Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro disse Dom Pedro II
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terça-feira, 13 de abril de 2010

TECNOLOGIA - Apple lança novos MacBooks Pro com foco em velocidade


MARINA LANG
da Reportagem Local


A Apple anunciou o lançamento de novos modelos das três linhas do MacBook Pro nesta terça-feira (13). O eixo principal das mudanças é o aumento da velocidade em até 50% a partir de novos processadores Intel nos modelos de 13", 15" e 17", além do aumento da capacidade das placas de vídeo, algo que vai melhorar o desempenho gráfico em até 80%.
Há poucas mudanças estéticas nos computadores, que chegam ao Brasil em maio e têm preços que variam entre R$ 3.799 e R$ 8.199, segundo informou a companhia à Folha.


Divulgação
Apple anunciou o lançamento de novos modelos das três linhas do 
MacBook Pro nesta terça-feira
Apple anunciou o lançamento de novos modelos das três linhas do MacBook Pro nesta terça-feira
A grande aposta da Apple para os três modelos grupo de 15" reside no novo processador da Intel, novidade no mercado: nos modelos mais básicos, figuram o processador Intel Core i5, com 2.4 e 2.53 GHz, discos rígidos de 320 e 500 Gbytes e custo de R$ 6.499 e R$ 7.099, respectivamente --o que garante mais de 50% de velocidade em relação aos modelos antigos, diz a companhia.
Eles vêm com duas placas de vídeo, a GeForce GT 330M (voltada a games 3D, aplicativos técnicos e softwares de criação, que exigem mais desempenho do computador), e a Intel HD Graphics, para tarefas que exijam menos capacidade da máquina.
As mesmas características são encontradas no top de linha da família 15" --mas com o novo processador Intel Core i7 e disco rígido de 500 Gbytes--, cujo preço é R$ 7.699.
O novo chip Intel i5 também vem no MacBook Pro 17", com 2.53 GHz e duplicidade de placa de vídeo, a R$ 8.199.
Computadores que têm duas placas de vídeo --usadas no modo compartilhado (que economiza bateria e é usado para assistir vídeos) e no modo dedicado (para rodar tarefas mais pesadas, como edição de vídeos ou games 3D)-- não precisam, agora, de modificação manual do usuário: ela é realizada automaticamente pelo sistema operacional.
Isso, de acordo com a Apple, melhora o impacto da bateria em pelo menos uma hora.
Na família de 13", há dois tamanhos de processadores. O que vem com o Intel Core 2 Duo de 2.4 GHz tem memória RAM de 2 Gbytes, disco rígido de 250 Gbytes e placa de vídeo NVidia GeForce 320 M --que potencializa em até 80% o desempenho gráfico da máquina, quando comparada com a placa antecessora.
Houve também ampliação de duração da bateria --de 7h para 10h. As mesmas configurações estão no outro modelo da linha 13" --exceto pelo disco rígido de 320 Gbytes e pelo processador um pouco mais potente, o Intel Core 2 Duo 2.66 GHz. Custam, respectivamente, R$ 3.799 e R$ 5.099.

 


 

terça-feira, 6 de abril de 2010

ECNOLOGIA - Apple mostra nova versão de sistema para o iPhone na quinta-feira

da Reuters, em San Francisco

A Apple promove na quinta-feira (8) um evento para exibir a nova versão do sistema operacional do iPhone, enquanto a companhia se prepara para o aguardado lançamento da próxima geração do aparelho ainda neste ano.

Ng Han Guan -30.out.09/AP
Apple promove um evento para exibir a nova versão do sistema 
operacional do iPhone, enquanto se espera nova versão do aparelho
Apple promove um evento para exibir a nova versão do sistema do iPhone, enquanto se espera nova versão do aparelho neste ano
A Apple enviou convite para a imprensa sobre a reunião que acontecerá na sede da empresa, em Cupertino, Califórnia.
Segundo o comunicado, a empresa afirma que na ocasião oferecerá "uma prévia do futuro do iPhone OS".
A companhia lançou o iPhone em 2007 --e vendeu mais de 40 milhões de unidades do aparelho até agora.
A maior parte dos analistas espera que a empresa lance uma quarta geração do telefone ainda neste ano.


