Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro disse Dom Pedro II
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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

INSEGURANÇA NO RIO - Sequestros-relâmpago apavoram professores de medicina no Fundão

Sequestros-relâmpago apavoram professores de medicina no Fundão
Bandidos agem pela manhã; desde outubro já houve cinco registros

Simone Candida



Aumentou o número de assaltos no estacionamento do Hospital do FundãoMarcelo Piu / O Globo

RIO - O medo da violência ronda o campus da UFRJ, na Ilha do Fundão. Uma série de sequestros-relâmpago de professores — quase sempre de manhã — vem ocorrendo na Faculdade de Medicina, onde mestres vêm sendo rendidos e assaltados por homens armados no estacionamento do Hospital Universitário, como informou na quinta-feira Ancelmo Gois em sua coluna no GLOBO. Entre outubro de 2011 e janeiro de 2012, foram cinco casos registrados, o mais recente de um médico que há 15 dias teve o carro roubado, foi obrigado a fazer saques em caixas eletrônicos e depois abandonado na Linha Vermelha, na altura de Caxias. Segundo a prefeitura do campus, em 2011 houve 17 casos de sequestro-relâmpago no Fundão.

Com medo de vingança, as vítimas fizeram registro na 37ª DP (Ilha), mas preferem não se identificar. O médico que foi roubado este mês estava chegando para trabalhar, por volta das 7h30m, e foi rendido por três homens que já o aguardavam dentro de um carro parado no estacionamento do hospital. Um dos bandidos, armado, levou seu automóvel, e os outros dois o obrigaram a entrar no outro veículo.

— Os ladrões ficaram horas rodando com a vítima pela Baixada e o obrigaram a fornecer as senhas dos cartões dos bancos. Ele perdeu R$ 4 mil, cartões, joias e o automóvel. E ficou traumatizado — contou um amigo do médico.

Segundo um outro médico do hospital, os bandidos já atacaram nos últimos quatro meses cinco colegas que chegavam cedo para atender pacientes internados. De acordo com a assessoria da prefeitura da Cidade Universitária, os estacionamentos do campus são controlados por diversas empresas.

— Estamos chocados e com medo, pois os bandidos continuam agindo. Os piores meses são sempre os de férias — diz um professor, que pede para não ser identificado.

Um outro médico conta que a abordagem dos bandidos é sempre a mesma. Eles atacam as vítimas quando estão chegando ao trabalho, pela manhã, colocam uma venda ou capuz e obrigam a pessoa a fornecer as senhas dos cartões.

A prefeitura da Cidade Universitária diz que já acionou a polícia e tem tomado providências para evitar os assaltos e sequestros-relâmpago. Mas, segundo o prefeito do campus, Ivan Ferreira Carmo, os agentes de segurança da UFRJ não têm poder de polícia. Eles atuam de forma ostensiva e, de acordo com Carmo, orientam e dão assistências às vítimas, além de chamar a Polícia Militar quando acontece algum crime no Fundão.

Número de câmeras vai aumentar

Além dos 17 sequestros-relâmpago, em 2011 foram registrados 60 furtos no Fundão: 30 de veículos; 12 em veículos e 18 de pedestres. Juscelino Ribeiro, coordenador operacional de Segurança da UFRJ, diz que a violência diminuiu desde que foram intensificadas as rondas:

— Estamos fazendo nosso trabalho: procuramos a delegacia, que vem investigando as quadrilhas, e estamos intensificando as rondas. Mas só fazemos o que é possível, pois precisaríamos de mais homens.

Segundo ele, a UFRJ conta com 14 seguranças e dez carros para percorrer estacionamentos e vias da universidade, quando seriam necessários no mínimo cem. O último concurso público para a função ocorreu há 22 anos. A assessoria de imprensa da prefeitura da UFRJ informou que alguma medidas já estão sendo tomadas: o número de câmeras que monitoram as vias vai aumentar de 16 para 56 e as quatro cabines blindadas serão reposicionadas para os pontos onde têm sido registrados os crimes, como a área entre o Centro de Ciências da Saúde (CCS) e a Escola de Educação Física



Fonte O GLobo Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/sequestros-relampago-apavoram-professores-de-medicina-no-fundao-3719891#ixzz1jzgKa1T8

terça-feira, 29 de novembro de 2011

InSEGURANÇA NO RIO - Deputado Geraldo Moreira sofre tentativa de assalto na Rio-Magé

