Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro disse Dom Pedro II
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terça-feira, 20 de abril de 2010

DIGITAL - Ataque ao Google


Por Fred Leal

Bastou um simples link de MSN para começar uma das maiores polêmicas na meteórica trajeória do Google. O link virótico permitiu que hackers acessassem o computador de um dos funcionários na sede da empresa, comprometendo informações privilegiadas.
Um funcionário do Google afirmou ao New York Times que o ataque expôs um repositório de softwares de uso interno da empresa, permitindo os invasores a explorar o funcionamento das operações e, principalmente, identificar falhas de segurança ao longo do processo – como bugs não resolvidos em aplicativos em desenvolvimento, ou de gerenciamento interno.
A falha de segurança comprometeu o sistema que gerencia o acesso a diferentes produtos da empresa com apenas um login. Apesar de tudo, nomes de usuário e senhas parecem não terem sido atingidas pelo ataque.
O ataque foi anunciado pelo Google em janeiro, relacionado à invasão de contas de e-mail de ativistas políticos na China, mas existem evidências de ataques às operações internas da empresa há mais de dois anos.
A segurança do sistema foi reforçada, e especialistas afirmam que uma ação em massa e de alto poder de destruição seria improvável devido ao nível de complexidade do sistema de segurança.
O problema, no entanto, levanta mais questões sobre a confiabilidade dos aplicativos em nuvem, exemplificando os riscos da manutenção dos dados pessoais de usuários em um servidor remoto.

 


 

quinta-feira, 15 de abril de 2010

RIO DE JANEIRO/@GOVRJ/SEGURANÇA PÚBLICA - Secretário diz que 200 policiais podem ser expulsos por ligação com crimes


Antônio Werneck - o Globo


O secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, afirmou na tarde desta quarta-feira, ao se referir à Operação Alvará, da Polícia Federal, que 200 policiais podem ser excluídos a qualquer momento da corporação por envolvimento com crimes. Para Beltrame, o envolvimento de policiais com a contravenção carioca é histórica no estado e precisa ser combatida por todas as instituições policiais, seja ela estadual ou federal.
- A Polícia Federal fez mais um belíssimo trabalho de combate à máfia dos caça-níqueis que atua no estado. De nossa parte, estamos trabalhando: já excluímos 300 da polícia e outros 200 estão respondendo processo e podem ser excluídos a qualquer momento. Também estamos atuando em outras frentes, combatendo as milícias, que reúnem em seu núcleo policiais civis e militares. E vamos continuar agindo dessa forma - afirmou o secretário, comentando ainda que a corrupção na polícia é uma "chaga".

Na terça-feira, o presidente da Escola de Samba Unidos de Vila Isabel, Wilson Vieira Alves, conhecido como Moisés, foi preso em sua casa , no Leme, na Zona Sul do Rio, durante a operação da PF batizada de "Alvará". Com Moisés, os agentes encontraram R$ 42 mil. Além dele, foram presos dois diretores e um assessor da escola de samba. Ao todo, a Justiça Federal expediu 51 mandados, sendo 29 de prisão e 42 de busca e apreensão. Cinco acusados estão foragidos e 24 foram presos, entre eles oito policiais: sete PMs (um deles major PM) e um civil, inspetor da Polícia Civil, lotado na Polinter.
(Delegado explica como foi a operação) (Acompanhe a ação dos policiais) O presidente da Vila está no Presídio Ary Franco, em Água Santa. De acordo a Polícia Federal, Moisés seria o chefe do grupo, enquanto os policiais agiam como informantes e faziam a segurança armada do bando. Nesta quarta-feira, o promotor Paulo Wunder de Alencar, do Ministério Público estadual, se reuniu com o superintendente da Polícia Federal e pediu que as operações contra a máfia do caça-níquel continuem.
Em outro caso envolvendo o jogo ilegal, a Divisão de Homicídios deve ouvir até segunda-feira o depoimento do contraventor Rogério Andrade, alvo de um atentado a bomba na semana passada, na Barra da Tijuca. Cinco PMs faziam a segurança de Rogério na hora do atentado.



 


 

segunda-feira, 5 de abril de 2010

DENÚNCIA - Falha na segurança presidencial


Ivan Iunes
Publicação: 05/04/2010 07:00

A Polícia Civil de Santa Catarina deve se pronunciar oficialmente hoje sobre o assalto à residência de Lurian Cordeiro Lula da Silva, filha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Bandidos entraram no apartamento dela na noite de sexta-feira e levaram notebook, dinheiro e objetos pessoais. Por ser filha do presidente, Lurian tem a segurança feita pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência, mas uma falha no trabalho de vigilância permitiu a entrada dos assaltantes no condomínio, que fica no bairro de Itaguaçú, em Florianópolis.

De acordo com policiais de plantão, Lurian teria acionado os militares tão logo constatou o arrombamento. A casa que serve como base do GSI fica a menos de 500m do apartamento, mas ninguém viu os assaltantes entrarem. A filha de Lula praticava exercícios físicos no momento e não percebeu a movimentação dos bandidos. No sábado, técnicos da Polícia Civil periciaram o apartamento, mas o delegado responsável pelo caso, Jaime Martins, anunciou que só se pronunciaria sobre as investigações nesta segunda-feira.

Os filhos de Lurian, de 5 e de 12 anos, estão em São Paulo e não presenciaram o furto. O bairro onde a filha de Lula mora é de classe média alta e fica na porção continental da capital catarinense. Assaltos a residências são comuns no local, que também abriga a residência oficial do vice-governador do estado. Lurian é secretária de Assistência Social do município de São José (SC).