Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro disse Dom Pedro II
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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

BUEIROS VOADORES - Light deverá pagar primeira multa por explosão de bueiros

Multa de R$ 100 mil é relativa à explosão de bueiro na Glória que danificou veículo

Isabela Bastos

RIO - A Light deverá pagar, ainda esta semana, a primeira multa por explosão de bueiros desde a assinatura, em julho do ano passado, de um termo de ajustamento de conduta (TAC) com o Ministério Público, criado para dar uma solução à onda de acidentes em galerias subterrâneas da cidade. A multa, de R$ 100 mil, é relativa à explosão, em dezembro passado, de um bueiro na Rua Conde Lages, na Glória, que danificou um veículo. A Light informou que espera apenas a emissão da guia de depósito judicial para efetuar o pagamento.

Segundo o promotor Rodrigo Terra, Light e CEG concordaram, em julho de 2011, em assinar o TAC, que prevê um cronograma de melhorias nas redes subterrâneas das duas empresas e estabelece uma multa de R$ 100 mil por explosão de bueiro que cause dano patrimonial ou lesões físicas a terceiros. O pagamento da primeira multa foi noticiado por Ancelmo Gois em sua coluna no GLOBO.

— Quando houve a onda de explosões no ano passado, o MP já tinha um inquérito em andamento sobre acidentes com bueiros e já tinha proposto uma ação civil pública, na qual dava às empresas um prazo de 30 dias para melhorias e pedia uma multa de R$ 1 milhão por explosão de bueiro. Esse processo judicial foi suspenso, e as empresas aceitaram negociar o TAC. Depois da negociação, o frenesi de explosões diminuiu muito — disse o promotor.

Ainda de acordo com Rodrigo Terra, desde a assinatura do TAC, foram três as explosões em bueiros no Rio, mas apenas no caso da Glória houve danos a terceiros, cabendo a aplicação da multa. O valor será depositado numa conta judicial, até que seja criada uma conta própria para o Fundo de Defesa do Consumidor do recém-criado Procon Carioca. O fundo, ainda segundo o promotor, tem como objetivo financiar projetos de defesa do consumidor.

Pelos termos do TAC, a Light se comprometeu a reformar e instalar sensores de monitoramento eletrônico em 1.170 câmaras subterrâneas mais problemáticas, por ficarem localizadas em trechos mais antigos da rede, sobretudo no Centro e na Zona Sul. A empresa informou que esse plano de manutenção emergencial foi concluído em dezembro passado. As demais câmaras da rede também serão modernizadas até o fim do ano que vem, quando serão aplicados R$ 320 milhões no trabalho.

Já o TAC com a CEG prevê investimentos de R$ 25 milhões na modernização de 50 quilômetros da rede de gás do Centro e de Copacabana. As obras têm prazo de um ano para ser concluídas, o que acontecerá em julho. Segundo a CEG, 50% das obras de modernização já foram feitas. Ao fim do trabalho, terão sido trocados 39,2 quilômetros de redes subterrâneas no Centro e 22,7 quilômetros em Copacabana.

Fonte O Globo http://oglobo.globo.com/rio/light-devera-pagar-primeira-multa-por-explosao-de-bueiros-3967158#ixzz1mM3sszcJ

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

SAÚDE NA PB - MPT notifica hospital para substituir terceirizados por concursados na PB

Notificação é dirigida ao Hospital Universitário da UFPB, em João Pessoa.
Segundo MPT, unidade tem 124 servidores admitidos sem concurso público.
 
 Do G1 PB  
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O Ministério Público do Trabalho na Paraíba divulgou nesta quinta-feira (10) que notificou o reitor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Rômulo Soares Polari, para realizar concurso público no Hospital Universitário Lauro Wanderley.

O órgão recomenda que a seleção seja realizada em até um ano, com o objetivo de preencher vagas que hoje são ocupadas por funcionários terceirizados. Segundo o MPT, o hospital tem 124 servidores que foram admitidos sem concurso público, o que seria proibido por lei.

Caso a notificação não seja cumprida, a UFPB poderá pagar multa por descumprimento um de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que já havia sido firmado. De acordo com a assessoria de imprensa do MPT, o superintendente do Hospital Universitário justificou que o termo não foi cumprido devido à falta de autorização do concurso por parte do Ministério do Planejamento. Ele também argumentou que os terceirizados ainda não foram substituídos devido à necessidade permanente de profissionais para manter o funcionamento do hospital.

Atualmente, o HU está com cirurgias suspensas devido a uma reforma no bloco cirúrgico. A previsão da UFPB é de que as obras terminem em 70 dias, mas o Ministério Público Federal ajuizou uma ação civil pública pedindo à Justiça Federal a concessão de uma liminar pela reativação das cirurgias cardíacas dentro de 20 dias. Os médicos anunciaram a suspensão das cirurgias no dia 31 de outubro argumentando que falta equipamentos básicos para o trabalho e infraestrutura

quinta-feira, 20 de maio de 2010

CONSUMIDOR - Promotoria do Consumidor obtém multa de R$ 1,4 milhão para empresa de televenda que adotava práticas abusivas