Carro oficial da Assembleia Legislativa foi atingido por três disparos, político não ficou ferido
Carla Rocha 

O carro oficial dirigido pelo deputado estadual Geraldo Moreira (PTN) foi atingido por três disparos Fernando Quevedo / O Globo
RIO - O deputado estadual Geraldo Moreira (PTN) foi vítima, na noite de segunda-feira, de uma tentativa de assalto ou atentado. Ele foi atacado quando passava pela Rodovia Washington Luís, na altura do antigo KM 18. Segundo o parlamentar, um grupo — provavelmente três homens — num carro prata o abordou, determinando que ele parasse. Ao perceber que se tratava de um ataque, Geraldo, que dirigia um Bora oficial da Assembleia Legislativa do Rio, contou que se desesperou e acelerou para fugir e teve seu carro atingido por por três disparos. O deputado, que não se feriu, foi perseguido por cerca de quatro quilômetros até se proteger num posto de gasolina.

O ataque aconteceu por volta das 23h. Moreira disse que tinha saído de sua casa, em Pilar, Duque de Caxias, para se encontrar com um líder comunitário de um loteamento conhecido como Chácara Rio-Petrópolis, perto de Santa Cruz da Serra. Ao voltar, sozinho, o deputado disse que dirigia em baixa velocidade, cerca de 50Km/hora, por causa do tempo chuvoso, quando um carro prata emparelhou com o dele. O motorista desceu armado.

— Ele gritava para, para. Fiquei atordoado. Logo vi que outro saía do banco de trás também armado. Engatei a primeira e fugi. Não sei se antes disso ou quase ao mesmo tempo houve os disparos. Um tiro deve ter passado a dois centímetros de onde eu estava, podia ter acertado a minha cabeça — contou o deputado, ao deixar a 60ª DP (Campos Elíseos), onde prestou depoimento.

Geraldo relatou que, ao parar no posto, os bandidos seguiram pela Washington Luís. Ele disse que a ação foi muito rápida e pôde apenas ver que um dos criminosos era jovem e usava boné. Geraldo acredita ter sido uma tentativa de assalto, mas outra possibilidade, de acordo com ele, será investigada. O deputado contou que, há cerca de dois meses, foi informado por meio de um telefonema anônimo para o seu celular que haveria um plano para matá-lo com origem no Batalhão de Operações Especiais (Bope). Moreira, que já presidiu a Comissão de Direitos Humanos da Alerj, disse que nesta terça-feira pedirá reforço de segurança à presidência do Legislativo e comunicará o fato à Secretaria estadual de Segurança.

— Na ocasião, não dei muita importância (à denúncia anônima), achei até que fosse algum tipo de brincadeira, mas agora vou tomar providências para reforçar minha segurança.

O Bora preto placa LKY 6657 usado por Geraldo Moreira tinha marca de dois tiros na porta do motorista e o vidro do mesmo lado estilhaçado por um terceiro disparo.

Geraldo Moreira é acusado no processo do assassinato do médico Carlos Alberto Peres Miranda — que teria sido namorado da ex-mulher do deputado, Leila Mayworm Costa — ocorrido em março de 2008 na Rua Andrade Neves, na Tijuca. O médico dirigia seu Peugeot 306 quando foi atacado a tiros e morreu na hora. O deputado é suspeito de ter sido o mandante do crime.

Logo após o assassinato, foram presos Ulisses Matheus Costa, de 23 anos, e Leandro Rosa da Silva, de 27. Eles contaram à polícia que tinham sido contratados por PMs e ex-policiais para matar o médico. Um dos PMs, Marcelo Gonçalves Brasil, de 31 anos, do 39 PM (Belford Roxo), foi preso na mesma noite do crime. Ele seria amigo do deputado Geraldo Moreira. No mesmo batalhão, também foi detido Ivan Luiz Bayer. O ex-PM Aílton Silva Diniz, o Abel, teve a prisão temporária decretada e está foragido. Os assassinos teriam recebido R$ 25 mil pela execução.

