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segunda-feira, 23 de abril de 2012

FARRA DOS BANCOS - Bradesco tem lucro líquido de R$ 2,793 bi no 1º tri, com alta de 3,4%


Valor Online
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O Bradesco registrou lucro líquido de R$ 2,793 bi no primeiro trimestre, aumento de 3,4% na comparação com igual período de 2011. O movimento foi puxado pelo crescimento da carteira de crédito e também pelas receitas com prestação de serviços.

Na comparação com o quarto trimestre do ano passado, o lucro líquido subiu 2,5%.

A Bradesco Seguros contribuiu com um lucro de R$ 905 milhões, com alta de 18,9% na comparação anual.

A carteira de crédito do banco cresceu 12,4% em 12 meses, para R$ 269,7 bilhões. Na comparação com o quarto trimestre de 2011, a alta foi de apenas 0,4%.

A inadimplência total acima de 90 dias atingiu 4,1%, com aumento de 0,2 ponto percentual em relação ao quarto trimestre de 2011. Na comparação com igual trimestre do ano passado, a alta foi de 0,5 ponto percentual.

As provisões para devedores duvidosos atingiram R$ 3,1 bilhões, com crescimento de 31,1% na comparação com igual trimestre de 2011. O aumento se deveu à maior inadimplência das pessoas físicas e das micro, pequenas e médias empresas, segundo o banco.



Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/economia/bradesco-tem-lucro-liquido-de-2793-bi-no-1-tri-com-alta-de-34-4712806.html#ixzz1srQWSwEY



terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

FARRA DOS BANCOS - Lucro do Itaú Unibanco cresce quase 10% e fecha 2011 em R$ 14,6 bi

No 4º trimestre do ano passado, contudo, ganhos do banco caíram 5,4%, para R$ 3,6 bi
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Agência Estado
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SÃO PAULO - O Itaú Unibanco divulgou nesta terça-feira, 7, que registrou lucro líquido consolidado de R$ 3,681 bilhões no quarto trimestre de 2011, o que representa uma queda de 5,4% em relação ao mesmo período de 2010. Em todo o ano de 2011, o lucro do Itaú Unibanco foi de R$ 14,621 bilhões, alta de 9,7% ante o ano anterior.
O lucro líquido recorrente no quarto trimestre de 2011 foi de R$ 3,746 bilhões (+10,2% ante igual intervalo de 2010). No acumulado de 2011, o lucro líquido recorrente de 2011 soma R$ 14,641 bilhões, alta de 12,4% sobre 2010.
Os ativos totais em 31 de dezembro de 2011 somaram R$ 851,332 bilhões, alta de 13,2% na comparação com um ano antes. O patrimônio líquido somou R$ 71,347 bilhões em 31 de dezembro de 2011, aumento de 17,2% na mesma base de comparação.
No quarto trimestre do ano passado, o retorno sobre o patrimônio líquido médio anualizado (ROE) foi de 21,4%, queda de 4,9 pontos porcentuais ante o quarto trimestre de 2010. Em todo o ano de 2011, o ROE foi de 22,3%, queda de 1,8 ponto porcentual.
O índice de Basileia no quarto trimestre de 2011 é de 16,4%, ante 15,4% no mesmo período de 2010.

Fonte Estadão

terça-feira, 15 de novembro de 2011

FARRA DOS BANCOS - Lucros de bancos já bate recorde em Set/2011


Lucros de bancos chegam a R$ 38 bilhões
O valor arrecadado é através de serviços e tarifas até setembro
 
Da Agência Brasil noticias@band.com.br
 
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Analistas reduzem projeções para inflação
BB tem lucro de R$ 2,9 bi no 3º semestre

Os lucros dos três maiores bancos do país com prestação de serviços e tarifas bancárias somou quase R$ 38 bilhões, de janeiro a setembro deste ano, segundo dados divulgados nos balanços contábeis do Banco do Brasil, Itaú Unibanco e Bradesco, referentes ao terceiro trimestre. Em relação a igual período do ano passado, quando o lucro com essas receitas chegou a R$ 34,1 bilhões, o crescimento foi 11,4%.

No caso do BB (Banco do Brasil), as receitas com prestação de serviços (cartão de crédito e débito, conta-corrente, administração de fundos e outros) e tarifas bancárias (pacote de serviços, operações de crédito, transferência de recursos e outros) chegaram a R$ 13,215 bilhões no período de janeiro a setembro deste ano, um crescimento de 11,4% em relação ao ano passado. Somente as receitas com cartão de crédito e débito do BB chegaram a R$ 2,337 bilhões e com pacotes de serviços, a R$ 1,979 bilhão.

