Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro disse Dom Pedro II
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sábado, 17 de setembro de 2011

DIlma tira 4 ministras de comitiva à ONU

Folha de S. Paulo
O Planalto desconvidou ontem quatro ministras de integrar a comitiva da presidente Dilma Rousseff à Nova York, onde ela participa da abertura da Assembleia Geral da ONU.

As ministras Maria do Rosário (Direitos Humanos), Luiza Bairros (Igualdade Racial), Iriny Lopes (Mulheres) e Izabella Teixeira (Meio Ambiente) foram contatadas ontem.

A Folha apurou que a alegação para o desconvite foi a presença de muitos ministros na comitiva. O ministro Gilberto Carvalho falou com as ministras.

O Planalto desconvidou ontem quatro ministras de integrar a comitiva da presidente Dilma Rousseff à Nova York, onde ela participa da abertura da Assembleia Geral da ONU.

As ministras Maria do Rosário (Direitos Humanos), Luiza Bairros (Igualdade Racial), Iriny Lopes (Mulheres) e Izabella Teixeira (Meio Ambiente) foram contatadas ontem.

A Folha apurou que a alegação para o desconvite foi a presença de muitos ministros na comitiva. O ministro Gilberto Carvalho falou com as ministras.

domingo, 18 de abril de 2010

INTERESSANTE - Bar gay dos EUA atrai público com fantasias de super-heróis


Frequentadores do bar se fantasiam de super-heróis Foto: The New 
York Times "Super-heróis" se reúnem em bar gay dos EUA
Foto: The New York Times
Iluminação escura. Cantinhos para encontros amigáveis. Atendentes musculosos. Música dançante e pulsante. À primeira vista, poderia ser a noite de sábado em qualquer bar gay de Nova York.
Mas daí você percebe, em um canto, o Super-Homem flertando com o Lanterna Verde. E, do outro lado, alguém com o colante do Adão Negro, antagonista do Capitão Marvel, mandando ver na pista. Na verdade, aparentemente há um número exagerado de homens na noite que parecem ter saído das páginas de uma revista em quadrinhos. E, de certa maneira, foi isso que aconteceu.
Estamos no Skin Tight USA, a festa ocasional dedicada a fetiches por uniforme do Stonewall Inn, em West Village, que atrai um grupo regular de homens (e admiradores) que apreciam um tipo especial de fantasia. Alguns vestem uniformes heróicos, outros, roupas de luta romana. A multidão pode variar de 25 em uma noite média a 250 em uma espetacular. Em comum, as vestimentas que valorizam os músculos e frequentemente deixam pouco para a imaginação.
"Sempre me senti atraído pelo físico dos super-heróis", disse Matthew Levine, 31, que em 2005 fundou a festa com Andrew Owen, 44, e um dos poucos participantes dispostos a se identificar. Os dois se tornaram amigos quando eram, respectivamente, o designer gráfico e o webmaster da Hard Comixxx, a predecessora da Skin Tight que acontecia no bar Eagle, em Chelsea. Levine é grande fã dos X-Men (que têm alguns personagens gays) e dos Transformers (todos aparentemente héteros) e lê quadrinhos desde os oito. "Fiquei mais velho e percebi que era por isso que eu admiro o ideal grego de masculinidade e musculatura."
A festa Skin Tight -na qual as fantasias variam de familiares (como Homem Aranha) a aquelas que apenas fissurados em quadrinhos reconheceriam (como a versão de 1993 do Superboy)- é uma das formas de expressão de fãs gays, lésbicas, bissexuais e transexuais de quadrinhos hoje em dia. Eles estão saindo do armário, com estardalhaço e orgulho, em blogs, grupos de afinidades, quadrinhos virtuais, etc., simultaneamente anunciando sua identidade sexual e sua devoção às revistas em quadrinhos. Mas não foi há muito tempo que o clima era menos do que convidativo àqueles que quisessem unir os dois mundos aparentemente díspares.
"Durante a minha infância nos anos 80, acho que nem considerava a possibilidade de super-heróis gays e simpatizantes", disse por e-mail Dan Avery, 37, editor do Next, um guia para a vida noturna gay em Nova York. "Mas realmente me lembro de ter que manter dois segredos: ser gay e ser um fã de quadrinhos. Não sei ao certo qual dos dois eu temia mais que as pessoas descobrissem." Atualmente, Avery integra um grupo de gays que se encontram regularmente para discutir as últimas edições das revistas em quadrinhos.
