Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro disse Dom Pedro II
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segunda-feira, 19 de abril de 2010

RIO DE JANEIRO/COTIDIANO - Bombeiros controlam princípio de incêndio em escola do Rio


Um princípio de incêndio, nesta segunda-feira, levou pânico a professores e funcionários da Escola Municipal Ludimilia Trota, na Tijuca, zona norte do Rio. O fogo, que começou na biblioteca, se propagou pelo sistema de ar-condicionado e, como a sala é trancada a cadeado, foi necessário usar um extintor para arrombar a tranca e iniciar o combate às chamas.
As crianças foram levadas pelas professoras para a entrada da escola e ninguém se feriu. Uma guarnição do Destacamento do Corpo de Bombeiros da Tijuca, que fica a 200 metros da escola, chegou rapidamente e controlou o princípio de incêndio. Por medida de segurança, as aulas foram suspensas e as crianças enviadas para casa.
O Dia

 


 

quinta-feira, 15 de abril de 2010

RIO DE JANEIRO/COMPORTAMENTO - Prefeitura do Rio proíbe pulseirinhas do sexo nas salas de aula


A secretária municipal de Educação, Claudia Costin, publicou nesta quinta-feira em Diário Oficial o regimento escolar que estabelece uma série de novas regras para as escolas da prefeitura. Foram instituídas ainda a proibição do uso de bonés e de adereços com insinuações sexuais, uma referência às pulseirinhas que vêm sendo usadas pelos estudantes.
Entre os deveres do aluno, está a participação semanal nas cerimônias de hasteamento da bandeira nacional. O uso de celular ou qualquer aparelho eletrônico dentro de sala de aula acarretará numa punição de dois dias de suspensão.

Pulseiras podem ter sido causa de estupro no ParanáUma menina de 13 anos foi violentada, no dia 14 de março, por quatro jovens, três deles menores de idade, em Londrina, no Paraná , e a polícia afirma que o motivo foram as "pulseirinhas do sexo". Ela contou à polícia que estava num ponto de ônibus, retornando da escola, na tarde de 14 de março, quando foi abordada pelos adolescentes, que romperam sua pulseira e passaram a cobrar: "Vai ter de pagar, vai ter de pagar", diziam referindo-se à ação da cor da pulseira. No dia seguinte, no mesmo terminal de ônibus, a garota foi novamente abordada e constrangida a acompanhar o grupo até a casa de um deles, onde ela foi violentada. Não houve uso de arma ou ameaças.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

RIO DE JANEIRO/COTIDIANO - Diretora agredida volta ao trabalho e sindicato protesta por mais segurança


Secretaria investiga o caso e afirma que aluno envolvido já foi transferido

POR PEDRO LANDIM
Rio - A diretora da Escola Municipal General Humberto de Souza Mello, em Vila Isabel, que foi agredida por um grupo de alunos no dia 29, retorna hoje ao trabalho no local do incidente sob protesto do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe).
A entidade informou que pretende entrar em contato hoje com a secretária estadual de Educação, Cláudia Costin, cobrando uma audiência sobre o incidente. Em comunicado na Internet, o sindicato condenou a volta à escola da diretora e afirmou que o governo está sendo “irresponsável”.
“A Secretaria quer forjar normalidade que não existe. Diante das ameaças sofridas pela diretora, a escola contratou apenas um porteiro. Na sexta-feira, nem a dupla de guardas municipais apareceu no local”, disse ontem Edna Félix, diretora do Sepe. O sindicato cobra ainda a divulgação de dados sobre violência nas escolas municipais, que classifica como uma “caixa preta”.
Segundo nota da Secretaria Municipal de Educação, assim que foi informada do ocorrido, no dia 1º de abril, a secretária Cláudia Costin reuniu-se na escola com professores e conversou em seu gabinete com a diretora agredida, oferecendo a ajuda necessária. A secretaria afirmou que a sindicância que apura os fatos está dentro do prazo de 60 dias para a conclusão e que já foi providenciada a transferência do aluno envolvido no incidente para outra escola.