Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro disse Dom Pedro II
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segunda-feira, 23 de abril de 2012

FARRA DOS BANCOS - Bradesco tem lucro líquido de R$ 2,793 bi no 1º tri, com alta de 3,4%


Valor Online
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O Bradesco registrou lucro líquido de R$ 2,793 bi no primeiro trimestre, aumento de 3,4% na comparação com igual período de 2011. O movimento foi puxado pelo crescimento da carteira de crédito e também pelas receitas com prestação de serviços.

Na comparação com o quarto trimestre do ano passado, o lucro líquido subiu 2,5%.

A Bradesco Seguros contribuiu com um lucro de R$ 905 milhões, com alta de 18,9% na comparação anual.

A carteira de crédito do banco cresceu 12,4% em 12 meses, para R$ 269,7 bilhões. Na comparação com o quarto trimestre de 2011, a alta foi de apenas 0,4%.

A inadimplência total acima de 90 dias atingiu 4,1%, com aumento de 0,2 ponto percentual em relação ao quarto trimestre de 2011. Na comparação com igual trimestre do ano passado, a alta foi de 0,5 ponto percentual.

As provisões para devedores duvidosos atingiram R$ 3,1 bilhões, com crescimento de 31,1% na comparação com igual trimestre de 2011. O aumento se deveu à maior inadimplência das pessoas físicas e das micro, pequenas e médias empresas, segundo o banco.



Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/economia/bradesco-tem-lucro-liquido-de-2793-bi-no-1-tri-com-alta-de-34-4712806.html#ixzz1srQWSwEY



terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

FARRA DOS BANCOS - Lucro do Itaú Unibanco cresce quase 10% e fecha 2011 em R$ 14,6 bi

No 4º trimestre do ano passado, contudo, ganhos do banco caíram 5,4%, para R$ 3,6 bi
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Agência Estado
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SÃO PAULO - O Itaú Unibanco divulgou nesta terça-feira, 7, que registrou lucro líquido consolidado de R$ 3,681 bilhões no quarto trimestre de 2011, o que representa uma queda de 5,4% em relação ao mesmo período de 2010. Em todo o ano de 2011, o lucro do Itaú Unibanco foi de R$ 14,621 bilhões, alta de 9,7% ante o ano anterior.
O lucro líquido recorrente no quarto trimestre de 2011 foi de R$ 3,746 bilhões (+10,2% ante igual intervalo de 2010). No acumulado de 2011, o lucro líquido recorrente de 2011 soma R$ 14,641 bilhões, alta de 12,4% sobre 2010.
Os ativos totais em 31 de dezembro de 2011 somaram R$ 851,332 bilhões, alta de 13,2% na comparação com um ano antes. O patrimônio líquido somou R$ 71,347 bilhões em 31 de dezembro de 2011, aumento de 17,2% na mesma base de comparação.
No quarto trimestre do ano passado, o retorno sobre o patrimônio líquido médio anualizado (ROE) foi de 21,4%, queda de 4,9 pontos porcentuais ante o quarto trimestre de 2010. Em todo o ano de 2011, o ROE foi de 22,3%, queda de 1,8 ponto porcentual.
O índice de Basileia no quarto trimestre de 2011 é de 16,4%, ante 15,4% no mesmo período de 2010.

Fonte Estadão

sábado, 12 de novembro de 2011

ATENÇÃO ACIONISTAS - LUCRO DA PETROBRAS CAI 42%

RIO - A Petrobras obteve lucro líquido de R$ 6,336 bilhões no terceiro trimestre, o que representa uma queda de 26% frente ao mesmo trimestre do ano passado. Na comparação com o segundo trimestre deste ano, houve recuo de 42% no lucro.
Trata-se de um resultado acima das expectativas do mercado. A maior parte dos analistas esperava por lucro líquido de R$ 4,8 bilhões no terceiro trimestre deste ano. Segundo eles, a valorização do dólar frente ao real e o aumento das importações influenciaram os resultados da estatal.

Segundo a estatal, o lucro na comparação com o segundo trimestre do ano foi impactado pelo "efeito cambial sobre o endividamento da companhia".

No ano, a Petrobras registra lucro líquido de R$ 28.264 milhões, o que foi 15% superior ao mesmo período do ano passado (R$ 24.588 milhões).

