Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro disse Dom Pedro II
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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

DOSSIÊS - Collor pagou e recebeu dossiê Cayman, afirma PF

Investigação da Polícia Federal afirma que a família do senador e ex-presidente Fernando Collor (PTB-AL) pagou em 1998 pelo dossiê Cayman, conjunto de papéis forjados para implicar tucanos com supostas movimentações financeiras no exterior.

A informação é da reportagem de José Ernesto Credendio, publicada na Folha desta segunda-feira (a íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

Segundo o inquérito, o senador teria recebido pessoalmente a papelada das mãos de um envolvido, em Maceió. 

As conclusões são baseadas em investigações da Polícia Federal, do FBI (nos Estados Unidos) e da Interpol.


OUTRO LADO

Na última quarta-feira, a Folha procurou o senador Fernando Collor de Mello, por meio de sua de assessoria de imprensa, para que se manifestasse sobre o caso. 

Após o primeiro contato, Collor chegou a telefonar pessoalmente para a reportagem pedindo mais detalhes sobre o conteúdo da documentação a que a Folha teve acesso. 

Todo o relatório foi encaminhado à assessoria do senador. Sua equipe chegou a confirmar o recebimento dos documentos e respondeu à reportagem que aguardaria uma manifestação de Collor sobre o assunto.

Desde então, a reportagem espera novo contato da assessoria do ex-presidente. Até o fechamento desta edição, contudo, não houve resposta do senador alagoano

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Editoria de Arte/Folhapress









    

terça-feira, 4 de maio de 2010

DOSSIÊ do Senador Marconi Perillo - Ministério da Justiça vai investigar autoria de dossiê


pretty lat/long
Marconi: Cidadão de Sitio d'Abadia por marconiperillo


deu no Radar de Lauro Jardim

    O Ministério da Justiça resolveu abrir um inquérito para investigar a autoria do dossiê contra o senador tucano Marconi Perillo. No dossiê constam acusações sobre supostas contas não declaradas de Perillo no exterior. Foi o deputado Sandro Mabel quem entregou o dossiê no ministério da Justiça.

quarta-feira, 31 de março de 2010

DOSSIÊ FHC - Substituta de Dilma terá de depor sobre dossiê anti-FHC


da Folha Online
Hoje na Folha Reportagem de Fernanda Odilla e Andreza Matais, publicada na edição de hoje da Folha (a íntegra da reportagem está disponível para assinantes do UOL e do jornal), informa que a nova ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, será convocada a prestar esclarecimentos no processo que investiga a confecção e vazamento de um dossiê com gastos do governo Fernando Henrique Cardoso.
Em 2008, a Folha revelou que Erenice mandou confeccionar o dossiê que reuniu informações sigilosas de gastos do casal FHC e Ruth Cardoso com cartões corporativos. Ela sempre negou se tratar de um dossiê, chamando o material de "banco de dados".
Secretária-executiva da Casa Civil, Erenice assume hoje o lugar de Dilma Rousseff na Casa Civil --que deixa o governo Lula para disputar as eleições presidenciais de outubro.
De acordo com a reportagem, a investigação sobre o dossiê anti-tucano será retomada com acareação e novos depoimentos após ficar suspensa por um ano e três meses. Além de Erenice, mais seis pessoas serão ouvidas pela Polícia Federal, a pedido do Ministério Público Federal.
Das 16 testemunhas ouvidas até agora, o único indiciado foi o então secretário de Controle Interno da Casa Civil, José Aparecido Pires, por quebra de sigilo funcional. Ele repassou o dossiê por e-mail ao Senado.
Outro lado
A Casa Civil afirmou que "o trabalho de digitação dos dados foi feito exclusivamente para alimentação do Sistema de Suprimento de Fundos". Para a pasta, não houve afronta às normas legais.
Leia a reportagem completa na Folha desta quarta-feira, que já está nas bancas.
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