Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro disse Dom Pedro II
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terça-feira, 3 de abril de 2012

SAÚDE NO RJ - MPF diz que MPF diz que houve omissão das autoridades de saude e move ação para garantir tratamento contra câncer no Sul Fluminense

Hospital em Volta Redonda reteve verbas do SUS e tentou assumir de forma abusiva o serviço de quimioterapia
O Ministério Público Federal (MPF) em Volta Redonda (RJ) ajuizou ação civil pública para garantir o funcionamento dos serviços de oncologia aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) no Sul Fluminense. O MPF requer liminar para o bloqueio de R$ 1,6 milhão do Hospital Jardim Amália (HINJA), valor devido à Radiclin Empreendimentos Médicos e Hospitalares pelos serviços de quimioterapia prestados entre julho e dezembro de 2011. O montante deve ser devolvido ao Fundo Municipal de Saúde (processo nº 2012.51.04.000711-0). 

A ação foi motivada pela informação de que a Radiclin suspenderia a partir de 30 de março todos os serviços de quimioterapia e hormonioterapia aos pacientes do SUS, em função da falta de repasse de verbas federais pelo HINJA, responsável pela repartição da verba pública. O hospital montou um serviço próprio de oncologia e tentou assumir de forma abusiva os serviços de quimioterapia no Sul Fluminense, sem avaliação criteriosa do SUS e retendo verbas devidas à Radiclin. O HINJA, porém, não tem capacidade financeira de arcar com os medicamentos necessários para quimioterapia e não tem condições de fornecer o serviço de radioterapia, atualmente a cargo da Radiclin.

Para o MPF, o Ministério da Saúde e as secretarias estadual e municipal de Saúde foram omissas no caso, não tomando as medidas necessárias para resolver o impasse entre a Radiclin e o HINJA e garantir a continuidade dos tratamentos oncológicos para os pacientes da região. Na ação, o procurador da República Rodrigo Lines pede que a União, o Estado do Rio de Janeiro e o município de Volta Redonda reconheçam a cessão de crédito em favor da Radiclin e passem a realizar o pagamento diretamente a ela, a fim de evitar a retenção abusiva dos recursos pelo HINJA. Os governos devem também garantir o funcionamento do complexo hospitalar formado pelo HINJA e pela Radiclin pelo prazo mínimo de 18 meses e realizar uma avaliação para definir quem será habilitado pelo SUS para prestar os serviços de assistência oncológica na região. Dessa forma, o MPF quer garantir que os pacientes não sejam prejudicados e obrigados a se deslocar para outras cidades em busca de tratamento.

O procurador pede ainda que o hospital HINJA seja condenado a pagar indenização no valor de R$ 6,4 milhões por dano coletivo e moral. 

"O MPF, diante da omissão do Município, do Estado e da União, não pode admitir que o HINJA trate pacientes já acometidos por doença grave como o câncer, debilitados física e psicologicamente, como uma mercadoria de que pode dispor a seu bel prazer, sem considerar que isso pode acarretar desnecessário sofrimento e até mesmo uma piora no quadro clínico desses pacientes" - disse o procurador.

Entenda o caso – Em 2008, o Hospital Jardim Amália (HINJA) foi habilitado como Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (UNACON), através de portaria do Ministério da Saúde. Para prestar o serviço aos usuários do SUS, o HINJA e a Radiclin firmaram um contrato de prestação de serviços, estipulando que a verba referente ao tratamento dos pacientes do SUS seriam repassadas do Fundo Municipal de Saúde de Volta Redonda ao HINJA, e este, por obrigação contratual, repassaria os valores à Radiclin. 

Para que os repasses fossem feitos diretamente do Fundo Municipal de Saúde à Radiclin, um contrato de cessão de créditos foi firmado em outubro de 2009, no qual o HINJA transferiu todos os direitos creditícios referentes aos serviços prestados para a Radiclin. Porém, a cessão de crédito nunca foi cumprida pelo município de Volta Redonda.

