Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro disse Dom Pedro II
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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

FARRA COM O DINHEIRO PUBLICO - Justiça eleitoral ganha sede de R$ 327 milhões projetada por Niemeyer

Projeto assinado por Niemeyer será inaugurado com discrição pelo TSE
          
Mariângela Gallucci, de O Estado de S.Paulo
 
BRASÍLIA - Sem grande alarde, será inaugurada na próxima semana em Brasília a nova sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A obra começou em 2007, custou R$ 327 milhões e foi projetada por Oscar Niemeyer, autor dos projetos dos principais prédios públicos da capital federal.

Veja também:
TSE livra governador de RR de cassação  

De fora, o edifício lembra outras grandes obras do Judiciário, como o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o Tribunal Superior do Trabalho (TST), que ficam na mesma região do novo TSE e também consumiram milhões de reais.





Ao justificar a necessidade de uma nova sede, que será inaugurada no dia 15 num evento discreto e sem festa, o TSE alegou que nos últimos anos houve um crescimento da demanda da Justiça Eleitoral. O eleitorado, que há 40 anos era de 29,4 milhões de pessoas, passou para 135,5 milhões em 2010.


Em 2005, o tribunal noticiou o lançamento da pedra fundamental da obra. "O TSE cresceu muito depois da automação do voto em 1996, com investimentos em equipamentos e novos servidores. A atual sede ficou pequena para essa necessidade", justificou a diretoria geral do tribunal, na época do início da obra.


Executada pelo consórcio Via-OAS, a nova sede tem 115,5 mil m². Um terço desse espaço será ocupado por garagem e depósito de urnas. Ela deveria ter sido inaugurada no fim de 2010, mas o ritmo da obra foi afetado por cortes no orçamento.

Com sete ministros, o TSE faz duas sessões plenárias de julgamento por semana. Nos períodos eleitorais, a cada dois anos, geralmente são convocadas sessões extras, dado o aumento de processos.


Fonte Estadao http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,justica-eleitoral-ganha-sede-de-r-327-milhoes,807599,0.htm


sexta-feira, 26 de março de 2010

GOVERNO LULA - Mobiliário do Planalto vai custar R$ 2,98 milhões


O novo mobiliário do Palácio do Planalto — que será reinaugurado em 21 de abril, aniversário de 50 anos da capital federal, após 11 meses de reformas — custará pelo menos R$ 2,98 milhões ao contribuinte.
Sofás, cadeiras, mesas e poltronas, com as assinaturas do arquiteto Oscar Niemeyer e do designer Sérgio Rodrigues, serão comprados com inexigibilidade de licitação, a título de transformar o ambiente numa referência do mobiliário brasileiro das décadas de 50, 60 e 70.
São 1.273 peças de Rodrigues por R$ 2,58 milhões; e 54 de Niemeyer, por R$ 396,6 mil.
Uma cadeira de espaldar alto, com a marca de Rodrigues, sai a R$ 2,5 mil. Na maioria dos casos, os móveis são de imbuia maciça, com couro de primeira linha.
Na grife Niemeyer, o item mais modesto é uma mesa do tipo aparador que custa R$ 3,1 mil; o mais caro é a mesa de reunião em forma de U, que sairá a R$ 26,5 mil.
Leia mais em O Globo

 


 