A receita de vendas da estatal avançou 4%, para R$ 64,179 bilhões, também acima do esperado pelo mercado, que projetava cerca de R$ 62,7 bilhões.

A geração de caixa, medida pelo Ebitda, atingiu R$ 16,7 bilhões, 3% superior ao trimestre passado.

O endividamento líquido em setembro deste ano 2011 foi de R$ 91.795 milhões. A alavancagem passou de 17% para 22%, sendo o efeito cambial responsável pelo aumento em 3 pontos percentuais, segundo a estatal.



Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/mat/2011/11/11/lucro-da-petrobras-soma-6-336-bi-no-terceiro-trimestre-cai-26-frente-2010-925787863.asp#ixzz1dU18P3S7


    

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

FARRA DOS BANCOS - Margem de lucro dos bancos representa maior parte do spread bancário

Agência Brasil

A margem de lucro dos bancos continuou a representar a maior parte do spread bancário, diferença entre o custo de captação de recursos e a taxa cobrada dos clientes nos empréstimos. Segundo o Relatório de Economia Bancária, divulgado nesta quinta-feira (3/11) pelo Banco Central (BC), a chamada Margem Bruta, Erros e Omissões correspondeu a 54,62% do spread prefixado em 2010.

Os dados do BC mostram que houve crescimento da participação do lucro no spread. Em 2009, esse percentual chegou a 49,91%. Ao serem descontados os impostos diretos, a margem líquida ficou em 32,73%, no ano passado, contra 29,94% em 2009.

A participação da inadimplência na composição do spread caiu de 2009 (30,59%) para 2010 (28,74%). O custo administrativo passou de 14,25%, em 2009, para 12,56% no ano passado.

Os depósitos compulsórios (recursos que os bancos são obrigados a depositar no BC) mais os subsídios cruzados (gerados pelo direcionamento obrigatório de parte dos depósitos à vista e de poupança para crédito rural e crédito habitacional), os custos com o Fundo Garantidor de Crédito e encargos fiscais chegaram a 4,08%, no ano passado, contra 5,26% em 2009.

De acordo com os dados do BC, o spread passou de 29,81 pontos percentuais, em 2009, para 27,87 pontos percentuais em 2010. O BC também informou que os bancos públicos registraram spread de 21,11 pontos percentuais, no ano passado, contra 34,22 pontos percentuais em 2009. Nos bancos privados, houve alta de 27,97, em 2009, para 30,51 pontos percentuais em 2010

Fonte Correio Brasiliense http://t.co/sdCofaHD

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

FARRA DOS BANCOS - Lucro do Banco do Brasil sobe 11% e atinge R$ 2,9 bi no trimestre

O Banco do Brasil encerrou o terceiro trimestre com lucro líquido acima do esperado, com aumento de 11,2% sobre o ganho obtido um ano antes, em meio a uma alta de dois dígitos na carteira de crédito e apesar de um aumento de quase 25% nas provisões sobre risco de financiamentos.

A maior instituição financeira da América Latina em ativos teve lucro líquido de R$ 2,89 bilhões no terceiro trimestre, ante uma expectativa média de dez analistas consultados pela Reuters de resultado positivo de R$ 2,67 bilhões.

Lucro do Itaú cresce 25,5% e atinge R$ 3,8 bi no trimestre
Lucro do Santander recua 6,9% no Brasil e atinge R$ 1,8 bi no trimestre
Lucro do Bradesco cresce 11,4% e atinge R$ 2,8 bi no trimestre

  Em termos recorrentes, porém, o resultado, que ficou em linha com o obtido um ano antes, foi ligeiramente abaixo do esperado pelo mercado, a R$ 2,57 bilhões. Analistas esperavam ganho de R$ 2,64 bilhões entre julho e setembro.

Nos nove primeiros meses do ano, o BB registrou lucro líquido recorde de R$ 9,2 bilhões, resultado 18,9% maior que o do mesmo período de 2010. 

 O resultado foi inferior ao do Itaú Unibanco na análise trimestral e no acumulado do ano.

Considerando o período de janeiro a setembro, o banco privado detém o maior lucro líquido entre as instituições financeiras de capital aberto, com o desempenho em 2011 (R$ 10,940 bilhões), e também o segundo maior ganho no ranking, referente a 2010 (R$ 9,433 bilhões), de acordo com a consultoria Economática. Em seguida aparece o resultado do Banco do Brasil neste ano. 

