Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro disse Dom Pedro II
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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

AVENIDA BRASIL - Patrulha da Lama denunciou em 03/04/2010 as condições precárias das passarelas da Avenida Brasil

A Patrulha da Lama denunciou em 03/04/2010 as condições precárias das passarelas da Avenida Brasil. A Prefeitura providenciou o recapeamento da via mas esqueceu desse DETALHE

Prefeitura do Rio de Janeiro mensura a Avenida Brasil, como a responsável pelo maior fluxo viário da cidade com mais de 250 mil veículos por dia, atribuído à influência geográfica da via - causado pelo fenômeno damigração pendular, isto é, o deslocamento diário dos trabalhadores da Baixada Fluminense e da Zona Norte e Zona Oeste ao Centro da cidade

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sábado, 3 de abril de 2010

RIO DE JANEIRO/PREFEITURA - Condições precárias de passarelas da Avenida Brasil ameaçam pedestres

Condições precárias de passarelas da Avenida Brasil ameaçam pedestres
 
Na última quinta (1), parte da passarela 16 teve que ser retirada. Uma carreta ficou presa na passagem de pedestres e abalou a estrutura.
 
 
Na última quinta-feira (1), houve um acidente em uma passarela na Avenida Brasil com uma carreta que ficou entalada. A reconstrução dessa passarela vai começar a ser feita nos próximos dias. A nossa equipe, nesta sexta (2), percorreu as várias passarelas de pedestres da Avenida Brasil e encontrou algumas cheias de perigo.

Ao longo dos 58 quilômetros da Avenida Brasil, existem 60 passarelas. Segundo a Secretaria Municipal de Obras, no ano passado, foram investidos R$ 104 mil em obras de conservação. Para 2010, está previsto um orçamento de R$ 4 milhões.

Na última quinta, parte da passarela 16 teve que ser retirada. Uma carreta ficou presa na passagem de pedestres e abalou a estrutura. Um dia depois do acidente com a carreta, mulheres resolveram arriscar passando entre os carros.

“É muito longe”, contou uma mulher. “É muito contramão, tem que subir o viaduto é muito ruim”, completou outra.

Já um homem, com bebê no colo, preferiu andar um pouco mais: “Eu tenho que ir lá para a outra passarela. Nem sozinho dá para atravessar aqui pelas pistas”, disse.

Segundo a Secretaria Municipal de Obras, a reconstrução da parte danificada vai começar nos próximos dias. Enquanto isso, ela continua interditada. A orientação da Guarda Municipal é usar as passarelas mais próximas ou o viaduto da Lobo Junior.

Para quem vai fazer a pé a travessia de uma via expressa como a Avenida Brasil, que não tem nem semáforo, nem faixa de pedestres, o jeito mais seguro é usar a passarela. Só que em muitas delas, é fácil de observar os sinais da falta de manutenção.

Na passarela 7, na altura de Manguinhos, há vários buracos no local onde as pessoas passam. O que chama mais atenção é um remendo que nem parece tão grande, mas em baixo dele, há um grande buraco que chama muita atenção de quem passa pelo local por causa dos perigos.

“Aqui poderia ter uma rampa, porque pessoas idosas têm que subir escadas ou cadeirantes. Se tivesse uma rampa de um lado e de outro, seria o ideal. E tampar esses buracos enormes que tem em cima dela, as ferragens expostas que tem nas escadas, seria o ideal para a gente”, disse o estudante Esli Esteves de Souza.

Na passarela 1, na altura do Caju, encontramos muita ferrugem próximo aos degraus e grades de proteção soltas.

O engenheiro do CREA, Antônio Eulálio Pedrosa, faz um alerta: “Tanto pode desplacar um pedaço de concreto sobre um veículo, que em velocidade pode matar o motorista e causar outros tipos de acidentes, como também um pedestre pode cair, uma criança pode cair, por falta de gradil. A nota hoje das passarelas da Avenida Brasil seria sofrível”, disse.

