Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro disse Dom Pedro II
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domingo, 29 de janeiro de 2012

NADANDO EM DINHEIRO - Prefeitura de Belford Roxo banca escola de samba de Vereador


Informe do Dia: Carnaval público
Rio - A Prefeitura de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, liberou, por meio de lei assinada pelo prefeito Alcides Rolim (PT), R$ 500 mil para a escola Inocentes de Belford Roxo, presidida pelo vereador Reginaldo Gomes (PSDB) — também diretor da Liga das Escolas de Samba do Grupo de Acesso.

Segundo o Diário Oficial, a contribuição vai custear a agremiação “em parte das despesas concernentes ao desfile momesco de 2012, quando representará, condignamente, o município de Belford Roxo, na Avenida Marques de Sapucaí, templo do samba”.

O OUTRO LADO

Por meio de sua assessoria de imprensa, a Prefeitura de Belford Roxo confirmou o repasse das verbas à escola. Ainda de acordo com a comunicação do município, o dinheiro destinado à agremiação faz parte do orçamento deste ano.


Fonte O Dia http://odia.ig.com.br/portal/rio/html/2012/1/informe_do_dia_carnaval_publico_221602.html

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

DESPUDOR COM O GASTO DO DINHEIRO PÚBLICO - Placar para contar dias para a Copa custará 1 milhão de reais

Painel da Copa custará R$ 1.000 por dia ao contribuinte de MT

O Paiinel eletrônico instalado pelo governo de Mato Grosso para a contagem regressiva até o Mundial-2014 vai custar aos contribuintes do Estado um total de R$ 1.133 por dia. Se for mantido até o fim da contagem, o valor sobe para R$ 1,1 milhão.

O equipamento foi alugado por R$ 34 mil mensais por meio de um contrato firmado com a empresa Ligraf Espaço Editora Gráfica e Publicidade Ltda, vencedora de uma licitação por carta-convite.

Instalada em frente à sede da Agecopa, autarquia cuja extinção foi anunciada nesta semana pelo governador Silval Barbosa (PMDB), a estrutura tem 4 m de largura por 2 m de altura e foi lançada no dia 17, durante evento que marcou os mil dias que faltavam para a próxima Copa.

É mais uma oportunidade para que todos possam acompanhar o andamento dos trabalhos que preparam Cuiabá e Mato Grosso para o maior evento de sua história, disse, então, o presidente da Agecopa, Eder Moraes.

Em nota na inauguração, a Agecopa afirmou que, além da contagem, o painel também seria usado para veicular informações motivacionais, vídeos institucionais e promocionais do turismo.

A assessoria da Agecopa disse que a locação se deu em caráter emergencial por 60 dias e que não seria renovada por causa do alto custo.

Segundo a entidade, um edital de licitação será lançado para a aquisição de um novo cronômetro que pertencerá ao governo do Estado e que será utilizado futuramente para ações da Copa, e aproveitado na Arena Pantanal.

Foi lida, na quinta-feira, na Assembleia Legislativa, a mensagem que extingue a Agecopa e cria uma secretaria vinculada ao gabinete do governador. O projeto será votado na próxima semana

domingo, 9 de maio de 2010

ESCÂNDALO NA ASSEMBLÉIA DO PARANA - mais nove pessoas são presas no escândalo do desvio de dinheiro público (VIA JN)


   

É a primeira vez que a Assembleia do Paraná é alvo de um mandado de busca e apreensão.

 A Justiça do Paraná autorizou a busca e apreensão de documentos na Assembleia Legislativa do Estado. Neste sábado (8), mais nove pessoas foram presas no escândalo do desvio de dinheiro público.
Os documentos apreendidos na Assembleia do Paraná lotaram uma Kombi. Os promotores conseguiram uma autorização da Justiça para entrar na gráfica da assembleia em busca de provas contra o esquema que envolvia a contratação de laranjas e funcionários fantasmas para desviar dinheiro público. Em março, o Jornal Nacional mostrou que edições secretas do Diário Oficial da Assembleia eram usadas para dar legalidade aos desvios.
“O mau uso do Diário revela aparentemente uma malícia para deixar tudo confuso para esconder prova ou até para arranjar um álibi para dizer que era mera desorganização e não desvio”, aponta o promotor Leonir Batisti.
É a primeira vez que a Assembleia do Paraná é alvo de um mandado de busca e apreensão. E, segundo os promotores, isso só aconteceu, porque o Ministério Público não tem recebido da assembleia todos os documentos necessários para dar andamento às investigações.
Só neste sábado (8) nove pessoas foram presas. Entre elas, o diretor da gráfica, Luis Carlos Monteiro, responsável pela impressão dos diários secretos, onde aparecem as contratações e exonerações de funcionários.
O ex-diretor administrativo da assembléia José Ary Nassif, que havia sido solto na quinta-feira, foi preso novamente hoje. Ele e os ex-diretores presos, Cláudio Marques e Abib Miguel, são acusados de crimes, como formação de quadrilha, desvio de dinheiro público e lavagem de dinheiro.
Dos nove suspeitos presos, cinco já foram liberados depois de prestar depoimento no Ministério Público. Os advogados dos presos não quiseram comentar a decisão das Justiça.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

14o.Escândalo Brasileiro - O Castelo na Roça



por Augusto Nunes - Veja:

Em fevereiro deste ano, logo depois de encerrado o recesso parlamentar, o país foi surpreendido com a descoberta, no interior de Minas Gerais, de um castelo de deixar rubro de inveja qualquer duque da Inglaterra: 36 suítes - uma delas ocupando três andares de uma torre estilo Rapunzel -, banheiros forrados com mármore, piscinas, lagos, saunas, elevadores, adega para 8.000 garrafas de vinho e incontáveis requintes adicionais. O dono da aberração histórica e arquitetônica era Edmar Moreira, corregedor da Câmara dos Deputados.