 CRÉDITO 
A carteira de crédito em conceito ampliado, que inclui garantias prestadas e títulos e valores mobiliários privados, chegou a R$ 441,6 bilhões em setembro, alta de 21% em 12 meses.

Enquanto a carteira total cresceu, a inadimplência diminuiu. O índice de operações vencidas há mais de 90 dias caiu de 2,7% para 2,1% no final de setembro. Apesar disso, a provisão para risco de crédito saltou 24% no período, a R$ 3,285 bilhões. 

 O financiamento ao consumo subiu 17%, enquanto empréstimos para pessoa jurídica avançaram 21,6%. No agronegócio, o banco ampliou sua carteira em 12,3%, para R$ 83,78 bilhões.

O BB somou R$ 949,8 bilhões em ativos totais, crescimento de 19,2% contra um ano antes. 

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

FARRA DOS BANCOS - Lucro da Caixa cresce 25,5% em 2010

Atamiro Silva Júnior e Fabiana Holtz, da Agência Estado


SÃO PAULO - A Caixa Econômica Federal registrou lucro líquido de R$ 3,8 bilhões no ano de 2010, expansão de 25,5% ante o ano anterior. O crescimento do ganho foi puxado pelas operações de crédito do banco público. A carteira de empréstimo fechou dezembro com saldo de R$ 175,8 bilhões, aumento de 41,3%. As concessões de crédito somaram R$ 194 bilhões e foram recordes.

A presidente da Caixa Econômica Federal, Maria Fernanda Ramos Coelho, destaca em entrevista à imprensa que os resultados recordes confirmam a política correta adotada pela Caixa, de se focar no crédito. A meta para 2011 é crescer 30% no crédito. O banco fechou o ano com 40 mil pontos de atendimento no Brasil. A meta para este ano é abrir 200 novos pontos de atendimento.

O financiamento habitacional foi a linha que mais cresceu e bateu recorde histórico, com contrações de R$ 77,8 bilhões e expansão de 57,2%. Segundo a Caixa, o banco respondeu por 70% do financiamento habitacional do Brasil. Do total de financiamentos da Caixa, R$ 27,7 bilhões foram realizados com recursos da poupança, respondendo por 203,9 mil moradias.

O número de contas de poupança superou a marca de 40 milhões e depósitos de R$ 129 bilhões. A captação líquida da poupança foi de R$ 13,2 bilhões em 2010.

A taxa de inadimplência, para atrasos superiores a 90 dias, teve pequena queda em 2010, baixando de 2,2% no ano anterior para 2%. As provisões para créditos de liquidação duvidosa somaram R$ 11,1 bilhões, aumento de 25%.

Os ativos totais da Caixa tiveram aumento de 17% e fecharam o ano em R$ 400 bilhões.

Crédito

A participação da Caixa no mercado de crédito nacional chegou a 10,32% em 2010, acima dos 8,79% do ano anterior. Segundo o vice presidente de controle e risco da Caixa, Marcos Vasconcelos, há cerca de 5 anos essa participação não passava dos 5%. No crédito imobiliário, mesmo com a maior concorrência, a fatia do banco público subiu de 74,9% para 76,05%. No ano passado, a carteira do empréstimos do banco cresceu 41,3% e chegou a R$ 175,8 bilhões, recorde histórico.

As receitas com prestação de serviços da Caixa bateram em R$ 10,477 bilhões em 2010, expansão de 16,8%. Esse crescimento, segundo Vasconcelos, não significa aumento de tarifas, mas prestação de mais serviços pelo banco e ainda atração de novos clientes. Na rede do banco, foram realizadas em 2010 mais de 4 bilhões de operações bancárias, expansão de 9%.

Panamericano

Já os número do Banco Panamericano só vão ser consolidados no balanço da Caixa no primeiro trimestre deste ano, informou Vasconcelos sem dar maiores detalhes de qual impacto terá essa consolidação.

Em entrevista à imprensa nesta manhã, a presidente do banco, Maria Fernanda Ramos Coelho, destacou que entre as agências abertas em 2010 está uma no complexo do Alemão, no Rio, e outra em um rio no Amazonas. A Caixa chegou a 52,3 milhões de clientes em dezembro do ano passado.

