de abril de 2010

RIO DE JANEIRO/COTIDIANO - Diretora agredida volta ao trabalho e sindicato protesta por mais segurança


Secretaria investiga o caso e afirma que aluno envolvido já foi transferido

POR PEDRO LANDIM
Rio - A diretora da Escola Municipal General Humberto de Souza Mello, em Vila Isabel, que foi agredida por um grupo de alunos no dia 29, retorna hoje ao trabalho no local do incidente sob protesto do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe).
A entidade informou que pretende entrar em contato hoje com a secretária estadual de Educação, Cláudia Costin, cobrando uma audiência sobre o incidente. Em comunicado na Internet, o sindicato condenou a volta à escola da diretora e afirmou que o governo está sendo “irresponsável”.
“A Secretaria quer forjar normalidade que não existe. Diante das ameaças sofridas pela diretora, a escola contratou apenas um porteiro. Na sexta-feira, nem a dupla de guardas municipais apareceu no local”, disse ontem Edna Félix, diretora do Sepe. O sindicato cobra ainda a divulgação de dados sobre violência nas escolas municipais, que classifica como uma “caixa preta”.
Segundo nota da Secretaria Municipal de Educação, assim que foi informada do ocorrido, no dia 1º de abril, a secretária Cláudia Costin reuniu-se na escola com professores e conversou em seu gabinete com a diretora agredida, oferecendo a ajuda necessária. A secretaria afirmou que a sindicância que apura os fatos está dentro do prazo de 60 dias para a conclusão e que já foi providenciada a transferência do aluno envolvido no incidente para outra escola.


 


 

quinta-feira, 8 de abril de 2010

RIO DE JANEIRO/AGRESSÃO - Sepe vai ao MP para apresentar 'notícia crime' sobre agressão à diretora


A direção do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe) vai apresentar nesta quinta-feira ao Ministério Público e à 20ª DP (Vila Isabel) uma “noticia crime” em relação à agressão que alunos da Escola Municipal General Humberto de Souza Mello, no Maracanã, fizeram à diretora daquela unidade, na semana passada. Com essa ação, o sindicato quer levar ao conhecimento das autoridades competentes informações sobre o incidente na escola para que elas adotem as providências legais cabíveis. A diretora sofreu as agressões ao tentar apartar uma briga entre cerca de dez estudantes da unidade.

 


 

terça-feira, 2 de março de 2010

Seguranças da rodoviária de São José do Rio Preto agridem um passageiro

Eles chegaram a quebrar um cabo de vassoura durante a pancadaria. O homem é imobilizado por um dos funcionários enquanto o outro o agride. A cena é acompanhada por diversas pessoas.

Eles chegaram a quebrar um cabo de vassoura durante a pancadaria. O homem é imobilizado por um dos funcionários enquanto o outro o agride. A cena é acompanhada por diversas pessoas

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Manuil pede desculpas por agressão a Duda

GazetaEsportiva.Net
Publicação: 06/02/2010 18:35
 
Vila Velha (ES) - Responsável por uma agressão a Duda Machado nesta sexta-feira, durante a partida entre Vila Velha/Cetaf/Garoto/UVV e Flamengo, Manuil pediu desculpas públicas pelo ato.

"Desculpe basquete brasileiro. Deus me perdoe", afirmou o atleta, através de seu perfil Orkut. Apesar do arrependimento, ele pode pegar um forte gancho do Superior Tribunal de Basquete: 24 jogos. Ainda não há data para julgamento.

A cotovelada de Manuil em Duda fez o atleta do Flamengo ficar desacordado durante alguns segundos, além de formar uma poça de sangue no chão. O jogador rubro-negro foi diagnosticado com uma concussão cerebral de grau leve e um corte no supercílio, mas está bem.

"Não foi nada grave. Depois de uma pancada forte é normal perder a consciência e ter lapsos de memória. O exame no hospital é rotina nesses casos, apenas para que fiquemos tranqüilos", informou o fisioterapeuta Ricardo Machado.