Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro disse Dom Pedro II
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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

NEPOTISMO - Senador Gim Argello exonera namorada de seu filho

Gim Argello
O senador Gim Argello (PTB-DF) exonerou nesta terça-feira a servidora Mariana Naoum, namorada de seu filho Argello Júnior, que trabalhava em seu gabinete no Senado.

Mariana com Argello Junior Mariana Naoum

A exoneração ocorreu a pedido de Mariana após vir à tona a informação de que o parlamentar empregava a namorada de seu filho em seu gabinete.
Mariana é filha de um empresário famoso de Brasília e foi nomeada assessora parlamentar em dezembro de 2008. Desde então, foi promovida quatro vezes e ocupava um cargo com salário de cerca de R$ 6.000.
A Folha procurou o senador, mas Argelllo não foi encontrado para comentar a exoneração. Por meio de assessores, confirmou que a exoneração ocorreu a pedido de Mariana.
A informação de que a namorada do filho do senador trabalhava no gabinete de Argello foi revelada pela revista "Época" --e confirmada pela Folha no quadro de servidores comissionados do Senado.
Ao justificar a contratação, o senador disse que Mariana e Ginzinho, apelido de seu filho, começaram a namorar depois de ela ser contratada pelo gabinete --embora já se conhecessem anteriormente.
Argello era relator do Orçamento para 2011, mas teve que ser substituído após ser acusado de destinar dinheiro do Ministério do Turismo para entidades de fachad

terça-feira, 23 de março de 2010

@marconiperillo pede exoneração de diretores de serviços médicos do Senado

GABRIELA GUERREIRO
da Folha Online, em Brasília

O vice-presidente do Senado, Marconi Perillo (PSDB-GO), encaminhou ofício nesta terça-feira ao presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), com o pedido de exoneração de dois diretores de serviços médicos da instituição.
Segundo o senador, eles não informaram a Mesa Diretora do Senado sobre irregularidades em contratos firmados com clínicas e hospitais. Segundo Perillo, auditoria realizada a pedido dos diretores encontrou ilegalidades que não foram informadas à cúpula da Casa.
"Isso evidencia clara quebra de confiança por parte dos diretores, pela falta de comunicação quanto à realização de auditoria sobre atos tão relevantes", afirmou Perillo no ofício.
O tucano é presidente do conselho que fiscaliza o SIS (Sistema Integrado de Saúde) do Senado. Por isso, ele disse que deveria ter sido informado sobre a auditoria. Entre as irregularidades que foram apontadas pela auditoria, está a participação de servidores do Senado como sócios de empresas que mantém contratos com a instituição.
Perillo disse que só teve conhecimento da auditoria na semana passada, embora as investigações tenha sido realizadas em agosto de 2009. O senador disse que, no período das investigações, houve reuniões do conselho do SIS sem o seu conhecimento.
No ofício, Perillo sugere que os diretores do SIS, Fábio Rezende Coutinho, e da SAMS (Secretaria de Assistência Médica e Social) do Senado, Paulo Roberto Ramalho, sejam afastados dos cargos. comissionados. "Sugiro a Vossa Excelência [Sarney] a demissão dos cargos em comissão dos diretores", afirma Perillo.
A auditoria foi realizada no ano passado em meio a uma série de denúncias contra o Senado. O Conselho de Ética da Casa chegou a analisar 11 denúncias contra Sarney, mas todas foram arquivadas. O peemedebista permaneceu no cargo mesmo depois do chamado escândalo dos atos secretos, que resultou no afastamento do ex-diretor geral da Casa Agaciel Maia.
Os atos secretos teriam beneficiado parentes e afilhados políticos de Sarney para a instituição. O presidente da Casa também foi acusado de Sarney omitir da Justiça Eleitoral uma propriedade de R$ 4 milhões, além de ter supostamente participado do desvio de R$ 500 mil da Fundação José Sarney.
O senador ainda respondeu à acusação de ter interferido a favor de um neto que intermediava operações de crédito consignado para servidores do Senado e de ter usado o cargo a favor da fundação que leva seu nome e mentido sobre a responsabilidade administrativa pela fundação.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Lula exonera general que criticou Comissão da Verdade

 Correio Braziliense


O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assinou no começo da noite desta quarta-feira (10/2) a exoneração do general Maynard Marques de Santa Rosa, do cargo de chefe do Departamento Geral de Pessoal do Exército, por causa das críticas feitas à Comissão da Verdade criada pelo governo para apurar os crimes cometidos na ditadura.
Em nota assinada pelo general e publicada na internet, ele afirma que a comissão seria comandada por "fanáticos".
Segundo o ministro da Defesa, Nelson Jobim, o comandante do Exército, general Enzo Martins Peri, confirmou o fato e sugeriu a exoneração de Maynard Marques do cargo. Sugestão que foi encaminhada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O ato de exoneração será publicado nesta quinta-feira (11/2) no Diário Oficial da União.