Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro disse Dom Pedro II
Mostrando postagens com marcador show. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador show. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 17 de abril de 2012

DENÚNCIAS NO HIPISMO - Denúncias sumiço de dinheiro do Athina Onassis Horse Show foram encaminhadas ao Ministro do Esporte

Por José Cruz
UOL

Grandes empresas nacionais destinaram recursos do imposto de renda devido para apoiar o projeto de uma atleta e empresária dona de uma das maiores fortunas do mundo. Dinheiro que deveria ser aplicado, preferencial e legalmente na preparação de jovens cavaleiros e amazonas.
A “carta aberta” do senhor Heitor Sanches denunciando irregularidades na Confederação Brasileira de Hipismo, é uma das mais graves acusações que envolve o movimento olímpico brasileiro nos últimos anos.

As denúncias surgem dois anos depois que divulguei que a Federação Paulista de Hipismo captou R$ 6,5 milhões pela Lei de Incentivo para um projeto que não existia – “Incentivo ao desenvolvimento do hipismo brasileiro”.

Desde então, tento conhecer detalhes e a prestação de contas desse projeto. Em vão. Talvez porque as notícias indiquem que o dinheiro teria se destinado ao evento Athina Onassis Horse Show.

Entre amigos
A se confirmar, está aí um desmando sem igual na gestão da Lei de Incentivo ao Esporte e, por extensão, de desperdício de verba pública.

Porque, na prática, grandes empresas nacionais destinaram recursos do imposto de renda devido para apoiar o projeto de uma atleta e empresária dona de uma das maiores fortunas do mundo. Dinheiro que deveria ser aplicado, preferencial e legalmente na preparação de jovens cavaleiros ou amazonas. Na ponta do lápis, as regras da Lei de Incentivo ao Esporte não permitem esse tipo de projeto que, envolvendo nomes famosos, têm outras formas de buscar recursos na iniciativa privada.

Gestores
Esse fato ocorreu na gestão do então presidente da Federação Paulista de Hipismo, senhor Luiz Roberto Giugni, atual presidente da Confederação Brasileira de Hipismo.

Giugni dirigia a Federação Paulista em 2006/2007, quando o balanço financeiro dessa entidade registrou um dado surpreendente: recolhimento de R$ 78 mil em CPMF (Contribuição Provisória de Movimentação Financeira). Projetado, esse valor representaria um movimento de R$ 19 milhões, isto é, quase cinco vezes o que foi efetivamente contabilizado, em torno de R$ 4,7 milhões.

Para que não se lembra, pagava-se ao sistema bancário 0,38% sobre os movimentos nas contas correntes. E os números registrados na Federação Paulista de Hipismo – a mesma que captou recursos para o projeto inexistente – revelam que a entidade movimentou, de fato, quase R$ 20 milhões. No entanto. registra apenas R$ 4,7 milhões. Fica-se sem saber onde foram parar cerca de R$ 15,3 milhões.

Suspeitas

Estão aí, caro Leitores, em números oficiais de uma confederação específica e as suspeitas de aplicação do dinheiro do esporte, que sempre questiono. Dinheiro público, ressalto. Há muito o Estado tornou-se o principal financiador do esporte de rendimento, mas sem a fiscalização adequada os desmandos são inevitáveis.

Vamos ver que providências serão tomadas, pois todos esses fatos foram comunicados ao senhor ministro do Esporte, deputado Aldo Rebelo, por quem assina as denúncias e exibe os documentos, o paulista Heitor Sanches.



sábado, 19 de fevereiro de 2011

PRIVATIZANDO OS LUCROS E SOCIALIZANDOS OS PREJUÍZOS - Show de Roberto Carlos custou R$ 6,4 mi ao Rio

