Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro disse Dom Pedro II
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segunda-feira, 23 de abril de 2012

CPI DO CACHOEIRA - Parlamentares se recusam a participar de CPI e alegam sobrecarregamento

Denise Rothenburg
Juliana Braga
Correio Brasiliense
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Escaldados depois de várias Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs), os grandes caciques partidários planejam ficar longe da CPI que irá investigar as relações do empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, a ser instalada esta semana. O líder do PMDB, Renan Calheiros (AL), por exemplo, avisa que não pretende compor o colegiado. “Líder pode falar a qualquer hora. Não serei da CPI. Nunca quis ir para a CPI”, afirma. Na mesma linha seguem o líder do governo, Eduardo Braga, e o ex-líder do governo Romero Jucá (PMDB-RR). Jucá, cogitado para ser presidente da comissão, comunicou ao líder que considera a função de relator do Orçamento trabalhosa demais para dividir a atenção. Quanto a Braga, entretanto, o martelo não está batido.
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O PMDB tem cinco vagas de titulares na CPI. Um deles será o presidente da comissão, Vital do Rêgo (PB). Outra vaga será cedida ao PP e ficará com o senador Ciro Nogueira (PI). As outras três ainda não estão definidas. Além de Eduardo Braga, um dos nomes a ser incluídos deve ser o do senador Clésio Andrade (MG), presidente da Confederação Nacional dos Transportes (CNT). Clésio é cristão-novo nas hostes peemedebistas. Durante a crise que tirou o PR do Ministério dos Transportes, ele estava no partido, o mesmo do ex-ministro Alfredo Nascimento



sábado, 6 de fevereiro de 2010

Temer é reeleito para a presidência do PMDB

Agência Brasil
Publicação: 06/02/2010 18:31
 
O presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), foi reeleito neste sábado (6/2) presidente do partido. Em convenção marcada por uma guerra de liminares – uma ala do partido questionava a antecipação do evento, inicialmente marcado para março - Temer foi reconduzido ao cargo por aclamação.

A antecipação da convenção foi considerada uma demonstração de força de Michel Temer que conseguiu reunir a maioria dos governadores do partido: Sérgio Cabral (RJ), Paulo Hartung (ES), José Maranhão (PB), André Puccinelli (MS), Carlos Henrique Gaguim (TO) e Eduardo Braga (AM). Dois ministros – Hélio Costa (Comunicações), pré-candidato ao governo de Minas Gerais, e Geddel Vieira Lima (Integração Nacional), pré-candidato ao governo da Bahia também estiveram presentes. Além do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, que chegou a ser cotado para ser vice na chapa do PT, com a provável candidata à Presidência da República Dilma Rousseff.

Uma disputa pela vice-presidência foi resolvida por acordo. E o senador Valdir Raupp (RO) foi o escolhido e o senador Romero Jucá (RR), que também estava cotado para o cargo, será o terceiro vice-presidente do partido.

A disputa pela vaga é considerada crucial no partido, já que o presidente Michel Temer deverá se licenciar do comando do PMDB em junho para se candidatar a vice-presidente na chapa da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, nas eleições presidenciais de outubro. A deputada Iris Araújo (GO) será a segunda vice e o deputado Eunício Oliveira (PMDB-CE) será o tesoureiro do PMDB.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Empresa de energia elétrica beneficiou casa do governador

De Jean-Philip Struck:
A empresa distribuidora de energia elétrica de Manaus (AM) favoreceu o fornecimento de eletricidade para a casa do governador do Amazonas, Eduardo Braga (PMDB), enquanto o sistema de distribuição da capital estava sobrecarregado e apagões eram frequentes, nos anos de 2007 e 2008.
Técnicos da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) constataram, em vistoria em outubro de 2009, que o alimentador -equipamento que distribui energia em uma área- da Adesa (Amazonas Distribuidora de Energia S/A) responsável por fornecer eletricidade para a casa de Braga teve a carga diminuída, enquanto a maioria dos alimentadores da capital estavam sobrecarregados.
Quando recebe sobrecarga, o sistema de distribuição de energia se torna instável e pode provocar apagões. Com uma carga menor, o risco de interrupção diminui.
A carga do alimentador da casa de Braga foi reduzida de 81,04%, em 2007, para 15,42% em 2008, quando mais da metade dos alimentadores de Manaus operava com carga superior a 100%. Assinante do jornal leia  mais em: Empresa de energia elétrica beneficiou casa do governador