Alguém que entende a velha relutância em se assumir, Andy Mangels, 43, modera desde 1988 o fórum "Gays nos Quadrinhos" na Comic-Com International, em San Diego. Naquele mesmo ano, ele escreveu Out of the Closet and Into the Comics, um artigo para a Amazing Heroes, revista setorial do mundo dos quadrinhos. O artigo incluiu uma série de citações anônimas de criadores gays e lésbicas. "Todos temiam o modo com que o setor os trataria", disse Mangels em recente entrevista telefônica.
Embora a indústria dos quadrinhos tenha progredido muito desde a histeria causada pelo livro de 1954 Seduction of the Innocent -no qual o psiquiatra Fredric Wertham sugeria uma ligação entre ler gibis e a delinquência juvenil, afirmava que Batman e Robin eram um casal homossexual e considerava a Mulher Maravilha uma fã de sadomasoquismo-, personagens verdadeiramente gays e lésbicas demoraram para surgir.
Mangels cita a edição nº 23 da revista The Hulk, de 1980, como o primeiro quadrinho comercial a incluir gays e lésbicas, embora com uma representação longe de positiva. Na história, Bruce Banner, o alter ego do Hulk, está na Associação de Jovens Cristãos (YMCA), onde dois homens gays tentam estuprá-lo. Jim Shooter, o roteirista, justificou a cena afirmando se basear em incidentes que aconteceram com ele e um amigo.
Personagens gays e lésbicas se saíram melhor no movimento underground de quadrinhos, com pioneiros (e criadores gays) como Howard Cruse e Roberta Gregory. A representação também era geralmente mais positiva no que era conhecido nos anos 1980 como "quadrinhos independentes", a forma abreviada para revistas que não eram publicadas pela DC Comics ou Marvel Entertainment. The Amazing Adventures of Kavalier & Clay, romance vencedor do Pulitzer de Michael Chabon, narrava a paranoia em torno dos quadrinhos nos anos 1950 e a batalha de Sam Clay com sua identidade gay. "A vida -minha vida- é rica em 'personagens' gays, como uma ficção com a intenção de ser plausível poderia negligenciar isso?", disse Chabon em uma entrevista de 2007 para o washingtonpost.com.
Em entrevista com vários fãs gays, os motivos dados para gravitarem em torno dos quadrinhos eram tão variados quanto as fantasias de heróis: tudo, de escapismo a "homens gostosos de colante", à incorporação da mensagem dos X-Men, "buscar a aceitação de um mundo que os odeia e teme pelo que eles são".
Existe ainda o poder da fantasia. "Acho que alguns rapazes e homens gays se atraem mais pela fantasia do que o garoto médio porque eles têm uma luta extra a enfrentar que vai além de ser só o fracote da escola", disse Bob Schreck, editor de quadrinhos bissexual que trabalhou com o Lanterna Verde, incluindo uma trama de abuso gay. "O garoto fracote hétero é um garoto fracote hétero. O garoto fracote gay tem um grande problema."
Hoje em dia, gays e lésbicas têm seus próprios heróis para admirar. Em 1992, Estrela Polar, um herói da Marvel, se assumiu gay atraindo vasta atenção da mídia, inclusive um editorial do The New York Times. O herói canadense agora tem um namorado, Kyle. Hoje, seus colegas incluem Wiccano e Hulkling, um casal gay superpoderoso dos Jovens Vingadores. A dupla foi criada por Allan Heinberg, roteirista de Grey's Anatomy, que disse que seu editor apoiou seu desejo de incluir personagens gays.
The New York Times
The New York Times

 


 

domingo, 4 de abril de 2010

INTERESSANTE - Nova York recebe exposição de esculturas de Lego (veja o vídeo)


da BBC Brasil


Uma exposição de arte com trabalhos feitos com tijolinhos de Lego está em cartaz na cidade de Nova York.
As obras são do artista Nathan Sawaya, que desistiu de sua carreira como advogado para criar as esculturas.
O artista diz que as pessoas gostam do seu trabalho porque "elas estão acostumadas a ver carros e caminhões construídos com Lego, mas ver obras de arte é uma coisa nova".
"Minha meta era levar o Lego para um lugar em que nunca tivesse sido visto antes, levá-lo para o museu, para a galeria de arte", diz Sawaya. "Está funcionando."
A exposição Brick by Brick: The LEGO Brick Sculpture of Nathan Sawaya fica até 13 de abril, na Agora Gallery, em Nova York.