Segundo a Secretaria Municipal de Obras, as passarelas da Avenida Brasil devem começar a ser reformadas até junho. Mas, ainda de acordo com a secretaria, na segunda-feira, uma equipe vai fazer reparos emergenciais. Sobre o buraco na passarela 7, a prefeitura afirma que não há risco para a população e que o local é monitorado por técnicos diariamente.

A Guarda Municipal informa que por ser uma via expressa não há como fechar o trânsito da Avenida Brasil para as pessoas atravessarem. A recomendação é que os pedestres usem a passarela seguinte ou o viaduto da Penha.
 


 


 

quinta-feira, 1 de abril de 2010

RIO DE JANEIRO/TRÂNSITO - Carreta fica presa em passarela e interdita Avenida Brasil


Engarrafamento chega a dez quilômetros.
Guindaste sustenta estrutura, que ameaça desabar.
Do G1, no Rio, com informações da TV Globo
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Uma carreta ficou presa numa passarela na Avenida Brasil, na altura do bairro da Penha, subúrbio do Rio, na madrugada desta quinta-feira (1º). De acordo com a CET-Rio, a pista central da Avenida Brasil foi interditada aos carros, no sentido Centro do Rio.

A carreta já foi retirada, mas com o impacto da batida, a passarela foi danificada. Um guindaste está no local dando sustentação à estrutura, que ameaça desabar.

O congestionamento chega a cerca de dez quilômetros, e vai até a altura da Fazenda Botafogo. O Batalhão de Policiamento Rodoviário pede aos motoristas que evitem aquela área.

A carreta transportava uma peça para uma plataforma da Petrobras em Macaé, no Norte Fluminense.


 


 

quinta-feira, 25 de março de 2010

RIO DE JANEIRO/PREFEITURA - Ocupação à vista na Avenida Brasil


Nova lei municipal dará margem para a construção de imóveis comerciais e residenciais

POR CHRISTINA NASCIMENTO
Rio - Nos seus 58 quilômetros, a Avenida Brasil acumula potencial para voltar a ser um grande centro comercial e chamariz para empreendimentos residenciais populares. É essa a aposta da Secretaria Municipal de Urbanismo, que elaborou projeto para alterar os parâmetros da região, de olho na revitalização da via, hoje considerada retrato do abandono social e da migração econômica, ao longo de duas décadas, provocados pela violência. A finalidade é, entre outras coisas, alterar a legislação que restringe grandes trechos de Campo Grande e quarteirões de Irajá, Penha e Bonsucesso — na parte que dá margem à via — a construções predominantemente industriais.
Foto: Carlos Eduardo Cardoso /
 Agência O Dia
Os quase 60 km da Avenida Brasil se transformaram em depósito de galpões | Foto: Carlos Eduardo Cardoso / Agência O Dia
Se a proposta for aprovada na Câmara de Vereadores, essas localidades poderão ter concessões de licença para casas, comércios e moradias mistas. “O projeto está dentro dos padrões de política que desenvolvemos para incentivar a Zona Norte. Existem regiões ao longo da Avenida Brasil em que não se pode construir moradias. Se a prefeitura mudar isso, vamos revitalizar uma região que há anos estava completamente abandonada pelo poder público”, explica o secretário municipal de Urbanismo, Sérgio Dias.

A proposta é aproveitar espaços onde hoje estão galpões vazios e transformá-los em locais para futuros empreendimentos. “Neles, podem ser construídas edificações dentro de padrões urbanísticos legais. A consequência disso é que toda a região começará a sofrer um processo de crescimento. Primeiro é uma casa, daqui a pouco é um comércio, depois vem uma loja e, de repente, o local começa a gerar sua própria economia”, raciocina Dias.

Enquanto o projeto ainda ganha ajustes para ser levado a votação, moradores esperam que a medida saia do papel. “Isso é um drama para a gente, porque esse galpão virou um enorme foco de dengue a céu aberto. Certa vez, eu entrei para pegar uma pipa e contei 20 poças num dos andares. Fora os ratos e baratas que saem dos entulhos e correm para a nossa casa. Vejo isso como um elefante branco sem futuro”, conta o ambulante Carlos Ricardo da Silveira, 57 anos, que mora ao lado do que sobrou da fábrica Rheem Metalúrgica, no bairro de Benfica. “Não invadiram novamente porque colocaram um segurança. Mas se tirar o vigia, isso aqui vai se transformar numa favela do dia para a noite”, reclama a cozinheira Aparecida Nunes, 37.