No período de julho a dezembro de 2011, os valores devidos à Radiclin pelos serviços – cerca de R$ 1,6 milhão - não foram repassados pelo hospital HINJA, comprometendo a capacidade da clínica de arcar com os custos dos atendimentos médicos. Em dezembro de 2011, a Radiclin alegou ter sido surpreendida pela notícia de que o hospital HINJA estava montando um serviço próprio de quimioterapia para atender os pacientes do SUS, com apoio da Secretaria Municipal de Saúde.

Para o procurador da República Rodrigo Lines, o hospital HINJA está de forma abusiva tentando assumir os serviços de quimioterapia no Sul Fluminense, sem sequer solicitar isso aos gestores do SUS e desconsiderando os prejuízos que a abrupta modificação pode representar para a continuidade e qualidade dos serviços de saúde para os pacientes.

Depois de várias reuniões com representantes do HINJA, da Radiclin e do governo, o MPF expediu uma recomendação para tentar resolver o impasse extrajudicialmente. Porém, o HINJA pediu mais tempo para responder, protelando a solução do caso e trazendo insegurança aos pacientes quanto à continuidade dos serviços de saúde. Buscando resolver o impasse mais rápido para garantir um tratamento de saúde gratuito e digno, o MPF entrou com a ação civil pública na 3ª Vara Federal de Volta Redonda 

domingo, 4 de abril de 2010

ESPORTE/FUTEBOL CARIOCA - Vasco consegue vaga com boa dose de sofrimento: 4 a 3 no Duque de Caxias

Time faz 3 a 1 já no segundo tempo, permite empate e chega a gol salvador com Dodô, aos 32 minutos. Adversário na semifinal será o Flamengo

GLOBOESPORTE.COM Volta Redonda, RJ
Foi bem mais sofrido do que se espera de um jogo entre um time que busca a classificação e outro que tenta fugir do rebaixamento. O Vasco conseguiu chegar à semifinal da Taça Rio com uma boa dose de drama, na vitória por 4 a 3 sobre o Duque de Caxias, neste domingo, no Raulino de Oliveira. Com o segundo lugar no Grupo B, terá o Flamengo como adversário, enquanto Botafogo e Fluminense fazem o outro confronto.

O Vasco, que chegou a fazer 3 a 1 já no segundo tempo, permitiu o empate e só conseguiu o gol salvador, com Dodô, aos 32 minutos. Os outros três foram marcados por Fagner, Elton e o próprio Dodô, que garantiram a terceira vitória em três partidas do treinador interino Gaúcho. Esta é a décima vez em 14 possíveis que o time chega à semifinal de um dos turnos desde que esta fórmula de disputa foi adotada, em 2004. Ainda assim, entre os quatro grandes, é o Vasco que amarga o maior jejum de títulos estaduais - desde 2003.

Carlos Alberto, que foi desfalque por causa de dores musculares, voltou a fazer falta, principalmente porque o outro responsável pela armação de jogadas, Philippe Coutinho, teve atuação discreta. O Duque de Caxias agora terá pela frente um triangular da morte, disputando partidas de ida e volta com Friburguense e Resende, para decidir o segundo rebaixado no Campeonato Carioca. O lanterna na soma de pontos dos dois turnos foi o Tigres.

A partida em Volta Redonda tinha um forte contorno político, já que o Duque de Caxias é uma espécie de reduto de Eurico Miranda, ex-presidente do Vasco e derrotado por Roberto Dinamite nas últimas eleições do clube. Um de seus filhos, Álvaro Miranda, é o técnico da equipe, e outro, Eurico Miranda Filho, é o diretor de futebol. Dois antigos funcionários do Vasco na era Eurico também estão no Duque: o supervisor Nilson Gonçalves e o coordenador de futebol Nelsinho Rosa (campeão brasileiro de 1989 como técnico). 


Vasco consegue virada rapidamente

Com o campo pesado devido à chuva e muitos passes errados dos dois times, as primeiras oportunidades de gol vieram em cobranças de falta. Dodô desperdiçou a sua, batendo em cima de Getúlio Vargas. Pelo Duque de Caxias, Júnior também pareceu ter mirado o goleiro. Seu chute, no entanto, teve força suficiente para que Fernando Prass não conseguisse segurar a bola, espalmando-a para a frente. Maurinho aproveitou a falha e o rebote, fazendo 1 a 0. 