O Itaú Unibanco apresentou receitas com prestação de serviços e tarifas bancárias de R$ 13,960 bilhões, de janeiro a setembro de 2011, alta de 10,7% em relação ao mesmo período do ano passado. O balanço do Bradesco, divulgado recentemente, mostrou que as receitas com a prestação de serviços e tarifas chegaram a R$ 10,816 bilhões no acumulado até setembro deste ano, crescimento de 12,3%.

Para a Febraban (Federação Brasileira de Bancos), “não há grande alteração de padrão de comportamento” das receitas de prestação de serviços e tarifas. Essas receitas têm crescido ao ritmo de cerca de 14% ao ano, segundo levantamento da federação com os cinco maiores bancos e os de capital aberto, representantes de 82% dos ativos do Sistema Financeiro Nacional.

A explicação da Febraban é que esse ritmo de crescimento está relacionado ao aumento da inflação (6,97% em 12 meses encerrados em outubro) e à expansão dos negócios dos bancos. Segundo a entidade, o número de contas-correntes desses bancos cresceu em média 8% ao ano, nos últimos nove anos, e o de cartões de crédito, 17%

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

FARRA DOS BANCOS - Margem de lucro dos bancos representa maior parte do spread bancário

Agência Brasil

A margem de lucro dos bancos continuou a representar a maior parte do spread bancário, diferença entre o custo de captação de recursos e a taxa cobrada dos clientes nos empréstimos. Segundo o Relatório de Economia Bancária, divulgado nesta quinta-feira (3/11) pelo Banco Central (BC), a chamada Margem Bruta, Erros e Omissões correspondeu a 54,62% do spread prefixado em 2010.

Os dados do BC mostram que houve crescimento da participação do lucro no spread. Em 2009, esse percentual chegou a 49,91%. Ao serem descontados os impostos diretos, a margem líquida ficou em 32,73%, no ano passado, contra 29,94% em 2009.

A participação da inadimplência na composição do spread caiu de 2009 (30,59%) para 2010 (28,74%). O custo administrativo passou de 14,25%, em 2009, para 12,56% no ano passado.

Os depósitos compulsórios (recursos que os bancos são obrigados a depositar no BC) mais os subsídios cruzados (gerados pelo direcionamento obrigatório de parte dos depósitos à vista e de poupança para crédito rural e crédito habitacional), os custos com o Fundo Garantidor de Crédito e encargos fiscais chegaram a 4,08%, no ano passado, contra 5,26% em 2009.

De acordo com os dados do BC, o spread passou de 29,81 pontos percentuais, em 2009, para 27,87 pontos percentuais em 2010. O BC também informou que os bancos públicos registraram spread de 21,11 pontos percentuais, no ano passado, contra 34,22 pontos percentuais em 2009. Nos bancos privados, houve alta de 27,97, em 2009, para 30,51 pontos percentuais em 2010

Fonte Correio Brasiliense http://t.co/sdCofaHD

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

FARRA DOS BANCOS - Lucro do Banco do Brasil sobe 11% e atinge R$ 2,9 bi no trimestre

O Banco do Brasil encerrou o terceiro trimestre com lucro líquido acima do esperado, com aumento de 11,2% sobre o ganho obtido um ano antes, em meio a uma alta de dois dígitos na carteira de crédito e apesar de um aumento de quase 25% nas provisões sobre risco de financiamentos.

A maior instituição financeira da América Latina em ativos teve lucro líquido de R$ 2,89 bilhões no terceiro trimestre, ante uma expectativa média de dez analistas consultados pela Reuters de resultado positivo de R$ 2,67 bilhões.

Lucro do Itaú cresce 25,5% e atinge R$ 3,8 bi no trimestre
Lucro do Santander recua 6,9% no Brasil e atinge R$ 1,8 bi no trimestre
Lucro do Bradesco cresce 11,4% e atinge R$ 2,8 bi no trimestre

  Em termos recorrentes, porém, o resultado, que ficou em linha com o obtido um ano antes, foi ligeiramente abaixo do esperado pelo mercado, a R$ 2,57 bilhões. Analistas esperavam ganho de R$ 2,64 bilhões entre julho e setembro.

Nos nove primeiros meses do ano, o BB registrou lucro líquido recorde de R$ 9,2 bilhões, resultado 18,9% maior que o do mesmo período de 2010. 