 


 

segunda-feira, 5 de abril de 2010

ECONOMIA/NEGÓCIOS/TECNOLOGIA - Apple vende 300 mil iPads no 1o dia, analistas veem 5 mi no ano


Analistas de Wall Street se juntaram às massas nesta segunda-feira e definiram o lançamento do iPad da Apple como "sólido", com alguns apontando que as vendas do aparelho chegarão a 5 milhões de unidades nos primeiros 12 meses. Em comunicado nesta segunda-feira, a Apple diz ter vendido mais de 300 mil iPads no dia de lançamento do produto, incluindo as entregas das pré-encomendas, canais de parceria lojas Apple Store. Os usuários do tablet fizeram download de aproximadamente 1 milhão de aplicativos disponibilizados pela App Store.
Pelo menos quatro corretores elevaram seu preço-alvo e estimativas anuais de desempenho da Apple, dois dias depois do produto chegar ao mercado.
O analista Mark Moskowitz, do JP Morgan, estima que a margem do iPad seja de 51 por cento e espera que a Apple venda cerca de 4,8 milhões de unidades nos primeiros 12 meses.
Jeffrey Fidacaro, analista na Susquehanna Financial, elevou suas estimativas de venda de 2,1 milhões para 4,8 milhões de unidades.
(Por Supantha Mukherjee em Bangalore, Índia)

Reuters

 


 

sábado, 3 de abril de 2010

DIGITAL - Apple vende primeiros iPads e provoca alvoroço entre fãs


Os consumidores finalmente já podem adquirir o iPad, último produto da Apple, que foi colocado à venda às 9h (10h de Brasília) deste sábado na costa leste dos Estados Unidos, causando alvorço em 500 clientes que aguardavam o lançamento diante da Apple Store na 5ª Avenida, em Nova York. Depois de uma contagem regressiva parecida com a do reveillon, a loja abriu as portas aos clientes, que aplaudiram o momento, observados por muitos jornalistas.
Adi Thomas, 38 anos, viajou da Austrália para presenciar o evento. "É fino, lindo. Eu quero levar para casa e brincar com ele", declarou.
Muitos fãs de tecnologia acamparam do lado de fora da loja, alguns por mais de 24 horas, mesmo estando previamente inscritos na Internet para receber o computador. Todos queriam ser os primeiros a adquirir o produto.
"Estamos aqui desde as 5h", contou na sexta-feira Giovanna Mullen, 11 anos, natural de Nova Jersey com a mãe, Jeanniey Mullen, e a avó, Tony Digiorno, que acamparam no local.
As três mulheres queriam comprar três iPad. "Um para mim, um para minha filha e, como não tenho direito para comprar mais de dois, minha mãe comprará o terceiro", explicou Jeanniey Mullen, que trabalha no ramo de edições eletrônicas e diz estar "profissionalmente muito interessada neste novo produto".
"Minha empresa sabia que eu vinha, então, meu chefe me pediu para que eu comprasse um para ele", completou.
Quem não tinha reservado o tablet só poderia adquiri-lo a partir das 15h (18h de Brasília) deste sábado.
Contudo, o lançamento do iPhone em 2007 gerou mais fervor, com fãs acampando por mais de cinco dias em Nova York para aquirir o aparelho.
O tablet eletrônico é vendido nas lojas da Apple (Apple Stores) e na Best Buy, especializadas em produtos eletrônicos, com preços entre 499 e 829 dólares. Os aparelhos que foram comprados pela internet também devem ser entregues neste sábado.
Em um primeiro momento, os consumidores apenas poderão adquirir a versão do iPad que possui um receptor de Internet Wi-Fi, até que chegue ao mercado a versão com tecnologia 3G, que conta com uma conexão direta à Internet.
As duas versões chegarão no final de abril a outros países: França, Canadá, Grã Bretanha, Alemanha, Itália, Espanha, Suíça, Japão e Austrália.
Os analistas financeiros da companhia Bernstein estimaram recentemente que a Apple deverá vender de 300 mil a 400 mil unidades no primeiro fim de semana e até 2,2 milhões até o final de setembro.
O computador com tela sensível ao toque de 24,6 cm (na diagonal) permite assistir vídeos, escutar música, jogar, escrever e-mails e ler livros eletrônicos (e-books). Também permite acesso a quase 140 mil aplicativos da loja da Apple criadas para o iPhone.
A Amazon.com anunciou na sexta-feira ter lançado um programa para permitir aos usuários do iPad ler 450 mil livros em formato digital do catálogo de seu leitor de livros eletrônicos Kindle.
sms/cel/lb/fp
AFP

 


 

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Apple é acusada de 'roubar' design do iPad

Tinside Online
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010, 11h31



O CEO da fabricante chinesa de eletrônicos Shenzen Great Loong Industrial, Wu Xiaolong, está acusando a Apple de ter roubado o design do tablet PC iPad, de acordo com o blog de tecnologia Bits. O executivo alega que a empresa de Steve Jobs copiou o desenho de um tablet, lançado em julho do ano passado.

