Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro disse Dom Pedro II
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domingo, 2 de outubro de 2011

EUA - Americanos cansaram de pagar as estripulias financeiras. 700 em cana

Manifestantes bloquearam a tradicional Ponte do Brooklyn, em Manhattan.
Também houve protestos em Boston contra a 'cobiça' de Wall Street.
Do G1, com agências internacionais

Mais de 700 manifestantes foram detidos no sábado em Nova York e Boston em protestos contra o sistema financeiro dos EUA, segundo balanços divulgados neste domingo (2).

Em Nova York, 700 pessoas foram detidas depois que bloquearam durante duas horas a Ponte do Brooklyn, no sul de Manhattan, em meio aos protestos iniciados há duas semanas contra o sistema financeiro e as práticas de Wall Street.

Algumas pessoas já foram liberadas, mas os ativistas mais radicais podem ser indiciados, informou a polícia.

Manifestantes algemados após invasão da Ponte do Brooklyn neste sábado (1º) (Foto: Reuters)

Os manifestantes, que desde 7 de setembro tentam "ocupar" Wall Street em protesto contra a corrupção, a cobiça e os cortes no orçamento do governo federal, cortaram uma via da tradicional Ponte do Brooklyn, perto da Bolsa de Nova York.

A mobilização começou à na Liberty Plaza, perto de Wall Street e onde os manifestantes estão reunidos há 15 dias.
A convocação para "ocupar Wall Street" foi feita pelo movimento anarquista Adbusters e por vários grupos de esquerda pela internet.

 Em Boston, 24 pessoas foram detidas durante um protesto pacífico diante de um prédio do Bank of America.


Nove homens e 15 mulheres foram formalmente acusados de invasão.
Policiais impedem passagem de protesto na ponte Brooklyn, em Nova York (Foto: Jessica Rinaldi/Reuters)

 Fonte G1 http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/10/mais-de-700-sao-detidos-em-atos-contra-sistema-financeiro-nos-eua.html

sexta-feira, 9 de abril de 2010

INTERNACIONAL/TAILÂNDIA - Polícia usa gás lacrimogêneo para dispersar "camisas vermelhas" em Bangcoc #tailandia


Bangcoc, 9 abr (EFE).- Os manifestantes antigovernamentais tailandeses enfrentaram as forças de segurança em Bangcoc nesta sexta, em protesto que foi reprimido com gás lacrimogêneo, para evitar que o grupo assaltasse a sede de uma rede de televisão via satélite que cortou o sinal do canal dos "camisas vermelhas". Segundo pôde comprovar a agência Efe, os ativistas fizeram retroceder o cordão policial, enquanto pelo menos um manifestante tinha sangue em sua camiseta.
O confronto ocorreu à entrada do edifício do canal "Thaicom", ao norte da cidade, onde cerca de 12 mil seguidores da Frente Unida pela Democracia e Contra a Ditadura encaravam aproximadamente sete mil policiais e militares desdobrados para proteger o recinto.
A "Thaicom" tem competência para desbloquear a "P-TV", um canal de televisão que apoia os manifestantes e cujo sinal foi bloqueado na quinta-feira pelo Governo por incitar a agitação civil, em aplicação do estado de exceção declarado na quarta-feira.
Antes do incidente, o vice-primeiro-ministro tailandês, Suthep Thaugsuban, tinha informado aos "camisas vermelhas" que eles não tinham sido autorizados a entrar no recinto.
Pelo menos 33 mil membros adicionais das forças de segurança da Tailândia foram desdobrados dentro e fora da capital para evitar distúrbios preparada para esta tarde.
Os manifestantes esperam reunir dezenas de milhares de seguidores do ex-primeiro-ministro deposto Thaksin Shinawatra. Até o momento, chegaram a reunir em um mesmo dia cerca de 100 mil pessoas.
Há dois dias rege em Bangcoc o estado de exceção, que permite ao Exército assumir o controle da segurança, declarar toque de recolher e dissolver qualquer reunião andarilha, entre outras disposições.
As autoridades justificaram a medida de emergência para ordenar o bloqueio da "P-TV" e várias páginas da internet dos "camisas vermelhas".
Em um clima de tensão cada vez maior, foram emitidas ordens de detenção contra um total de 24 líderes dos protestos.
grc/fm
EFE

 


 

quinta-feira, 1 de abril de 2010

SÃO PAULO/COTIDIANO - Manifestantes expulsam link da Globo durante protesto contra Serra


da Folha Online
Durante o protesto dos funcionários públicos de São Paulo que ocorreu nesta quarta-feira, jornalistas de diferentes veículos foram hostilizados pelos manifestantes.
Alguns jogaram garrafas de plástico contra uma equipe da TV Globo, que se refugiou na base da Polícia Militar. O link ao vivo da emissora chegou a ser expulso da praça da República, em frente à Secretaria da Educação.
Passeata chega à praça da República; vias do entorno são interditadas
O sindicato estima a participação de 40 mil pessoas, contra as 3.000 contabilizadas pela PM. Os funcionários estão em greve desde o dia 8 de março.