quarta-feira, 3 de março de 2010

Aécio inaugura a Cidade Administrativa

De Marcelo Portela :
A capital mineira terá uma mudança radical em seu perfil a partir de amanhã, com a inauguração da Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves, no bairro Serra Verde, na região de Venda Nova. Após mais de um século com todos os órgãos do governo estadual concentrados na região central da cidade, o complexo vai unificar a administração num só espaço, edificado numa área até então praticamente esquecida.
Com custo de R$ 1 bilhão, a Cidade Administrativa é um projeto do arquiteto Oscar Niemeyer, com área construída de 265 mil metros quadrados. São três prédios principais: o Palácio Tiradentes, com quatro pavimentos suspensos e vão livre de 147 metros de comprimento por 26 de largura, que abrigará a sede do governo; e os edifícios Minas e Gerais, com 116 mil m cada, onde serão instalados as secretarias e outros órgãos públicos. Há ainda auditório, centro de convivência e jardim com dois lagos artificiais.
O objetivo é reunir no conjunto 16,3 mil servidores. Hoje, cerca de 2,8 mil funcionários das secretarias de estado de Planejamento e Governo, da Governadoria, da Vice-Governadoria, do Gabinete Militar e do Sistema Estadual de Meio Ambiente (Sisema) já trabalham no local. O processo de transferência deve terminar em outubro.
A Cidade Administrativa fica a cerca de 20 quilômetros do centro. Para que os servidores tenham acesso ao complexo, a cidade terá sete novas linhas de ônibus (quatro já em operação) e um coletivo gratuito da Estação Vilarinho do metrô, a seis quilômetros.
— Muito mais que uma obra de arquitetura e engenharia dessa grandiosidade, que faz de Belo Horizonte o local com o maior legado de Oscar Niemeyer, a Cidade Administrativa tem duas questões mais relevantes: um novo conceito de gestão pública e o deslocamento do crescimento da cidade para o Vetor Norte — diz o governador de Minas, Aécio Neves (PSDB).

segunda-feira, 1 de março de 2010

Espaço Oscar Niemeyer - Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.



Parque da Cidade à noite.
O Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte, ou simplesmente Parque da Cidade, é um parque urbano localizado na cidade de Natal, no estado brasileiro do Rio Grande do Norte. O parque foi inaugurado em 21 de julho de 2008 com projeto arquitetônico de Oscar Niemeyer.[1][2]

Índice

O parque

Seu nome é em homenagem a Nivaldo Monte, bispo brasileiro e arcebispo da cidade. O parque ocupa 64 hectares, localizado entre os bairros de Candelária e Cidade Nova. É a primeira Unidade de Conservação Municipal objetivando preservar uma das principais áreas de recarga de água subterrânea da capital potiguar, constituindo uma das mais belas paisagens dunares do Rio Grande do Norte. Sua estrutura abrange dois estacionamentos (Leste-Oeste), dois pórticos de entrada, cinco trilhas pavimentadas (6,5 km), quatro unidades de descanso, quatro baterias de banheiros, biblioteca, auditório, centro de educação ambiental, um monumento com doze andares, constituindo memorial da cidade e mirantes.

Referências

  1. Notícia da Prefeitura Municipal do Natal (23/06/08). Página visitada em 08/09/2008.
  2. Oscar Niemeyer colocou ele mesmo o Parque da Cidade entre as 30 principais concepções arquitetônicas que fizeram parte da exposição Niemeyer, que comemorou o centenário dele e que foi exibida pelo país em capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.[carece de fontes?]

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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Espaço Oscar Niemeyer - Estação Cabo Branco

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Estação Cabo Branco.
 
A Estação Cabo Branco foi inaugurada no dia 3 de julho de 2008 pelo prefeito Ricardo Vieira Coutinho. Localizada na cidade de João Pessoa, capital do Estado da Paraíba, no bairro do Altiplano Cabo Branco. [1]
Os espaços projetados por Niemeyer proporcionarão o experimento científico e o contato com a cultura e as artes.
Além da proposta cultural, a Estação se apresenta como ponto turístico, como o novo cartão-postal da cidade.

Índice

Complexo arquitetônico

Vista aérea da Estação Cabo Branco.
 
