Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro disse Dom Pedro II
Mostrando postagens com marcador funcionários. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador funcionários. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 23 de março de 2012

MÁFIA DA PROPINA NO RIO IIi - Funcionários estão com vergonha, medo e constrangimento

Por Cíntia Cruz.
Vinculados à empresa, mas sem qualquer relação com os escândalos envolvendo a Locanty, coletores e varredores sofrem com a falta de informações e temem o futuro. A varredora X., que trabalha em Seropédica há mais de um ano, conta que tem sido apontada na rua constantemente.

— As pessoas ficam nos olhando. De vez em quando, alguém vem e faz uma piadinha. Mas sou apenas uma funcionária.

Sem receberem qualquer informação sobre o posicionamento da empresa diante das denúncias, seguem trabalhando normalmente. Mas rejeitam a postura da prestadora.

— Sinto vergonha de trabalhar numa empresa como esta — disse a varredora Y., de Itaguaí.

Em Caxias, o varredor Z. prefere deixar o julgamento para a Justiça:

— Se eles estão errados, a Justiça tem que ser feita. Não é porque trabalho na firma que vou concordar.

A falta de informação também tem preocupado coletores e varredores, que foram contratados há menos de um mês.

— Comecei a trabalhar há poucos dias. Espero que não dê em nada. Tenho mulher e filhos para sustentar — disse o empregado W., de Belford Roxo.

A Locanty não informou o número de empregados nos cinco municípios da Baixada onde atua.



Fonte Extra Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/rio/baixada-fluminense/escandalo-da-locanty-funcionarios-estao-com-vergonha-medo-constrangimento-4390517.html#ixzz1pwQ4x9mV



terça-feira, 13 de setembro de 2011

ROMBO da previdência de servidores em SP atinge R$ 7,7 bilhões

Edna Simão - O Estado de S.Paulo
BRASÍLIA
O rombo da previdência dos servidores públicos do Estado de São Paulo atingiu R$ 7,717 bilhões no ano passado, o que representa crescimento de 7,6% em relação a 2009, segundo anuário do Ministério da Previdência. As despesas com pensões e aposentadorias chegaram a R$ 15,167 bilhões, valor bem superior à arrecadação de contribuições dos trabalhadores (R$ 7,449 bilhões). Em dezembro de 2010, o Estado de São Paulo tinha 407.186 inativos e pensionistas em sua folha de pagamento.
Para tentar minimizar o impacto das aposentadorias e pensões dos servidores nas contas públicas, o governador tucano Geraldo Alckmin quer emplacar o fundo de previdência complementar para seus funcionários. Com isso, a ideia é fixar o teto de aposentadoria do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), atualmente de R$ 3.691,74, também para os inativos e pensionistas do Estado. Com isso, quem quiser receber valor superior terá de contribuir para o fundo de previdência complementar. A proposta precisa ser aprovada pela Assembleia Legislativa.
O regime de previdência de São Paulo é semelhante ao da União. A diferença entre a contribuição e as despesas com pagamento é custeada pelo orçamento, o que acaba limitando investimentos em outras áreas. A criação do fundo visa equilibrar as contas da previdência no longo prazo até o fim do ano.
Esse foi o limite dado pelo Ministério da Previdência Social para não confiscar o chamado Certificado de Regularização Previdenciária (CRP). Sem ele, o Estado não recebe transferências voluntárias e fica proibido de fazer empréstimos.
O diretor-presidente da SPPrev, Carlos Henrique Flory, explicou que o fundo de previdência complementar do servidor de São Paulo terá algumas diferenças do da União, que depende da aprovação do Congresso.Por exemplo, serão criados vários fundos para atender às várias carreiras como o Judiciário. Além disso, a alíquota máxima de contribuição patronal será de 7,5%. Ele disse ainda que, apesar do elevado déficit, o Estado tem capacidade de pagamento. Pelo relatório do Tesouro Nacional, o governo estadual compromete apenas 38,57% de sua Receita Corrente Líquida com pessoal. O limite permitido pela Lei de Responsabilidade Fiscal é 49%.
Royalties. O Estado do Rio de Janeiro registrou déficit no regime próprio de previdência de R$ 5,388 bilhões no ano passado. O o presidente do Rio Previdência, Gustavo Barbosa, ressaltou que, atualmente, grande parte dessa despesa é coberta pelos royalties do petróleo. Ele admite que para o longo prazo está estudando alternativas para a sustentabilidade para impedir um agravamento das contas do governo.
"Estamos estudando medidas estruturais para o regime", disse Barbosa. O governo do Estado do Rio gasta 27,33% da RCL com folha de pagamento.

domingo, 9 de maio de 2010

GOVERNO LULA - Previdência de servidor terá rombo recorde


   
Projeções indicam que deficit na aposentadoria de funcionários públicos federais alcançará R$ 32,4 bilhões em 2011
Estimativa representa inversão na tendência de redução do deficit, que vinha desde 2004; especialistas culpam aumentos salariais

De Julianna Sofia:

