Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro disse Dom Pedro II
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quarta-feira, 31 de março de 2010

DOSSIÊ FHC - Substituta de Dilma terá de depor sobre dossiê anti-FHC


da Folha Online
Hoje na Folha Reportagem de Fernanda Odilla e Andreza Matais, publicada na edição de hoje da Folha (a íntegra da reportagem está disponível para assinantes do UOL e do jornal), informa que a nova ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, será convocada a prestar esclarecimentos no processo que investiga a confecção e vazamento de um dossiê com gastos do governo Fernando Henrique Cardoso.
Em 2008, a Folha revelou que Erenice mandou confeccionar o dossiê que reuniu informações sigilosas de gastos do casal FHC e Ruth Cardoso com cartões corporativos. Ela sempre negou se tratar de um dossiê, chamando o material de "banco de dados".
Secretária-executiva da Casa Civil, Erenice assume hoje o lugar de Dilma Rousseff na Casa Civil --que deixa o governo Lula para disputar as eleições presidenciais de outubro.
De acordo com a reportagem, a investigação sobre o dossiê anti-tucano será retomada com acareação e novos depoimentos após ficar suspensa por um ano e três meses. Além de Erenice, mais seis pessoas serão ouvidas pela Polícia Federal, a pedido do Ministério Público Federal.
Das 16 testemunhas ouvidas até agora, o único indiciado foi o então secretário de Controle Interno da Casa Civil, José Aparecido Pires, por quebra de sigilo funcional. Ele repassou o dossiê por e-mail ao Senado.
Outro lado
A Casa Civil afirmou que "o trabalho de digitação dos dados foi feito exclusivamente para alimentação do Sistema de Suprimento de Fundos". Para a pasta, não houve afronta às normas legais.
Leia a reportagem completa na Folha desta quarta-feira, que já está nas bancas.
Assine a Folha

 


 

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Petrobras cancela licitação de agências

deu na folha

Pesou na decisão a ameaça de 15 participantes de entrar com recurso devido a vazamento dos nomes das mais bem classificadas
Segundo empresa, processo foi suspenso para que não restasse dúvida quanto a sua lisura; será feito novo edital para próxima licitação
De Pedro Soares e Cátia Seabra:
Em meio a uma disputa interna, a Petrobras decidiu ontem cancelar a licitação para a escolha das três agências de publicidade que vão partilhar a conta da companhia -de R$ 250 milhões ao ano, uma das mais cobiçadas do país.
Apesar do vazamento do nome das três agências mais bem classificadas na fase mais importante da licitação -que praticamente definiu a concorrência-, a Petrobras relutava em cancelar a licitação. \
Primeiro, a empresa defendeu, em nota, a continuidade do processo sob alegação de que a análise técnica da proposta de cada uma das agências havia sido encerrada antes do vazamento da informação pelo site.
Não explicou, porém, como o nomes das concorrentes foram publicados já que estavam em código só revelado pela abertura dos envelopes.
Na terça-feira, a diretora de Gás e Energia da Petrobras, Graça Foster, disse, no exercício da presidência da companhia, que naquele momento estava mantida a licitação sob a mesma justificativa e por orientação da área jurídica da empresa, que mandara seguir com a concorrência antes de qualquer decisão final sobre o assunto.