O índice de Basileia do banco caiu de 17,5% em 2009 para 15,4% em 2010, mesmo nível dos bancos privados. A queda ocorreu por conta do crescimento das operações de crédito do Caixa, destaca Vasconcelos. O Basileia é um indicador que mede quanto o banco pode emprestar no crédito sem comprometer seu capital. O Banco Central exige índice mínimo de 11%.

A Caixa liberou R$ 9,3 bilhões de recursos para infraestrutura em 2010.

Aquisições

A Caixa pretende fazer novas aquisições, mas descarta compras fora do Brasil. Mesmo a América Latina está fora dos planos, segundo a presidente do banco.

Sobre o Banco Panamericano, ela afirma que o objetivo da Caixa não é o curto prazo, mas o longo prazo. "O Panamericano vai permitir a atuação da Caixa em novos nichos, como pequenas e médias empresas", disse Maria Fernanda à imprensa, após apresentar os dados financeiros da Caixa de 2010.

Segundo ela, os executivos do BTG Pactual e da Caixa estão neste momento discutindo os rumos do Panamericano e elaborando um plano de negócios.

Quando questionada sobre o aquecimento do mercado imobiliário, Maria Fernanda descartou que haja um bolha. "Não existe preocupação com relação a bolha. Mas sim a preocupação da criação de instrumentos que deem mais transparência para este mercado e segurança para o comprador."

A Caixa está estudando o lançamento de um índice de preços de imóveis residenciais. O indicador deve ser feito em conjunto com outras instituições, como o Banco Central e o IBGE. Segundo Maria Fernanda, esse tipo de índice é prática comum em outros países e tem como objetivo dar maior segurança para quem compra um imóvel.

segunda-feira, 22 de março de 2010

ECONOMIA/NEGÓCIOS - Petrobras supera Microsoft, GE e Chevron e tem 2º maior lucro entre América Latina e EUA


da Folha Online
A Petrobras registrou em 2009 o segundo maior lucro entre empresas da América Latina e Estados Unidos, segundo comparação feita pela consultoria Economática.
O lucro da Petrobras em 2009 ficou em R$ 28,982 bilhões, ou US$ 16,645 bilhões (na conversão pelo dólar Ptax de 31 de dezembro de 2009). O resultado é 12% abaixo de 2008.
Petrobras amplia plano de investimentos para US$ 220 bi até 2014
Lucro da Petrobras cai 12% e soma R$ 28 bi em 2009
Petrobras investe na exportação de óleo combustível para Europa
Em 2008 a Petrobras havia ficado na quinta colocação, atrás da Exxon Mobil, Chevron Texaco, GE e Microsoft.
Já em 2009, o lucro da Petrobras só ficou abaixo da Exxon Mobil em US$ 2,635 bilhões. A diferença, de 13,7%, é a menor entre as empresas desde 1994.
Atrás da Petrobras ficaram, pela ordem, Microsoft, Walmart, IBM e Goldman Sachs. A GE ficou em 12º lugar e a Chevron, em 14º.
Petrobras
Mesmo com a queda de 12% no lucro líquido em 2009, a Petrobras anunciou uma elevação no seu plano de investimentos para o período entre 2010 e 2014. Os recursos previstos para os próximos anos ficam entre US$ 200 bilhões e US$ 220 bilhões, contra US$ 174,4 bilhões previstos até 2013.
De acordo com empresa, a queda no lucro refletiu a redução nos preços de venda de petróleo e derivados, as perdas cambiais durante o período em que a companhia manteve exposição líquida ativa em dólar e a despesa extraordinária com participação especial.
"A principal causa [da queda] foi a variação cambial. A Petrobras tem ativos líquidos denominados em dólares, então quando esses ativos são traduzidos para reais, é usada a taxa de câmbio", afirmou Almir Barbassa, citando a valorização do real em 2009. De acordo com Barbassa, apenas esse fator gerou uma variação de R$ 4 bilhões no lucro da companhia.

