Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro disse Dom Pedro II
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segunda-feira, 23 de abril de 2012

FARRA DOS BANCOS - Bradesco tem lucro líquido de R$ 2,793 bi no 1º tri, com alta de 3,4%


Valor Online
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O Bradesco registrou lucro líquido de R$ 2,793 bi no primeiro trimestre, aumento de 3,4% na comparação com igual período de 2011. O movimento foi puxado pelo crescimento da carteira de crédito e também pelas receitas com prestação de serviços.

Na comparação com o quarto trimestre do ano passado, o lucro líquido subiu 2,5%.

A Bradesco Seguros contribuiu com um lucro de R$ 905 milhões, com alta de 18,9% na comparação anual.

A carteira de crédito do banco cresceu 12,4% em 12 meses, para R$ 269,7 bilhões. Na comparação com o quarto trimestre de 2011, a alta foi de apenas 0,4%.

A inadimplência total acima de 90 dias atingiu 4,1%, com aumento de 0,2 ponto percentual em relação ao quarto trimestre de 2011. Na comparação com igual trimestre do ano passado, a alta foi de 0,5 ponto percentual.

As provisões para devedores duvidosos atingiram R$ 3,1 bilhões, com crescimento de 31,1% na comparação com igual trimestre de 2011. O aumento se deveu à maior inadimplência das pessoas físicas e das micro, pequenas e médias empresas, segundo o banco.



Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/economia/bradesco-tem-lucro-liquido-de-2793-bi-no-1-tri-com-alta-de-34-4712806.html#ixzz1srQWSwEY



quinta-feira, 15 de março de 2012

CONSUMIDOR - Vejam os CAMPEÕES do Desrespeito do PROCON-SP

Bradesco lidera ranking de reclamações no Procon-SP em 2011
B2W, do Submarino e da Americanas.com, aparece em segundo lugar.
Itaú-Unibanco e Panamericano também estão na lista.

Do G1, em São Paulo


 Posição no ranking Empresa Número de reclamações
1 Bradesco                        1723
2 B2W                              1574
3 Itaú-Unibanco                1383
4 LG Eletronics                  1164
5 TIM                                 937
6 Telefônica                        835
7 Oi                                   806
8 Eletropaulo Metropolitana 801
9 Carrefour                        746
10 Panamericano                716


O banco Bradesco liderou o ranking de reclamações fundamentadas de 2011, divulgado pela Fundação Procon de São Paulo, ligada à Secretaria estadual da Justiça e Defesa da Cidadania, nesta quinta-feira (15), Dia Mundial do Consumidor. Segundo a entidade, foram 1.723 reclamações contra a instituição bancária no ano passado.

Os dados fazem parte do Cadastro de Reclamações Fundamentadas, divulgado anualmente pelo Procon paulista. São consideradas apenas as queixas abertas por meio de um processo administrativo após não ter ocorrido acordo inicial com a empresa.

Na lista do Procon, a empresa de comércio eletrônico B2W – que compreende a Americanas.com, Submarino e Shoptime – aparece em segundo lugar, com 1574 reclamações, seguida por mais um banco, o Itaú Unibanco, com 1383.

A Telefônica, que vinha liderando o ranking há cinco anos, recuou para a sexta posição, com 835 reclamações. Outras duas empresas de telecomunicações – Tim e Oi – aparecem na lista, em 5º e 7º lugares, respectivamente.

Além da lista das “dez mais”, o Procon também lançou um ranking on-line indicando, em tempo real, as 30 empresas que mais estão gerando reclamações e apontando os índices de solução desses casos. O ranking está disponível no site do Procon.

Em todo o ano de 2011, o total de atendimento para consultas, orientações e queixas no Procon foi de 727.229, alta de 15% sobre o registrado em 2010.

Do total de antendimentos, 589.535 foram consultas e orientações. Os demais atendimentos correspondem a 137.694 encaminhamentos, pelo Procon, de uma carta ao fonecedor - a Carta de Informação Preliminar

(CIP). Nessa fase, considerada preliminar pela fundação, 76% dos casos foram solucionados (104.293). Os 33.401 restantes(4,59% do total) transformaram-se em reclamações fundamentadas, explica o Procon, que são demandas de consumidores que não foram solucionadas em fase preliminar, sendo necessária a abertura de processo na Justiça. Dessas 33.401 reclamações, 48% foram atendidas e 52%, não atendidas.

O ranking do Procon contém apenas reclamações fundamentadas. No total, foram 3.639 empresas reclamadas.

O Bradesco subiu da terceira posição, em 2010, para o topo da lista em 2011. No ano passado, a primeira colocação era ocupada pela Telefônica, que neste ano ficou na sexta posição.

Outro lado
O G1 entrou em contato com as empresas citadas no ranking e aguarda posicionamento.

Fonte G1





    

sábado, 26 de fevereiro de 2011

FARRA DOS BANCOS - Na Era Lula, LUCRO RECORDE dos bancos: R$ 199 bilhões



Aguinaldo Novo, O Globo

A era Lula chega ao fim com um recorde na área financeira. O lucro líquido de uma amostra de nove bancos (entre eles, Banco do Brasil, Itaú e Bradesco) somou R$ 174,075 bilhões entre 2003 e 2010, em valores nominais.

Corrigida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), essa cifra pula para R$ 199,455 bilhões, batendo de longe os resultados registrados durante a gestão do tucano Fernando Henrique Cardoso.

As mesmas nove instituições, entre 1995 e 2002, acumularam um ganho nominal de R$ 19,113 bilhões e R$ 30,798 bilhões a valores atuais. A diferença entre os lucros corrigidos pela inflação nos dois períodos é de 550%.

