Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro disse Dom Pedro II
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domingo, 28 de março de 2010

ECONOMIA/NEGÓCIOS - País volta a ser oitava maior economia


Após 11 anos, Brasil voltou ao posto que havia sido perdido para a Rússia segundo ranking que considera PIBs em dólares
Crescimento ajuda a atrair mais investidores e a elevar influência geopolítica; dados foram compilados pela Economist Intelligence Unit
A recente crise mundial alçou o Brasil à condição de oitava maior economia do mundo em 2009. É a primeira vez desde 1998 que o pais ocupa essa posição no ranking global com o PIB (Produto Interno Bruto) medido em dólares.
A crise econômica no mundo desenvolvido, a fortaleza do real e políticas anticíclicas bem sucedidas adotadas pelo governo contribuíram para esse resultado.
Mas por trás da performance brasileira há também deficiências, como uma economia ainda fechada, que se travestiram de vantagem durante a crise, mas que no longo prazo tendem a voltar a pesar negativamente na trajetória do país.
O desempenho da economia brasileira já havia sido favorável entre 2007 e 2008, quando passou da décima à nona posição no ranking mundial, deixando para trás a Espanha e o Canadá, embora tenha sido ultrapassado pela Rússia.
Com esse movimento, o Brasil também passou a ser a segunda maior economia das Américas, atrás apenas dos Estados Unidos.
Ganhar posições no ranking de maiores economias é positivo porque torna o país mais atrativo para investidores externos e aumenta seu peso geopolítico.
Mas desde que a mudança seja sustentável; e, de preferência, se trouxer chances de mais progresso no futuro.

 


 

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Espaço Oscar Niemeyer - Pavilhão Brasileiro na Feira Mundial de Nova Iorque

Em 1939, Niemeyer viaja com Lúcio Costa para projetar o Pavilhão Brasileiro na Feira Mundial de Nova Iorque de 1939-40. Associam-se ao escritório de Paul Lester Wiener, responsável pelo detalhamento dos interiores e stands de exposição. Em uma época em que a Europa e os Estados Unidos estavam concentrando suas potências industriais na Segunda Guerra Mundial, o Brasil estava investindo em arquitetura, o que lhe colocou na vanguarda da Arquitetura Modernista internacional, onde ainda permaneceu por várias décadas, graças em boa parte ao talento de Oscar Niemeyer.

O Pavilhão Brasileiro na Feira Mundial de Nova Iorque de 1939-40 foi projetado por Lucio Costa e Oscar Niemeyer.

O Ministério do Trabalho lançou, em 1938, um concurso cujo objetivo era escolher o projeto que iria representar o Brasil. Vencedor do concurso, Lúcio Costa propôs compor um novo projeto em conjunto com o segundo lugar, Oscar Niemeyer.[1]

O edifício reuniu as curvas de Niemeyer e a arquitetura de Lúcio Costa, dentro dos preceitos modernistas. Por se tratar de um pavilhão de exposição, o prédio não existe mais.