A desvantagem no placar durou bem pouco. Um minuto depois, Fagner fez um golaço, ao deixar Fábio no chão com um corte e acertar um chute no ângulo - a bola ainda bateu na trave antes de entrar. A virada também não tardou, com outro bonito gol. Léo Gago driblou um adversário e deu passe, erguendo um pouco a bola, para Elton. Ele chutou de virada e de primeira: 2 a 1.

A vitória parcial fez com que parte da torcida gritasse "fica, Gaúcho". Mas não fez com que o time seguisse as instruções do técnico, que pedia para que as laterais fossem mais usadas - uma insistência também do técnico anterior, Vagner Mancini. 

O Vasco seguia atacando sobretudo pelo meio, quase sempre procurando Elton como pivô. Mas os lances de perigo dependiam de jogadas individuais, assim como nos dois gols. Márcio Careca esteve perto de marcar o terceiro, depois de dar um drible da vaca, mas demorou tanto em decidir se chutava ou passava a bola, que foi travado por Júnior na hora da conclusão. Philippe Coutinho também teve a sua chance cara a cara com o goleiro, que defendeu com os pés.

Sem ser muito incomodado na defesa, o Vasco perdeu Nilton, expulso, em um lance de ataque (assista no vídeo acima). Em cobrança de escanteio na área, ele levou um soco de Tinoco e foi para o vestiário mais cedo, assim como o zagueiro do Duque de Caxias. Será desfalque na semifinal contra o Flamengo, assim como Gian, que recebeu o terceiro cartão amarelo.


Segundo tempo dramático

O Vasco começou a segunda etapa ocupando o campo de ataque. E conseguiu seu terceiro gol aos cinco minutos, com Dodô, finalmente em uma jogada trabalhada. Philippe Coutinho deu passe para Márcio Careca, que avançou pela esquerda e encontrou Elton na entrada da área. O atacante deu um passe de primeira e deixou seu companheiro de ataque sozinho na área. Ele se livrou de Getúlio Vargas com um leve toque por cobertura.

Agência/Estado

Fagner, Coutinho (encoberto), Elton e Léo Gago correm para abraçar Dodô, autor de dois gols


Os 3 a 1 no placar poderiam dar tranquilidade para o Vasco controlar a partida, mas essa vantagem só durou seis minutos, até que o Duque chegou ao segundo gol, e novamente graças a uma falta cobrada por Júnior. Desta vez, entretanto, ele trocou a força pela categoria. E acertou o ângulo de Fernando Prass, que apenas olhou a bola bater no travessão e entrar.

Num passe errado de Gian, o Duque de Caxias conseguiu o empate, aos 18 minutos. Marcelo atravessou sozinho metade do campo, driblou Fernando Prass e concluiu para o gol vazio. A partir daí, o Vasco se lançou ao ataque desesperadamente e conseguiu uma sucessão de oportunidades. Numa delas, Dodô chutou por cima, de frente para Getúlio Vargas, após receber passe rasteiro de Fagner. Em outra, Elton chegou até a driblar o goleiro, mas viu Mayaro salvar seu chute em cima da linha.  

O gol da classificação veio aos 32 minutos, novamente em uma jogada da dupla de ataque. Elton deu outra assistência, agora de calcanhar, e Dodô não desperdiçou, chegando a 11 gols no Estadual, um a menos do que o artilheiro Vagner Love, do Flamengo. Com a vitória novamente nas mãos, Gaúcho não quis arriscar e trocou Elton por um volante de marcação, Jumar. Ainda assim, o torcedor sentiu um frio na barriga quando Juninho deu um chute forte, perto do gol, já aos 40 minutos. Foi o último susto do Vasco, que pôde comemorar a vaga na semifinal.    


