Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro disse Dom Pedro II
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terça-feira, 13 de setembro de 2011

De olho na sucessão de #Cabral, Pezão deixa Secretaria de Obras para assumir supercargo no estado do #rio

RIO - O vice-governador Luiz Fernando Pezão está deixando nesta terça-feira o cargo que vinha acumulando de secretário estadual de Obras. Pezão será substituído na pasta pelo subsecretário Hudson Braga e irá assumir a Coordenadoria Executiva dos Projetos e Obras de Infraestrutura, órgão criado nesta terça-feira, através de decreto do governador Sérgio Cabral.

A nova coordenadoria terá ares de supercargo, com uma ampla gama de funções: cuidará de saneamento ambiental; mobilidade urbana e rural; logística e abastecimento (portos, estradas e aeroportos); moradia; questões sociais; prevenção de acidentes de Defesa Civil; e energia e petróleo.

Pezão ainda terá a função de estabelecer a interlocução do estados com os municípios e o governo federal. Outra atribuição estabelecida para o órgão é concentrar e desenvolver todas as ações necessárias para a captação de recursos para projetos e execução de obras de infraestrutura física, social e ambiental no estado.

O vice-governador vem ganhando posição de destaque na administração estadual. Durante as últimas chuvas, que castigaram a Região Serrana no início deste ano, ele ficou à frente do processo de reconstrução das cidades atingidas.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/mat/2011/09/13/pezao-deixa-secretaria-de-obras-para-assumir-supercargo-no-estado-925346142.asp#ixzz1XqQDR6Kw
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sábado, 8 de maio de 2010

ELEIÇÕES 2010 / SÃO PAULO - PDT paulista indica dois nomes para vice de Mercadante





  

DANIEL RONCAGLIA
da Reportagem Local


O PDT de São Paulo apresentou neste sábado ao senador Aloizio Mercadante (PT) dois nomes para a vaga de vice na chapa petista que disputará o governo paulista --a sindicalista Eunice Cabral, ligada aos trabalhadores do setor têxtil, e o ex-prefeito de Rio Preto Manoel Antunes.
"Como a gente não fechou a definição sobre um nome, decidimos indicar dois", afirmou o deputado Paulinho da Força, presidente do PDT paulista.
Em uma convenção com cerca de 1.300 militantes em Limeira (SP), o partido selou a aliança com Mercadante. Antunes, que é o mais cotado, ainda não decidiu se irá ser candidato a vice porque tem uma eleição praticamente garantida para a Câmara dos Deputados.


A expectativa de Paulinho é que a aliança com PT ajude a legenda a dobrar a bancada de deputados em São Paulo, que hoje é de seis federais e cinco estaduais.
Segundo pesquisa Datafolha, do dia 29 de março, o tucano Geraldo Alckmin tem 53% das intenções de voto, enquanto Mercadante aparece com 13%.
A convenção de hoje praticamente fecha a possibilidade do PSB integrar a chapa de Mercadante. Segundo Paulinho, que também é presidente da Força Sindical, os socialistas até podem fazer parte da coligação. No entanto, o PDT não irá aceitar que o empresário Paulo Skaf, presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), seja escolhido como vice do petista. "Não há condição de isso acontecer."
Com o apoio do PDT fechado, o companheiro da ex-prefeita Marta Suplicy na disputa pelo Senado deve ser o vereador Netinho de Paula (PC do B), que estava presente na convenção de hoje. "Achamos que é um bom nome", afirmou o presidente do PDT paulista.
Outro cotado para a vaga ao lado de Marta é o vereador Gabriel Chalita (PSB). Mas, pela lei eleitoral, o vereador não poderia fazer aliança com o PT se o seu partido lançar a candidatura de Skaf ao governo paulista.
Ontem, Mercadante visitou quatro cidades --Carapicuíba, Itapevi, Jandira e Barueri-- ao lado de Netinho. A região é o berço político do vereador, que também é cantor. Na quinta, os dois estiveram juntos em visita a outras três cidades do interior, quando o petista o chamou de "mano senador".
Apesar disso, Marta evitou a agenda conjunta com Mercadante e Netinho. A avaliação é de que a ex-prefeita resiste em apoiar o vereador por entender que os dois competem pelo mesmo eleitorado.
PSB e PT também estão negociando com o senador Romeu Tuma (PTB), que está isolado depois que o PSDB paulista se aliou com o PMDB para lançar o ex-governador Orestes Quércia (PMDB) e o ex-secretário da Casa Civil de SP Aloysio Nunes Ferreira na disputa ao Senado. No entanto, a direção do PTB paulista afirma que irá apoiar Alckmin. O tucano lançou a sua pré-candidatura ao governo paulista neste sábado.


