Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro disse Dom Pedro II
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sábado, 11 de fevereiro de 2012

APARELHAMENTO - BB vira campo de guerra de integrantes do Partido dos Trabalhadores

Vânia Cristino
Josie Jeronimo

O Banco do Brasil se tornou um campo de guerra. Grupos de várias tendências do PT, o partido da presidente Dilma Rousseff, estão se digladiando por espaço no comando da maior instituição financeira da América Latina. A batalha, que vinha sendo travada discretamente nos bastidores, ganhou os holofotes desde que o presidente do BB, Aldemir Bendine, decidiu promover uma ampla mudança entre os seus subordinados diretos. Por meio de uma única canetada, trocou 13 diretores. O problema é que tal atitude está custando caro ao Palácio do Planalto.

Um dos atingidos, o presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), decidiu boicotar a votação do principal projeto do governo na retomada dos trabalhos legislativos: o fundo de previdência dos servidores públicos. Dilma já havia declarado, por diversas vezes, que a definição de um teto para a aposentadoria do funcionalismo é vital para manter o equilíbrio das contas públicas. Maia, porém, se sentiu traído por ver dois de seus indicados para o BB perderem as funções. “O fogo amigo contra Bendini só tem aumentado. Mas ele conta com o total apoio do ministro da Fazenda, Guido Mantega”, disse um assessor do Planalto.

A briga de Bendine com o PT é antiga. Logo que tomou posse, em abril de 2009, ele tratou de minar, aos poucos, a influência que o deputado Ricardo Berzoini, um dos expoentes do partido, tinha no banco. O parlamentar era responsável pela nomeação de vários diretores e vice-presidentes do BB. Mas, diante da necessidade de profissionalizar a gestão do banco, cujas ações vinham sendo castigadas na Bolsa de Valores de São Paulo (BM&FBovespa), Mantega deu carta branca para Bendine “despetizar” ao máximo o comando da instituição.

 Fonte Correio Brasiliense
           

quarta-feira, 31 de março de 2010

ELEIÇÕES 2010 - Dez ministros, entre eles Dilma, deixam governo hoje


Sete dos nove titulares, a quem Lula dará posse hoje, são secretários-executivos das pastas que passam a comandar
De Chico de Gois e Luiza Damé:
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva troca hoje dez ministros que deixam o governo para disputar as eleições de outubro, incluindo a chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à Presidência.
Desses, sete serão substituídos pelos secretários-executivos. Na disputa por espaço político, os partidos conseguiram manter seus domínios. Cinco dos titulares que saem são do PT, quatro do PMDB e um do PR. O prazo para a desincompatibilização se encerra no próximo dia 3.
As mulheres, que mantinham apenas dois ministérios — Casa Civil e a Secretaria Especial de Políticas para Mulheres, com Nilcéia Freire — serão titulares em quatro pastas.
No lugar de Dilma, assume Erenice Guerra. Para a vaga de Patrus Ananias (Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome) entra Márcia Lopes, e, para a cadeira de Carlos Minc (Meio Ambiente), a titular será Izabella Teixeira.
Leia mais em O Globo

 


 

quarta-feira, 24 de março de 2010

ESPORTE/FUTEBOL CARIOCA - ATENÇÃO : Vascaínos terão chance de ganhar a nova camisa


Rio - Apresentada para a torcida na noite da última segunda-feira, a terceira camisa vascaína poderá ser disputada por dez torcedores, que fazem parte do programa de sócios 'O Vasco é Meu', no jogo de hoje à noite, a partir das 21h50, em São Januário.

Os vascaínos participarão de uma disputa de pênalti com o goleiro Jordi, do juvenil, e quem fizer o gol ganhará na hora a camisa oficial.

 


 

sexta-feira, 19 de março de 2010

ECONOMIA/NEGÓCIOS - Asiáticos acirram disputa por trem-bala

da Folha Online
Hoje na Folha Às vésperas do lançamento do edital de licitação do trem-bala Rio-SP, os possíveis interessados na obra --a maior do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), orçada em R$ 34 bilhões-- já estão se organizando para a disputa. A informação é de reportagem de Humberto Medina publicada na Folha desta sexta-feira (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).
No radar das autoridades do governo encarregadas do empreendimento já apareceram duas combinações: a empreiteira Andrade Gutierrez com os grupos japoneses (Mitsui, Toshiba, Hitachi, Mitsubishi e Japan Railway) e o Grupo Bertin com os sul-coreanos (Samsung e Hyundai).
A posição dos chineses intriga as autoridades brasileiras. A princípio, a impressão é que a associação seria com a Odebrecht. Agora não há mais tanta certeza, e a avaliação é que os chineses poderão entrar sozinhos, para negociar a associação com algum grupo nacional já com a obra assegurada.
As últimas semanas foram de intensa negociação dos empresários com o governo para a modificação de aspectos do edital considerados inadequados. Em muitos pontos, o governo cedeu. Agora, a expectativa é em relação à aprovação dos estudos pelo TCU (Tribunal de Contas da União) e de eventuais mudanças que o órgão venha a sugerir.
Leia a reportagem completa na Folha desta sexta-feira.