 O resultado foi inferior ao do Itaú Unibanco na análise trimestral e no acumulado do ano.

Considerando o período de janeiro a setembro, o banco privado detém o maior lucro líquido entre as instituições financeiras de capital aberto, com o desempenho em 2011 (R$ 10,940 bilhões), e também o segundo maior ganho no ranking, referente a 2010 (R$ 9,433 bilhões), de acordo com a consultoria Economática. Em seguida aparece o resultado do Banco do Brasil neste ano. 

 CRÉDITO 
A carteira de crédito em conceito ampliado, que inclui garantias prestadas e títulos e valores mobiliários privados, chegou a R$ 441,6 bilhões em setembro, alta de 21% em 12 meses.

Enquanto a carteira total cresceu, a inadimplência diminuiu. O índice de operações vencidas há mais de 90 dias caiu de 2,7% para 2,1% no final de setembro. Apesar disso, a provisão para risco de crédito saltou 24% no período, a R$ 3,285 bilhões. 

 O financiamento ao consumo subiu 17%, enquanto empréstimos para pessoa jurídica avançaram 21,6%. No agronegócio, o banco ampliou sua carteira em 12,3%, para R$ 83,78 bilhões.

O BB somou R$ 949,8 bilhões em ativos totais, crescimento de 19,2% contra um ano antes. 

terça-feira, 1 de novembro de 2011

FARRA DOS BANCOS - Lucro do Itaú cresce 25,5% e atinge R$ 3,8 bi no trimestre

O lucro líquido do Itaú Unibanco atingiu R$ 3,807 bilhões no terceiro trimestre, com aumento de 25,5% ante o mesmo intervalo em 2010 e alta de 5,7% no confronto com os três meses imediatamente anteriores.

No acumulado de janeiro a setembro, os ganhos do banco chegaram a R$ 10,940 bilhões, com expansão de 16,0% no confronto com igual intervalo em 2010.

Lucro do Santander recua 6,9% no Brasil e atinge R$ 1,8 bi no trimestre
Lucro do Bradesco cresce 11,4% e atinge R$ 2,8 bi no trimestre

A carteira de crédito do Itaú, incluindo operações de avais e fianças, chegou a R$ 382,236 bilhões em setembro, com acréscimo de 6,1% em relação ao segundo trimestre e de 22,8% ante o mesmo período do ano anterior.

No segmento de pessoas físicas, os destaques no trimestre foram as carteiras de crédito imobiliário e de crédito pessoal, com crescimentos de 14,7% e 10,0%, respectivamente. No período de 12 meses, foram as carteiras de cartão de crédito (22,0%), crédito pessoal (43,4%) e crédito imobiliário (79,3%).

Já a carteira que engloba os empréstimos para empresas registrou crescimento trimestral de 6,2% e de 22,4% em 12 meses.

O índice de inadimplência total, considerando operações de crédito com atraso superior a 90 dias, atingiu 4,7% em setembro, superior ao patamar registrado em junho (4,5%) e no mesmo mês do ano passado (4,2%).

 Fonte FOlha http://www1.folha.uol.com.br/mercado/999887-lucro-do-itau-cresce-255-e-atinge-r-38-bi-no-trimestre.shtml

sábado, 26 de fevereiro de 2011

FARRA DOS BANCOS - Na Era Lula, LUCRO RECORDE dos bancos: R$ 199 bilhões



Aguinaldo Novo, O Globo

A era Lula chega ao fim com um recorde na área financeira. O lucro líquido de uma amostra de nove bancos (entre eles, Banco do Brasil, Itaú e Bradesco) somou R$ 174,075 bilhões entre 2003 e 2010, em valores nominais.

Corrigida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), essa cifra pula para R$ 199,455 bilhões, batendo de longe os resultados registrados durante a gestão do tucano Fernando Henrique Cardoso.

As mesmas nove instituições, entre 1995 e 2002, acumularam um ganho nominal de R$ 19,113 bilhões e R$ 30,798 bilhões a valores atuais. A diferença entre os lucros corrigidos pela inflação nos dois períodos é de 550%.

Os números foram compilados pela consultoria Economática, que usou na sua amostra as instituições que já divulgaram os resultados fechados de 2010. A consultoria também mediu a rentabilidade dos bancos.

Durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique, o retorno sobre o patrimônio líquido oscilou entre a mínima de 8,41% (em 2000) e a máxima de 13,98% (1996). Com Luiz Inácio Lula da Silva à frente do Planalto, a rentabilidade mediana nunca foi inferior a 13,08% (2008) e o teto para a amostra estudada chegou a 17,66% (em 2006).

Longe de representar a preferência de um ou outro pelos banqueiros, os números da Economática refletem a forte transformação da economia brasileira.

O governo FH começou sob a égide de uma nova moeda, que obrigou os bancos a buscarem novas formas de receita para substituir os antigos ganhos com a inflação (o chamado floating). Passou ainda por uma maxidesvalorização e balançou com o peso de três crises financeiras (do México, da Rússia e da Ásia), que fecharam o crédito externo ao país.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

FARRA DOS BANCOS - Lucro do BB em 2010 é o maior da história dos bancos

O Globo

O lucro do Banco do Brasil (BB) em 2010 foi o maior da história dos bancos no país, mostra estudo da consultoria Economatica. O banco público teve um ganho de R$ 11,703 bilhões no ano passado , uma alta de 15,3% sobre os R$ 10,148 bilhões de 2009.

Sem efeitos extraordinários, o lucro anual foi de R$ 10,664 bilhões, acima dos R$ 8,506 bilhões de 2009. No quarto trimestre, entretanto, o lucro do BB caiu.

A Economatica considera os lucros de bancos de capital aberto. Os números compilados são os enviados à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) no fechamento de cada ano, e a consultoria não considera ajustes feitos depois.

O segundo maior lucro da história também foi do BB, em 2009. O banco ainda aparece mais uma vez na lista. O terceiro maior resultado foi do Itaú Unibanco, em 2009, com lucro de R$ 10,067 bilhões.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

FARRA DOS BANCOS - Lucro líquido do Banco do Brasil recua no 4º trimestre, mas cresce 15,3% em 2010



SÃO PAULO - O Banco do Brasil (BB) apresentou lucro líquido de R$ 11,703 bilhões em 2010, com alta de 15,3% em relação aos R$ 10,148 bilhões apurados um ano antes. Sem efeitos extraordinários, o lucro anual correspondeu a R$ 10,664 bilhões, excedendo os R$ 8,506 bilhões de 2009.

Apenas no quarto trimestre de 2010, o lucro líquido somou R$ 4,002 bilhões, ou 3,68% mais enxuto do que os R$ 4,155 bilhões somados entre outubro e dezembro do calendário anterior. Sem efeitos extraordinários, o lucro cresceu, indo de R$ 1,819 bilhão nos três últimos meses de 2009 para R$ 3,704 bilhões no mesmo intervalo do ano seguinte.

Em dezembro do ano passado, a carteira de crédito total atingiu R$ 358,366 bilhões, ante a posição de R$ 300,829 bilhões verificadas ao fim do último mês de 2009. As operações de crédito às pessoas físicas totalizaram R$ 113,096 bilhões, com expansão de 23,2% em 12 meses. No segmento de pessoas jurídicas, a carteira de crédito alcançou R$ 149,810 bilhões, ampliação de 19,5% em 12 meses.

Pelo conceito ampliado, que inclui garantias prestadas e os títulos e valores mobiliários privados, a carteira de crédito do BB teve expansão de 20,8% em 12 meses, encerrando 2010 com saldo de R$ 388,2 bilhões.

"Em dezembro, os índices de inadimplência do BB mantiveram-se abaixo do observado no Sistema Financeiro Nacional (SFN), devido principalmente à melhora no risco de crédito e indicadores de qualidade da carteira. As operações vencidas há mais de 90 dias atingiram 2,3% da carteira de crédito, melhora de 100 pontos base em relação a dezembro de 2009, enquanto o SFN registrou índice de inadimplência de 3,2%", apontou a instituição.

O Banco do Brasil registrou R$ 811,172 bilhões em ativos totais ao fim de dezembro de 2010, o que significa evolução de 14,5% em comparação com o mês final do exercício antecedente.

A instituição avisou que vai divulgar até 29 abril deste ano "as demonstrações contábeis consolidadas, em conformidade com as normas internacionais de contabilidade (IFRS), relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2010".