Aturdido com o monumento ao absurdo de R$ 25 milhões que o Barão da Roça esquecera de incluir na declaração de imposto de renda, o Brasil ficou ainda mais espantado ao saber, em março, que Edmar Moreira detinha o recorde parlamentar da gastança com segurança particular. O serviço, encomendado a empresas pertencentes ao próprio congressista, era pago com o dinheiro da verba indenizatória - afago mensal de R$ 15 mil a que cada um dos 513 deputados têm direito para despesas feitas nos Estados de origem.



O caso foi empurrado para fora das primeiras páginas pela farra das passagens aéreas. Com voos de sobra e passageiros de menos, descobriu-se que os bilhetes privativos dos parlamentares eram usados por parentes e amigos, ou engordavam suas contas bancárias com a comercialização no mercado negro de pousos e decolagens.

Em junho, o Estadão fez a fila andar com a localização, nos labirintos do Congresso, de 300 atos secretos produzidos no Senado para a criação de cargos de confiança ─ vários deles reservados a familiares e aliados do presidente José Sarney. Um dos beneficiados foi o namorado da neta do senador maranhense. Ao escândalo somou-se o desvio de R$ 500 mil do empréstimo de R$ 1,3 milhão feito pela Petrobra à Fundação Sarney. O dinheiro acabou nas contas bancárias de empresas fantasmas a serviço da Famiglia.

A série de reportagens foi interrompida pela censura imposta ao jornal pelo desembargador Dácio Vieira a pedido de Fernando Sarney, filho de José. Dias depois, foi divulgada a fotografia do doutor em censura ao lado do patriarca do clã maranhense na festa de casamento de Mayanna Maia, filha de Agaciel Maia. O país também ficou sabendo a extensão dos poderes do diretor-geral do Senado, acusado de chefiar o esquema de corrupção no Senado. A mordaça, aprovada pelo Supremo Tribunal Federal, foi dispensada há dias pelo próprio Fernando Sarney, em respeito à liberdade de imprensa. Mas a censura só vai acabar depois do recesso do Judiciário.

Ainda perplexo com os vídeos estrelados pela Turma do Panetone, sob a direção de José Roberto Arruda, o país que presta acompanha a esperta caminhada do ultraje para longe dos holofotes da imprensa. É preciso arrumar espaço para a negociata da Sapucaí, tramada por deputados brasilienses, bicheiros do samba e Ongs carnavalescas.

2009 foi um ano de escândalos. Para sorte dos delinquentes, nesta época o Brasil esquece más notícias ainda mais rapidamente. É hora de concentrar-se nos preparativos para o Carnaval.






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domingo, 10 de janeiro de 2010

Rio - O que Cabral gastou em viagens ao exterior



Deu na Folha de S. Paulo :

Gasto do Estado com diárias no exterior chegou a R$ 2,3 milhões em 2009; governo afirma que despesa foi menor

A campeã de gastos com diárias foi Adriana Novis Leite Pinto, que recebeu no ano passado R$ 50.676,50; Cabral obteve R$ 31.653,80

De Raphael Gomide:

O governo Sérgio Cabral, do Rio de Janeiro, gastou com diárias no exterior em 2009 quase tanto quanto a antecessora Rosinha Matheus consumiu em quatro anos (2003-06).

O total de gastos do Estado só com o pagamento de subsídios fora do país para o governador, secretários, funcionários e assessores civis foi de R$ 2,3 milhões em 2009, R$ 1,498 milhão em 2008 e R$ 735 mil em 2007 (valor corrigido), segundo o Siafem (Sistema Integrado de Administração Financeira para Estados e Municípios).

Nos três anos de gestão, já foram R$ 4,53 milhões. A média de gastos por ano é mais que o dobro da do governo anterior.

Os totais não incluem despesas com passagens aéreas, só hospedagem e alimentação. O custo de passagens (internacionais e nacionais) em 2008 (R$ 686.439,63) e 2007 (R$ 593.243,02) superou o gasto com hotéis e alimentação no exterior em 2006 e 2003.

Cabral recebeu em diárias R$ 31.653,80 em 2009. No ano anterior, ganhara R$ 35.848,62. No total dos dois anos, esses pagamentos ao governador chegam a R$ 67.502,42, o que corresponde a cinco meses de seu salário atual (R$ 13.403,25).

Cabral ocupa no governo a quinta posição no ranking de quem mais gastou no exterior. A campeã no Estado em diárias é a subsecretária de cerimonial do Estado, Adriana Novis Leite Pinto: recebeu R$ 93.062,63 para suas despesas só nos dois últimos anos, valor 38% superior ao montante entregue a Cabral. Em 2009 Adriana teve reembolso de R$ 50.676,50.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Senado amplia gasto com horas extras em R$ 3,7 mi


Deu no Ricardo Noblat :


De Gabriela Guerreiro, da Folha Online:

O Senado aumentou em R$ 3,7 milhões os gastos com o pagamento de horas extras em 2009, mesmo depois do anúncio de medidas para reduzir as despesas da Casa tomadas em meio à crise política que atingiu a instituição no ano passado.

Segundo informações divulgadas pela Secretaria de Comunicação do Senado, os gastos com horas extras no ano passado subiram de R$ 83,9 milhões em 2008 para R$ 87,7 milhões em 2009.