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domingo, 17 de janeiro de 2010

Mensalão do DEM - Paulo Octavio sai da política


Origem : Ricardo Noblat


De férias com a família em Nova Iorque, o vice-governador do Distrito Federal, Paulo Octavio (DEM), antecipou da próxima quinta-feira para hoje seu retorno a Brasília.

A expectativa dos seus amigos e assessores é a de que ele anuncie a saída em definitivo da política.

Metido no rolo do mensalão do DEM, Paulo Octávio acompanha, preocupado, os reflexos do escândao nos seus negócios.

Dono de uma das maiores fortunas do Distrito Federal, que inclue a imobiliária que leva seu nome, ele sempre foi mais empresário do que político.

Sabe que a Polícia Federal acumula novas provas que tendem a complicar ainda mais sua situação.

Ele e o governador José Roberto Arruda se desentenderam em definitivo.

Arruda acha que seu vice jogou para que ele renunciasse ao governo.

Os dois quase saíram no tapa em dezembro último.

Se ouvisse o conselho de alguns assessores, Paulo Octavio largaria desde já o lugar de vice.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

>>Personagem do Dia - Paulo Octávio<<<




Paulo Octávio Alves Pereira (Lavras, 13 de fevereiro de 1950) é um empresário e político brasileiro filiado ao Democratas, sendo o atual vice-governador do Distrito Federal.

Paulo Octávio mudou-se para Brasília aos 12 anos de idade. Desde então, construiu uma carreira firme e bem sucedida na iniciativa privada e vida pública. É casado com Anna Christina Kubitschek Barbará A. Pereira, neta do ex-presidente da República Juscelino Kubitschek, com quem tem dois filhos, Felipe e André.

No governo João Figueiredo, quando era genro do então ministro da Marinha Maximiano da Fonseca, associou-se ao empresário Sérgio Naya para a construção do hotel St. Paul, onde a Marinha adquiriu 40 dos 272 apartamentos.[1]

Índice
1 Carreira política
1.1 Poder executivo
2 Escândalo de corrupção
3 Ver também
4 Referências


[editar] Carreira política
A carreira política começou em 1990, quando foi o deputado federal mais votado da coligação PRN/PFL, com 38.233 votos. Paulo Octavio fez parte da chamada "tropa de choque" do presidente Fernando Collor no Congresso Nacional, apoiando o governo durante a crise que culminou com o afastamento de Collor da presidência da República, em 1992. Em 1998 voltou a ser eleito deputado federal, dessa vez o mais votado da coligação PFL/PSDB, com 72.785 votos.

Durante sua atuação na Câmara dos Deputados, duas frentes chamaram a atenção. A primeira foi a audaciosa candidatura de Brasília para sediar as Olimpíadas do ano 2000. Criticada por alguns, elogiada por outros, a campanha da capital foi longe e, pela primeira vez, um país da América Latina candidatava-se e conseguia classificar-se para a final, que teve como vencedora a cidade de Sidney, na Austrália. Pelo mundo, Paulo Octávio divulgou o projeto "Capital Patrimônio Cultural da Humanidade", que serviu de base para a candidatura vencedora do Rio de Janeiro para os Jogos Olímpicos de 2016.

Sua segunda bandeira foi a criação da Comissão Permanente de Turismo da Câmara. O Congresso Nacional não contava, até então, com uma comissão temática para discutir os assuntos relacionados ao setor. Como vice-presidente da comissão, Paulo Octávio organizou, em 2002, o Congresso Brasileiro da Atividade Turística (CBratur). O encontro reuniu as principais lideranças do turismo no Brasil e promoveu um debate com todos os presidenciáveis daquele ano, que apresentaram suas propostas para desenvolvimento do setor.

Em 2002 chegou ao Senado Federal com a aprovação de 25% dos eleitores do DF – um total de 553.707 votos. Lá também lutou pela criação de uma Comissão de Turismo. Como parlamentar, sempre defendeu e trabalhou para trazer verbas federais para Brasília. Nesse sentido, foi coordenador da bancada do Distrito Federal no momento em que se discutia o repasse do Fundo Constitucional do DF – que garante verbas para o pagamento de pessoal da saúde, educação e segurança. Além disso, defendeu a todo o momento a aprovação de um imposto único, o Imposto Cidadão.