O complexo arquitetônico, fruto da mente criadora do arquiteto Oscar Niemeyer, possui 8.571m² de área construída. Fazem parte do conjunto cinco edifícios, entre eles uma torre espelhada erguida em forma octogonal, com 43 metros de distância entre lados opostos e apoiada sobre uma parede cilíndrica com 15 metros de diâmetro. É a principal edificação entre as cinco que compõem o complexo:
Torre
Dotada de dois pavimentos, está situada em um espelho d'água. Nela encontram-se exposições permanentes e temporárias, salas audiovisuais, café e restaurante. Do terraço panorâmico o visitante desfruta de uma visão em 360º, podendo ver em seu entorno a Ponta do Seixas, extremo oriental do continente americano e o Farol do Cabo Branco, além de grande parte da faixa litorênea que banha a cidade.
Auditório
Abriga confortavelmente 501 pessoas. Conta ainda com duas salas com 200 lugares para a realização de eventos e um conjunto de salas especiais para a formação artístico-cultural dos alunos da rede pública.
Anfiteatro
Inteiramente integrado a paisagem, foi projetado para abrigar 300 pessoas.
Loja e lanchonete
Espaço de apoio aos visitantes, com loja de souvenir e lanches.
Bloco Administrativo
Abriga a área administrativa do complexo e situa-se na parte posterior do mesmo.
Estacionamento
Tem capacidade para 198 veículos, incluindo ônibus.

Galeria de imagens

Ver também

Referências

Ligações externas

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Espaço Oscar Niemeyer - Auditório Ibirapuera

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Auditório Ibirapuera no Parque do Ibirapuera
 
O Auditório Ibirapuera é um edifício concebido por Oscar Niemeyer para a apresentações de espetáculos musicais, situado no Parque do Ibirapuera, em São Paulo.

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Histórico

A construção do auditório foi alvo de intensa polêmica, que não se esgotou com sua inauguração, em outubro de 2005, pois, em virtude de o conjunto arquitetônico do parque ser tombado, o acréscimo de novas construções ao conjunto sofreu críticas e embargos judiciais, até ser permitido o início da obra em 2002.

Concepção arquitetônica

Interior do Auditório Ibirapuera
 
O prédio possui simplicidade volumétrica singular, sendo composto de um bloco único, que em planta tem a forma de um trapézio e, em corte, a forma de um triângulo e, assim como os demais prédios do parque, e grande parte da obra do arquiteto, o auditório é inteiramente branco, composto de concreto armado e pintura impermeabilizante na cor branca.
O bloco único contrapõe-se à arquitetura usual de salas para concertos com o chamado ´palco italiano´, exemplificado pela Ópera de Paris, e pelos Theatros Municipais de São Paulo e Rio. As caracteristicas destes espaços se manifesta em edificios com tres volumes principais: o foyer ou entrada, seguido pela platéia e seus acessos, culminando com a caixa cenica e seu urdimento altissimo criando uma "corcova" tipica dos edificios de Óperas. No Auditório Ibirapuera o arquiteto passou um traço unindo os tres volume, criando um sólido em forma de cunha.
Destaque para a impressionante perspectiva, que cria um edificio pequeno e não intrusivo ao ser visto de frente, com a ilusão de ótica reduzindo o tamanho da parte alta do prédio exatamente ao mesmo tamanho do encontro da rampa com a grama, duas vezes menor no trapézio em planta. Isto gera uma sensação de "criação de espaço" ao se entrar na platéia, que não cabe na percepção do prédio que temos, iludida.

A Labareda, elemento de destaque arquitetônico sobre a entrada principal do auditório
 
O conjunto formado pelo auditório juntamente com a Oca, que é uma semi-esfera, composto de dois edifícios de volumes puros e brancos, é considerado por Niemeyer, o mais importante do projeto, do ponto de vista arquitetônico. A articulação do conjunto seria feita por uma grande praça cívica e uma marquise com passarela, que não foram realizadas.
Uma marquise, executada em metal pintado de vermelho, cobre o acesso principal e devido à sua forma e cor dá identidade ao prédio, caracterizando-o e o diferenciando dos demais. Por este motivo, o elemento foi transformado em logomarca do auditório e batizado oficialmente de “Labareda”.