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

FARRA DOS BANCOS - Correios têm disputa por serviço bancário

Numa concorrência de ao menos R$ 1,75 bilhão, os Correios vão abrir licitação para operar o Banco Postal, serviço que atende a população de baixa renda em cidades sem filiais bancárias, informa a reportagem deLeonardo Souza e Andreza Matais publicada na edição desta terça-feira da Folha (íntegra disponível para assinantes no jornal e do UOL).
Há dez anos, o Bradesco atua como correspondente bancário exclusivo em postos da estatal pelo país. Nesse período, abriu mais de 10 milhões de contas.
No ano passado, o faturamento anual só com tarifas de manutenção desses correntistas foi de R$ 845 milhões --os Correios ficaram com R$ 350 milhões.
O novo contrato terá duração de cinco anos, renovável por mais cinco. A licitação deve ser concluída até julho.
Além do Bradesco, apenas o Banco do Brasil, o Itaú, o Santander e o Banrisul atendem aos requisitos da concorrência.
Editoria de Arte/Folhapress


sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

FARRA DOS BANCOS - Lucro da Caixa cresce 25,5% em 2010

Atamiro Silva Júnior e Fabiana Holtz, da Agência Estado


SÃO PAULO - A Caixa Econômica Federal registrou lucro líquido de R$ 3,8 bilhões no ano de 2010, expansão de 25,5% ante o ano anterior. O crescimento do ganho foi puxado pelas operações de crédito do banco público. A carteira de empréstimo fechou dezembro com saldo de R$ 175,8 bilhões, aumento de 41,3%. As concessões de crédito somaram R$ 194 bilhões e foram recordes.

A presidente da Caixa Econômica Federal, Maria Fernanda Ramos Coelho, destaca em entrevista à imprensa que os resultados recordes confirmam a política correta adotada pela Caixa, de se focar no crédito. A meta para 2011 é crescer 30% no crédito. O banco fechou o ano com 40 mil pontos de atendimento no Brasil. A meta para este ano é abrir 200 novos pontos de atendimento.

O financiamento habitacional foi a linha que mais cresceu e bateu recorde histórico, com contrações de R$ 77,8 bilhões e expansão de 57,2%. Segundo a Caixa, o banco respondeu por 70% do financiamento habitacional do Brasil. Do total de financiamentos da Caixa, R$ 27,7 bilhões foram realizados com recursos da poupança, respondendo por 203,9 mil moradias.

O número de contas de poupança superou a marca de 40 milhões e depósitos de R$ 129 bilhões. A captação líquida da poupança foi de R$ 13,2 bilhões em 2010.

A taxa de inadimplência, para atrasos superiores a 90 dias, teve pequena queda em 2010, baixando de 2,2% no ano anterior para 2%. As provisões para créditos de liquidação duvidosa somaram R$ 11,1 bilhões, aumento de 25%.

Os ativos totais da Caixa tiveram aumento de 17% e fecharam o ano em R$ 400 bilhões.

Crédito

A participação da Caixa no mercado de crédito nacional chegou a 10,32% em 2010, acima dos 8,79% do ano anterior. Segundo o vice presidente de controle e risco da Caixa, Marcos Vasconcelos, há cerca de 5 anos essa participação não passava dos 5%. No crédito imobiliário, mesmo com a maior concorrência, a fatia do banco público subiu de 74,9% para 76,05%. No ano passado, a carteira do empréstimos do banco cresceu 41,3% e chegou a R$ 175,8 bilhões, recorde histórico.

As receitas com prestação de serviços da Caixa bateram em R$ 10,477 bilhões em 2010, expansão de 16,8%. Esse crescimento, segundo Vasconcelos, não significa aumento de tarifas, mas prestação de mais serviços pelo banco e ainda atração de novos clientes. Na rede do banco, foram realizadas em 2010 mais de 4 bilhões de operações bancárias, expansão de 9%.

Panamericano

Já os número do Banco Panamericano só vão ser consolidados no balanço da Caixa no primeiro trimestre deste ano, informou Vasconcelos sem dar maiores detalhes de qual impacto terá essa consolidação.

Em entrevista à imprensa nesta manhã, a presidente do banco, Maria Fernanda Ramos Coelho, destacou que entre as agências abertas em 2010 está uma no complexo do Alemão, no Rio, e outra em um rio no Amazonas. A Caixa chegou a 52,3 milhões de clientes em dezembro do ano passado.

O índice de Basileia do banco caiu de 17,5% em 2009 para 15,4% em 2010, mesmo nível dos bancos privados. A queda ocorreu por conta do crescimento das operações de crédito do Caixa, destaca Vasconcelos. O Basileia é um indicador que mede quanto o banco pode emprestar no crédito sem comprometer seu capital. O Banco Central exige índice mínimo de 11%.

