Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro disse Dom Pedro II
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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

BRASIL PARANDO - O dia em que o comércio PAROU !!!

Faturamento e vendas do comércio param de crescer em outubro
Varejo não teve variação na quantidade de vendas de setembro a outubro, diz IBGE

O Globo

RIO — A desaceleração da economia seguiu curso em outubro e as vendas e o faturamento do comércio varejista pararam de crescer, segundo pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgada nesta terça-feira. O volume de vendas e a receita nominal do varejo tiveram variação nula de setembro a outubro. Isso interrompeu uma sequência de crescimento de 20 meses do faturamento desse setor da economia.

Com o resultado, o varejo acumulo aumento de apenas 6,7% no volume de vendas deste ano em relação ao período de janeiro a outubro do ano passado. Nos 12 meses até outubro, o crescimento acumulado atingiu 7,3%.

Já a receita nominal obtida com as vendas cresceu 11,8% neste ano e 12,4% nos últimos 12 meses até outubro.

A maioria das atividades monitoradas pelo IBGE registrou decréscimo nas vendas de setembro a outubro. Os segmentos que tiveram recuo nas vendas foram: material de construção (-0,1%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,2%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,2%); tecidos, vestuário e calçados (-1,0%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (-1,8%); e veículos e motos, partes e peças (-2,8%).

Por outro, quatro segumentos tiveram aumento nas vendas: equipamentos e material para escritório, informática e comunicação(3,6%); livros, jornais, revistas e papelaria (2,7%); móveis e eletrodomésticos (1,1%); combustíveis e lubrificantes (0,6%)

Fonte globo Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/faturamento-vendas-do-comercio-param-de-crescer-em-outubro-3436580#ixzz1gPvKcsBo 

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

IBGE: deficiência grave atinge 17 milhões de brasileiros #PNE

 Problemas visuais severos são os mais frequentes: 3,5% da população enxergam mal
Por Bruno Góes

RIO - O Censo de 2010 contabilizou mais de 17 milhões de pessoas com pelo menos alguma deficiência considerada severa - o mesmo número de pessoas que habitavam o Brasil em 1900. Elas representam, hoje, 6,7% do total da população brasileira. Essas deficiências foram agrupadas em quatro diferentes tipos de problemas: visual, auditivo, motor e mental. Dentre eles, o problema que mais atinge os brasileiros de forma grave é o visual: 3,5% da população.
- A deficiência visual, dentre as deficiências que o IBGE investigou, é o maior problema e o mais frequentemente apontado pelos entrevistados - afirmou a presidente do IBGE, Wasmália Bivar.

Homens e mulheres com deficiência severa são aqueles que responderam possuir "grande dificuldade" ou "não conseguir de modo algum" exercitar as funções visual, auditiva ou motora - além dessas duas opções, o recenseado podia responder que tinha "alguma dificuldade" ou "nenhuma". A deficiência mental foi considerada apenas entre as resposta "sim" e "não". A resposta "sim", neste caso, indica a existência de uma deficiência severa.

Os brasileiros que têm "algum problema" visual representam 15,3% da população; os que têm "grande problema", 3,2%; e os que "não conseguem" enxergar representam 0,3%.

1,4% dos brasileiros tem deficiência mental
Já a deficiência motora faz parte da vida de 4,6% das pessoas na forma mais leve; traz grande dificuldade a 1,9% da população; e é extrema em 0,4% dos brasileiros.

A audição é um problema para 4% das pessoas, enquanto que traz "grande dificuldade" para 0,9% e não existe para 0,2% dos brasileiros. No último grupo de deficiências, a mental, estavam 1,4% das pessoas procuradas pelo Censo.

Em 2010, 1,1% da população tinha deficiência auditiva severa e 2,3% tinham problemas motores tão graves quanto. Wasmália afirmou que os dados sobre deficientes podem ser importantes para o direcionamento de políticas públicas.

O IBGE dispunha de dados sobre o tema no Censo de 2000. No entanto, a mudança metodológica impossibilitou a comparação dos dados coletados em 2010.

