Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro disse Dom Pedro II
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sábado, 3 de abril de 2010

INTERNACIONAL/SENEGAL - Senegal deve recuperar bases usadas pela França à meia-noite

da Efe
 
O presidente do Senegal, Abdoulaye Wade, anunciou em mensagem em rede nacional, na véspera da celebração do cinqüentenário da independência do Senegal, sua decisão de recuperar do ex-colonizador, a França, as bases militares instaladas no país.
"Declaro solenemente que o Senegal recuperará a partir do dia 4 de abril às 0h todas as bases anteriormente detidas em nosso solo pela França e pretende exercer sua soberania baseada na presente declaração", disse Wade.
Ele pediu ao primeiro-ministro e ao chefe do Estado-Maior general do Exército que chefiem as discussões com a parte francesa para determinar os prazos de liberação das bases.
No entanto, o presidente manifestou a vontade de seu país de manter um novo espaço de colaboração com a antiga potência colonizadora.
A França mantém três bases militares na capital senegalesa com um total de 1,2 mil soldados, baseadas em um acordo de defesa assinado em 1974.
Por ocasião de uma visita do ministro francês de Defesa, Edgar Morin, França e Senegal anunciaram que chegaram a um acordo com vistas ao fechamento das bases militares no Senegal a fim de dar início a uma nova era de cooperação militar.
Mas a França ainda deve manter uma força de 300 soldados no Senegal, conforme um acordo a ser acertado entre as nações.
Alguns comentaristas destacam o caráter surpreendente da declaração de Wade que analisam como um sinal de divergências profundas entre o Senegal e a França no que se refere às negociações sobre o fechamento das bases.
O ministro francês de Interior, Brice Hortefeux, já está na capital senegalesa Dacar para participar da comemoração, no domingo, dos 50 anos da independência do país africano.


 


 

domingo, 28 de março de 2010

ELEIÇÕES 2010 - Serra recupera identidade roubada na web

Vítima de "grilagem" na internet, pré-candidato do PSDB aciona Justiça para retomar os endereços que levam seu nome
Empresários por trás de cursos questionados por católicos e evangélicos usavam o domínio do governador desde 2008
Vítima de cybersquatting ("grilagem" de domínios de internet), o governador de São Paulo e pré-candidato do PSDB à Presidência, José Serra, recuperou, por meio de liminar, os endereços joseserra.com.br e joseserra.org.br, que foram registrados em 2008 por uma associação de Minas Gerais que ministra cursos a distância, a maioria de cunho religioso.
O PSDB tinha perdido os domínios em 2002, por deixar de pagar a manutenção de R$ 30 anuais por cada endereço.
O Núcleo de Informação e Coordenação Ponto BR (entidade que administra o registro de domínios no país) havia recusado uma demanda oficial do PSDB para retomar a posse dos endereços.
O contrato que rege essa relação preserva alguns direitos da primeira pessoa a solicitar determinada URL, desde que ela consiga comprovar a legitimidade da demanda.
Frustrada a tentativa de reaver o domínio, a assessoria jurídica dos tucanos entrou, no dia 11, com ação na Justiça, alegando uso abusivo da imagem de Serra, além da reprodução ilícita dos símbolos do PSDB.
Na ação, que inclui pedido de indenização por danos morais, os advogados de Serra reproduzem documento em que os atuais proprietários do domínio se dizem dispostos a vendê-lo a um madeireiro no Pará, homônimo do governador.