Moradias populares para as margens da Brasil já estão em negociação. Entre os três condomínios dos quais a prefeitura vai entrar como parceira, um deles, o Recanto da Natureza, na altura de Campo Grande, já foi contratado pela Caixa Econômica Federal. Serão 384 unidades habitacionais para famílias com renda de até três salários mínimos (R$ 1.530). A previsão é que os prédios fiquem prontos em 15 meses. Os outros, os condomínios Vila Verde, em Santa Cruz; e Residencial Califórnia, num dos acessos da avenida ao bairro Bangu, ainda estão à espera de licença para começar as obras. Eles terão 160 e 498 apartamentos, respectivamente.
>>O que deveria ser feito no plano de revitalização da Avenida Brasil? Opine

O presidente do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea-RJ), Agostinho Guerreiro, apoia a iniciativa da prefeitura, desde que ocorram audiências públicas para discutir as mudanças: “A participação dos beneficiários é essencial para que esse processo dê certo. A qualidade da habitação melhorou, mas continuam problemas básicos como segurança, ensino, saúde, transporte público e lazer. É importante que instituições credencias também participem dessas discussões”.
Mudanças urbanas em vários bairros do Rio
As mudanças de parâmetros urbanísticos têm sido uma constante na gestão Eduardo Paes. Recentemente, ele encaminhou projeto para Câmara de Vereadores que prevê aumento do gabarito das construções na Penha, Penha Circular e Brás de Pina. Atualmente, são permitidos apenas quatro pavimentos. A alteração é para que chegue a oito andares. Para o Corredor Cultural do Centro do Rio, foi aprovado projeto que permite construções maiores. Dois espigões devem ser levantados próximo aos Arcos da Lapa. A região de Vargem Grande também ganhou novas regras para adequação aos Jogos de 2016.
Painéis acústicos geram polêmica
A Avenida Brasil não é a única via expressa que vai mudar de cara. A Linha Vermelha está recebendo barreiras acústicas, com pinturas que serão modificadas com o passar do tempo. A próxima a receber os painéis é a Linha Amarela. O objetivo, segundo a Prefeitura do Rio, é oferecer espaço para artistas das comunidades às margens das pistas, que fazem as ilustrações. O novo ‘adereço’ já levanta polêmica.

Na Linha Amarela, que ganhará a proteção de som no mês que vem, os desenhos serão definidos a partir de um concurso a ser divulgado. A Lamsa, concessionária que opera a via, realizará oficinas de arte. Na Linha Amarela, serão 7,6 quilômetros de ‘telas’, ao custo de R$ 20 milhões.

Instaladas sob o pretexto de proteger a população de favelas do barulho dos veículos, o novo ‘adereço’ já levanta polêmica. Presidente do Instituto de Defesa dos Direitos Humanos do Rio, João Tancredo disse que a entidade estuda entrar com ação contra o município e a Lamsa, pois considera que o projeto exclui ainda mais as comunidades carentes da cidade. Presidente da Comissão de Direitos Humanos da Alerj, deputado Marcelo Freixo classifica a iniciativa de “carregada de cinismo”. “O governo municipal quer, na verdade, esconder a miséria que parte da sociedade não quer ver”, resume.
 As barreiras estão previstas para ficar em frente às comunidades do Caju, Complexo da Maré, Bonsucesso, Del Castilho e Inhaúma, além da Cidade de Deus.
Colaborou Francisco Edson Alves


 


 

sábado, 13 de março de 2010

RIO DE JANEIRO/COTIDIANO - PM troca tiros com bandidos na Av. Brasil


POR LÚCIO NATALÍCIO
Rio - Uma patrulha da Polícia Militar foi atacada por traficantes na Avenida Brasil, próximo à entrada do Morro do Chaves, em Barros Filho. Os policiais trocaram tiros com os bandidos e pediram reforço ao Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv). Com a chegada do reforço os criminosos fugiram. Segundo a PM, niguém ficou ferido.