No seu primeiro ano no Senado, foi nomeado vice-líder do então PFL e vice-presidente da Comissão de Assuntos Econômicos. Nessa função, fundou a Subcomissão de Turismo. Paulo Octávio se transformou no principal interlocutor entre o Governo do Distrito Federal, de Joaquim Roriz, e o Palácio do Planalto, no 1º mandato de Luiz Inácio Lula da Silva na presidência da república. Sua atitude conciliadora fez com que a União complementasse verbas do Fundo Constitucional do DF. Lotou também para construir uma ramificação do Gasoduto Bolívia-Brasil para o Centro-Oeste, que até hoje é uma de suas bandeiras.

Sua postura e atuação como senador levaram Paulo Octávio a ser indicado por dois anos seguidos – 2003 e 2004 – como um dos parlamentares mais influentes do Congresso Nacional pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap). Só Paulo Octávio, ao lado do deputado Sigmaringa Seixas, conseguiram figurar por duas vezes na prestigiada lista do Diap, que indica quem são os “cabeças” do parlamento brasileiro.

[editar] Poder executivo
Já em 2006, foi eleito vice-governador no primeiro turno na chapa encabeçada por José Roberto Arruda, com 663.364 votos. Durante quase três anos ocupou também o cargo de secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo. Na Secretaria, enxugou o quadro de funcionários comissionados, entregou o prédio alugado onde funcionava a pasta e também veículos, gerando economia aos cofres públicos.

Intalado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, sem ônus para o Estado, Paulo Octávio implantou uma gestão moderna e transparente, promovendo todas as assinaturas de contratos do Pró-DF sob os olhares do setor produtivo e da imprensa. O trabalho da SDET ajudou a reduzir os índices de desemprego na capital, chegando ao menor patamar dos últimos 10 anos.

Na área de turismo, Brasília ganhou uma comemoração de aniversário digna das grandes capitais do mundo. Em 2007, 600 mil pessoas puderam acompanhar uma maratona de shows na Esplanada dos Ministérios. No ano seguinte, o público foi de 1 milhão. Já em 2009, 1,2 milhão de pessoas aproveitaram 21 horas de evento.

Empresário por formação, político por vocação, Paulo Octávio figurou por três anos consecutivos (2003, 2004, 2005) na lista de parlamentares mais influentes do Congresso elaborada pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap). A liderança é exercida também no setor privado. Ele integrou os conselhos superiores das principais entidades empresarias do DF como a Fibra, Fecomércio e a Associação Comercial.

Em 1997 recebeu a medalha do mérito comercial da Associação Comercial do DF. Em maio do ano seguinte, ganhou o título de cidadão honorário de Brasília pela contribuição ao desenvolvimento da cidade. Por três vezes foi escolhido líder empresarial do ano pela Gazeta Mercantil – 1997/1999/2001. Em 2000 foi a vez do Governo de Minas Gerais prestar homenagem à Paulo Octávio, com a medalha presidente JK. Em 2000, foi apontado pela Federação das Indústrias como o maior gerador de emprego do Distrito Federal. Em 2006, foi eleito vice-governador no primeiro turno, com 663.364 votos na chapa que elegeu José Roberto Arruda Governador do DF pelo PFL Hoje DEM.

Ao mesmo tempo dono do grupo "Organizações Paulo Octávio" (cujas principais atividades são a construção imobiliária e venda de imóveis).

[editar] Escândalo de corrupção
Ver artigo principal: Mensalão do DEM
No dia 27 de novembro de 2009 teve seu nome seu envolvido na Operação Caixa de Pandora feita pela Polícia Federal, que no inquérito do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) relata gravações feitas com autorização da justiça, sobre a suposta divisão de dinheiro entre membros do primeiro escalão do GDF.[2]

Segundo depoimento prestado ao Ministério Público Federal o ex-secretário secretário do governo do Distrito Federal, Durval Barbosa, afirma que o vice governador do Distrito Federal Paulo Octávio (DEM), dono do patrimônio milionário tambem recebeu propina.[3]

Em novo depoimento a Polícia Federal Segundo Durval Barbosa, vice-Governador Paulo Octávio teria recebido 200 mil diretamente das mãos de Durval Barbosa em uma das suítes do Hotel Kubitischeck Plaza, que pertence ao grupo do vice-governador.[4]