Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro disse Dom Pedro II
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sábado, 20 de março de 2010

CAIXA DE PANDORA - Advogada de Arruda diz que eleição indireta pode ser anulada se escolhido não for do DEM

Manoela Alcântara
Publicação: 20/03/2010 18:45 Atualização: 20/03/2010 19:00
 

A advogada Luciana Lóssio, que defende questões eleitorais do ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda, foi à Polícia Federal neste sábado (20/03) para traçar a estratégia que será usada na defesa do ex-mandatário da cidade junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O objetivo da visita era debater com Arruda o que será feito. Na chegada ao local onde o governador cassado está preso, a advogada disse que no caso da Câmara Legislativa eleger alguém que não seja do Democratas (DEM), a eleição poderá ser anulada, já que Arruda foi cassado por infidelidade partidária e a regra diz que o mandato é do partido. Luciana Lóssio chegou à PF por volta das 18h.


 


 

domingo, 24 de janeiro de 2010

Mulher de Cabral defende concessionária do Estado

Adriana assina petições e agravos de instrumento em favor do Metrô
De Alfredo Junqueira:
A primeira-dama do Rio, Adriana Ancelmo Cabral, é advogada de defesa da empresa que explora os serviços do Metrô fluminense em ação coletiva de consumo movida pelo Ministério Público Estadual, em janeiro de 2008.
No mês anterior, seu marido, o governador Sérgio Cabral (PMDB), havia determinado a prorrogação do contrato da concessionária até 2038. No processo, que ainda tramita na Justiça do Rio, a primeira-dama assina petições e agravos de instrumento em defesa da empresa.
Pela legislação estadual, cabe ao governador a nomeação dos conselheiros da Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transporte (Agetransp) no Rio.
Aprovados em votação pela Assembleia, são os indicados de Cabral que avaliam se empresas, como a concessionária do Metrô que tem a primeira-dama como advogada de defesa, estão cumprindo ou não suas normas contratuais e, eventualmente, estabelecer multas e punições.
Adriana é sócia do escritório Coelho, Ancelmo & Dourado Advogados. Documentos obtidos pelo Estado mostram que os advogados do escritório tiveram procuração para atuar entre 8 de janeiro de 2007 e 22 de julho de 2009.
Dados do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal de Justiça do Rio mostram que o escritório representou oito clientes com ações tributárias contra o Estado. Em pelo menos um caso, a execução fiscal 2007.100.005.787-4, o processo começou quando Cabral já era governador.
O escritório alega que abriu mão de todas essas causas contra o Estado desde que Cabral assumiu e que não chegou a atuar nesse caso, mesmo tendo a procuração. No processo em que atua a favor do Metrô, a primeira-dama, aparentemente, apenas assina os recursos.
No processo, Sergio Coelho e Silva Pereira, sócio e ex-marido de Adriana, consta como advogado oficial da empresa