Os números foram compilados pela consultoria Economática, que usou na sua amostra as instituições que já divulgaram os resultados fechados de 2010. A consultoria também mediu a rentabilidade dos bancos.

Durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique, o retorno sobre o patrimônio líquido oscilou entre a mínima de 8,41% (em 2000) e a máxima de 13,98% (1996). Com Luiz Inácio Lula da Silva à frente do Planalto, a rentabilidade mediana nunca foi inferior a 13,08% (2008) e o teto para a amostra estudada chegou a 17,66% (em 2006).

Longe de representar a preferência de um ou outro pelos banqueiros, os números da Economática refletem a forte transformação da economia brasileira.

O governo FH começou sob a égide de uma nova moeda, que obrigou os bancos a buscarem novas formas de receita para substituir os antigos ganhos com a inflação (o chamado floating). Passou ainda por uma maxidesvalorização e balançou com o peso de três crises financeiras (do México, da Rússia e da Ásia), que fecharam o crédito externo ao país.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

FARRA DOS BANCOS - Bradesco tem 3º maior lucro da história dos bancos no país



O Globo

O Bradesco fechou 2010 com o terceiro maior lucro da história dos bancos de capital aberto brasileiros, de acordo com a consultoria Economatica. No ano passado, o Bradesco teve um ganho de R$ 10,021 bilhões , 25% maior que o obtido em 2009, e prevê forte expansão do crédito para 2011.

Em uma análise aos dados apresentados à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Economatica apontou que o maior lucro da história dos bancos brasileiros é o do Banco de Brasil no ano de 2009 - com R$ 10,148 bilhões; seguido pelo Itaú Unibanco, com R$ 10,067 bilhões no mesmo ano.

Até o momento, o Bradesco tem quatro dos dez maiores lucros da historia dos bancos. Itaú Unibanco e BB têm três, cada.


Veja o ranking: 


1 - Banco do Brasil - R$ 10,14 bi - 2009 


2 - Itaú Unibanco - R$ 10,06 bi - 2009 


3 - Bradesco - R$ 10,02 bi - 2010 


4 - Banco do Brasil - R$ 8,80 bi - 2008 


5 - Itaú - R$ 8,47 - 2007 


6 - Bradesco - R$ 8,01 bi - 2009 


7 - Bradesco - R$ 8,01 bi - 2007 


8 - Itaú - R$ 7,80 bi - 2008 


9 - Bradesco - R$ 7,62 bi - 2008 


10 - Banco do Brasil - R$ 6,04 bi - 2006



segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

FARRA DOS BANCOS - No ano, o resultado do BRADESCO chega a R$ 10,02 bilhões, ante R$ 8 bilhões no ano de 2009.



O Bradesco registrou no quarto trimestre lucro líquido de R$ 2,987 bilhões, avanço de 37% em relação ao mesmo período no ano anterior.

No ano, o resultado da instituição chega a R$ 10,02 bilhões, ante R$ 8 bilhões no ano de 2009.

O banco encerrou 2010 com uma carteira de crédito de R$ 293,6 bilhões, expansão de 23% em relação ao ano anterior. Teve destaque a carteira de empréstimos a empresas, que avançou 25% para R$ 195,4 bilhões.

No ano, os gastos com provisões para perdas com crédito caíram 24,2%, para R$ 8,7 bilhões. A redução foi possibilitada pela queda no índice de inadimplência, que atingiu 3,6%, considerando as operações vencidas com mais de 90 dias. No trimestre anterior, o índice havia registrado 3,8%. Segundo a instituição, trata-se do quinto trimestre consecutivo de queda.

O banco também ampliou a recuperação do crédito em atraso, que atingiu R$ 2,7 bilhões no ano de 2010, alta de 57,9%. Para 2011, a instituição prevê uma alta entre 15% e 19% na carteira de crédito, sendo que os empréstimos a empresas podem avançar até 20%.

Com o resultado, a rentabilidade do Bradesco também avançou, passando de 24,5% no terceiro trimestre para 25,1% no quarto trimestre.

Ao final de dezembro do ano passado, o total de ativos do Bradesco somava R$ 637,4 bilhões, uma expansão de 25,9% sobre 2009.

sexta-feira, 19 de março de 2010

ECONOMIA/NEGÓCIOS - Fundos e Bradesco contestam avanço de Dantas na Vale

Fundos de pensão liderados pela Previ e a Bradespar, controlada pelo Bradesco, recorreram à Justiça para anular a decisão de um tribunal arbitral que determinou que um pacote de 37 milhões de ações da Valepar, empresa controladora da Vale, sejam vendidas à Eletron, do grupo Opportunity, por preço considerado abaixo do mercado. A informação é de reportagem de Mônica Bergamo publicada na Folha desta sexta-feira (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).
O prejuízo contábil para Bradespar e fundos pode passar de R$ 2 bilhões se a sentença dos árbitros for mantida. As partes alegam que ela deve ser anulada porque um dos três árbitros que apreciaram o caso, Francisco Rezek (ex-ministro do Supremo), já atuou como advogado em favor do Opportunity e, por isso, estaria impedido de julgar.
Rezek afirma que, ao ser indicado como árbitro, informou aos contendores que já tinha feito um parecer para o banco. "Dei conhecimento dos fatos a ambas as partes nessa arbitragem quando cogitaram eleger-me para a presidência do tribunal arbitral", afirmou ele em carta enviada a advogados da Bradespar e à Folha.