Ficha técnica: 

DUQUE DE CAXIAS 3 x 4  VASCO
Getúlio Vargas, Dudu, Marlon, Tinoco e Fábio; Mayaro (Abel), Leandro Teixeira (Juninho), Júnior e Maurinho; Faioli (Alê) e Marcelo. Fernando Prass, Fagner, Thiago Martinelli, Gian e Márcio Careca; Nilton, Léo Gago (Jumar), Souza e Philippe Coutinho (Magno); Dodô e Elton (Dedé).
Técnico: Álvaro Miranda. Técnico: Gaúcho.
Gols: Maurinho, aos 15, Fágner, aos 16, e Elton, aos 21  minutos do primeiro tempo; Dodô, aos cinco, Júnior, aos 11, Marcelo, aos 18, e Dodô, aos 32 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Faioli, Tinoco, Fábio, Mayaro, Júnior, Maurinho (Duque de Caxias); Gian, Fagner (Vasco). Cartões vermelhos: Tinoco (Duque de Caxias) e Nilton (Vasco).
Estádio: Raulino de Oliveira (Volta Redonda/RJ). Data: 04/04/2010. Árbitro: Gutemberg de Paula Fonseca (RJ). Auxiliares: Wagner de Almeida Santos (RJ) e Jackson Lourenço Massarra dos Santos (RJ).

 

 

sexta-feira, 26 de março de 2010

ESPORTE/FUTEBOL CARIOCA - Botafogo vence o Volta Redonda



Com a vitória de 1 a 0, no encerramento da sexta rodada da Taça Rio, o Botafogo voltou à liderança do Grupo B.
Caio entrou no segundo tempo e garantiu a vitória do Alvinegro. Veja em vídeo.
 


 


 

sábado, 20 de março de 2010

ESPORTE/FUTEBOL CARIOCA - Vasco volta a decepcionar e é derrotado pelo Olaria em Volta Redonda (veja o vídeo)

Gigante da Colina não vence há três partidas e corre o risco de ser ultrapassado pelo América na segunda colocação do Grupo B da Taça Rio

GLOBOESPORTE.COM Volta Redonda (RJ)

O Vasco prosseguiu o seu calvário sem vitórias na temporada 2010. Com a derrota por 1 a 0 na tarde deste sábado, no Raulino de Oliveira, em Volta Redonda, para o Olaria, o Gigante da Colina chegou ao seu terceiro jogo sem um triunfo sequer. Para piorar a situação, o time comandado por Vagner Mancini pode perder a segunda colocação no Grupo B da Taça Rio para o América que, neste domingo, vai enfrentar o Bangu, em Moça Bonita. Dois pontos separam as equipes (nove contra sete).

Na próxima rodada, o Vasco vai receber o Americano, em São Januário. O Olaria pega o Macaé, no Estádio Godofredo Cruz, em Campos. As duas partidas vão acontecer na próxima quarta-feira.


Após início promissor, Vasco volta a sofrer apagão e leva gol do Olaria

Os primeiros dez minutos do Vasco atenderam às orientações do técnico Vagner Mancini. Marcação no campo do adversário, jogadas pelas laterais, triangulações e saída rápida da defesa para o ataque. Nesse período, o Gigante da Colina teve três chances claras de abrir o marcador, mas não o fez. Na primeira, aos três, Elder Granja recebeu de Rafael Coelho dentro da área e em vez de chutar tentou o cruzamento. A zaga do Olaria aproveitou para afastar o perigo.

Os outros dois lances aconteceram aos seis e aos sete minutos de jogo. No primeiro, Coutinho rolou para Jéferson na entrada da área e o meia soltou a bomba. A bola passou rente à trave de Henrique. No lance seguinte, Paulinho aproveitou uma saída errada da defesa do Olaria e arriscou da intermediária. O arqueiro do time da Rua Bariri voltou a defender. E o Vasco parou por aí.

O Olaria acordou para o jogo, acertou a marcação em seu sistema defensivo e aproveitou a lentidão e os erros de passe do Vasco. Não demorou para a equipe comandada por Dé fazer o primeiro gol. Aos 12, após erro de passe de Philippe Coutinho no meio-campo, Aleílson puxou contra-ataque, passou por Fernando e rolou para Cacá, na marca do pênalti. Com Prass batido, o atacante só tocou para as redes para abrir o marcador.

Com o gol, os erros do Vasco e a impaciência do torcedor, presente nos últimos jogos no Rio de Janeiro, reapareceram. Recuado, o Olaria buscava os contra-ataques. E foi em um deles que quase ampliou. Aos 15, completamente sozinho, Aleíson recebeu pela esquerda, entrou na área e chutou em cima da zaga. Na sobra, Araruama arriscou de fora da área e Fernando Prass defendeu.

