Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro disse Dom Pedro II
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sábado, 19 de novembro de 2011

BICHOS - Força Militar: O cão paraquedista do Brasil (ADOTE UM ANIMAL, AMIGO PARA SEMPRE)

POR MARCO AURÉLIO REIS

Rio- As Forças Armadas voltaram a ter em suas fileiras um cachorro paraquedista. O Rottweiler Adam, de oito anos de idade, serve no 36º Pelotão de Polícia do Exército Paraquedista e fez ontem seu primeiro salto. Foi na Base Aérea do Campo dos Afonsos. O colaborador saltou de avião C-105 Amazonas do Esquadrão Arara (1/9 Gav).


Adam, com os colegas do 36º Pel PE Pqdt, pouco antes de seu primeiro salto, na manhã de ontem, no Rio | Foto: Divulgação

Há duas décadas, as Forças Armadas não contavam com um cachorro paraquedista. Adam é adestrado para atividades operacionais, como farejamento e patrulha. Chegou a atuar na operação de garantia da lei e da ordem no Complexo do Alemão e, antes de saltar, passou por duro treinamento.

Oficial da brigada paraquedista informou à coluna que, antes do salto, Adam fez um mês de estágio, submetido a treinamento na torre e na balança. No primeiro aparelho, habilitou-se a saltar do avião e a altura. No segundo, treinou toque no solo. “É um cachorro muito forte, com boa estrutura óssea e preparação física”, disse o oficial da brigada paraquedista.

No salto, Adam foi acompanhado por militares do Exército e também, com orgulho, pelo pessoal da Força Aérea, lotado na Zona de Lançamento de Itaguaí. Ao comentar sobre o animal e seu salto, feito no encerramento da Operação Saci (de adestramento avançado da Brigada de Infantaria Paraquedista), a Força Aérea descreveu Adam como um animal que “veste verde oliva, serve ao Exército e tem a cor marrom nos pés”

 Fonte http://odia.ig.com.br/portal/economia/html/2011/11/forca_militar_o_cao_paraquedista_do_brasil_207221.html

segunda-feira, 22 de março de 2010

GOVERNO LULA/MINISTÉRIO DA DEFESA - Nélson Jobim quer criar 647 novos cargos na Defesa


Deu no O Globo

BRASÍLIA - O projeto de reestruturação das Forças Armadas, que é parte da Estratégia Nacional de Defesa do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, prevê a criação de 647 novos cargos de confiança na estrutura do Ministério da Defesa. Com o argumento de que as atribuições de sua pasta irão aumentar com os novos "desafios" nessa área, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, encaminhou a Lula, em fevereiro, minuta do decreto com esse aumento do número de cargos. São os chamados Direção e Assessoramento Superior (DAS), vagas de livre escolha do ministro, sem concurso. O pleito de Jobim está sendo analisado na Casa Civil da Presidência da República. É o que mostra a reportagem de Evandro Éboli na edição de O GLOBO desta segunda.
O Ministério da Defesa conta hoje com 931 cargos de DAS. Esses 647 novos postos representam 70% da atual estrutura. Um contingente que representa quase um novo ministério. Na justificativa, Jobim afirma que as atribuições do ministério hoje são outras e serão ainda maiores com a reformulação em curso. O ministro diz ainda que o Ministério da Defesa continua com a mesma estrutura desde que foi criado, há dez anos, considerada insuficiente.
- A atual estrutura está aquém das necessidades criadas pelos desafios atualmente enfrentados pelo Ministério da Defesa essa insuficiência se agravará com o atendimento aos marcos estabelecidos pela Estratégia Nacional de Defesa -, argumenta Nelson Jobim em exposição de motivos enviada a Lula.
Jobim diz ainda que o crescimento dessas obrigações e das atribuições geradas pela Estratégia Nacional de Defesa "acarretarão demandas adicionais à já ultrapassada capacidade de ação do Ministério da Defesa e se torna imperiosa a ampliação da força de trabalho".
O ministro afirma que a reestruturação que pretende implementar é resultado de um profundo estudo feito na Defesa e levou em conta questões estratégicas. Segundo Jobim, é preciso considerar uma "peculiaridade" da pasta em relação a todas as outras da Esplanada: "a convivência de duas vertentes, a institucional, como ministério civil, e a operacional, como condutor das ações militares da Defesa". O objetivo da reestruturação é integrar as ações dessas duas áreas.