Organização interna

-No nível térreo:
  • foyer
  • conjunto palco/platéia
-No subsolo:
  • bar,
  • administração,
  • escola de música e
  • camarins.
O auditório possui uma porta traseira de 18 m de largura que, aberta, permite a pessoas situadas no lado de fora, no gramado do Parque chamado de Platéia Externa do Auditório, acompanhem o que está a ser apresentado no palco.

Ficha técnica

Auditório Ibirapuera à noite
  • Início do projeto: 2002
  • Conclusão da obra: 2005
  • Área construída: 7.000 m²
  • Projetos, cerenciamento e construção:
    • Arquitetura
Oscar Niemeyer (autor)
Hélio Pasta e Hélio Penteado (colaboradores)
  • Obras de arte: Tomie Ohtake e Luís Antônio, Vallandro Keating

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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Espaço Oscar Niemeyer - Anexo da Serpentine Gallery


Em 2003, Niemeyer foi escolhido para projetar seu primeiro edifício na Grã-Bretanha, um anexo provisório na Serpentine Gallery — uma galeria londrina que constrói a cada ano um pavilhão no Jardim do Hyde Park. Apesar de sua preferência pelo concreto, Niemeyer optou pela execução em aço devido ao caráter temporário da obra, que pedia uma arquitetura desmontável.


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Espaço Oscar Niemeyer - Museu Oscar Niemeyer

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Museu Oscar Niemeyer
Museu Oscar Niemeyer 2 Curitiba Brasil.jpg
Fundação 2002
Localização Curitiba, Paraná
Brasil Brasil
Tipo Museu de arte
Website www.museuorcarniemeyer.org.br
O Museu Oscar Niemeyer localiza-se na cidade de Curitiba, capital do estado do Paraná, Brasil.
O complexo de dois prédios, instalado em uma área de trinta e cinco mil metros quadrados (dos quais dezenove mil dedicados à área de exposições), é um verdadeiro exemplo da Arquitetura aliada à Arte.
O primeiro prédio foi projetado por Oscar Niemeyer em 1967, fiel ao estilo da época, concebido como um Instituto de Educação. Este edifício possui o segundo maior vão livre do Brasil, com 65m.[1] Foi reformado e adaptado à função de museu, para o qual Niemeyer projetou o anexo, lembrando um olho, imprimindo-lhe uma nova identidade característica.
Inaugurado em 2002 com o nome de Novo Museu, com a conclusão do anexo foi reinaugurado em 8 de Julho de 2003, recebendo a atual denominação. É conhecido localmente como Museu do Olho, devido ao design de seu edifício.
A instituição tem como foco as artes visuais, a arquitetura e o design. Pela sua grandiosidade, beleza e pela importância do acervo, atualmente representa uma instituição cultural com projeção nacional e internacional.

Referências

  1. Tecnicalc: Museu Oscar Niemeyer. Página visitada em 02/10/2008.

Ver também

Commons
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domingo, 7 de fevereiro de 2010

Espaço Oscar Niemeyer - Memorial da América Latina

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Prédio do Salão de Atos - Tiradentes
Bíblioteca Latino-Americana Victor Civita
Mão, escultura de Niemeyer
Passarela
O Memorial da América Latina é um complexo arquitetônico de 84.480 m² de área construída[1], projetado por Oscar Niemeyer, um dos mais importantes arquitetos do Brasil. Localiza-se no bairro da Barra Funda, na cidade de São Paulo, Brasil, e foi inaugurado em 18 de março de 1989[2], com o conceito e o projeto cultural desenvolvidos pelo antropólogo Darcy Ribeiro.
O complexo traz exposições da cultura da América Latina, o teatro promove eventos e já recebeu várias apresentações de orquestras em seu palco.
A Praça Cívica é um imenso espaço aberto que une os prédios da Galeria Marta Traba, da Biblioteca Latino-americana Victor Civita e do Salão de Atos Tiradentes. Sua vocação é o encontro de multidões. Com capacidade para pelo menos 30 mil pessoas, neste espaço acontecem festas típicas dos países do continente e das regiões brasileiras, shows populares, festivais, oficinas e espetáculos variados.
Na Praça Cívica encontra-se o prédio da recepção, que ganhou o apelido carinhoso de "Queijinho", bem próximo ao portão 2. Ali são recebidos os ônibus de excursões e é o ponto inicial da visita monitorada. Da outra ponta da Praça Cívica sai a sinuosa passagem até a outra metade do Memorial, onde estão localizados o Pavilhão da Criatividade, a lanchonete, a Administração, o auditório Simón Bolívar e o anexo dos Congressistas.