 


 

sábado, 20 de março de 2010

ECONOMIA/NEGÓCIOS - Petrobrás tem lucro de R$ 8,129 bilhões no 4º trimestre

No acumulado do ano, lucro líquido ficou em R$ 28,982 bilhões, queda de 12,1% sobre 2008
André Magnabosco, Monica Ciarelli, Kelly Lima e Tatiana Freitas, da Agência Estado, com Reuters 




RIO E SÃO PAULO - A Petrobrás apresentou lucro líquido de R$ 8,129 bilhões no quarto trimestre de 2009, alta de 31,34% sobre o mesmo período do ano passado. O Ebitda somou R$ 15,016 bilhões no quarto trimestre, crescimento de 62,8% ante o quarto trimestre do ano anterior.

No acumulado do ano, o lucro líquido ficou em R$ 28,982 bilhões, queda de 12,1% sobre 2008 e o Ebitda totalizou R$ 59,944 bilhões, baixa de 4,85% sobre o ano anterior.

Receita líquida cai

A empresa obteve receita líquida de R$ 47,633 bilhões no quarto trimestre do ano, mostrando queda de 8,6% sobre o mesmo período de 2008. No mesmo intervalo, o lucro bruto totalizou R$ 18,055 bilhões, com aumento de 23,7%. O lucro operacional, antes do resultado financeiro, equivalência patrimonial e impostos, atingiu R$ 10,657 bilhões, mostrando evolução de 119,4%.

No acumulado do ano, a receita líquida somou R$ 182,710 bilhões, com retração de 15%. O lucro bruto ficou estável em R$ 73,673 bilhões e o lucro operacional atingiu R$ 46,128 bilhões, em linha com os R$ 45,950 bilhões do exercício anterior.

Captação recorde

O diretor financeiro, Almir Barbasa, informou que a estatal bateu recorde ao captar R$ 74,350 bilhões em 2009, com um prazo médio superior a 10 anos. No período, a companhia amortizou R$ 27 bilhões. Segundo o executivo, as captações conseguiram alongar o prazo da divida da estatal, que passou de 4,2 anos para 7,5 anos. O balanço da empresa mostra que o endividamento atingiu R$ 100,329 bilhões em 2009, contra R$ 64,713 bilhões do ano anterior.

Apesar do aumento da divida, Barbassa destaca que o alongamento no prazo da divida dá tranquilidade à empresa para obter um fluxo de caixa que suporte os investimentos previstos. "O aumento não coloca a empresa em xeque", disse.

Meta de produção menor

A Petrobrás também informou que reviu sua meta de produção para o ano de 2010, dentro da estratégia de atualização de seu plano de investimentos.

Segundo o diretor financeiro da estatal, Almir Barbassa, a nova meta será de 2,100 milhões de barris de óleo por dia, ante uma meta anterior de 2,171 milhões. A redução da meta é para "torná-la mais próxima da realidade", disse Barbassa.

Segundo ele, a meta de 2,050 milhões de barris por dia não foi atingido no ano passado. A produção foi de uma média de 1,971 milhão de barris por dia em 2009.

Investimentos

A Petrobrás encerrou 2009 com investimentos totais de R$ 70,757 bilhões, novo recorde anual da companhia. O resultado representa uma expansão de 33% em relação ao ano anterior, quando a companhia havia registrado aporte recorde de R$ 53,349 bilhões. Os investimentos diretos da estatal no ano passado somaram R$ 63,663 bilhões. As sociedades de propósitos específicos somaram outros R$ 5,564 bilhões, enquanto que os empreendimentos em negociação movimentaram R$ 1,530 bilhão.

A maior parte do investimento direto foi direcionada à área de Exploração e Produção, que recebeu R$ 30,819 bilhões. Em seguida apareceram as áreas de Abastecimento (R$ 16,508 bilhões), Gás e Energia (R$ 6,562 bilhões) e Internacional (R$ 6,833 bilhões).

A empresa anunciou que vai investir entre US$ 200 bilhões e US$ 220 bilhões entre 2010 e 2014, ante US$ 174,4 bilhões do plano de investimentos anterior para o período 2009-2013.

(Reportagem de Denise Luna)

(ATUALIZADO ÀS 19H39)

 

 

segunda-feira, 1 de março de 2010

HSBC anuncia leve alta do lucro e diretor pretende doar parte do bônus

France Presse
Publicação: 01/03/2010 10:29
 
O banco britânico HSBC, o maior da Europa, anunciou nesta segunda-feira (1º/3) que obteve em 2009 um lucro líquido de US$ 5,834 bilhões, uma alta de quase 2% em relação a 2008, apesar da alta de 6,2% dos ativos não pagos, que somaram US$ 26,488 bilhões.