- Houve mudanças nas recomendações internacionais sobre a forma de tratar o tema. Isso justamente para melhorar a captação - disse a presidente do IBGE

Fonte O Globo Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/ibge-deficiencia-grave-atinge-17-milhoes-de-brasileiros-3256277#ixzz1dxcfdLmK


sexta-feira, 21 de maio de 2010

NEPOTISMO - Prefeitos ainda empregam esposas na Assistência Social

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A Pesquisa de Informações Básicas Municipais (Munic) 2009 revelou que uma prática antiga, que se julgava ultrapassada, ainda é realidade em quase um quarto dos municípios: a primeira-dama ainda é a titular da pasta de assistência social.

Em algumas regiões do País, esse índice surpreende: no Centro-Oeste, 51,9% das gestoras são casadas com o prefeito. No Norte, isso ocorre em 38% dos casos. Em Roraima, na região Norte, esse índice chega a 73,3%.
"Acreditava-se que a presença da primeira-dama (nas secretarias de assistência social) estivesse abolida. Por isso foi uma surpresa grande quando encontramos a primeira-dama como gestora de assistência social em 1.352 municípios", afirmou a gerente da pesquisa, Vânia Pacheco. "Não estamos desmerecendo a figura da primeira-dama. Mas esta é uma prática antiga, que representa uma política assistencialista".
O dado positivo é que quase a metade delas havia concluído o ensino superior (47,4%); 42,1% das primeiras-damas tinham o ensino médio completo. Mas ainda havia aquelas que tinham apenas o ensino fundamental (6,9%) e as que nem sequer terminaram essa etapa (3,6%). Presidente da Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social (ABEPSS), Elaine Rossetti Behring, avaliou que a prática "desprofissionaliza a assistência social e retira o caráter de política pública da pasta". "Reproduz-se, assim, o clientelismo e o assistencialismo", finaliza.
(Com Agência Estado)
   

quinta-feira, 13 de maio de 2010

MEIO-AMBIENTE - IBGE: 56% das cidades do País têm conselho ambiental


   
Agencia Estado
O porcentual de municípios brasileiros com conselhos de meio ambiente ultrapassou pela primeira vez a casa da metade das 5.565 cidades do País, atingindo 56,3% (3.135 prefeituras) em 2009. Além disso, 84,5% dos municípios possuíam algum órgão ambiental e 29,6% das prefeituras administravam fundos para o setor. O quadro é traçado pela pesquisa Munic 2009, divulgada hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em 2008 ainda eram 47,6% os governos municipais com conselhos ambientais, 77,8% as cidades com alguma instituição para a área e 22,6% de municipalidades com fundos para o meio ambiente. "O fato de, pela primeira vez, mais da metade dos municípios ter Conselhos de Meio Ambiente mostra que a questão ambiental está sendo tratada de forma mais integrada", disse a gerente da Munic, Vânia Pacheco.
A pesquisa também constatou que 87,9% desses órgãos eram paritários, com representações do poder público, empresários e entidades. No ano passado, dos municípios que declararam ter o conselho, 2.227 (71%) disseram ter se reunido no período da pesquisa.
De acordo com o IBGE, havia 1.645 prefeituras em 2009 com fundos de meio ambiente, 30,6% a mais que as 1.260 de 2008. Os fundos de meio ambiente eram mais presentes em municípios da Região Sul (45,3% das prefeituras), seguidos por Centro-Oeste (41,6%), Norte (31%), Sudeste (28,5%) e Nordeste (16,7%).
A Munic constatou que, em 2009, 35,4% dessas instituições financiaram ações e projetos da área ambiental - porcentual ligeiramente menor que em 2008 (36,6%). Nos municípios com algum órgão para cuidar da área ambiental, 52,5% tinham uma secretaria que cuidava também de outras políticas setoriais, 23,9% recorriam a uma secretaria exclusiva para o meio ambiente, 16% mantinham setor subordinado a outra pasta e 6,6% tinham um setor diretamente subordinado ao prefeito.