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Esculturas

Quem chega pela entrada do metrô, no portão 1, encontra logo a Mão, escultura de Oscar Niemeyer, em cuja palma vemos o mapa da América Latina como que em sangue. É um emblema deste continente colonizado brutalmente e até hoje em luta por sua identidade e autonomia cultural, política e sócio-econômica. No pedestal da escultura existe um frase de Orestes Quércia, governador à época e idealizador do Memorial:
Cquote1.svg O sentimento da unidade latino-americana é o limiar de um novo tempo. O esforço da organização para eliminar a opressão dos poderosos e construir um destino maior e mais justo é o compromisso solene de todos nós. Cquote2.svg
Orestes Quércia
A escultura é em concreto aparente, com baixo-relevo com pintura em esmalte sintético, possui sete metros de altura e se localiza na Praça Cívica.
Cquote1.svg Suor, sangue e pobreza marcaram a história desta América Latina tão desarticulada e oprimida. Agora urge reajustá-la num monobloco intocável, capaz de fazê-la independente e feliz. Cquote2.svg
Oscar Niemeyer

Referências

Ver também

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sábado, 6 de fevereiro de 2010

Espaço Oscar Niemeyer - Terminal Rodoviário de Londrina

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Terminal Rodoviário de Londrina.
 
 
O Terminal Rodoviário de Londrina José Garcia Villar teve seu projeto original executado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, sofrendo algumas modificações quando da sua inauguração pelo prefeito de Londrina, Wilson Moreira, em 25 de junho de 1988.
A construção é toda feita em zinco. Seu formato é circular, e no centro o teto possui uma abertura que está sobre um jardim, ao redor do qual estão localizados os guichês para a venda de passagens, as lojas, farmácias, lanchonetes, bancos e outras utilidades. As plataformas ficam na parte mais externa do círculo.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Espaço Oscar Niemeyer - Congresso Nacional

O edifício do Congresso Nacional do Brasil, inaugurado em 1960, foi projetado por Oscar Niemeyer para abrigar o Congresso Nacional do Brasil. É um dos três edifícios monumentais que definem a Praça dos Três Poderes, sendo os demais o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal, também de sua autoria. É considerado como o maior símbolo da capital do Brasil, além de referido frequentemente como o ícone do próprio país, no exterior.
Sobre um bloco-plataforma horizontal encontram-se dispostos uma semiesfera à esquerda (assento do Senado), um hemisfério à direita (assento da Câmara dos deputados) e, entre ambas, duas torres gêmeas de escritórios (o chamado "Anexo 1"), que se elevam a cem metros de altura. O congresso ocupa também outros edifícios vizinhos, alguns deles interconectados por um túnel.
O edifício é implantado em continuidade ao eixo monumental, a principal avenida da capital brasileira, conforme concebido por Lúcio Costa. À sua frente encontra-se um grande gramado, usado pela população como palco de passeatas, protestos e outras manifestações públicas. Na parte posterior do edifício encontra-se a Praça dos Três Poderes.