 


 

sábado, 3 de abril de 2010

DIGITAL - Apple vende primeiros iPads e provoca alvoroço entre fãs


Os consumidores finalmente já podem adquirir o iPad, último produto da Apple, que foi colocado à venda às 9h (10h de Brasília) deste sábado na costa leste dos Estados Unidos, causando alvorço em 500 clientes que aguardavam o lançamento diante da Apple Store na 5ª Avenida, em Nova York. Depois de uma contagem regressiva parecida com a do reveillon, a loja abriu as portas aos clientes, que aplaudiram o momento, observados por muitos jornalistas.
Adi Thomas, 38 anos, viajou da Austrália para presenciar o evento. "É fino, lindo. Eu quero levar para casa e brincar com ele", declarou.
Muitos fãs de tecnologia acamparam do lado de fora da loja, alguns por mais de 24 horas, mesmo estando previamente inscritos na Internet para receber o computador. Todos queriam ser os primeiros a adquirir o produto.
"Estamos aqui desde as 5h", contou na sexta-feira Giovanna Mullen, 11 anos, natural de Nova Jersey com a mãe, Jeanniey Mullen, e a avó, Tony Digiorno, que acamparam no local.
As três mulheres queriam comprar três iPad. "Um para mim, um para minha filha e, como não tenho direito para comprar mais de dois, minha mãe comprará o terceiro", explicou Jeanniey Mullen, que trabalha no ramo de edições eletrônicas e diz estar "profissionalmente muito interessada neste novo produto".
"Minha empresa sabia que eu vinha, então, meu chefe me pediu para que eu comprasse um para ele", completou.
Quem não tinha reservado o tablet só poderia adquiri-lo a partir das 15h (18h de Brasília) deste sábado.
Contudo, o lançamento do iPhone em 2007 gerou mais fervor, com fãs acampando por mais de cinco dias em Nova York para aquirir o aparelho.
O tablet eletrônico é vendido nas lojas da Apple (Apple Stores) e na Best Buy, especializadas em produtos eletrônicos, com preços entre 499 e 829 dólares. Os aparelhos que foram comprados pela internet também devem ser entregues neste sábado.
Em um primeiro momento, os consumidores apenas poderão adquirir a versão do iPad que possui um receptor de Internet Wi-Fi, até que chegue ao mercado a versão com tecnologia 3G, que conta com uma conexão direta à Internet.
As duas versões chegarão no final de abril a outros países: França, Canadá, Grã Bretanha, Alemanha, Itália, Espanha, Suíça, Japão e Austrália.
Os analistas financeiros da companhia Bernstein estimaram recentemente que a Apple deverá vender de 300 mil a 400 mil unidades no primeiro fim de semana e até 2,2 milhões até o final de setembro.
O computador com tela sensível ao toque de 24,6 cm (na diagonal) permite assistir vídeos, escutar música, jogar, escrever e-mails e ler livros eletrônicos (e-books). Também permite acesso a quase 140 mil aplicativos da loja da Apple criadas para o iPhone.
A Amazon.com anunciou na sexta-feira ter lançado um programa para permitir aos usuários do iPad ler 450 mil livros em formato digital do catálogo de seu leitor de livros eletrônicos Kindle.
sms/cel/lb/fp
AFP

 


 

quarta-feira, 31 de março de 2010

INTERNACIONAL/EUA - Jovem morre ao cair do último andar do Empire State


Agência AFP

NOVA YORK - Um rapaz de 21 anos morreu na terça-feira ao cair do último andar do Empire State Building, o maior prédio de Nova York.
O jovem, que não teve a identidade revelada, caiu do 86º andar. O local onde estava a vítima tem uma área de observação aberta aos visitantes.
O porta-voz da polícia de Nova York, Kevin Hayes, não revelou as causas exatas da queda, mas é provável que tenha sido um suicídio. Desde a inauguração do edifício, em 1931, mais de 30 pessoas se jogaram do alto do prédio.