MARCELO BORTOLOTI
DO RIO

Uma ação popular que tramita na Justiça do Rio quer de volta aos cofres da cidade os R$ 6,4 milhões pagos pela prefeitura à empresa de Roberto Carlos por seu show no Natal, em Copacabana.
O show foi transmitido pela Globo, mas a emissora não participou das despesas.
Na ação, o advogado Marcelo Tavares, 42, argumenta que um show semelhante, de 2008, na praia de Iracema, em Fortaleza, custou à prefeitura local R$ 1,34 milhão.
O empresário de Roberto Carlos, Dody Sirena, diz que não há nenhum problema jurídico no valor pago. De acordo com ele, o cachê do cantor varia de acordo com o retorno esperado. "O preço de um artista não é tabelado como um sapato ou um carro."
Sirena diz que um show transmitido pela televisão pode custar até três vezes mais que um convencional.
Ele afirma ainda que uma outra apresentação do cantor aberta ao público, em 2009, em Florianópolis, que não foi transmitida, custou mais caro que a de Copacabana --mas não revelou quanto.
A Prefeitura de Florianópolis disse que, por questões contratuais, não poderia informar quanto pagou.
O secretário de Turismo do Rio, Antônio Pedro Figueira de Mello, diz que cada artista estabelece seu preço e que, neste caso, a cidade ganhou mais que o desembolsado.
De acordo com ele, a taxa de ocupação hoteleira, que nesta época costuma ficar em 50%, subiu para 70%. E o movimento turístico no Réveillon também foi maior. "Quando fazemos um show na praia é para vender a cidade. E a divulgação pela Globo ajudou muito isso", diz.
Rafael Andrade/Folhapress
O cantor Roberto Carlos durante a apresentação na praia de Copacabana, zona sul do Rio
O cantor Roberto Carlos durante a apresentação transmitida pela Globo da praia de Copacabana, zona sul do Rio
Para o advogado que entrou com a ação, porém, a Rede Globo se beneficiou com a transmissão. "O município deveria ter feito uma concorrência para ver qual emissora ofereceria mais vantagens."
A prefeitura não conseguiu nenhum patrocinador para o evento. Já a Globo vendeu quatro cotas de patrocínio. O valor de tabela de cada cota é de R$ 1,2 milhão.
De acordo com a Central Globo de Comunicação, a emissora mantém um contrato com o cantor que prevê um show anual com transmissão exclusiva.
"O show já estava pago ao Roberto por conta disso. E, pelo mesmo contrato, Roberto não pode ceder sua imagem a nenhuma TV", informou a assessoria. A emissora não revela valores.

sexta-feira, 26 de março de 2010

DIVERSÃO/MÚSICA - Novo show do Guns N’ Roses no Rio de Janeiro


Banda havia cancelado show no dia 14 de março após queda do palco.
Nova apresentação também será na Praça da Apoteose.

Do G1, em São Paulo


O show Guns N'Roses no Parque Antártica, em São Paulo, que começou à 0h40 deste domingo (14), terminou às 3h10. (Foto: Daigo Oliva/G1)

O Guns N´Roses anunciou nesta quinta-feira (25) a nova data do show do grupo no Rio de Janeiro. A banda liderada por Axl Rose vai tocar na capital fluminense no dia 4 de abril, na Praça da Apoteose.

O show foi marcado após o cancelamento da apresentação no dia 14 de março, depois que fortes chuvas destruíram parte do palco da banda. Os fãs poderão utilizar os ingressos já comprados para a nova apresentação, e ainda há convites à venda.

Reembolso
Quem comprou ingresso e quiser optar pelo reembolso pode seguir, a partir de terça-feira (30), as instruções abaixo enviadas pela produtora do show:

"1) Para compras efetuadas em um canal presencial (Bilheteria ou ponto de venda):
a. Dirigir-se ao mesmo local onde a compra foi efetuada;
b. Apresentar o ingresso adquirido;
c. Caso a compra tenha sido efetuada em dinheiro, o reembolso ocorrerá em Dinheiro;
d. Para compras efetuadas com cartão de crédito, o valor será creditado na fatura do cartão utilizado na compra, em até 20 dias úteis.

2) Para compras efetuadas em um canal não presencial (Internet e Call-center);
a. Enviar e-mail com os dados da compra (CPF, número da transação ou número do cliente, ambos encaminhados via e-mail de confirmação da compra) para o e-mail guns@ticketsforfun.com.br, com o título “REEMBOLSO”;
b. O valor pago será creditado na fatura do cartão utilizado na compra, em até 20 dias úteis."

A nova data foi escolhida por ser a primeira noite disponível após o fim da turnê latino-americana do Guns, que termina no dia 2 de abril em Quito, no Equador. Em nota divulgada à imprensa, Axl Rose lamenta o ocorrido.

"Excursionar pelo Brasil e não tocar no Rio de Janeiro deixa uma sensação de que a turnê não foi completa", diz, prometendo que "voltaremos para completar a turnê com a apresentação do Rio de Janeiro, onde tocamos pela última vez em 2001. Os fãs podem se preparar".

Leia mais notícias de Música

 


 

sábado, 20 de março de 2010

SÃO PAULO/DIVERSÃO - Shows gratuitos são destaque neste fim de semana em SP


da Folha Online
Neste fim de semana, sobram opções de shows gratuitos na cidade de São Paulo. Ed Motta, Sandra de Sá, Thaíde, Vanessa Jackson e outros artistas se apresentam na Praça da Sé neste domingo para comemorar o "Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial".
Outro destaque é o show "Nosso" de Paula Toller. Há também apresentações de Wagner Homem e Rogério Silva, da banda Mamma Cadela, da banda Moinho e de Stela Campos. Veja a programação completa no site Catraca Livre.