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O projeto segundo o criador

Cquote1.svg Arquitetura não constitui uma simples questão de engenharia, mas uma manifestação do espírito, da imaginação e da poesia. No Palácio do Congresso, por exemplo, a composição se formulou em função desse critério, das conveniências da arquitetura e do urbanismo, dos volumes, dos espaços livres, da oportunidade visual e das perspectivas e, especialmente, da intenção de lhe dar o caráter de monumentalidade, com a simplificação de seus elementos e a adoção de formas puras e geométricas. Daí decorreu todo o projeto do Palácio e o aproveitamento da conformação local, de maneira a criar no nível das avenidas que o ladeiam uma monumental esplanada e sobre ela fixar as cúpulas que deviam hierarquicamente caracterizá-lo.
Tivesse estudado o Palácio com espírito acadêmico, ou preocupado com as críticas, e ao invés dessa esplanada, que a muitos surpreende pela sua imponência, teríamos uma construção em altura.
... que hoje se estende em profundidade, além do edifício, acima da esplanada, entre as cúpulas, abrangendo a Praça dos Três Poderes e os demais elementos arquitetônicos que a compõem, somando-se plasticamente e tornando, assim, a perspectiva do conjunto muito mais rica e variada.
A cúpula da Câmara dos Deputados demandava um estudo cuidadoso que a deixasse com que apenas pousada sobre a esplanada, isto é, a cobertura do prédio; o mesmo acontecia com esta última, cujo topo é tão fino que ninguém imagina constituir, internamente a galeria do público que liga os dois plenários.
Internamente, o projeto procura criar os grandes espaços livres que devem caracterizar um palácio, para isso utilizando elementos transparentes que evitam transforma-los em pequenas áreas.
A forma arquitetônica - mesmo contrariando princípios estruturais - é funcional quando cria beleza e se faz diferente e inovadora.
Cquote2.svg
Oscar Niemeyer[1]

Tombamento

Em 2007, ano em que Niemeyer completou 100 anos, o Iphan tombou o edifício do Congresso Nacional e outras 34 edificações de sua autoria.[2]

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Espaço Oscar Niemeyer - Casa do Cantador

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Casa do Cantador do Brasil
A Casa do Cantador, também conhecida como Palácio da Poesia, é uma edificação moderna criada pelo gênio inovador do arquiteto Oscar Niemeyer para homenagear a comunidade nordestina que habita o Distrito Federal. Localizada na cidade-satélite de Ceilândia/DF, a Casa é a sede do cantador repentista, do poeta cordelista, do coquista embolador e de um sem-número de artistas do improviso e da literatura de cordel, verdadeiros representantes da cultura popular. Inaugurada a 9 de novembro de 1986, a Casa do Cantador tem sido palco de grandes manifestações culturais, a exemplo dos Festivais Nacionais de Cantadores Repentistas e Poetas Cordelistas que acontecem a mais de 22 anos. Nestes eventos a Casa abre suas portas para a arte e a cultura e recebe de bom grado toda a mistura de brasileiros que reside no Distrito Federal. Atualmente a sua diretora é a Sra. Rosália Alves Bezerra. Contatos:(61)33785067/33784891 Email:casadocantadordobrasildf@gmail.com

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Espaço Oscar Niemeyer - Palácio do Alvorada

O Palácio da Alvorada é um edifício localizado em Brasília, Distrito Federal, no Brasil. O palácio é designado como a residência oficial do presidente da República Federativa do Brasil. Situa-se às margens do lago Paranoá, tendo sido o primeiro edifício inaugurado em Brasília, em 30 de junho de 1958.