O próximo presidente enfrentará no primeiro ano de governo um deficit recorde no regime de aposentadoria dos servidores públicos federais.
Projeções do Ministério da Previdência indicam que o rombo no sistema alcançará a marca histórica de R$ 32,4 bilhões em 2011.
O valor projetado representa um aumento de 33% em relação ao saldo negativo esperado para este ano: R$ 24,3 bilhões. Em 2009, as contas fecharam no vermelho em R$ 23,2 bilhões. A previsão é que até 2035 a situação se deteriore progressivamente e o desequilíbrio atinja R$ 99,8 bilhões.
O cenário também é de aumento do rombo quando se calcula o deficit como proporção do PIB. O percentual previsto para 2011 alcançará 0,85% da soma de bens e serviços produzidos no país no período. Neste ano, a previsão é atingir 0,70%.
Com esse crescimento do saldo negativo em relação ao PIB, observa-se uma volta aos patamares registrados há mais de seis anos (veja quadro na pág. B3). Mais ainda: se consolida uma inversão na tendência de redução no deficit.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

GOVERNO LULA/RIO DE JANEIRO - Rio tem 55 mil servidores federais a mais que Brasília


O Rio de Janeiro, Estado que abrigava a capital federal, ainda é o Estado com o maior número de servidores civis ativos da União, com 55 mil servidores a mais que Brasília, segundo o jornal Folha de S.Paulo. O Ministério do Planejamento informa que o número de servidores federais civis do Executivo, em janeiro, indica 114.739 lotados no Rio, contra 61.698 no Distrito Federal. Durante o governo Lula, o número de funcionários federais cresceu 18%, devido aos concursos públicos e à reintegração de 2.396 servidores demitidos no governo Collor, entre 1990 e 1992.
Nos últimos anos, o Rio de Janeiro recebeu três agências reguladoras federais, a Agência Nacional do Petróleo (ANP), a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e a Agência Nacional do Cinema (Ancine). A ANP emprega 566 funcionários. A estatística não inclui os empregados de autarquias, as estatais controladas pela União nem os militares. Apenas a Petrobras possui 16 mil funcionários no Rio de Janeiro. As demais estatais, de acordo com o jornal, somam quase 30 mil funcionários. O Rio de Janeiro é o Estado com maior número de servidores federais nas áreas da saúde (46,8 mil) e educação (29,8 mil). Mais da metade dos funcionários do Ministério da Cultura - 55% - também estão no Rio de Janeiro, segundo o levantamento, devido aos seis museus que existem na cidade.

 


 

sábado, 10 de abril de 2010

DENÚNCIA - TCU aponta irregularidades no pagamento de servidores do TJDF



Auditores do Tribunal de Contas identificaram 121 funcionários recebendo acima do teto constitucional. Mais de cem funcionários estariam ganhando além do permitido.
 
TJ

Auditoria realizada entre 2008 e 2009 identificou uma despesa irregular de mais R$75 milhões de reais na folha de pagamento do tribunal - o que equivale a 7,5% do gasto anual do TJDF com os salários dos servidores e magistrados.

Os auditores do Tribunal de Contas identificaram 121 funcionários recebendo acima do teto constitucional, que é o salário de um ministro do Supremo Tribunal Federal, que atualmente é de R$26.700.

Constataram ainda que servidores estariam acumulando cargos públicos, além de irregularidades aposentadoria de quatro magistrados. Um deles teria contado indevidamente onze anos de trabalho como advogado, sem comprovar recolhimento da previdência. Dois teriam tido um acréscimo irregular de 17% nas aposentadorias. Os auditores ainda recomendaram a suspensão de uma parcela de mais de 10% que vinha sendo paga a servidores sem justificativa legal.

O Tribunal de Contas da União aprovou o relatório da auditoria esta semana. Na decisão, deu prazo de 60 dias para que todas as irregularidades sejam resolvidas. Os conselheiros também determinaram o ressarcimento do dinheiro foi pago a mais aos servidores.

O presidente do STF, Gilmar Mendes, afirmou que, se houver denúncia, o Conselho Nacional de Justiça vai tomar as medidas possíveis. “Acredito que se chegar ao CNJ como a notícia está a apontar irregularidades indicadas pelo TCU, certamente, serão abertos os procedimentos administrativos devidos”, disse.

Em relação às aposentadorias, a fiscalização do TCU vai analisar cada processo. Em nota, o Tribunal de Justiça informou que tem o mesmo entendimento do Supremo e que, cumprindo determinação do TCU, já avisou aos magistrados e servidores que vai suspender os pagamentos.


Bernardo Menezes  - DF-TV

 


 

sábado, 3 de abril de 2010

RIO DE JANEIRO/PREFEITURA - GREVE DE FOME NO HOSPITAL SOUZA AGUIAR


POR FERNANDO MOLICA
Rio - Funcionários do Hospital Souza Aguiar prometem fazer uma pequena greve de fome depois de amanhã. Em protesto contra a má qualidade da comida vão se recusar a tomar café, almoçar e jantar em seu local de trabalho.
Segundo o vereador Paulo Pinheiro (PPS), a Masan Comercial é responsável pela alimentação de funcionários, pacientes e acompanhantes de dez hospitais da rede municipal. Só no ano passado, a empresa recebeu R$ 21, 225 milhões da prefeitura. Alega que, pelo preço, a comida deveria ser bem melhor.