Xiaolong acredita que, caso prove estar certo, ele escreverá uma nova página na história dos minieletrônicos, que é marcada por acusações feitas por companhias americanas de que as chinesas copiam seus modelos de smartphones e netbooks. O executivo adiantou que já contatou advogados e que o material para abrir um processo legal está sendo preparado.

Segundo o jornal americano, apesar de muito parecidos, os tablets são substancialmente diferentes. O da Apple é um pouco menor, mais fino e mais leve, além de rodar com sistema operacional da própria Apple. Xiaolong, no entanto, afirma que "qualquer um que ver o iPad e o P88 [tablet PC da Great Loong] vai perceber que eles são exatamente iguais".

A Apple se recusou a comentar as acusações.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Falta de câmera e incompatibilidade com alguns sites afetam iPad, da Apple

Publicada em 28/01/2010 às 23h53m
Bruno Rosa, com agências internacionais



RIO - A falta de algumas funcionalidades do novo computador tablet da Apple, o iPad , foi motivo de críticas de analistas do setor. As queixas se concentram na falta de câmera e na incompatibilidade com sites da internet que utilizam o programa Adobe Flash em suas páginas - assim como acontece com o iPhone e o iPod. Apesar disso, espera-se que o produto seja um sucesso de vendas mundo afora. No Brasil, dizem fontes envolvidas no negócio, o produto não deve chegar antes de 2011.

Segundo relatório da Barclays Capital, do banco de investimentos Barclays, o iPad deve vender este ano 2,88 milhões de unidades. Para 2011, espera-se a comercialização de 7,3 milhões de aparelhos. O produto, que será vendido entre US$ 499 e US$ 699, dependendo do tamanho da memória, veio com preço cerca de 25% abaixo do esperado pelo mercado.

Já a revista britânica "The Economist" afirmou que, com o iPad, a Apple quer estabelecer novos parâmetros para três indústrias: mídia, computação, telecomunicações. Isso porque, apesar das críticas ao produto, o histórico de inovações da Apple não pode ser ignorado, o que a torna um forte concorrente. Mas, com relação à mídia, a revista afirma que "algumas empresas de mídia estão morrendo, e uma nova engenhoca não vai salvá-las".
Inicialmente, o iPad será vendido apenas nos EUA, com conexão de redes sem fio (Wi-Fi) e de Terceira Geração (3G). Outro fator apontado por analistas é o baixo preço do pacote de dados de 3G - a ser fornecido pela AT&T, entre US$ 15 e US$ 30 por mês para assinantes pré-pagos, diz o relatório do Barclays. Ben Reitzes, analista do banco, lembrou que os planos 3G custam, em média, US$ 60 mensais.
Porém, não adianta comprar o aparelho nos EUA, pois ele não vai funcionar em outros países num primeiro momento, por falta de rede disponível. Segundo a Apple, não há uma data definida para o iPad funcionar na América Latina. E, apesar de ter sido chamado de "iPhone gigante", o iPad não tem a função de celular.
Segundo o Barclays, a Apple deve lançar nos próximos anos uma nova versão do iPad com câmera, permitindo vídeos e fotos. O banco acredita que, com o novo produto, as vendas de notebooks e do iPod Touch possam ser prejudicadas.
Nos EUA, a Apple deve oferecer o novo produto com outras redes de telefonia a partir de junho. Em seguida, o iPad será comercializado na Europa e no Japão. Os países da América Latina, assim como aconteceu com o iPhone, só devem receber o produto a partir de 2011.
- Em 2010, o produto dificilmente chega ao Brasil. Quando chegar, deverá ter um preço elevado, mas ainda é cedo para fazer projeções, pois pode receber algum tipo de subsídio das operadoras brasileiras - disse uma fonte do setor de telefonia.
Mas a Apple pode enfrentar uma batalha judicial pela marca iPad, afirmou o jornal britânico "Financial Times". A japonesa Fujitsu, de software corporativo, tem desde 2002 um computador de mão com esse nome, usado por seus funcionário