Índice

Arquitetura

Projetado por Oscar Niemeyer, o Alvorada tornou-se um dos ícones da arquitetura moderna brasileira e de sua peculiaridade em relação ao movimento moderno europeu. Também foi símbolo do progresso cultural e técnico do Brasil durante a década de 1950, momento em que o país vivia uma profusão cultural singular, caracterizado entre outras coisas pela bossa nova, pela arquitetura moderna e pela arte concreta. O formato diferenciado dos pilares externos da edificação deu origem ao símbolo e emblema da cidade, presente no brasão do Distrito Federal. Tal formato foi, inclusive, largamente copiado em construções populares em todo o país, o que o tornou eventualmente sinônimo de uma estética kitsch quando aplicado em outros contextos.
A construção de Niemeyer foi batizada por Juscelino Kubitschek e quando questionado sobre o porquê do nome "alvorada", o então presidente da República respondeu com outra questão: "Que é Brasília, senão a alvorada de um novo dia para o Brasil?".
O Alvorada é uma construção revestida de mármore e vedada por cortinas de vidro, cuja estrutura é constituída externamente dos já citados pilares brancos. Desta forma, o vidro proporciona uma certa integração entre espaço interior e exterior. Já as famosas colunas apóiam-se no chão por um de seus vértices fazendo, aparentemente, desaparecer a idéia de peso - como que pousando o edifício no solo de Brasília. O trabalho com a curva neste e em outros edifícios de Brasília fez com que a obra de Niemeyer fosse apelidade eventualmente de barroca.
O espelho d'água, que reflete a imagem do edifício, criando um espaço virtual infinito, é complementado por um grupo escultórico que parece flutuar à superfície da água, em uma materialidade que, segundo apontam críticos da arquitetura, parece fazer desaparecer a gravidade.
Juscelino recusou o primeiro projeto feito por Niemeyer, por "falta de monumentalidade", e pediu que o arquiteto refizesse os traços para construir um palácio "que daqui a cem anos ainda seja admirado".

Ambientes

O Palácio da Alvorada é uma construção em três pavimentos. A laje do piso térreo localiza-se brevemente elevada em relação ao solo exterior, em nível coincidente com os setores de maior dimensão horizontal dos pilares externos e é neste piso que se encontram os setores sociais do palácio e os salões utilizados pela Presidência em eventos e solenidades.
Pela elevação do piso térreo, o subsolo recebe ainda ventilação natural e insolação. Nele localizam-se os ambientes de serviços (como cozinha e almoxarifados) e os cômodos e dormitórios dos funcionários. Já no primeiro andar se encontra o setor efetivamente residencial do palácio, no qual se localizam os ambientes privados usados pela família do presidente.

Nota

Evidentemente que o Presidente da Republica Federativa do Brasil, tem no Palacio da Alvorada, suas dependencias para estudos e leituras, mas o Gabinete de Trabalho do Presidente , oficialmente, não é nesse Palacio e sim no Palacio do Planalto, onde o mandatário da Nação realmente recebe autoridades, despacha e cumpre seus deveres de Chefe de Estado e de Governo.

Endereço

SPP
Zona Cívico-Administrativa
Brasília - DF
CEP 70150-903

Referências gerais

Ver também

Ligações externas

Bibliografia

  • BRUAND, Yves; Arquitetura contemporânea no Brasil; São Paulo: Editora Perspectiva, 2002, ISBN 85-273-0114-8

domingo, 31 de janeiro de 2010

Espaço Oscar Niemeyer - Igreja Nossa Senhora de Fátima, a Igrejinha da 307/308 Sul

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.



Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr
A Igrejinha da 307/308 Sul ou Igreja Nossa Senhora de Fátima foi o primeiro templo em alvenaria a ser erguido em Brasília, inaugurado em 28 de maio de 1958.
Após a pedra fundamental em 26 de outubro de 1957, a igreja foi construída em cem dias, com o objetivo de pagar uma promessa da primeira-dama Sarah Kubitschek, feita para curar sua filha. [1]
A capela foi projetada por Oscar Niemeyer e sua arquitetura faz referência a um chapéu de freiras. Em seu interior e na fachada encontram-se azulejos de Athos Bulcão. Os afrescos com bandeirolas e anjos de Alfredo Volpi, foram cobertos por tinta em uma reforma ocorrida na década de 60.[2]

Referências

  1. Igreja Nossa Senhora de Fátima. Página visitada em 10/08/2008.
  2. Utopia da unidade de vizinhança cedeu espaço à realidade (12/2007). Página visitada em 10/08/2008.

Fotos