O produto líquido bancário do grupo registrou queda de 11,2%, a US$ 78,631 bilhões.

Ao mesmo tempo, o diretor executivo do HSBC, Michael Geoghegan, anunciou a intenção de doar 4 milhões de libras (6,06 milhões de dólares) de seu bônus anual a obras de caridade entre 2010 e 2013.

Geoghegan, que transferiu a sede do HSBC de Londres para Hong Kong, informou ainda ter aceitado que os bônus que deve receber este ano em forma de participações acionárias sejam escalonadas até 2013.

Os bônus pagos aos executivos dos bancos provocam grande irritação na opinião pública mundial, pelos grandes valores e os riscos inerentes, considerados uma das principais causas da crise econômica e financeira mundial.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Banco do Brasil terá acréscimo de R$ 1,6 bilhão no lucro de 2009

Do G1, em São Paulo

Acréscimo será por ajuste relativo à Previ. Balanço do banco será divulgado no dia 25.


O Banco do Brasil terá um acréscimo de R$ 1,6 bilhão em seu lucro de 2009, segundo informou nesta segunda-feira (1º) a instituição, em comunicado ao mercado.

O impacto positivo no balanço, que será divulgado no dia 25 de fevereiro, vem da atualização de cálculos dos pagamentos da Previ.

"O BB atualizou os cálculos atuariais do Plano de Benefícios I (Plano I da Previ), implicando impacto positivo, líquido de impostos e participação estatutária no lucro, de R$ 1,6 bilhão", informou o banco.

A Previ é uma entidade de previdência privada dos funcionários do Banco do Brasil, à qual o banco faz contribuições, assim como os funcionários.

As entidades de previdência privada têm que realizar cálculos, chamados de cálculos atuariais, em que fazem previsões sobre quanto terão que desembolsar. Ao refazer esse tipo de cálculo, o impacto sobre o balanço e, portanto, sobre o lucro da empresa pode ser positivo ou negativo.

Itaú Unibanco obtém lucro de R$ 3,2 bi no trimestre e R$ 10 bi no ano

Juliana Cardoso | Valor Econômico - 09/02/2010 09:54
    SÃO PAULO - No quarto trimestre de 2009, o Itaú Unibanco Holding S.A. apresentou lucro líquido de R$ 3,213 bilhões, excedendo o R$ 1,871 bilhão somados nos mesmos três meses de um ano antes. O ganho recorrente ficou em R$ 2,813 bilhões, maior do que os R$ 2,339 bilhões do trimestre final de 2008.

    Entre julho e setembro de 2009, o lucro líquido se situou em R$ 2,268 bilhões e o lucro recorrente, em R$ 2,687 bilhões.

    Por causa da associação com a Porto Seguro em agosto de 2009, o Itaú passou a consolidar essa empresa no quarto trimestre daquele ano, considerando a proporção de 30% de participação.

    "Lembramos ainda que, em função da associação do Itaú com o Unibanco, reportamos o resultado do ano de 2008 a partir da soma dos lucros líquidos obtidos pelo Itaú e pelo Unibanco até 30 de setembro de 2008, juntamente com o resultado consolidado alcançado pelo Itaú Unibanco no quarto trimestre do mesmo ano", acrescentou.

    O saldo da carteira de empréstimos e financiamentos do Itaú Unibanco, incluindo as operações de avais e fianças, chegou a R$ 278,382 bilhões em 31 de dezembro do ano passado, uma expansão de 3,6% no comparativo com o terceiro trimestre. "As operações de varejo cresceram 5,7%, no trimestre, e 14,0% no ano, em função da retomada econômica que caracterizou o período", observou o banco.

    Em 2009 completo, o lucro líquido subiu 29% e somou R$ 10,066 bilhões. Nos 12 meses antecedentes, correspondia a R$ 7,803 bilhões. O lucro recorrente foi de R$ 10,5 bilhões. A carteira de crédito se encontrava em R$ 278,4 bilhões no fim de dezembro do ano passado, incluindo avais e fianças. Isto representa crescimento de 2,4% no confronto com o resultado em 31 de dezembro de 2008.

    (Juliana Cardoso | Valor)