No ano passado, o deputado seria convocado a depor na 19ª DP (Tijuca), que investiga o caso, sob a acusação de que teria oferecido R$150 mil para convencer a testemunha-chave do processo de homicídio, que foi assessora dele na Assembleia, a mudar suas declarações para inocentá-lo das denúncias

Fonte O Globo Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/deputado-geraldo-moreira-sofre-tentativa-de-assalto-na-rio-mage-3344649#ixzz1f5ITedEX
    

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

InSEGURANÇA NO RIO - Funcionários dos Correios no Rio suspendem atividades após assaltos

DA AGÊNCIA BRASIL

Cerca de cem funcionários do Centro de Distribuição dos Correios em Irajá, zona norte do Rio, pararam nesta quinta-feira suas atividades e fizeram uma manifestação em frente à sede da empresa. Eles cobram mais segurança apóss frequentes assaltos dos quais são vítimas na região. 
Segundo o diretor do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios e Telégrafos (Sintect), André Ramos, o serviço Sedex Encomenda está paralisado por tempo indeterminado.

"Nós temos uma preocupação enorme com a população, que é refém da própria violência aqui. A suspensão das entregas por Sedex Encomenda é só da região onde estão acontecendo os assaltos. A gente não quer prejudicar a população, a gente quer que o governo do Estado e o poder público façam a sua parte, que é garantir a integridade dos trabalhadores", disse Ramos. 
Os Correios informaram, por meio de nota, que não houve suspensão do serviço de entrega de documento postal nos bairros atendidos pelo Centro de Distribuição Domiciliária de Irajá. A nota ressalta que a empresa, no Rio, tem agido permanentemente para garantir o bem-estar de seus empregados e manter a qualidade na prestação de serviços aos clientes e à população em geral. E que para reduzir o número de assaltos a carteiros, viaturas e unidades, foram tomadas diversas medidas preventivas, como o rastreamento para veículos e a adoção de escolta armada.

De acordo com a Policia Militar, o policiamento na localidade é ostensivo e feito durante 24 horas. O comandante do 16º Batalhão de Polícia, em Olaria, tenente-coronel Marcus Vinícius disse que não tem conhecimento sobre os assaltos e ressalta que os índices de roubo na área do batalhão de Olaria têm diminuído

sábado, 19 de fevereiro de 2011

CONCESSIONÁRIAS NO RIO - FLAGRANTE DE INSEGURANÇA NO TRANSPORTE MARÍTIMO

Do G1 RJ
Os passageiros da barca que saiu do Rio de Janeiro parou na Baía de Guanabara antes de completar o trajeto até Niterói foram transferidos de embarcação na tarde deste sábado (19) para que a viagem fosse concluída.
De acordo com a a assessoria da Barcas S.A, concessionária que administra o transporte, a embarcação “Martim Afonso” saiu da Praça XV, no Centro do Rio, às 12h58, e quando estava chegando à Praça do Araribóia, em Niterói, na Região Metropolitana, teve um problema de perda de potência dos motores que impossibilitou a barca atracar.
Ainda segundo a concessionária, 778 passageiros estavam na embarcação que apresentou problema e foram transferidos com segurança para completar o trajeto na barca "Boa Viagem".
Nota Barcas S/A 

Barcas S/A informa:
Na tarde deste sábado, dia 19/2, a barca tradicional Martim Afonso apresentou perda de potência nos motores, durante a viagem no trajeto Praça XV-Niterói, iniciada às 13h. Por medida de segurança, o comandante parou a embarcação nas proximidades da estação Araribóia, para que a situação fosse normalizada pela equipe a bordo.
Após os mecânicos realizarem todos os procedimentos para tentar solucionar a situação, o Centro de Controle Operacional acionou a barca Boa Viagem, que estava nas proximidades da estação, para realizar o transbordo dos 778 passageiros com segurança, obedecendo as normas da navegação.
Os passageiros a bordo da barca Martim Afonso foram devidamente informados sobre o ocorrido pelo comandante, durante todo o percurso. Ao desembarcarem com segurança em Niterói, às 14h50, além do apoio prestado pela tripulação, os passageiros receberam todo o atendimento necessário das equipes da estação.


sábado, 3 de abril de 2010

RIO DE JANEIRO/PREFEITURA - Região do Campo de Santana vai ganhar câmeras de vigilância


  Há pouco mais de um mês, nossas equipes estiveram lá, mostrando a insegurança dos visitantes e a desordem.