Sem poder de penetração, o Vasco tentava chegar ao empate em chutes de fora da área. Jéferson e Rafael Carioca tentaram arremates de longa distância aos 17 e 21 minutos, respectivamente. Todos com perigo ao gol de Henrique. Aos 30, Mancini perdeu a paciência com a equipe e sacou Gustavo, apostando na entrada de Souza. Sem a igualdade no marcador, os jogadores deixaram o campo vaiados pelos torcedores que compareceram ao Raulino de Oliveira.

Olaria tem gol anulado no segundo tempo e Souza é expulso no fim

Disposto a virar o placar, o treinador vascaíno retornou para a etapa final com a equipe um pouco mais ofensiva. Mancini tirou o volante Paulinho e colocou o atacante Geovane Maranhão. Porém, a impaciência atrapalhava a organização das jogadas de ataque. O Gigante da Colina tentava superar a defesa do Olaria alçando bolas na área. Em vão.

O primeiro lance de gol do Vasco aconteceu aos oito minutos. Geovane Maranhão cruzou da esquerda para Rafael Coelho. O atacante dominou na marca do pênalti de costas para gol, girou sobre o zagueiro e chutou para ótima defesa de Henrique. Na sobra, Coutinho tentou marcar de cabeça, mas chegou empurrando o zagueiro do rival.

Aos 16, o Olaria teve a sua primeira chance no segundo tempo. Rafael cobrou falta da intermediária e o goleiro Fernando Prass agarrou com segurança no centro do gol. Quatro minutos depois, Dodô foi chamado por Mancini para entrar na vaga de Jéferson. Antes mesmo de ir ao campo, o artilheiro já era vaiado e hostilizado pelos torcedores. Desorganizado, o Vasco pressionava os rivais, mas não conseguia levar perigo ao arqueiro Henrique.

O Olaria perdeu uma ótima oportunidade de matar o jogo aos 31. Aleílson aproveitou falha de Gian, que tentou fazer a linha de impedimento, e recebeu lançamento na intermediária. Completamente sozinho, o atacante entrou na área e errou o chute ao tentar encobrir o goleiro Fernando Prass. A bola passou por cima do gol do Vasco.

Aos 42, em lance polêmico, o Olaria teve um gol anulado. Em um contra-ataque rápido, Cacá recebeu dentro da área e chutou em cima de Fernando Prass. Em cima da linha, o goleiro socou a bola, evitando gol. O árbitro Antônio Frederico de Carvalho chegou a validar o lance, mas a bandeirinha Lilian da Silva Fernandes. Irritado, o técnico Dé deixou o gramado reclamando da marcação.

- Eu me recuso a ficar nessa palhaçada - protestou Dé.

Souza ainda foi expulso nos acréscimo ao dar um pontapé em Cacá. No fim do jogo, os torcedores hostilizaram os jogadores, Mancini e o presidente Roberto Dinamite, que estava presente ao Raulino de Oliveira.

Ficha técnica: 

OLARIA 1 x 0 VASCO
Henrique, Ivan, Vanderson, Rafael e Amarildo; David, Romário, Araruama e Waldir; Aleílson (Assumpção) e Cacá. Fernando Prass, Gustavo (Souza), Fernando e Gian; Elder Granja, Rafael Carioca, Paulinho (Geovane Maranhão), Jéferson (Dodô)e Márcio Careca; Philippe Coutinho e Rafael Coelho.
Técnico: Dé. Técnico: Vagner Mancini.
Gols: Cacá, aos 12 minutos do primeiro tempo.
Cartões amarelos: Romário, Amarildo (Olaria); Coutinho, Geovane Maranhã, Gustavo, Gian, Fernando (Vasco). Cartão vermelho: Souza
Estádio: Raulino de Oliveira (RJ). Data:20/03/2010. Árbitro: Antônio Frederico de Carvalho Schneider (RJ). Auxiliares: Lilian da Silva Fernandes Bruno (RJ) e Andréa Izaura Maffra Marcelino de Sá (RJ)..