Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro disse Dom Pedro II
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sexta-feira, 2 de abril de 2010

INTERNACIONAL/TAILÂNDIA - Ataque de rebeldes na Tailândia deixa 6 mortos e 10 feridos


Os "camisas vermelhas", como é conhecido o grupo civil partidário do ex-primeiro-ministro da Tailândia Thaksin Shinawatra, concentram-se nesta sexta-feira em frente à Embaixada dos Estados Unidos em Bangcoc. Eles entregaram uma carta com explicações dirigida à secretária de Estado desse país, Hillary Clinton.
Weng Tojirakarn, um dos líderes da manifestação, explicou a jornalistas e seguidores que a carta agradece a Hillary a preocupação expressada pela situação na Tailândia e lhe assegura que o protesto que protagonizam desde meados de março continuará sendo pacífico. O escrito insiste em que sua ação é para denunciar os erros do primeiro-ministro, Abhisit Vejjajiva, e seu Governo.
A concentração em frente à missão diplomática americana se dissolveu sem provocar incidentes. A Frente Unida para a Democracia e contra a Ditadura, o nome oficial da plataforma cívica dos "camisas vermelhas", prepara para sábado uma grande manifestação, depois que rompeu as negociações com as autoridades esta semana.
EFE

 


 

INTERNACIONAL/TAILÂNDIA - Ataque de rebeldes na Tailândia deixa 6 mortos e 10 feridos


Seis civis morreram e dez agentes ficaram feridos em um ataque de insurgentes no sul da Tailândia nas últimas horas, de acordo com fontes policiais.

O fato ocorreu na quinta-feira na província de Narathiwat e começou com o assassinato de seis moradores de Bacho por rebeldes. A delegacia local enviou uma patrulha para investigar o incidente e quando estavam 1 km de distância do local, o veículo foi emboscado pelos mesmos agressores.

Uma bomba montada com um botijão de gás de cozinha e escondido na estrada deteve o veículo ao mesmo tempo em que os rebeldes disparavam contra as forças de segurança. A equipe que persegue os insurgentes acredita que eles tenham se refugiado na província vizinha de Yala.
As informações são da EFE

 


 

domingo, 14 de março de 2010

TAILÂNDIA - Governo tailandês estuda declarar estado de exceção na capital

O Governo da Tailândia decidirá hoje em reunião de urgência se declara estado de exceção em Bangcoc, onde mais de 80 mil manifestantes seguidores do ex-premiê tailandês Thaksin Shinawatra exigem nas ruas a imediata dissolução do Parlamento e eleições antecipadas. Se aprovada, a medida dará ao Exército poder para tomar o controle da segurança na capital em caso de distúrbios, anula o direito de reunião pública e autoriza o fechamento de meios de comunicação locais que as autoridades considerarem que incitam à violência.
A Polícia calcula que o número de manifestantes "camisas vermelhas" - chamados assim pela cor da roupa - chegue aos 100 mil devido ao crescente número de manifestantes no local da concentração, situado no centro antigo da metrópole.
Hoje, os líderes da manifestação, organizada pela Frente Unida pela Democracia e contra a Ditadura, deram um ultimato de 24 horas ao chefe do Executivo, Abhisit Vejjajiva, para que anuncie a dissolução do Parlamento e a realização de eleições antecipadas.
"Se o primeiro-ministro (Abhisit Vejjajiva) não dissolve o Parlamento no domingo, tomaremos novas medidas. Estamos planejando marchar a locais estratégicos que pertençam àqueles que controlam o poder", disse à imprensa Jatuporn Prompan, um dos líderes do protesto.
"Queremos que o poder seja devolvido ao povo", sentenciou o líder. O manifestante assegurou, no entanto, que os protestos serão feitos forma pacífica e que não ocuparão a sede do Governo ou os aeroportos.
Mas em função dos planos de manifestação em frente ao quartel onde o primeiro-ministro se reunirá com os altos comandantes das Forças Armadas, o chefe do Exército, general Anupong Paochinda, ordenou o reforço da segurança com 6 mil soldados adicionais, afirmou o porta-voz militar, coronel Sansern Kaewkamnerd.
Ao todo, mais de 50 mil soldados da Polícia e do Exército foram mobilizados para fazer a segurança da capital.
Em um discurso transmitido pela televisão, o primeiro-ministro Vejjajiva manifestou hoje que declarará estado de exceção em Bangcoc apenas se a situação ficar perigosa durante as manifestações contra o Governo.
"O Governo atuará de forma rigorosa e só declarará o estado de exceção em caso de necessidade e urgência", afirmou Vejjajiva em mensagem à televisão.
Ele reiterou que um golpe de estado piorará ainda mais a crise política na qual Tailândia está imersa desde o golpe militar de 2006.
EFE
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