A determinação foi feita pela própria entidade de publicitários que regula a propaganda. Não há, portanto, nenhuma interferência de governo. E a decisão é baseada numa pressão da sociedade para que a publicidade de bebida seja mais responsável, evitando apelações que estimulem o abuso do consumo --uma dessas apelações, como concordaram os próprios publicitários, é vincular álcool ao sexo ou estimular o consumo abusivo.
Uma coisa é governo censurar; é um atraso. Outra é a sociedade livremente dizer os limites; isso é um avanço.
O único serviço educativo que Paris Hilton prestou em toda a sua medíocre vida de socialite foi levantar um debate sobre a importância de disciplinar mais as imagens associadas ao consumo de álcool --afinal, é um dos grandes problemas de saúde pública do Brasil.
Na minha visão, qualquer celebridade, atriz ou modelo, que se preste a estimular o consumo abusivo do álcool atenta contra a saúde.
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