 


 

quinta-feira, 18 de março de 2010

DISTRITO FEDERAL/DENGUE - Começa o treinamento dos 200 militares que já estarão em campo hoje com a missão de combater a dengue

Mariana Moreira
Publicação: 18/03/2010 07:00



Começou ontem o treinamento dos 200 militares cedidos pelas Forças Armadas para ajudar no combate à dengue, doença que já alcançou 1.956 registros confirmados no Distrito Federal e cuja epidemia é a pior da história, segundo as autoridades locais de saúde. Pela manhã, 100 soldados selecionados pelo Exército receberam capacitação do Ministério da Saúde e da Secretaria de Saúde do DF. À tarde, foi a vez de 50 representantes da Marinha e 50 da Aeronáutica. No primeiro encontro, o treinamento foi teórico, mas hoje e amanhã, a partir de 9h, eles serão integrados à força-tarefa organizada em Ceilândia para combater a dengue.

Os militares poderão ficar em campo por até 45 dias. O treinamento foi aberto pelo secretário de Saúde, Joaquim Barros. “O Brasil enfrenta um inimigo perigoso, invisível e capaz de se adaptar fantasticamente aos ambientes. Hoje, assumimos que não podemos acabar com ele, mas temos que colocá-lo em xeque”, declarou Barros, referindo-se ao mosquito Aedes aegypti. Ele destaca que a secretaria estuda uma medida legal que permita a entrada de agentes em domicílios, mesmo sem o consentimento dos moradores. O secretário espera encaminhar até a próxima semana documento à Procuradoria-Geral do DF pedindo apoio nesse sentido.

Todos os oficiais selecionados para a ação são efetivos, ou seja, já cumpriram o serviço militar obrigatório. Quando forem a campo fazer as visitas, eles se dividirão em grupos de cinco a 10 integrantes e estarão sempre acompanhados dos agentes. A Secretaria de Saúde, que irá definir as áreas de atuação dos militares nos próximos dias, providencia uma identificação especial para o grupo.

Material

Durante a capacitação, eles receberam uma pasta com o material necessário para o trabalho: prancheta, formulários de visitas, protetor solar, cola, lápis, borracha, apontador e um recipiente com larvicida. As Forças Armadas fornecerão o transporte e a alimentação ficará a cargo do GDF. De acordo com o major Marcelo Barreto, do Comando Militar do Planalto, o treinamento é importante para que o grupo, além de contribuir com a sociedade em um momento delicado, possa levar as informações às áreas aonde vivem. “Esses militares temporários poderão, no futuro, até trabalhar na área de Saúde”, acredita ele.

A palestra abordou a situação da dengue no país, sintomas da doença, tipos de criadouro, como tratá-los e a conduta dos agentes. Um vídeo sobre as fases de evolução do mosquito foi exibido. Um dos espectadores era o cabo Edgar Cruz, 24 anos, lotado no Batalhão de Polícia do Exército. Morador de Ceilândia, estava feliz por poder ajudar a própria comunidade e por ampliar seus conhecimentos sobre a doença. “Não sabia que só a fêmea do mosquito pica”, afirma. Capitão do Batalhão da Guarda Presidencial, Tarso de Souza, 29, conhece melhor a doença. Afinal, ele já contraiu a dengue, há cerca de 10 anos. “Sentia muita dor no corpo, nas articulações, e a febre ia e vinha”, relata. Segundo ele, a atuação no combate à dengue é uma oportunidade para os militares mostrarem que são participativos nas questões comunitárias.