A Caixa liberou R$ 9,3 bilhões de recursos para infraestrutura em 2010.

Aquisições

A Caixa pretende fazer novas aquisições, mas descarta compras fora do Brasil. Mesmo a América Latina está fora dos planos, segundo a presidente do banco.

Sobre o Banco Panamericano, ela afirma que o objetivo da Caixa não é o curto prazo, mas o longo prazo. "O Panamericano vai permitir a atuação da Caixa em novos nichos, como pequenas e médias empresas", disse Maria Fernanda à imprensa, após apresentar os dados financeiros da Caixa de 2010.

Segundo ela, os executivos do BTG Pactual e da Caixa estão neste momento discutindo os rumos do Panamericano e elaborando um plano de negócios.

Quando questionada sobre o aquecimento do mercado imobiliário, Maria Fernanda descartou que haja um bolha. "Não existe preocupação com relação a bolha. Mas sim a preocupação da criação de instrumentos que deem mais transparência para este mercado e segurança para o comprador."

A Caixa está estudando o lançamento de um índice de preços de imóveis residenciais. O indicador deve ser feito em conjunto com outras instituições, como o Banco Central e o IBGE. Segundo Maria Fernanda, esse tipo de índice é prática comum em outros países e tem como objetivo dar maior segurança para quem compra um imóvel.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

FARRA DOS BANCOS - Bradesco tem 3º maior lucro da história dos bancos no país



O Globo

O Bradesco fechou 2010 com o terceiro maior lucro da história dos bancos de capital aberto brasileiros, de acordo com a consultoria Economatica. No ano passado, o Bradesco teve um ganho de R$ 10,021 bilhões , 25% maior que o obtido em 2009, e prevê forte expansão do crédito para 2011.

Em uma análise aos dados apresentados à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Economatica apontou que o maior lucro da história dos bancos brasileiros é o do Banco de Brasil no ano de 2009 - com R$ 10,148 bilhões; seguido pelo Itaú Unibanco, com R$ 10,067 bilhões no mesmo ano.

Até o momento, o Bradesco tem quatro dos dez maiores lucros da historia dos bancos. Itaú Unibanco e BB têm três, cada.


Veja o ranking: 


1 - Banco do Brasil - R$ 10,14 bi - 2009 


2 - Itaú Unibanco - R$ 10,06 bi - 2009 


3 - Bradesco - R$ 10,02 bi - 2010 


4 - Banco do Brasil - R$ 8,80 bi - 2008 


5 - Itaú - R$ 8,47 - 2007 


6 - Bradesco - R$ 8,01 bi - 2009 


7 - Bradesco - R$ 8,01 bi - 2007 


8 - Itaú - R$ 7,80 bi - 2008 


9 - Bradesco - R$ 7,62 bi - 2008 


10 - Banco do Brasil - R$ 6,04 bi - 2006



segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

FARRA DOS BANCOS - No ano, o resultado do BRADESCO chega a R$ 10,02 bilhões, ante R$ 8 bilhões no ano de 2009.



O Bradesco registrou no quarto trimestre lucro líquido de R$ 2,987 bilhões, avanço de 37% em relação ao mesmo período no ano anterior.

No ano, o resultado da instituição chega a R$ 10,02 bilhões, ante R$ 8 bilhões no ano de 2009.

O banco encerrou 2010 com uma carteira de crédito de R$ 293,6 bilhões, expansão de 23% em relação ao ano anterior. Teve destaque a carteira de empréstimos a empresas, que avançou 25% para R$ 195,4 bilhões.

No ano, os gastos com provisões para perdas com crédito caíram 24,2%, para R$ 8,7 bilhões. A redução foi possibilitada pela queda no índice de inadimplência, que atingiu 3,6%, considerando as operações vencidas com mais de 90 dias. No trimestre anterior, o índice havia registrado 3,8%. Segundo a instituição, trata-se do quinto trimestre consecutivo de queda.

O banco também ampliou a recuperação do crédito em atraso, que atingiu R$ 2,7 bilhões no ano de 2010, alta de 57,9%. Para 2011, a instituição prevê uma alta entre 15% e 19% na carteira de crédito, sendo que os empréstimos a empresas podem avançar até 20%.

Com o resultado, a rentabilidade do Bradesco também avançou, passando de 24,5% no terceiro trimestre para 25,1% no quarto trimestre.

Ao final de dezembro do ano passado, o total de ativos do Bradesco somava R$ 637,4 bilhões, uma expansão de 25,9% sobre 2009.